EPÍSTOLAS
PAULINAS
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SEMINÁRIO TEOLÓGICO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS
Gálata
s
Autoria e Data
• O autor é o Paulo, e foi escrita por volta de
49 a 52 d.C.
• Paulo visitou a Galácia em sua 1ª viagem
missionária (At 13.51);
• O Espírito Santo proibiu o apóstolo de
pregar ali em sua 2ª viagem missionária (At
16.6);
• Provavelmente, endereçada as
igrejas do sul da província da Galácia
(Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra,
Derbe), fundadas durante sua 1ª
viagem missionária (At 13-14).
• Escrita logo após a 1ª viagem e antes
do Concílio de Jerusalém de At 15.
• As igrejas na Galácia estavam localizadas
no centro da região onde hoje se
encontra a Turquia.
• Os primeiros habitantes eram os frígios
que cultuavam a natureza.
• Quando Paulo escreveu as igrejas da
Galácia estavam enfrentando uma dupla
ameaça relacionada à pureza de
doutrina e à pureza de conduta.
• Os gálatas eram impetuosos,
inconstantes, e amavam as coisas novas
que despertavam a curiosidade.
• A Epístola pode ser dividida em:
Saudações e Introduções
Narrativas das experiências de Paulo
A doutrina da Justificação pela fé
Advertências, Instruções e exortações
• Tema principal é a salvação pela
graça mediante a fé (Gl 5:1).
• Única carta de Paulo dirigida
explicitamente à diversas igrejas.
• Alguns teólogos consideram-na como
um “resumo” da Carta aos Romanos
(carta ampliada).
• Destaque para:
• O fruto do espírito (Gl 5:22-23)
• As obras da carne (Gl 5:19-21).
• Nesta carta o apóstolo usa um tom
enérgico, intenso e urgente devido à
atuação de seus oponentes (Gl 1:8-9;
5:12)
As Acusações dos Opositores
Paulo não era verdadeiro...
Apóstolo : (1.1,7,12; 2.8-9);
Em sua mensagem: diferia dos reais
apóstolos de Jerusalém (1.9; 2.2-10);
Em sua doutrina: A mensagem da graça
resultaria em libertinagem
(5.1,13,16,19-21).
A Defesa Paulina
Autoridade Apostólica Aprovada:
confirmada por Tiago, Pedro e João (Gl 1 e
Soteriologia da graça: O Evangelho da
salvação pela graça mediante a fé em
não pelas obras da lei (Gl 3 e 4);
Liberdade real no Espírito: a liberdade
cristã é viver no Espírito pela Lei de Cristo
5 e 6).
Propósito
Defender a genuína mensagem do
Evangelho: a Salvação por meio da Fé
Corrigir certos problemas que a igreja da
Galácia estava enfrentando com a questão
dos judaizantes.
A controvérsia judaizante foi tão séria a
ponto de se reunir o concílio de Jerusalém
(At 15).
Palavras - Chaves
• Graça
• Evangelho
• Fé
• Justificação
• Promessa
• Liberdade
• Lei
Títulos
• A Escritura da Liberdade Cristã
• Carta Magna de Emancipação Espiritual
• Grito de Guerra da Reforma Protestante
• A Grande Carta da Liberdade Religiosa
• Declaração Cristã de Independência
Semeando e Ceifando - Gl 6
• Paulo, o apóstolo, recebeu a notícia
perturbadora de que os gentios da
Galácia tinham sido reduzidos à
dependência da aliança mosaica pelos
judaizantes.
• A fim de restaurar os crentes à
liberdade da graça, Paulo escreveu essa
epístola.
I - Apoiem o Ministério! (6.6)
“E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus
bens com aquele que o instrui”.
Deve-se manter uma união ativa e simpática
entre as congregações e seus ministros.
Pelo sustento financeiro (I Co 9.13,14; Mt
10.10).
Através do apoio espiritual (mais sagrado
do que o apoio material (1 Co 4.14-17; 2 Co
6.11-13; Fp 1.3-7).
II - Considerem a Ceifa! (6.7,8)
• Não se trata somente de uma mensagem
de salvação para os não-convertidos;
• A priori aponta cristãos em conexão com o
emprego correto do dinheiro.
• Havia indisposição material e espiritual no
cooperar
• Enganavam a si mesmos, mas não a Deus.
As operações da “lei da Ceifa”
1. Nesta vida, estamos semeando as sementes da
ceifa futura.
2. A ceifa corresponde, no seu tipo, à semeadura.
• Atos bons (Mt 5.16)
• Atos maus (Nm 32.23; Lc 16.25; Rm 2.6-10)
3. A ceifa sempre é um aumento da semeadura.
• Semear na carne: gratificação própria, motivos
baixos e mundanos
• Semear no Espírito: vida eterna — a santidade
eterna, a felicidade eterna, a recompensa
eterna
III - Perseverem na Prática do Bem! (6.9,10) -
“Um dever – o dever da benevolência.”
• Empecilhos. “E não nos cansemos de fazer o
bem”. A prática do bem inclui carregar os
fardos dos outros.
• Um encorajamento. “Porque a seu tempo
ceifaremos, se não houvermos desfalecidos”.
Podemos ser tentados a não praticar o bem.
• Os objetos. “Façamos o bem a todos”. Em casa
e fora de casa.
