O texto analisa a evolução do ateísmo durante a Idade Moderna, destacando seu surgimento como uma reação ao teísmo cristão hegemônico e a influência do racionalismo e do empirismo. A concepção de Deus passou por transformações significativas, com filósofos como Descartes, Locke e Hume questionando a natureza divina e definindo novas episteme. O autor argumenta que as origens do ateísmo moderno estão intrinsicamente ligadas a mudanças teológicas dentro do próprio cristianismo.