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TEMA 1 – Educação e Práticas Ambientais Sustentáveis
▪ Discussão do documentário HOME e texto da aula anterior
▪ Exposição dialogada
PRÁTICA 1 – PROJETO DE ESTUDO DE CAMPO
▪ O que vamos estudar no projeto didático?
▪ Escolha preliminar dos temas de estudo e tecnologias de
comunicação.
▪ Dinâmica colaborativa: Organizando ideias - mapa mental: O
que conheço sobre São Paulo?
▪ Orientação para a pesquisa bibliográfica
Educomunicação Socioambiental (CCA0320)
Aula 2
Educação e Gestão Ambiental – Práticas
Ambientais Sustentáveis
Aprender Sustentabilidade por projetos
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Estrutura da apresentação
Caminhos híbridos da Educação Ambiental:
crise do modo de conhecer
Educação Ambiental – síntese histórica
LCB-DG-USP
Desenvolver a capacidade de desenvolver raciocínios
espaciais SOCIOAMBIENTAIS.
dar significação aos lugares e estabelecer relações desses
com o cotidiano (contextualização).
dar significado a Sustentabilidade: conhecimento
complexo e interdisciplinar (religar os saberes).
Como abordar os fenômenos?
Como interpretar fatos,
conceitos, fenômenos
da natureza e da sociedade?
O que explica o que vemos?
Vemos o que explica?
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Quais problemas socioambientais?
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Que Rio é este?
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Educação Ambiental: caminhos híbridos
Visão dominante
Realidade é um fato
decifrável pelo
conhecimento científico
Dispensa a mediação da
cultura.
Visão híbrida
Realidade mediada pela
dimensão da cultura
Conhecimento como
processo compreensivo e
interpretativo
Compreensão é subjetiva
e define o modo de ser e
viver: as escolhas.
Como acessar a realidade para conhecê-la?
QUAL CAMINHO ?
Qual caminho praticamos?
✓ A realidade é
interpretada pelo
olhar único da ciência
✓ Mas qual ciência?
Ciência disciplinar,
fragmentada,
especializada.
A natureza vista por
múltiplas polaridades:
física, química, biologia,
geografia, história,
matemática.
Separação radical entre a natureza e cultura
sacrificou a diversidade em nome da
universalidade do conhecimento, reduzindo
fenômenos culturais as determinações das leis
naturais.
O conhecimento disciplinar – despedaçado,
compartipmentalizado, fragmentado e
especializado – reduziu a complexidade do real.
Os problemas ambientais são complexos!
Consequencias ...
Caminhos híbridos?
Transita entre os múltiplos
saberes: científicos
populares e tradicionais,
alargando a visão do
ambiente e captando
múltiplos sentidos que os
grupos sociais atribuem a
ele.
Convida a transitar entre
saberes e áreas
disciplinares, deslocando-
a de seu território já
consolidado rumo a novos
modos de compreender e
ensinar
Trabalhar com diferentes noções espaciais e temporais;
Praticar abordagem multirefencial e relacional;
Abranger os modos de produzir, de existir e de perceber os
fenômenos
Educação ambiental: voltada para escolhas, proposições,
denuncias, ação, registros, sensibilização.
Como abordar?
Atitudes orientam as decisões e posicionamentos
dos sujeitos no mundo. Envolvem responsabilidade
e compromisso.
Comportamento são ações observáveis
efetivamente realizadas.
Ex.: uma pessoa pode cultivar uma atitude (valor)
ecológica, mas, por vários motivos, seguir
mantendo comportamentos (hábitos) nem sempre
em conformidade com suas ideias.
COMPORTAMENTOS…ATITUDES?
MUDANÇA DE COMPORTAMENTO?
FORMAÇÃO DE ATITUDES?
Uma atitude é mais do que a soma de bons
comportamentos.
É quando as aprendizagens realizados se
generalizam nas ações da vida cotidiana.
EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
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Ecoideologias
Rocha, 2006
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Ecoideologias
Quais ecoideologias?