IV - Evitem os Ensinadores Falsos! (6.11-
13)
“Vejam quão grandes letras faço quando escrevo de
próprio punho!”
• Paulo normalmente ditava as suas cartas
a um secretário (Rm 16.22), mas nesse
caso estava tão perturbado com a
condição dos gálatas que escreveu de
próprio punho, e em letras grandes, para
enfatizar o que escrevia.
“As máscaras não permanecem”
Paulo desmascara o caráter e os motivos
dos judaizantes. Eram:
• Carnais. “Todos os que querem mostrar
boa aparência na carne, esses vos
obrigam a circuncidar-vos” (cf. At
15.1,5).
• Estes se achavam muito zelosos. Mas o
eu-próprio estava no centro das
atividades deles.
• Covardes. “Somente para não serem
perseguidos por causa da cruz de Cristo”
• Hipócritas. “Porque nem ainda esses
mesmos que se circuncidam guardam a
lei”.
• Vaidosos. “Querem que vos circuncideis,
para se gloriarem na vossa carne”.
• Em convenções o que vale são os
relatórios e não as almas genuinamente
convertidas.
V - Firmem-se na Cruz! (6.14-17)
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de
nosso Senhor Jesus Cristo”.
• Paulo se refere à morte expiadora de Cristo,
o fato central do Evangelho. Os judaizantes
estavam enfatizando a guarda da Lei.
• Por que o apóstolo se gloriava na cruz?
Porque Cristo, mediante o seu sofrimento
expiador, comprou para nós a salvação.
• Os efeitos da cruz. “Pela qual o mundo
está crucificado para mim e eu, para o
mundo”.
• O que é o mundo? É a sociedade organizada à
parte de Deus, e contrariamente a Ele, e cujas
atividades são influenciadas pela
concupiscência da carne, a concupiscência
dos olhos e a soberba da vida (1 Jo 2.16).
• O mundo é crucificado para nós porque
perdeu seu poder e encanto sobre nós.
VI - Fiquem Seguros nas Coisas
Fundamentais! (6.15-17)
• Uma declaração. “Porque, em Cristo Jesus, nem a
circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas
sim o ser uma nova criatura”.
• Uma bênção. “E, a todos quanto andarem conforme esta
regra [a de colocar a cruz em primeiro lugar], paz e
misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus”.
• Um pedido. “Que ninguém acrescente os meus fardos, ou
rejeite a minha doutrina ou negue o meu apostolado. Mas
eu trago em mim as marcas dos sofrimentos por amor ao
Senhor Jesus Cristo”.
VII - Ensinamentos Práticos
• A lei da ceifa. “Tudo o que o homem
semear, isso também ceifará”.
• Três cruzes (6.14):
Cristo crucificado.
O mundo crucificado.
O cristão crucificado para o mundo.
• As marcas de Cristo. Na Roma antiga, escravos
fugitivos eram frequentemente ferreteados,
como estigma de vergonha. Para Paulo as
marcas no corpo ao invés de ser uma vergonha
para ele, era a sua glória.
Marcas externas. Gula, frivolidade, crueldade,
concupiscências, intemperança, tristeza,
orgulho.
Marcas espirituais. Obediência (Mt 12.50),
amor (Jo 13.35), o sacrifício (Lc 14.27, Gl
5.22,23).
• Efésios, Filipenses, Colossenses e
Filemom compreendem as chamadas
epístolas da prisão (ou do cativeiro)
• Paulo se achava encarcerado quando as
escreveu. Foi prisioneiro em Cesaréia
durante o governo de Félix e de Festo (At
23– 26);
• Foi prisioneiro em Roma, enquanto
esperava ser julgado perante César (At 28)
Autoria e Data
• Escrita por Paulo quando detento em Roma
(60-62 d.C);
• Principais argumentos:
Citação nominal de Paulo (EF 1.1; 3.1);
Posição dos gentios em pé de igualdade com
os judeus (Ef 2.11-22);
• Evidência externa:
citações de Clemente de Roma, Inácio,
Policarpo, Hermes, Clemente de Alexandria,
Tertuliano, Irineu, Hipólito e outros.
Destinatário
• São os crentes de Éfeso, a cidade mais
famosa e populosa da Ásia Menor (atual
Turquia), e um dos principais centros
urbanos e religiosos do Império Romano.
• A principal divindade romana era Diana,
cuja religião girava em torno do seu
templo, umas das sete maravilhas do
mundo antigo.
Propósito
• O crescimento dos leitores “na fé, no
amor, fortalecer a fé e os alicerces
espirituais ao revelar a plenitude do
propósito eterno de Deus na redenção
redenção ‘em Cristo’ à igreja e a cada
cada crente” (IBADEP, 2012, P. 37).
37).
• Base: Ef 1.15-17
Palavras - Chaves
• Glória
• Corpo
• Lugares celestes
• Efésios tem muita afinidade com
Colossenses, e talvez tenha sido
escrita logo após esta.
• A carta foi levada por Tíquico em
mãos, com a carta aos colossenses e a
carta para Filemom.
• Efésios é a mais impessoal das cartas
de Paulo.
Títulos
 Os Alpes do Novo Testamento
 O Grande Cânon da Escritura
 O Ápice Real das Epístolas
•Tema principal: Cristo e a sua
igreja
•Efésios transmite a impressão
um rico transbordar de
divina, brotando da vida de
oração de Paulo.
• Três símbolos da igreja: Corpo, Templo
e Esposa.
