O documento aborda a esquizofrenia como um transtorno mental crônico com uma prevalência de 1% na população, destacando seus principais sintomas e mecanismos etológicos, principalmente genéticos. O tratamento é discutido com foco na terapia cognitiva, incluindo a modificação de crenças e estratégias para lidar com sintomas negativos, visando reduzir a angústia e melhorar a reinserção social. Técnicas específicas, como treino de habilidades sociais e manejo das alucinações, são sugeridas para auxiliar no controle dos sintomas psicóticos.