O que é
Inclusão Digital?
Inclusão Digital é o processo de
democratização do acesso às tecnologias da
informação, de forma a permitir a inserção de
TODOS na sociedade da informação.
Dar voz a moradores de rua a partir da
inclusão digital e, com isso, expandir
possibilidades de estudo, trabalho e
expressão de opiniões. Este é o
principal objetivo de três estudantes de
Jornalismo, Guilherme Giuntini,
Leandro Gomes e Amália Mazloum,
criadores do projeto “Ruas Digitais”.
http://rede.acessasp.sp.gov.br/materia/acessa-
sao-bento-tem-projeto
A inclusão digital, para acontecer, precisa de três
instrumentos básicos, que são: dispositivo para
conexão, acesso à rede e o domínio dessas
ferramentas.
http://frankiavirtualenegocios.com/wp-
content/uploads/2013/08/onibus-inclusao.jpg
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-
setti/files/2011/02/broadband1.jpg http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/laborat%C3%B3rio-
de-inclus%C3%A3o-digital-300x214.jpg
E vai mais além, pois está
relacionado à questão da
acessibilidade.
Acessibilidade é a busca
para melhorar a qualidade
de vida das pessoas com
deficiências,
possibilitando as
condições de acesso a
todos os lugares, seja físico
ou virtual.
http://gabinetedigital.rs.gov.br/wp/wp-
content/uploads/2013/03/acessibilidade.png
http://www.asasead.net/asasEAD/?attachment_id=375
Os benefícios da
inclusão Digital
Os principais benefícios da Inclusão Digital são:
facilitar o acesso a jornais e revistas online,
pesquisas, e-mails, redes sociais,
operações bancárias via internet, compras em lojas
virtuais, cursos, e serviços públicos variados.
http://portal.mda.gov.br/portal/noticias/image/3588088
"Em qualquer faixa etária a
inclusão digital traz benefícios,
tais como, informação rápida,
aquisição de novos
conhecimentos, atualização de
conhecimentos gerais,
ampliação das redes de
relações, sociabilidade,
conectividade com a
contemporaneidade, melhoria
da auto-estima e auto-eficácia“
Vilella, G. Sé, Elissandra,
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/inclusao_digital.htm
Um incluído digitalmente não é aquele que apenas
utiliza essa nova linguagem, para trocar e-mails, mas
aquele que usufrui desse suporte para melhorar as
suas condições de vida, a fim de buscar novas
oportunidades de emprego, meios de comunicação,
formas de obter aprendizado, entre outras.
A forma como os indígenas se relacionam com a
web, é mais focada, como “uma janela para o
mundo”, ao passo que os brancos
compreendem-na de forma mais recreativa, quase
como sinônimo de rede social. “Já o jovem
indígena vê essa possibilidade de manipulação e
domínio como uma ferramenta que possa incluí-
lo em uma sociedade que não o vê”.
Sarmento, José Francisco Sarmento – professor
da Universidade Católica Dom Bosco – UCDB,
Campo Grande, MS.
http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.a
sp?cod_canal=41&cod_noticia=18208
A SEGUIR, ALGUNS
PROGRAMAS PARA
INCLUSÃO DIGITAL, NO
ACRE E EM ÂMBITO NACIONAL
FLORESTA DIGITAL
 Projeto estadual de acesso gratuito à Internet em banda
larga, utilizando conexão sem fio, baseada em uma rede
de dados provida pelo Governo do Acre, destinada para
implementação de ações públicas de inclusão social,
inclusão digital e modernização da gestão pública.
http://www.florestadigital.acre.gov.br/wps/wcm/connect/b634608047a21318bba6fba9026587b1/nuvem.jpg?MOD=AJPERES&CACHEID=b634608047a21318bba6fba9026587b1
Programa Banda Larga
nas Escolas
 O Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) tem como objetivo
conectar todas as escolas públicas urbanas à internet, para
incrementar o ensino público no País. O PBLE foi lançado no
dia 04 de abril de 2008 pelo Governo Federal, por meio do
Decreto nº 6.424 que altera o Plano Geral de Metas para a
Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado
no Regime Público – PGMU (Decreto nº 4.769).