• Porções Seletas:
A função da Trindade na Salvação – 1
A salvação pela Graça – 2.8-10
O Corpo de Cristo – 4.11
Enchei-vos do Espírito – 5.18
Os deveres domésticos – 5.22-6.9
A armadura de Deus – 6.11-17
• Éfeso era uma das maiores cidades do Império Romano. Capital da
Província chamada Ásia Menor (na atual Turquia).
• O templo da deusa Diana, conhecida como Artêmis. Outras construções
que se destacam: biblioteca que tinha 25.000 lugares e o teatro.
TEATRO DE ÉFESO TEMPLO DE DIANA/ARTEMIS
RUINAS DA BIBLIOTECA DE ÉFESO
Bênçãos Recebidas em Cristo 1.3-14
• Bênçãos espirituais (3);
• Entrada em regiões celestiais (3);
• Salvação eterna (4);
• Escolha e predestinação condicional (5,11);
• Adoção de filhos (5);
• Remissão dos pecados pelo sangue (7);
• Herança da glória (11);
• Salvação sem distinção, judeus ou gentio (13);
• Espírito como penhor de nossa herança (14).
A Graça Salvadora de Deus 1–3
• Éfeso era uma poderosa fortaleza da idolatria
e viveiro de superstição. Mediante a operação
de muitos milagres, o nome de Jesus estava
sendo engrandecido acima de qualquer outro
nome, e muitos se converteram ao Senhor.
• Antes estavam mortos, agora estão vivos.
• Antes estavam perdidos, agora estão salvos.
• Antes estavam longe de Deus, agora estão
perto.
I - Antes Mortos, Agora Vivos (2.1-7)
• Mortos em delitos e pecados. Mortos para o
mundo espiritual. O pecado não somente é a
causa da morte, mas é também uma condição da
morte.
• Viviam “segundo o espírito da época”; “segundo a
influência de Satanás”; mediante os “padrões
carnais” debaixo da ira divina.
• Vivificados pela misericórdia de Deus. Ele vivifica
aqueles que estavam espiritualmente mortos.
Como? Unindo-os ao seu Filho, que é a fonte de
vida.
II - Antes Perdidos, Agora Salvos (2.8-10)
• A graça é a fonte da salvação. A graça é o
favor de Deus para com os que nada
merecem.
• A fé aceita a salvação. Uma dádiva precisa
ser aceitada.
• As obras seguem a salvação. Somos salvos
para vivermos vidas santas. Somos salvos
para servir.
O ministério da Reconciliação – Cap. 2
• Dois aspectos importantes (11-12):
 Reconciliação entre judeus e gentios.
 Reconciliação entre homens e Deus.
• A obra de Jesus seria incompleta se a
mensagem não fosse divulgada (17-22)
• A família de Deus (a igreja) é edificada
sobre o fundamento dos apóstolos e
profetas, sendo Jesus a pedra angular
– 1 Pe 2.4-10).
III - Antes Longe, Agora Perto de Deus
(2.11-13)
• Longe de Deus. A salvação trouxe uma
mudança de condição (morte/vida) e uma
mudança de posição ( sem privilégios/
favorecidos por Deus). Estávamos sem Cristo,
sem igreja, sem aliança. Sem esperança.
• Aproximados de Deus (v.13). Os religiosos
judeus se consideram “perto”, e os pagãos
para eles estão “longe”. O sangue de Cristo
nos aproxima de Deus.
IV – Lições Práticas
• A plena salvação inclui: libertação da culpa, do
poder, do amor e da presença do pecado.
• A graça divina: “É alguém que merece tudo
quanto é ruim, recebendo sem pagar nada tudo
de bom”.
O nível do instinto. O homem faz exatamente o
que quer.
O nível da consciência. O homem faz aquilo que
deve. É movido por um sentido de dever.
O nível da graça. O homem gosta de fazer aquilo
que deve fazer.
0 Viver Cristão 4.1– 6.9
• De que tipo de vida os efésios foram salvos e
quais as tentações que os cercavam?
• Baixos padrões de comportamento: Os
divertimentos daqueles dias eram brutais e
degradantes (teatros)
• Desvalorização da vida: Lutas da morte entre
escravos, cativos e criminosos para satisfazer o
desejo do povo — ver sangue (anfiteatros)
• Banalização do casamento: Levianamente
contratado porque era facilmente anulado.
I - A Abnegação (4.22)
• O “velho homem” se refere à natureza
pecaminosa herdada de Adão. Cada desejo
forte que deixa Deus de fora é uma
“concupiscência”.
II - O Pensar Correto (4.23)
• A vida correta é dirigida pelo pensar de modo
certo e atitudes corretas.
• Para os pagãos seus deuses viviam na
promiscuidade. Assim, naturalmente levavam
a um viver corrupto.
III - A Vida Santa (4.24)
• O “novo homem” se refere àquela
qualidade santa do viver, que é o resultado
da redenção.
• A “imagem de Deus” no homem foi
danificada pelo pecado, mas é restaurada
quando uma pessoa “nasce de novo”.
IV - A Verdade no Falar (4.25)
• Toda mentira, insinceridade e falsa
representação dos fatos é totalmente
inconsistente com a nova vida.
• Uma mentira é algo falso que tem o
propósito de enganar e tem um desígnio
errado.
• A falsidade traz confusão aos
relacionamentos humanos.