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Ecoideologias
Mahtma Gandhi Vandana Shiva
1
(...) concebido como um projeto realista e utópico de múltiplas
orientações, que se inscreve na política mundial,
simultaneamente, como um posicionamento de apropriação
simbólica e material que vai desde o questionamento da
sociedade industrial capitalista e das características intrínsecas
das leis de mercado, até as iniciativas comportamentais
ecologicamente corretas, tendo como eixo analítico o processo
de atuação humana no ambiente e a discussão acerca da
relação sociedade-natureza, visando a alcançar uma nova base
civilizacional.
Loureiro (2000a, p. 21)
Ambientalismo é...
Ambientalismo – breve histórico
Origem nas elites americanas e europeias:
– Procura por melhores condições de vida;
– Preservação da vida selvagem e a vida numa
perspectiva “ecológica” - harmonização entre
o homem e a Natureza;
– Transferência de enormes fortunas em prol da
causa ambiental.
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Ambientalismo – breve histórico
• Associados a aristocracia, um grupo de
“ecologistas” políticos dedicou-se à
organização e estruturação do corpo
teórico que acabaria por evoluir em uma
tradição às causas pela Natureza
1
1
1962 - Publicação da “Primavera Silenciosa” por Rachel Carlson
1965 - É utilizada a expressão “Educação Ambiental”
(Enviromental Education) na “Conferência de Educação” da
Universidade de Keele, Grã-Bretanha
1966 - Pacto Internacional sobre os Direitos Humanos -
Assembléia Geral da ONU
1968 - Fundação do Clube de Roma 1968 - Manifestações de
Maio de 68 na França
Cronológico - resumo
1
1962
1
Movimento contracultura – maio 1968
• 1972 - Publicação do Relatório “Os Limites do Crescimento” -
Clube de Roma.
• 1972 - Conferência de Estocolmo - Discussão do
Desenvolvimento e Ambiente, Conceito de
Ecodesenvolvimento. Recomendação 96: Educação e Meio
Ambiente; 1973 Registro Mundial de Programas em
Educação Ambiental -USA
• 1974 Seminário de Educação Ambiental em Jammi, Finlândia -
Reconhece a Educação Ambiental como educação integral e
permanente
1
Cronológico - resumo
• 1975 Congresso de Belgrado - Carta de Belgrado estabelece as
metas e princípios da Educação Ambiental
1975 - Programa Internacional de Educação Ambiental – PIEA
• 1976 - Reunião Subregional de EA para o ensino Secundário
Chosica Peru. Questões ambientais na América Latina estão
ligadas às necessidades de sobrevivência e aos direitos
humanos.
• 1976 - Congresso de Educação Ambiental Brasarville, África,
reconhece que a pobreza é o maior problema ambiental.
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Cronológico - resumo
• 1977 - Conferência de Tbilisi - Geórgia, estabelece os princípios
orientadores da EA e remarca seu caráter interdisciplinar, critico,
ético e transformador.
• 1979 Encontro Regional de Educação Ambiental para América
Latina em San José , Costa Rica.
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Cronológico - resumo
https://www.youtube.com/watch?
v=ljDUKgL1sUI
1Today in American History: Three Mile Island Disaster 03/28/1979
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Foto: WikiImages / Pixabay
Teste de armas nucleares - 2017
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▪ 1980 Seminário Regional sobre EA nos Estados Árabes, Manama,
Bahrein. UNESCO _ PNUMA.
▪ 1980 - Primeira Conferência Asiática sobre EA Nova Delhi, Índia
▪ 1987 Divulgação do Relatório da Comissão Brundtland, Nosso
Futuro Comum.
Cronológico - resumo
1
▪ 1987 - Congresso Internacional da UNESCO - PNUMA sobre
Educação e Formação Ambiental - Moscou. Realiza a avaliação
dos avanços desde Tbilisi , reafirma os princípios de Educação
Ambiental e assinala a importância e necessidade da pesquisa, e
da formação em Educação Ambiental .
▪ 1988 - Declaração de Caracas . ORPAL - PNUMA, Sobre Gestão
Ambiental em América Denuncia a necessidade de mudar o
modelo de desenvolvimento.
▪ 1989 - Declaração de HAIA, preparatório da RIO 92, aponta a
importância da cooperação internacional nas questões
ambientais.