A gestão do Programa é feita em conjunto pelo Ministério da
Educação (MEC) e pela Agência Nacional de Telecomunicações
(ANATEL), em parceria com o Ministério das Comunicações
(MCOM), o Ministério do Planejamento (MPOG) e com as
Secretarias de Educação Estaduais e Municipais.
http://www.metodotelecom.com.br/solucoes/comunicacoes/comunicacoes-unificadas/
TELECENTROS
 Os telecentros são espaços sem fins lucrativos, de acesso
público e gratuito, com computadores conectados à internet,
disponíveis para diversos usos. O objetivo é promover o
desenvolvimento social e econômico das comunidades
atendidas, reduzindo a exclusão social e criando
oportunidades de inclusão digital aos cidadãos.
Os telecentros oferecem cursos e atividades,
além de funcionarem como espaço de
integração, cultura e lazer. Os frequentadores
contam com assistência de monitores
qualificados, que atuam como gestores
locais.
Atualmente, existem 7.755 telecentros em
funcionamento em todo o Brasil. Eles foram
instalados por meio de uma parceria entre
ministérios, prefeituras e entidades, que são
responsáveis pela manutenção desses
espaços. http://portal.mec.gov.br/images/stories/noticias/internet_260809.jpg
CIDADES DIGITAIS
 O objetivo do programa é modernizar a gestão, ampliar o acesso aos serviços
públicos e promover o desenvolvimento dos municípios brasileiros por meio da
tecnologia. Para isso, atua nas seguintes frentes:
 Construção de redes de fibra óptica que interligam os órgãos públicos locais;
 Disponibilização de aplicativos de governo eletrônico para as prefeituras, nas
áreas financeira, tributária, de saúde e educação;
 Capacitação de servidores municipais para uso e gestão da rede;
 Oferta de pontos de acesso à internet para uso livre e gratuito em espaços
públicos de grande circulação, como praças, parques e rodoviárias.
 As cidades que recebem essa estrutura são selecionadas por meio de edital. Em
2012, o Ministério das Comunicações abriu a primeira seleção para o projeto-
piloto, em que 80 municípios foram contemplados. Em 2013, o Cidades Digitais
foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo
Federal, selecionando 262 municípios com população de até 50 mil habitantes.
 O projeto conta, entre outros, com a parceria do Ministério do Planejamento,
da Telebras, do Inmetro e do BNDES.
CENTRO DE RECONDICIONAMENTO
DE COMPUTADORES (crcS)
 Os Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) são parte
do projeto Computadores para Inclusão, que promove a formação de
jovens de baixa renda. A capacitação é feita por meio de oficinas, cursos
e outras atividades oferecidas pelos CRCs. Os computadores
recuperados são doados para laboratórios de escolas, bibliotecas,
telecentros e outros programas de inclusão digital. O programa
também promove a conscientização sobre o descarte adequado de
resíduos eletroeletrônicos.
O projeto funciona por meio de parcerias
com instituições responsáveis por executar
as ações de formação e recondicionamento
de equipamentos. Atualmente, existem CRCs
em funcionamento nas regiões
metropolitanas de Belo Horizonte, Brasília,
Curitiba, João Pessoa e Recife.
Desde o início do programa, já foram
formados 3,9 mil jovens de baixa renda.
Muitos deles deixaram o CRC e conseguiram
sua primeira oportunidade de emprego.
Desde 2005, foram recondicionados 13,8 mil
computadores. http://www.mc.gov.br/documentos/imagens/acoes/centros-de-recondicionamento-de-
computadores/centros-de-recondicionamento-de-computadores.jpg
 Por meio do decreto nº 5542/2005, fica instituído o Projeto
Cidadão Conectado – Computador para Todos, no âmbito do
Programa de Inclusão Digital, cujo objetivo Projeto é
promover a inclusão digital mediante a aquisição em
condições facilitadas de soluções de informática, constituídas
de computadores, programas de computador (software) neles
instalados e de suporte e assistência técnica necessários ao
seu funcionamento, observadas as definições, especificações e
características técnicas mínimas estabelecidas em ato do
Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia.
