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ANTROPOLOGIA CONTEMPORÂNEA
A antropologia sempre trabalhou com a lógica do distanciamento, distanciamento entre o pesquisador e pesquisado, distanciamento entre civilizações e culturas, distanciamento no tempo e no espaço entre o europeu e o não europeu. Ocorre que a história e a crescente internacionalização dom capitalismo promoveram o contínuo encurtamento dessas distancias.
A industria se universalizou assim como o  estado nação , a democracia, a tecnologia e os meios de comunicação em massa. No campo do conhecimento os antropólogos falam na perda do objeto de estudo, existe um “certo desânimo”, “angústia” também as disciplinas parecem dialogar  de forma extremamente próxima, intercambiando conceitos e princípios metodológicos. ( interdisciplinaridade ) Decorre daí a fragmentação e a perda de universalismo daquilo que poderíamos chamar  escolas teóricas,  ou seja, conjuntos organizados de conceitos. Acabou levando a uma  crise de paradigmas.
É nesse cenário que cientistas sociais como Roberto Cardoso de Oliveira veem emergir junto aos modelos tradicionais de pesquisa antropológica, que ele denomina como racionalista/funcionalista; estrutural/funcionalista e culturalista, um novo paradigma denominado  HERMENÊUTICO.  * esse modelo, combina a tradição européia com a metodologia interpretativa norte-americana. ( reação ao modelo idealista iluminista ) Segundo Michel Foucault, o homem é um ser de linguagem. O estudo tem que decifrar  suas formas de expressão. A hermenêutica é a ciência da interpretação do dito, do não dito e das entrelinhas. Modelo decifrativo que se apóia em sinais, em vestígios para descobrir na expressão simbólica conteúdos profundamente significativos.
O sujeito deixa de ser visto como um objetividade para ganhar toda a riqueza de sua capacidade simbólica. Clifford Geertz, O conceito de cultura que eu defendo, e cuja utilidade os ensaios abaixo tentam demonstrar, é essencialmente semiótico. Acreditando como Max Weber que o homem é um animal amarrado a teia de significados que ele teceu, assumo a cultura como sendo essas teias e a sua análise; portanto, não como uma ciência experimental em busca de leis, mas como uma ciência interpretativa à procura de significados.
Questão fundamental da antropologia é a relação entre o “eu” – pesquisador e o “outro” – pesquisado, encarados, por princípio, como entidades diferentes e autônomas. a antropologia constrói  e compreende identidades, ou seja, mecanismos que fazem o outro ser quem é e como é. Com o desenvolvimento do capitalismo e a globalização houve a aproximação dos modos de vida, abalando os processos identitários. Essa crise de identidade passa a fazer parte do que chamamos de cultura contemporânea ou da pós-modernidade.
Os estudos recentes mostram que as instituições como o Estado,a Igreja e os Partidos políticos perderam a capacidade de consolidar identidades individuais e coletivas, pois a cultura de massa acaba  padronizando o imaginário das pessoas de forma global. A sociedade contemporânea tornou ineficazes as formas tradicionais da cultura pelas quais se construíram as identidades de grupo e individuais, entre elas o ofício, o regionalismo e o nacionalismo.
Os cientistas partem do princípio de que a sociedade contemporânea tornou ineficazes as formas tradicionais da cultura pelas quais se construíam as identidades de grupo e individuais, entre elas o ofício ou profissão, o regionalismo e o nacionalismo. A antropologia abandonou a busca por formas de identidade  normativas, regulares ou institucionais, como família e a nação, para se pesquisar mecanismo identitários Emergentes, de natureza cultural e política, como a organização das minorias.
A Ideia de igualdade não é uma ideia  facilmente aceitável na cultura humana. Desde as mais antigas civilizações, o homem buscou suas diferenças: de origem, de nacionalidade, de classe social. O capitalismo desenvolveu a indústria de massa, geradora da homogeneização do mundo, diluindo as diferenças e padronizando o estilo de vida e de consumo. Antiguidade Idade Média Idade Moderna Idade Contemporânea O romano em relação aos bárbaros. Princípio da Igualdade. Todos somos filhos de Deus  Os filósofos iluministas procuraram entender a origem das desigualdades. Novos aspectos da Igualdade  (jurídica e civil) O socialismo mostrou  que a estrutura de classes sociais era responsável pelas diferenças entre os homens.
Na mesma sociedade que massifica, se padroniza e se assemelha, surgiram grupos que começaram a se distinguir do conjunto da população. pessoas que vivem no mesmo espaço, mas com cultura diferente; grupos passaram a concorrer e a se desenvolver extrema rivalidade e se opor entre si cada grupo define sua própria história e suas justificativas Obs.: os movimentos étnicos, raciais e sexuais, entre outros, disfarçando a padronização da sociedade, deram a noção de cidadania um novo sentido.