Cronológico - resumo
1
▪ 1990 - Conferência Mundial sobre Ensino para Todos, Satisfação
das necessidades básicas de aprendizagem, Jomtien, Tailândia.
Destaca o conceito de Analfabetismo Ambiental 1990 ONU
Declara o ano 1990 Ano Internacional do Meio Ambiente. 1991
Reuniões preparatórias da Rio 92.
1992 Conferencia sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento,
UNCED, Rio/92 - Criação da Agenda 21 e a CARTA DA
TERRA
Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis
FORUN das ONG’s - compromissos da sociedade civil com a
Educação Ambiental e o Meio Ambiente.
Carta Brasileira de Educação Ambiental . Aponta as necessidades
de capacitação na área. MEC.
Cronológico - resumo
1
1
▪ Respeitar e cuidar da comunidade de vida
▪ Integridade ecológica
▪ Justiça social e econômica
▪ Democracia, não – violência e paz
A carta da Terra
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1
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1994 - Conferência Mundial da População. Cairo 1994 I
Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental.
Guadalajara, México.
1995 Conferência Mundial da Mulher / Pequim
1995 - Conferência Mundial do Clima. Berlim 1996 Conferência
Habitat II Istambul.
1997 - Conferência sobre EA em Nova Delhi.
1999 - É lançada a revista Tópicos en Educación Ambiental, uma
publicação internacional editada no México, que contém
informações sobre as variadas vertentes e áreas da educação
ambiental.
Cronológico - resumo
1
Cronológico - resumo
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A VOZ DOS CIENTISTAS
Fonte: Revista Pesquisa Fapesp, marçco 2012
1
Economia verde x Economia solidária
A Economia Verde é definida pelo Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma ou UNEP, em inglês)
como "uma economia que resulta em melhoria do bem-
estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo
em que reduz os riscos ambientais e a escassez ecológica"
1
Economia verde x Economia solidária
Economia solidária é o "conjunto de atividades
econômicas de produção, distribuição, consumo,
poupança e crédito – organizadas no formato
autogestão”." Compreende uma variedade de práticas
econômicas e sociais organizadas sob a forma de
cooperativas, associações, clubes de troca, empresas
autogestionárias, redes de cooperação (...) realizam
atividades de produção de bens, prestação de serviços,
finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo
solidário.
Fonte: http://trabalho.gov.br/ecosolidaria/o-que-e-economia-solidaria.htm
1
VALE DO RIBEIRA – SÃO PAULO
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Economia verde x Economia solidária
✓ centrada na valorização do ser humano e não do
capital, caracterizada pela igualdade.
✓ alternativa inovadora na geração de trabalho e
inclusão social.
✓ Autogestão, democracia, solidariedade, respeito à
natureza, comercio justo e consumo solidário.
✓ Trabalho é um meio de emancipação humana num
processo de democratização econômica, criando
uma alternativa à dimensão alienante e assalariada
das relações de trabalho capitalistas.
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https://www.youtube.com/watch?v=7wzIKwyYXlw
Celebrating Environmental Education: Tbilisi+40
2017
1
EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
Deve ir além da aprendizagem comportamental,
engajando-se na construção de uma cultura cidadã e
na formação de atitudes ecológicas.
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ODS 2030
QUAL CAMINHO
SEGUIR?
IMPORTANTE:
SABER POR QUE MOTIVOS
ESTAMOS FAZENDO – SEM ESQUECER
QUE NUNCA CONTROLAMOS
COMPLETAMENTE O NOSSO PROCESSO
DE APRENDIZAGEM
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ROCHA, Ronaldo G. Ecoideologias associadas aos movimentos
ambientais: contribuições para o campo da educação ambiental
Educar, Curitiba, n. 27, p. 55-73, 2006. Editora UFPR
LEITURA
1
PRÁTICA 1 – PROJETO DE ESTUDO DE CAMPO
▪ O que vamos estudar no projeto didático?
▪ Escolha preliminar dos temas de estudo e tecnologias de
comunicação.
▪ Dinâmica colaborativa: Organizando ideias - mapa mental: O que
conheço sobre São Paulo?