 Os produtos abrangidos pelo Projeto deverão ser produzidos
no país, observado o Processo Produtivo Básico (PPB),
estabelecido nos termos das Leis nos 8.248, de 23 de outubro
de 1991, e 8.387, de 30 de dezembro de 1991.
Projeto Cidadão Conectado
Computador para Todos
Diante disso, podemos concluir que a inclusão digital marca o
inicio de um novo tempo, onde todos tem acesso às
informações de maneira rápida e segura, além de ser um
processo de democratização que, ao longo dos tempos, vem
ocorrendo de maneira a inserir todas as pessoas no mundo
digital, independente da idade, sexo, cor ou etnia.
Num futuro não muito distante, o termo inclusão digital
deixará de ser algo novo, e passará a ser tratado como
prioridade máxima, pois a demanda das instituições, sejam
públicas ou privadas, crescem num ritmo acelerado, e exige
que todos se adaptem a esse novo tempo que surge chamado,
tecnologia.
AUTORES
 Alessandra de Aquino Lopes Rufino
 Darci Jaeger
 Maria Izabel Bezerra Oliveira
 Regis Wellington Aires Alves de Freitas
 Trabalho apresentado na disciplina de Cultura e Inclusão Digital, do curso de Pós-Graduação em
Tecnologias da Informação de Comunicação, da Universidade Federal do Acre.
FONTES DE PESQUISA
 http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/inclusao-digital
 http://webinsider.com.br/2005/05/12/inclusao-digital-o-que-e-e-a-quem-se-destina/
 http://imasters.com.br/artigo/5004/gerencia-de-ti/a-inclusao-digital-no-brasil/
 http://caminhoinclusaodigital.wikidot.com/o-que-e-inclusao-digital
 www.florestadigital.acre.gov.br
 http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/inclusao-digital
 http://www.comunicacoes.gov.br/telecentros
 http://www.mc.gov.br/cidades-digitais
 http://www.casacivil.gov.br/atos/destaque/pc_conectado
 http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15808:progra
ma-banda-larga-nas-escolas&catid=193:seed-educacao-a-distancia
 http://www.comunicacoes.gov.br/centros-de-recondicionamento-de-computadores-crcs
 Acesso em 21/05/2014

Benefícios da inclusão digital - POSTIC - UFAC

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  • 3.
    Inclusão Digital éo processo de democratização do acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de TODOS na sociedade da informação. Dar voz a moradores de rua a partir da inclusão digital e, com isso, expandir possibilidades de estudo, trabalho e expressão de opiniões. Este é o principal objetivo de três estudantes de Jornalismo, Guilherme Giuntini, Leandro Gomes e Amália Mazloum, criadores do projeto “Ruas Digitais”. http://rede.acessasp.sp.gov.br/materia/acessa- sao-bento-tem-projeto
  • 4.
    A inclusão digital,para acontecer, precisa de três instrumentos básicos, que são: dispositivo para conexão, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas. http://frankiavirtualenegocios.com/wp- content/uploads/2013/08/onibus-inclusao.jpg http://veja.abril.com.br/blog/ricardo- setti/files/2011/02/broadband1.jpg http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/laborat%C3%B3rio- de-inclus%C3%A3o-digital-300x214.jpg
  • 5.
    E vai maisalém, pois está relacionado à questão da acessibilidade. Acessibilidade é a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiências, possibilitando as condições de acesso a todos os lugares, seja físico ou virtual. http://gabinetedigital.rs.gov.br/wp/wp- content/uploads/2013/03/acessibilidade.png http://www.asasead.net/asasEAD/?attachment_id=375
  • 6.
  • 7.