V – Bom Humor (4.26)
• Quando a ira é certa: quando não é
influenciada pelo pecado.
• Quando a ira é pecaminosa:
Quando é incapaz de ser governada;
Quando interfere com o amor;
Quando é permanente;
Quando é egoísta;
Quando se torna instrumento do diabo.
VI – A Honestidade (4.28)
• A honestidade: pelo viver cristão furtar é
tão mal quanto mentir.
• O Esforço: O preguiçoso é usualmente
mentiroso, descuidado e indigno de
confiança
• A generosidade: Nota-se que os cristãos
têm que “fazer o que é bom”, as
contribuições generosas à caridade não
compensarão os males das riquezas
ganhas desonestamente.
VII – Conversação Santa (4.29,30)
• Que tipo de conversa é condenada? palavras
irreverentes, zombarias, conversas maliciosas,
indecências.
• A conversa corrompida danifica almas
humanas, como também ofende a Deus.
Coisas repugnantes entristecem o Espírito
• O selo: era sinal de propriedade. Aqueles que
são salvos e se tornam a propriedade de Deus
são selados com o Espírito Santo.
VIII – Bondade (4.31—5.2)
• Antes, sede uns para com os outros benignos [de
doce disposição],
• Misericordiosos [tendo dó das fraquezas e misérias
de outros],
• Perdoando-vos uns aos outros [não tratar os
outros duramente por causa das suas faltas,
lembrando-nos de que nós também temos faltas],
• Como também Deus vos perdoou em Cristo [o
motivo supremo para o perdão]”.
• Podemos nos assemelhar a Deus no amor (Mt 5.43-
48).
O conhecimento da Verdade– Cap. 4
• Em Jesus exige-se uma transformação por
parte do cristão que deve:
Deixar a mentira e falar a verdade (25);
Evitar pecados de ira descontrolada (26-27);
Ganhar a vida por meios honestos (28);
Controlar a língua, falando palavras boas
que edificam (29-30);
Eliminar as obras da carne (31-32).
Lições de Efésios 5
• Como filhos de Deus devemos imitar o amor de
Cristo (1,2)
• Passamos das trevas para a luz:
Éramos trevas X Agora somos luz
Andávamos no pecado X Andamos como filhos da
luz
Obras infrutíferas X Fruto da luz
Obras ocultas XTodas as coisas manifestas
Néscios X Sábios
Insensatez X Compreensão da vontade do Senhor
Embriagados com vinho X Cheios do Espírito
A Guerra do Cristão 6.10-20
• Um espírito maligno, uma vez expulso,
achará reforços e procurará retomar o seu
lar perdido (Mt 12.43-45).
• O apóstolo, escrevendo da sua prisão em
Roma, adverte os efésios a serem vigilantes
e preparados.
• Como ele podia fazer com que a sua
mensagem fosse vívida para os seus
leitores?
I - Seja Forte para o Conflito! (6.10-12)
• A fonte da nossa força está em nosso
relacionamento com Cristo. Pela fé, torna-se a
nossa força.
• É a armadura de Deus que temos que vestir,
pois foi Ele que a providenciou. Cada parte de
nós precisa de ser protegida.
• A luta não é contra demônios comuns, mas
contra espíritos de alta posição.
• Estamos assentados com Cristo “em lugares
celestiais”, mas mesmo ali não estamos
isentos do conflito.
II - Seja Armado para o Conflito! (6.13-17)
• O inimigo precisa ser enfrentado.
• O que é o “dia mau”? É o dia em que as
forças do mal atacam.
• O Cinturão da Verdade: O cinturão
conservava a armadura no lugar
apropriado, dando força e liberdade de
ação. Não pode haver genuína força de
caráter sem sinceridade e honestidade.
• A Couraça da Justiça: o inimigo insinua
“Depois de todas as suas aspirações pela
santidade, ainda é um pecador” , podemos
responder: “Mas o sangue de Jesus Cristo, seu
Filho, nos purifica de todo o pecado” (ver Ap
12.10,11).
• Sapatos de Preparação: (cf. Is 52.7). A sandália
romana tinha pregos embaixo, a fim de firmar-
se em terreno escorregadio ou inclinado.
Assim também a paz de espírito, que é o fruto
do Evangelho, nos conservará firmes em cada
emergência.
• O Escudo da Fé: Há coisas dentro de nós que
atraem os dardos inflamados: desejos,
apetites, paixões e concupiscências que
guerreiam contra a alma.
• Como é que a fé nos protege? Porque
representa a confiança naquEle que é mais
forte que o diabo e que pode nos dar poder
para conquistar.
• O Capacete da Salvação: O olho que está
contemplando as distantes montanhas brancas
não vê as imundícies e frivolidades em
derredor.
• A Espada do Espírito: As outras partes da
armadura eram defensivas, essa é usada
para o ataque e a defesa.
• A Palavra de Deus penetra todos os
disfarces do erro e porque desnuda “as
ciladas do diabo”.
• Essa arma foi usada por Cristo durante a
sua grande tentação. E continua sendo a
única arma de ataque do crente.
III – Enfrente o Conflito com Oração!
(6.18-20)
• Múltipla: todos os tipos de oração -
secreta, pública, em alta voz, silenciosa,
breve, prolongada.
• Incessante: “orando em todo tempo”
• Espiritual: “orando no Espírito”.