▪ Orientação para a pesquisa bibliográfica
Educomunicação Socioambiental (CCA0320)
Aula 2
Consigna de trabalho
Em grupo para pensar:
❖ Como podemos conhecer problemas e
soluções socioambientais na cidade de
São Paulo?
❖ Mapa Mental.
1
Temas para os Projetos:
Grupo 1
-Grupo 2
Grupo 3
1
▪ Fotografia socioambiental do meu bairro.
▪ Indicação de leitura do texto 2: Diretrizes para Estratégia
Nacional de Comunicação e Educação Ambiental em
Unidades de Conservação ENSEA.
Este documento do MMA reafirma opção pela
Educomunicação
http://www.cca.eca.usp.br/sites/cca.eca.usp.br/files/Publica%
C3%A7%C3%A3o%20ENCEA.pdf
Acessado 28/02/2018
Próxima aula

Aula 2 educacao para sustentabilidade (1)

  • 1.
    1 TEMA 1 –Educação e Práticas Ambientais Sustentáveis ▪ Discussão do documentário HOME e texto da aula anterior ▪ Exposição dialogada PRÁTICA 1 – PROJETO DE ESTUDO DE CAMPO ▪ O que vamos estudar no projeto didático? ▪ Escolha preliminar dos temas de estudo e tecnologias de comunicação. ▪ Dinâmica colaborativa: Organizando ideias - mapa mental: O que conheço sobre São Paulo? ▪ Orientação para a pesquisa bibliográfica Educomunicação Socioambiental (CCA0320) Aula 2
  • 2.
    Educação e GestãoAmbiental – Práticas Ambientais Sustentáveis Aprender Sustentabilidade por projetos
  • 3.
    1 Estrutura da apresentação Caminhoshíbridos da Educação Ambiental: crise do modo de conhecer Educação Ambiental – síntese histórica LCB-DG-USP
  • 4.
    Desenvolver a capacidadede desenvolver raciocínios espaciais SOCIOAMBIENTAIS. dar significação aos lugares e estabelecer relações desses com o cotidiano (contextualização). dar significado a Sustentabilidade: conhecimento complexo e interdisciplinar (religar os saberes). Como abordar os fenômenos? Como interpretar fatos, conceitos, fenômenos da natureza e da sociedade? O que explica o que vemos? Vemos o que explica?
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    Educação Ambiental: caminhoshíbridos Visão dominante Realidade é um fato decifrável pelo conhecimento científico Dispensa a mediação da cultura. Visão híbrida Realidade mediada pela dimensão da cultura Conhecimento como processo compreensivo e interpretativo Compreensão é subjetiva e define o modo de ser e viver: as escolhas. Como acessar a realidade para conhecê-la?
  • 9.
  • 10.
    Qual caminho praticamos? ✓A realidade é interpretada pelo olhar único da ciência ✓ Mas qual ciência? Ciência disciplinar, fragmentada, especializada. A natureza vista por múltiplas polaridades: física, química, biologia, geografia, história, matemática.
  • 11.
    Separação radical entrea natureza e cultura sacrificou a diversidade em nome da universalidade do conhecimento, reduzindo fenômenos culturais as determinações das leis naturais. O conhecimento disciplinar – despedaçado, compartipmentalizado, fragmentado e especializado – reduziu a complexidade do real. Os problemas ambientais são complexos! Consequencias ...
  • 12.
    Caminhos híbridos? Transita entreos múltiplos saberes: científicos populares e tradicionais, alargando a visão do ambiente e captando múltiplos sentidos que os grupos sociais atribuem a ele. Convida a transitar entre saberes e áreas disciplinares, deslocando- a de seu território já consolidado rumo a novos modos de compreender e ensinar
  • 13.
    Trabalhar com diferentesnoções espaciais e temporais; Praticar abordagem multirefencial e relacional; Abranger os modos de produzir, de existir e de perceber os fenômenos Educação ambiental: voltada para escolhas, proposições, denuncias, ação, registros, sensibilização. Como abordar?
  • 14.