Dessa forma podemos perceber que o coletivo encobre as diferenças e discriminações, passa por cima de perseguições e injustiças, cuja superação torna necessária uma ação particular, dirigida e organizada. Nesse sentido: partidos políticos se tornam ineficazes teoria o projeto político que pretende abarcar toda a sociedade são inúteis as soluções políticas e religiosas que são globais descontentam esses grupos Obs.: as pessoas se unem em suas particularidades. As minorias – religiosas, sexuais – passam do discurso à ação política, reafirmando o princípio da diferenciação como base de uma sociedade que só aparentemente homogeneíza.
O princípio da maioria surgiu na Grécia Antiga – Democracia. participação apenas dos cidadãos aos poucos a maioria passou a representar uma força política ( vontade das elites) Para Durkheim, o que caracteriza o fato social é a generalidade. Nessa perspectiva, a oposição é uma anormalidade. O consenso e o grau de adesão dos indivíduos eram sinais de “saúde” da sociedade, enquanto os conflitos eram sintomas de um estado patológico ou mórbido.
Ao mesmo tempo em que a representatividade apoiada na maioria de votos garantia a legitimidade aos governos e às suas ações – por menor que fosse o grupo que representassem-, a idéia de consenso, associada à de maioria e unanimidade, dava às instituições sociais um sentido de normalidade e saúde. * O uso indiscriminado da estatística ajudou na disseminação desses princípios. Os números (índices e taxas ), conforme o seu uso, transformam a realidade em quantidades, fazem desaparecer as nuanças e impedem uma real avaliação das situações. A metade mais um é maioria?
Atualmente, entende-se por maioria ou minoria a capacidade de certos grupos sociais fazerem pressão e obterem sucesso em suas reivindicações.  É a força da ação política que torna as questões majoritárias ou minoritárias. Na história da sociedade ocidental, os homens passaram da diferenciação à massificação. A formação política das minorias raciais, sexuais ou profissionais foram revertendo essa tendência, assim como foram criando condições para a emergência de uma nova política:  a democracia participativa.

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Antropologia contemporânea

  • 2. A antropologia sempre trabalhou com a lógica do distanciamento, distanciamento entre o pesquisador e pesquisado, distanciamento entre civilizações e culturas, distanciamento no tempo e no espaço entre o europeu e o não europeu. Ocorre que a história e a crescente internacionalização dom capitalismo promoveram o contínuo encurtamento dessas distancias.
  • 3. A industria se universalizou assim como o estado nação , a democracia, a tecnologia e os meios de comunicação em massa. No campo do conhecimento os antropólogos falam na perda do objeto de estudo, existe um “certo desânimo”, “angústia” também as disciplinas parecem dialogar de forma extremamente próxima, intercambiando conceitos e princípios metodológicos. ( interdisciplinaridade ) Decorre daí a fragmentação e a perda de universalismo daquilo que poderíamos chamar escolas teóricas, ou seja, conjuntos organizados de conceitos. Acabou levando a uma crise de paradigmas.
  • 4. É nesse cenário que cientistas sociais como Roberto Cardoso de Oliveira veem emergir junto aos modelos tradicionais de pesquisa antropológica, que ele denomina como racionalista/funcionalista; estrutural/funcionalista e culturalista, um novo paradigma denominado HERMENÊUTICO. * esse modelo, combina a tradição européia com a metodologia interpretativa norte-americana. ( reação ao modelo idealista iluminista ) Segundo Michel Foucault, o homem é um ser de linguagem. O estudo tem que decifrar suas formas de expressão. A hermenêutica é a ciência da interpretação do dito, do não dito e das entrelinhas. Modelo decifrativo que se apóia em sinais, em vestígios para descobrir na expressão simbólica conteúdos profundamente significativos.
  • 5. O sujeito deixa de ser visto como um objetividade para ganhar toda a riqueza de sua capacidade simbólica. Clifford Geertz, O conceito de cultura que eu defendo, e cuja utilidade os ensaios abaixo tentam demonstrar, é essencialmente semiótico. Acreditando como Max Weber que o homem é um animal amarrado a teia de significados que ele teceu, assumo a cultura como sendo essas teias e a sua análise; portanto, não como uma ciência experimental em busca de leis, mas como uma ciência interpretativa à procura de significados.