• Com vigilância: “e vigiando nisso”
• Perseverante: “com toda perseverança”
• Compreensiva: “por todos os santos”.
A Armadura de Deus
“Armas da justiça” (2 Co 6.7)
“Armas da luz” (Rm 13.12):
Somente Deus pode concedê-la.
Somente podemos usá-la quando
estamos em comunhão com Ele.
A proteção que dá se deve ao poder de
Deus por dentro.
Cristo, o Deus-homem, foi revestido com
ela e com ela derrotou o inimigo.

Aula 4 gálatas e efésios

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    Autoria e Data •O autor é o Paulo, e foi escrita por volta de 49 a 52 d.C. • Paulo visitou a Galácia em sua 1ª viagem missionária (At 13.51); • O Espírito Santo proibiu o apóstolo de pregar ali em sua 2ª viagem missionária (At 16.6);
  • 4.
    • Provavelmente, endereçadaas igrejas do sul da província da Galácia (Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra, Derbe), fundadas durante sua 1ª viagem missionária (At 13-14). • Escrita logo após a 1ª viagem e antes do Concílio de Jerusalém de At 15.
  • 5.
    • As igrejasna Galácia estavam localizadas no centro da região onde hoje se encontra a Turquia. • Os primeiros habitantes eram os frígios que cultuavam a natureza. • Quando Paulo escreveu as igrejas da Galácia estavam enfrentando uma dupla ameaça relacionada à pureza de doutrina e à pureza de conduta.
  • 6.
    • Os gálataseram impetuosos, inconstantes, e amavam as coisas novas que despertavam a curiosidade. • A Epístola pode ser dividida em: Saudações e Introduções Narrativas das experiências de Paulo A doutrina da Justificação pela fé Advertências, Instruções e exortações
  • 7.
    • Tema principalé a salvação pela graça mediante a fé (Gl 5:1). • Única carta de Paulo dirigida explicitamente à diversas igrejas. • Alguns teólogos consideram-na como um “resumo” da Carta aos Romanos (carta ampliada).
  • 8.
    • Destaque para: •O fruto do espírito (Gl 5:22-23) • As obras da carne (Gl 5:19-21). • Nesta carta o apóstolo usa um tom enérgico, intenso e urgente devido à atuação de seus oponentes (Gl 1:8-9; 5:12)
  • 9.
    As Acusações dosOpositores Paulo não era verdadeiro... Apóstolo : (1.1,7,12; 2.8-9); Em sua mensagem: diferia dos reais apóstolos de Jerusalém (1.9; 2.2-10); Em sua doutrina: A mensagem da graça resultaria em libertinagem (5.1,13,16,19-21).
  • 10.
    A Defesa Paulina AutoridadeApostólica Aprovada: confirmada por Tiago, Pedro e João (Gl 1 e Soteriologia da graça: O Evangelho da salvação pela graça mediante a fé em não pelas obras da lei (Gl 3 e 4); Liberdade real no Espírito: a liberdade cristã é viver no Espírito pela Lei de Cristo 5 e 6).
  • 11.
    Propósito Defender a genuínamensagem do Evangelho: a Salvação por meio da Fé Corrigir certos problemas que a igreja da Galácia estava enfrentando com a questão dos judaizantes. A controvérsia judaizante foi tão séria a ponto de se reunir o concílio de Jerusalém (At 15).
  • 12.
    Palavras - Chaves •Graça • Evangelho • Fé • Justificação • Promessa • Liberdade • Lei
  • 13.
    Títulos • A Escriturada Liberdade Cristã • Carta Magna de Emancipação Espiritual • Grito de Guerra da Reforma Protestante • A Grande Carta da Liberdade Religiosa • Declaração Cristã de Independência
  • 14.
    Semeando e Ceifando- Gl 6 • Paulo, o apóstolo, recebeu a notícia perturbadora de que os gentios da Galácia tinham sido reduzidos à dependência da aliança mosaica pelos judaizantes. • A fim de restaurar os crentes à liberdade da graça, Paulo escreveu essa epístola.
  • 15.
    I - Apoiemo Ministério! (6.6) “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui”. Deve-se manter uma união ativa e simpática entre as congregações e seus ministros. Pelo sustento financeiro (I Co 9.13,14; Mt 10.10). Através do apoio espiritual (mais sagrado do que o apoio material (1 Co 4.14-17; 2 Co 6.11-13; Fp 1.3-7).
  • 16.
    II - Considerema Ceifa! (6.7,8) • Não se trata somente de uma mensagem de salvação para os não-convertidos; • A priori aponta cristãos em conexão com o emprego correto do dinheiro. • Havia indisposição material e espiritual no cooperar • Enganavam a si mesmos, mas não a Deus.
  • 17.
    As operações da“lei da Ceifa” 1. Nesta vida, estamos semeando as sementes da ceifa futura. 2. A ceifa corresponde, no seu tipo, à semeadura. • Atos bons (Mt 5.16) • Atos maus (Nm 32.23; Lc 16.25; Rm 2.6-10) 3. A ceifa sempre é um aumento da semeadura. • Semear na carne: gratificação própria, motivos baixos e mundanos • Semear no Espírito: vida eterna — a santidade eterna, a felicidade eterna, a recompensa eterna
  • 18.