    Atitudes orientam asdecisões e posicionamentos dos sujeitos no mundo. Envolvem responsabilidade e compromisso. Comportamento são ações observáveis efetivamente realizadas. Ex.: uma pessoa pode cultivar uma atitude (valor) ecológica, mas, por vários motivos, seguir mantendo comportamentos (hábitos) nem sempre em conformidade com suas ideias. COMPORTAMENTOS…ATITUDES?
  • 15.
    MUDANÇA DE COMPORTAMENTO? FORMAÇÃODE ATITUDES? Uma atitude é mais do que a soma de bons comportamentos. É quando as aprendizagens realizados se generalizam nas ações da vida cotidiana. EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    1 (...) concebido comoum projeto realista e utópico de múltiplas orientações, que se inscreve na política mundial, simultaneamente, como um posicionamento de apropriação simbólica e material que vai desde o questionamento da sociedade industrial capitalista e das características intrínsecas das leis de mercado, até as iniciativas comportamentais ecologicamente corretas, tendo como eixo analítico o processo de atuação humana no ambiente e a discussão acerca da relação sociedade-natureza, visando a alcançar uma nova base civilizacional. Loureiro (2000a, p. 21) Ambientalismo é...
  • 20.
    Ambientalismo – brevehistórico Origem nas elites americanas e europeias: – Procura por melhores condições de vida; – Preservação da vida selvagem e a vida numa perspectiva “ecológica” - harmonização entre o homem e a Natureza; – Transferência de enormes fortunas em prol da causa ambiental. 1
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Ambientalismo – brevehistórico • Associados a aristocracia, um grupo de “ecologistas” políticos dedicou-se à organização e estruturação do corpo teórico que acabaria por evoluir em uma tradição às causas pela Natureza 1
  • 25.
    1 1962 - Publicaçãoda “Primavera Silenciosa” por Rachel Carlson 1965 - É utilizada a expressão “Educação Ambiental” (Enviromental Education) na “Conferência de Educação” da Universidade de Keele, Grã-Bretanha 1966 - Pacto Internacional sobre os Direitos Humanos - Assembléia Geral da ONU 1968 - Fundação do Clube de Roma 1968 - Manifestações de Maio de 68 na França Cronológico - resumo
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    • 1972 -Publicação do Relatório “Os Limites do Crescimento” - Clube de Roma. • 1972 - Conferência de Estocolmo - Discussão do Desenvolvimento e Ambiente, Conceito de Ecodesenvolvimento. Recomendação 96: Educação e Meio Ambiente; 1973 Registro Mundial de Programas em Educação Ambiental -USA • 1974 Seminário de Educação Ambiental em Jammi, Finlândia - Reconhece a Educação Ambiental como educação integral e permanente 1 Cronológico - resumo
  • 29.
    • 1975 Congressode Belgrado - Carta de Belgrado estabelece as metas e princípios da Educação Ambiental 1975 - Programa Internacional de Educação Ambiental – PIEA • 1976 - Reunião Subregional de EA para o ensino Secundário Chosica Peru. Questões ambientais na América Latina estão ligadas às necessidades de sobrevivência e aos direitos humanos. • 1976 - Congresso de Educação Ambiental Brasarville, África, reconhece que a pobreza é o maior problema ambiental. 1 Cronológico - resumo
  • 30.
    • 1977 -Conferência de Tbilisi - Geórgia, estabelece os princípios orientadores da EA e remarca seu caráter interdisciplinar, critico, ético e transformador. • 1979 Encontro Regional de Educação Ambiental para América Latina em San José , Costa Rica. 1 Cronológico - resumo https://www.youtube.com/watch? v=ljDUKgL1sUI
  • 31.
    1Today in AmericanHistory: Three Mile Island Disaster 03/28/1979
  • 32.
    1 Foto: WikiImages /Pixabay Teste de armas nucleares - 2017
  • 33.
    1 ▪ 1980 SeminárioRegional sobre EA nos Estados Árabes, Manama, Bahrein. UNESCO _ PNUMA. ▪ 1980 - Primeira Conferência Asiática sobre EA Nova Delhi, Índia ▪ 1987 Divulgação do Relatório da Comissão Brundtland, Nosso Futuro Comum. Cronológico - resumo
  • 34.