  • 6. Questão fundamental da antropologia é a relação entre o “eu” – pesquisador e o “outro” – pesquisado, encarados, por princípio, como entidades diferentes e autônomas. a antropologia constrói e compreende identidades, ou seja, mecanismos que fazem o outro ser quem é e como é. Com o desenvolvimento do capitalismo e a globalização houve a aproximação dos modos de vida, abalando os processos identitários. Essa crise de identidade passa a fazer parte do que chamamos de cultura contemporânea ou da pós-modernidade.
  • 7. Os estudos recentes mostram que as instituições como o Estado,a Igreja e os Partidos políticos perderam a capacidade de consolidar identidades individuais e coletivas, pois a cultura de massa acaba padronizando o imaginário das pessoas de forma global. A sociedade contemporânea tornou ineficazes as formas tradicionais da cultura pelas quais se construíram as identidades de grupo e individuais, entre elas o ofício, o regionalismo e o nacionalismo.
  • 8. Os cientistas partem do princípio de que a sociedade contemporânea tornou ineficazes as formas tradicionais da cultura pelas quais se construíam as identidades de grupo e individuais, entre elas o ofício ou profissão, o regionalismo e o nacionalismo. A antropologia abandonou a busca por formas de identidade normativas, regulares ou institucionais, como família e a nação, para se pesquisar mecanismo identitários Emergentes, de natureza cultural e política, como a organização das minorias.
  • 9. A Ideia de igualdade não é uma ideia facilmente aceitável na cultura humana. Desde as mais antigas civilizações, o homem buscou suas diferenças: de origem, de nacionalidade, de classe social. O capitalismo desenvolveu a indústria de massa, geradora da homogeneização do mundo, diluindo as diferenças e padronizando o estilo de vida e de consumo. Antiguidade Idade Média Idade Moderna Idade Contemporânea O romano em relação aos bárbaros. Princípio da Igualdade. Todos somos filhos de Deus Os filósofos iluministas procuraram entender a origem das desigualdades. Novos aspectos da Igualdade (jurídica e civil) O socialismo mostrou que a estrutura de classes sociais era responsável pelas diferenças entre os homens.
  • 10. Na mesma sociedade que massifica, se padroniza e se assemelha, surgiram grupos que começaram a se distinguir do conjunto da população. pessoas que vivem no mesmo espaço, mas com cultura diferente; grupos passaram a concorrer e a se desenvolver extrema rivalidade e se opor entre si cada grupo define sua própria história e suas justificativas Obs.: os movimentos étnicos, raciais e sexuais, entre outros, disfarçando a padronização da sociedade, deram a noção de cidadania um novo sentido.
  • 11. Dessa forma podemos perceber que o coletivo encobre as diferenças e discriminações, passa por cima de perseguições e injustiças, cuja superação torna necessária uma ação particular, dirigida e organizada. Nesse sentido: partidos políticos se tornam ineficazes teoria o projeto político que pretende abarcar toda a sociedade são inúteis as soluções políticas e religiosas que são globais descontentam esses grupos Obs.: as pessoas se unem em suas particularidades. As minorias – religiosas, sexuais – passam do discurso à ação política, reafirmando o princípio da diferenciação como base de uma sociedade que só aparentemente homogeneíza.
  • 12. O princípio da maioria surgiu na Grécia Antiga – Democracia. participação apenas dos cidadãos aos poucos a maioria passou a representar uma força política ( vontade das elites) Para Durkheim, o que caracteriza o fato social é a generalidade. Nessa perspectiva, a oposição é uma anormalidade. O consenso e o grau de adesão dos indivíduos eram sinais de “saúde” da sociedade, enquanto os conflitos eram sintomas de um estado patológico ou mórbido.
  • 13. Ao mesmo tempo em que a representatividade apoiada na maioria de votos garantia a legitimidade aos governos e às suas ações – por menor que fosse o grupo que representassem-, a idéia de consenso, associada à de maioria e unanimidade, dava às instituições sociais um sentido de normalidade e saúde. * O uso indiscriminado da estatística ajudou na disseminação desses princípios. Os números (índices e taxas ), conforme o seu uso, transformam a realidade em quantidades, fazem desaparecer as nuanças e impedem uma real avaliação das situações. A metade mais um é maioria?
  • 14. Atualmente, entende-se por maioria ou minoria a capacidade de certos grupos sociais fazerem pressão e obterem sucesso em suas reivindicações. É a força da ação política que torna as questões majoritárias ou minoritárias. Na história da sociedade ocidental, os homens passaram da diferenciação à massificação. A formação política das minorias raciais, sexuais ou profissionais foram revertendo essa tendência, assim como foram criando condições para a emergência de uma nova política: a democracia participativa.