    III - Perseveremna Prática do Bem! (6.9,10) - “Um dever – o dever da benevolência.” • Empecilhos. “E não nos cansemos de fazer o bem”. A prática do bem inclui carregar os fardos dos outros. • Um encorajamento. “Porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecidos”. Podemos ser tentados a não praticar o bem. • Os objetos. “Façamos o bem a todos”. Em casa e fora de casa.
  • 19.
    IV - Evitemos Ensinadores Falsos! (6.11- 13) “Vejam quão grandes letras faço quando escrevo de próprio punho!” • Paulo normalmente ditava as suas cartas a um secretário (Rm 16.22), mas nesse caso estava tão perturbado com a condição dos gálatas que escreveu de próprio punho, e em letras grandes, para enfatizar o que escrevia.
  • 20.
    “As máscaras nãopermanecem” Paulo desmascara o caráter e os motivos dos judaizantes. Eram: • Carnais. “Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos” (cf. At 15.1,5). • Estes se achavam muito zelosos. Mas o eu-próprio estava no centro das atividades deles.
  • 21.
    • Covardes. “Somentepara não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo” • Hipócritas. “Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei”. • Vaidosos. “Querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne”. • Em convenções o que vale são os relatórios e não as almas genuinamente convertidas.
  • 22.
    V - Firmem-sena Cruz! (6.14-17) “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”. • Paulo se refere à morte expiadora de Cristo, o fato central do Evangelho. Os judaizantes estavam enfatizando a guarda da Lei. • Por que o apóstolo se gloriava na cruz? Porque Cristo, mediante o seu sofrimento expiador, comprou para nós a salvação.
  • 23.
    • Os efeitosda cruz. “Pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo”. • O que é o mundo? É a sociedade organizada à parte de Deus, e contrariamente a Ele, e cujas atividades são influenciadas pela concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (1 Jo 2.16). • O mundo é crucificado para nós porque perdeu seu poder e encanto sobre nós.
  • 24.
    VI - FiquemSeguros nas Coisas Fundamentais! (6.15-17) • Uma declaração. “Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura”. • Uma bênção. “E, a todos quanto andarem conforme esta regra [a de colocar a cruz em primeiro lugar], paz e misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus”. • Um pedido. “Que ninguém acrescente os meus fardos, ou rejeite a minha doutrina ou negue o meu apostolado. Mas eu trago em mim as marcas dos sofrimentos por amor ao Senhor Jesus Cristo”.
  • 25.
    VII - EnsinamentosPráticos • A lei da ceifa. “Tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. • Três cruzes (6.14): Cristo crucificado. O mundo crucificado. O cristão crucificado para o mundo.
  • 26.
    • As marcasde Cristo. Na Roma antiga, escravos fugitivos eram frequentemente ferreteados, como estigma de vergonha. Para Paulo as marcas no corpo ao invés de ser uma vergonha para ele, era a sua glória. Marcas externas. Gula, frivolidade, crueldade, concupiscências, intemperança, tristeza, orgulho. Marcas espirituais. Obediência (Mt 12.50), amor (Jo 13.35), o sacrifício (Lc 14.27, Gl 5.22,23).
  • 28.
    • Efésios, Filipenses,Colossenses e Filemom compreendem as chamadas epístolas da prisão (ou do cativeiro) • Paulo se achava encarcerado quando as escreveu. Foi prisioneiro em Cesaréia durante o governo de Félix e de Festo (At 23– 26); • Foi prisioneiro em Roma, enquanto esperava ser julgado perante César (At 28)
  • 29.
    Autoria e Data •Escrita por Paulo quando detento em Roma (60-62 d.C); • Principais argumentos: Citação nominal de Paulo (EF 1.1; 3.1); Posição dos gentios em pé de igualdade com os judeus (Ef 2.11-22); • Evidência externa: citações de Clemente de Roma, Inácio, Policarpo, Hermes, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Irineu, Hipólito e outros.
  • 30.
    Destinatário • São oscrentes de Éfeso, a cidade mais famosa e populosa da Ásia Menor (atual Turquia), e um dos principais centros urbanos e religiosos do Império Romano. • A principal divindade romana era Diana, cuja religião girava em torno do seu templo, umas das sete maravilhas do mundo antigo.
  • 31.
    Propósito • O crescimentodos leitores “na fé, no amor, fortalecer a fé e os alicerces espirituais ao revelar a plenitude do propósito eterno de Deus na redenção redenção ‘em Cristo’ à igreja e a cada cada crente” (IBADEP, 2012, P. 37). 37). • Base: Ef 1.15-17
  • 32.
    Palavras - Chaves •Glória • Corpo • Lugares celestes
  • 33.
    • Efésios temmuita afinidade com Colossenses, e talvez tenha sido escrita logo após esta. • A carta foi levada por Tíquico em mãos, com a carta aos colossenses e a carta para Filemom. • Efésios é a mais impessoal das cartas de Paulo.
  • 34.
    Títulos  Os Alpesdo Novo Testamento  O Grande Cânon da Escritura  O Ápice Real das Epístolas
  • 35.
    •Tema principal: Cristoe a sua igreja •Efésios transmite a impressão um rico transbordar de divina, brotando da vida de oração de Paulo.
  • 36.
    • Três símbolosda igreja: Corpo, Templo e Esposa. • Porções Seletas: A função da Trindade na Salvação – 1 A salvação pela Graça – 2.8-10 O Corpo de Cristo – 4.11 Enchei-vos do Espírito – 5.18 Os deveres domésticos – 5.22-6.9 A armadura de Deus – 6.11-17
  • 37.