    Os principais benefíciosda Inclusão Digital são: facilitar o acesso a jornais e revistas online, pesquisas, e-mails, redes sociais, operações bancárias via internet, compras em lojas virtuais, cursos, e serviços públicos variados. http://portal.mda.gov.br/portal/noticias/image/3588088 "Em qualquer faixa etária a inclusão digital traz benefícios, tais como, informação rápida, aquisição de novos conhecimentos, atualização de conhecimentos gerais, ampliação das redes de relações, sociabilidade, conectividade com a contemporaneidade, melhoria da auto-estima e auto-eficácia“ Vilella, G. Sé, Elissandra, http://www2.uol.com.br/vyaestelar/inclusao_digital.htm
  • 8.
    Um incluído digitalmentenão é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida, a fim de buscar novas oportunidades de emprego, meios de comunicação, formas de obter aprendizado, entre outras. A forma como os indígenas se relacionam com a web, é mais focada, como “uma janela para o mundo”, ao passo que os brancos compreendem-na de forma mais recreativa, quase como sinônimo de rede social. “Já o jovem indígena vê essa possibilidade de manipulação e domínio como uma ferramenta que possa incluí- lo em uma sociedade que não o vê”. Sarmento, José Francisco Sarmento – professor da Universidade Católica Dom Bosco – UCDB, Campo Grande, MS. http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.a sp?cod_canal=41&cod_noticia=18208
  • 9.
    A SEGUIR, ALGUNS PROGRAMASPARA INCLUSÃO DIGITAL, NO ACRE E EM ÂMBITO NACIONAL
  • 10.
    FLORESTA DIGITAL  Projetoestadual de acesso gratuito à Internet em banda larga, utilizando conexão sem fio, baseada em uma rede de dados provida pelo Governo do Acre, destinada para implementação de ações públicas de inclusão social, inclusão digital e modernização da gestão pública. http://www.florestadigital.acre.gov.br/wps/wcm/connect/b634608047a21318bba6fba9026587b1/nuvem.jpg?MOD=AJPERES&CACHEID=b634608047a21318bba6fba9026587b1
  • 11.
    Programa Banda Larga nasEscolas  O Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) tem como objetivo conectar todas as escolas públicas urbanas à internet, para incrementar o ensino público no País. O PBLE foi lançado no dia 04 de abril de 2008 pelo Governo Federal, por meio do Decreto nº 6.424 que altera o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público – PGMU (Decreto nº 4.769). A gestão do Programa é feita em conjunto pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), em parceria com o Ministério das Comunicações (MCOM), o Ministério do Planejamento (MPOG) e com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais. http://www.metodotelecom.com.br/solucoes/comunicacoes/comunicacoes-unificadas/
  • 12.
    TELECENTROS  Os telecentrossão espaços sem fins lucrativos, de acesso público e gratuito, com computadores conectados à internet, disponíveis para diversos usos. O objetivo é promover o desenvolvimento social e econômico das comunidades atendidas, reduzindo a exclusão social e criando oportunidades de inclusão digital aos cidadãos. Os telecentros oferecem cursos e atividades, além de funcionarem como espaço de integração, cultura e lazer. Os frequentadores contam com assistência de monitores qualificados, que atuam como gestores locais. Atualmente, existem 7.755 telecentros em funcionamento em todo o Brasil. Eles foram instalados por meio de uma parceria entre ministérios, prefeituras e entidades, que são responsáveis pela manutenção desses espaços. http://portal.mec.gov.br/images/stories/noticias/internet_260809.jpg
  • 13.
    CIDADES DIGITAIS  Oobjetivo do programa é modernizar a gestão, ampliar o acesso aos serviços públicos e promover o desenvolvimento dos municípios brasileiros por meio da tecnologia. Para isso, atua nas seguintes frentes:  Construção de redes de fibra óptica que interligam os órgãos públicos locais;  Disponibilização de aplicativos de governo eletrônico para as prefeituras, nas áreas financeira, tributária, de saúde e educação;  Capacitação de servidores municipais para uso e gestão da rede;  Oferta de pontos de acesso à internet para uso livre e gratuito em espaços públicos de grande circulação, como praças, parques e rodoviárias.  As cidades que recebem essa estrutura são selecionadas por meio de edital. Em 2012, o Ministério das Comunicações abriu a primeira seleção para o projeto- piloto, em que 80 municípios foram contemplados. Em 2013, o Cidades Digitais foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, selecionando 262 municípios com população de até 50 mil habitantes.  O projeto conta, entre outros, com a parceria do Ministério do Planejamento, da Telebras, do Inmetro e do BNDES.