    • Éfeso erauma das maiores cidades do Império Romano. Capital da Província chamada Ásia Menor (na atual Turquia). • O templo da deusa Diana, conhecida como Artêmis. Outras construções que se destacam: biblioteca que tinha 25.000 lugares e o teatro. TEATRO DE ÉFESO TEMPLO DE DIANA/ARTEMIS RUINAS DA BIBLIOTECA DE ÉFESO
  • 38.
    Bênçãos Recebidas emCristo 1.3-14 • Bênçãos espirituais (3); • Entrada em regiões celestiais (3); • Salvação eterna (4); • Escolha e predestinação condicional (5,11); • Adoção de filhos (5); • Remissão dos pecados pelo sangue (7); • Herança da glória (11); • Salvação sem distinção, judeus ou gentio (13); • Espírito como penhor de nossa herança (14).
  • 39.
    A Graça Salvadorade Deus 1–3 • Éfeso era uma poderosa fortaleza da idolatria e viveiro de superstição. Mediante a operação de muitos milagres, o nome de Jesus estava sendo engrandecido acima de qualquer outro nome, e muitos se converteram ao Senhor. • Antes estavam mortos, agora estão vivos. • Antes estavam perdidos, agora estão salvos. • Antes estavam longe de Deus, agora estão perto.
  • 40.
    I - AntesMortos, Agora Vivos (2.1-7) • Mortos em delitos e pecados. Mortos para o mundo espiritual. O pecado não somente é a causa da morte, mas é também uma condição da morte. • Viviam “segundo o espírito da época”; “segundo a influência de Satanás”; mediante os “padrões carnais” debaixo da ira divina. • Vivificados pela misericórdia de Deus. Ele vivifica aqueles que estavam espiritualmente mortos. Como? Unindo-os ao seu Filho, que é a fonte de vida.
  • 41.
    II - AntesPerdidos, Agora Salvos (2.8-10) • A graça é a fonte da salvação. A graça é o favor de Deus para com os que nada merecem. • A fé aceita a salvação. Uma dádiva precisa ser aceitada. • As obras seguem a salvação. Somos salvos para vivermos vidas santas. Somos salvos para servir.
  • 42.
    O ministério daReconciliação – Cap. 2 • Dois aspectos importantes (11-12):  Reconciliação entre judeus e gentios.  Reconciliação entre homens e Deus. • A obra de Jesus seria incompleta se a mensagem não fosse divulgada (17-22) • A família de Deus (a igreja) é edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Jesus a pedra angular – 1 Pe 2.4-10).
  • 43.
    III - AntesLonge, Agora Perto de Deus (2.11-13) • Longe de Deus. A salvação trouxe uma mudança de condição (morte/vida) e uma mudança de posição ( sem privilégios/ favorecidos por Deus). Estávamos sem Cristo, sem igreja, sem aliança. Sem esperança. • Aproximados de Deus (v.13). Os religiosos judeus se consideram “perto”, e os pagãos para eles estão “longe”. O sangue de Cristo nos aproxima de Deus.
  • 44.
    IV – LiçõesPráticas • A plena salvação inclui: libertação da culpa, do poder, do amor e da presença do pecado. • A graça divina: “É alguém que merece tudo quanto é ruim, recebendo sem pagar nada tudo de bom”. O nível do instinto. O homem faz exatamente o que quer. O nível da consciência. O homem faz aquilo que deve. É movido por um sentido de dever. O nível da graça. O homem gosta de fazer aquilo que deve fazer.
  • 45.
    0 Viver Cristão4.1– 6.9 • De que tipo de vida os efésios foram salvos e quais as tentações que os cercavam? • Baixos padrões de comportamento: Os divertimentos daqueles dias eram brutais e degradantes (teatros) • Desvalorização da vida: Lutas da morte entre escravos, cativos e criminosos para satisfazer o desejo do povo — ver sangue (anfiteatros) • Banalização do casamento: Levianamente contratado porque era facilmente anulado.
  • 46.
    I - AAbnegação (4.22) • O “velho homem” se refere à natureza pecaminosa herdada de Adão. Cada desejo forte que deixa Deus de fora é uma “concupiscência”. II - O Pensar Correto (4.23) • A vida correta é dirigida pelo pensar de modo certo e atitudes corretas. • Para os pagãos seus deuses viviam na promiscuidade. Assim, naturalmente levavam a um viver corrupto.
  • 47.
    III - AVida Santa (4.24) • O “novo homem” se refere àquela qualidade santa do viver, que é o resultado da redenção. • A “imagem de Deus” no homem foi danificada pelo pecado, mas é restaurada quando uma pessoa “nasce de novo”.
  • 48.
    IV - AVerdade no Falar (4.25) • Toda mentira, insinceridade e falsa representação dos fatos é totalmente inconsistente com a nova vida. • Uma mentira é algo falso que tem o propósito de enganar e tem um desígnio errado. • A falsidade traz confusão aos relacionamentos humanos.
  • 49.
    V – BomHumor (4.26) • Quando a ira é certa: quando não é influenciada pelo pecado. • Quando a ira é pecaminosa: Quando é incapaz de ser governada; Quando interfere com o amor; Quando é permanente; Quando é egoísta; Quando se torna instrumento do diabo.
  • 50.