  • 14.
    CENTRO DE RECONDICIONAMENTO DECOMPUTADORES (crcS)  Os Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) são parte do projeto Computadores para Inclusão, que promove a formação de jovens de baixa renda. A capacitação é feita por meio de oficinas, cursos e outras atividades oferecidas pelos CRCs. Os computadores recuperados são doados para laboratórios de escolas, bibliotecas, telecentros e outros programas de inclusão digital. O programa também promove a conscientização sobre o descarte adequado de resíduos eletroeletrônicos. O projeto funciona por meio de parcerias com instituições responsáveis por executar as ações de formação e recondicionamento de equipamentos. Atualmente, existem CRCs em funcionamento nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, João Pessoa e Recife. Desde o início do programa, já foram formados 3,9 mil jovens de baixa renda. Muitos deles deixaram o CRC e conseguiram sua primeira oportunidade de emprego. Desde 2005, foram recondicionados 13,8 mil computadores. http://www.mc.gov.br/documentos/imagens/acoes/centros-de-recondicionamento-de- computadores/centros-de-recondicionamento-de-computadores.jpg
  • 15.
     Por meiodo decreto nº 5542/2005, fica instituído o Projeto Cidadão Conectado – Computador para Todos, no âmbito do Programa de Inclusão Digital, cujo objetivo Projeto é promover a inclusão digital mediante a aquisição em condições facilitadas de soluções de informática, constituídas de computadores, programas de computador (software) neles instalados e de suporte e assistência técnica necessários ao seu funcionamento, observadas as definições, especificações e características técnicas mínimas estabelecidas em ato do Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia.  Os produtos abrangidos pelo Projeto deverão ser produzidos no país, observado o Processo Produtivo Básico (PPB), estabelecido nos termos das Leis nos 8.248, de 23 de outubro de 1991, e 8.387, de 30 de dezembro de 1991. Projeto Cidadão Conectado Computador para Todos
  • 16.
    Diante disso, podemosconcluir que a inclusão digital marca o inicio de um novo tempo, onde todos tem acesso às informações de maneira rápida e segura, além de ser um processo de democratização que, ao longo dos tempos, vem ocorrendo de maneira a inserir todas as pessoas no mundo digital, independente da idade, sexo, cor ou etnia. Num futuro não muito distante, o termo inclusão digital deixará de ser algo novo, e passará a ser tratado como prioridade máxima, pois a demanda das instituições, sejam públicas ou privadas, crescem num ritmo acelerado, e exige que todos se adaptem a esse novo tempo que surge chamado, tecnologia.
  • 17.
    AUTORES  Alessandra deAquino Lopes Rufino  Darci Jaeger  Maria Izabel Bezerra Oliveira  Regis Wellington Aires Alves de Freitas  Trabalho apresentado na disciplina de Cultura e Inclusão Digital, do curso de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação de Comunicação, da Universidade Federal do Acre.
  • 18.
    FONTES DE PESQUISA http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/inclusao-digital  http://webinsider.com.br/2005/05/12/inclusao-digital-o-que-e-e-a-quem-se-destina/  http://imasters.com.br/artigo/5004/gerencia-de-ti/a-inclusao-digital-no-brasil/  http://caminhoinclusaodigital.wikidot.com/o-que-e-inclusao-digital  www.florestadigital.acre.gov.br  http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/inclusao-digital  http://www.comunicacoes.gov.br/telecentros  http://www.mc.gov.br/cidades-digitais  http://www.casacivil.gov.br/atos/destaque/pc_conectado  http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15808:progra ma-banda-larga-nas-escolas&catid=193:seed-educacao-a-distancia  http://www.comunicacoes.gov.br/centros-de-recondicionamento-de-computadores-crcs  Acesso em 21/05/2014