    VI – AHonestidade (4.28) • A honestidade: pelo viver cristão furtar é tão mal quanto mentir. • O Esforço: O preguiçoso é usualmente mentiroso, descuidado e indigno de confiança • A generosidade: Nota-se que os cristãos têm que “fazer o que é bom”, as contribuições generosas à caridade não compensarão os males das riquezas ganhas desonestamente.
  • 51.
    VII – ConversaçãoSanta (4.29,30) • Que tipo de conversa é condenada? palavras irreverentes, zombarias, conversas maliciosas, indecências. • A conversa corrompida danifica almas humanas, como também ofende a Deus. Coisas repugnantes entristecem o Espírito • O selo: era sinal de propriedade. Aqueles que são salvos e se tornam a propriedade de Deus são selados com o Espírito Santo.
  • 52.
    VIII – Bondade(4.31—5.2) • Antes, sede uns para com os outros benignos [de doce disposição], • Misericordiosos [tendo dó das fraquezas e misérias de outros], • Perdoando-vos uns aos outros [não tratar os outros duramente por causa das suas faltas, lembrando-nos de que nós também temos faltas], • Como também Deus vos perdoou em Cristo [o motivo supremo para o perdão]”. • Podemos nos assemelhar a Deus no amor (Mt 5.43- 48).
  • 53.
    O conhecimento daVerdade– Cap. 4 • Em Jesus exige-se uma transformação por parte do cristão que deve: Deixar a mentira e falar a verdade (25); Evitar pecados de ira descontrolada (26-27); Ganhar a vida por meios honestos (28); Controlar a língua, falando palavras boas que edificam (29-30); Eliminar as obras da carne (31-32).
  • 54.
    Lições de Efésios5 • Como filhos de Deus devemos imitar o amor de Cristo (1,2) • Passamos das trevas para a luz: Éramos trevas X Agora somos luz Andávamos no pecado X Andamos como filhos da luz Obras infrutíferas X Fruto da luz Obras ocultas XTodas as coisas manifestas Néscios X Sábios Insensatez X Compreensão da vontade do Senhor Embriagados com vinho X Cheios do Espírito
  • 55.
    A Guerra doCristão 6.10-20 • Um espírito maligno, uma vez expulso, achará reforços e procurará retomar o seu lar perdido (Mt 12.43-45). • O apóstolo, escrevendo da sua prisão em Roma, adverte os efésios a serem vigilantes e preparados. • Como ele podia fazer com que a sua mensagem fosse vívida para os seus leitores?
  • 56.
    I - SejaForte para o Conflito! (6.10-12) • A fonte da nossa força está em nosso relacionamento com Cristo. Pela fé, torna-se a nossa força. • É a armadura de Deus que temos que vestir, pois foi Ele que a providenciou. Cada parte de nós precisa de ser protegida. • A luta não é contra demônios comuns, mas contra espíritos de alta posição. • Estamos assentados com Cristo “em lugares celestiais”, mas mesmo ali não estamos isentos do conflito.
  • 57.
    II - SejaArmado para o Conflito! (6.13-17) • O inimigo precisa ser enfrentado. • O que é o “dia mau”? É o dia em que as forças do mal atacam. • O Cinturão da Verdade: O cinturão conservava a armadura no lugar apropriado, dando força e liberdade de ação. Não pode haver genuína força de caráter sem sinceridade e honestidade.
  • 58.
    • A Couraçada Justiça: o inimigo insinua “Depois de todas as suas aspirações pela santidade, ainda é um pecador” , podemos responder: “Mas o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (ver Ap 12.10,11). • Sapatos de Preparação: (cf. Is 52.7). A sandália romana tinha pregos embaixo, a fim de firmar- se em terreno escorregadio ou inclinado. Assim também a paz de espírito, que é o fruto do Evangelho, nos conservará firmes em cada emergência.
  • 59.
    • O Escudoda Fé: Há coisas dentro de nós que atraem os dardos inflamados: desejos, apetites, paixões e concupiscências que guerreiam contra a alma. • Como é que a fé nos protege? Porque representa a confiança naquEle que é mais forte que o diabo e que pode nos dar poder para conquistar. • O Capacete da Salvação: O olho que está contemplando as distantes montanhas brancas não vê as imundícies e frivolidades em derredor.
  • 60.
    • A Espadado Espírito: As outras partes da armadura eram defensivas, essa é usada para o ataque e a defesa. • A Palavra de Deus penetra todos os disfarces do erro e porque desnuda “as ciladas do diabo”. • Essa arma foi usada por Cristo durante a sua grande tentação. E continua sendo a única arma de ataque do crente.
  • 61.
    III – Enfrenteo Conflito com Oração! (6.18-20) • Múltipla: todos os tipos de oração - secreta, pública, em alta voz, silenciosa, breve, prolongada. • Incessante: “orando em todo tempo” • Espiritual: “orando no Espírito”. • Com vigilância: “e vigiando nisso” • Perseverante: “com toda perseverança” • Compreensiva: “por todos os santos”.
  • 62.
    A Armadura deDeus “Armas da justiça” (2 Co 6.7) “Armas da luz” (Rm 13.12): Somente Deus pode concedê-la. Somente podemos usá-la quando estamos em comunhão com Ele. A proteção que dá se deve ao poder de Deus por dentro. Cristo, o Deus-homem, foi revestido com ela e com ela derrotou o inimigo.