    1 ▪ 1987 -Congresso Internacional da UNESCO - PNUMA sobre Educação e Formação Ambiental - Moscou. Realiza a avaliação dos avanços desde Tbilisi , reafirma os princípios de Educação Ambiental e assinala a importância e necessidade da pesquisa, e da formação em Educação Ambiental . ▪ 1988 - Declaração de Caracas . ORPAL - PNUMA, Sobre Gestão Ambiental em América Denuncia a necessidade de mudar o modelo de desenvolvimento. ▪ 1989 - Declaração de HAIA, preparatório da RIO 92, aponta a importância da cooperação internacional nas questões ambientais. Cronológico - resumo
  • 35.
    1 ▪ 1990 -Conferência Mundial sobre Ensino para Todos, Satisfação das necessidades básicas de aprendizagem, Jomtien, Tailândia. Destaca o conceito de Analfabetismo Ambiental 1990 ONU Declara o ano 1990 Ano Internacional do Meio Ambiente. 1991 Reuniões preparatórias da Rio 92. 1992 Conferencia sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, UNCED, Rio/92 - Criação da Agenda 21 e a CARTA DA TERRA Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis FORUN das ONG’s - compromissos da sociedade civil com a Educação Ambiental e o Meio Ambiente. Carta Brasileira de Educação Ambiental . Aponta as necessidades de capacitação na área. MEC. Cronológico - resumo
  • 36.
  • 37.
    1 ▪ Respeitar ecuidar da comunidade de vida ▪ Integridade ecológica ▪ Justiça social e econômica ▪ Democracia, não – violência e paz A carta da Terra
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    1 1994 - ConferênciaMundial da População. Cairo 1994 I Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental. Guadalajara, México. 1995 Conferência Mundial da Mulher / Pequim 1995 - Conferência Mundial do Clima. Berlim 1996 Conferência Habitat II Istambul. 1997 - Conferência sobre EA em Nova Delhi. 1999 - É lançada a revista Tópicos en Educación Ambiental, uma publicação internacional editada no México, que contém informações sobre as variadas vertentes e áreas da educação ambiental. Cronológico - resumo
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    A VOZ DOSCIENTISTAS Fonte: Revista Pesquisa Fapesp, marçco 2012
  • 45.
    1 Economia verde xEconomia solidária A Economia Verde é definida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma ou UNEP, em inglês) como "uma economia que resulta em melhoria do bem- estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez ecológica"
  • 46.
    1 Economia verde xEconomia solidária Economia solidária é o "conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito – organizadas no formato autogestão”." Compreende uma variedade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação (...) realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário. Fonte: http://trabalho.gov.br/ecosolidaria/o-que-e-economia-solidaria.htm
  • 47.
    1 VALE DO RIBEIRA– SÃO PAULO
  • 48.
    1 Economia verde xEconomia solidária ✓ centrada na valorização do ser humano e não do capital, caracterizada pela igualdade. ✓ alternativa inovadora na geração de trabalho e inclusão social. ✓ Autogestão, democracia, solidariedade, respeito à natureza, comercio justo e consumo solidário. ✓ Trabalho é um meio de emancipação humana num processo de democratização econômica, criando uma alternativa à dimensão alienante e assalariada das relações de trabalho capitalistas.
  • 49.
  • 50.
    1 EDUCAÇÃO PARA ASUSTENTABILIDADE Deve ir além da aprendizagem comportamental, engajando-se na construção de uma cultura cidadã e na formação de atitudes ecológicas.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
    IMPORTANTE: SABER POR QUEMOTIVOS ESTAMOS FAZENDO – SEM ESQUECER QUE NUNCA CONTROLAMOS COMPLETAMENTE O NOSSO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
  • 54.
    1 ROCHA, Ronaldo G.Ecoideologias associadas aos movimentos ambientais: contribuições para o campo da educação ambiental Educar, Curitiba, n. 27, p. 55-73, 2006. Editora UFPR LEITURA
  • 55.
    1 PRÁTICA 1 –PROJETO DE ESTUDO DE CAMPO ▪ O que vamos estudar no projeto didático? ▪ Escolha preliminar dos temas de estudo e tecnologias de comunicação. ▪ Dinâmica colaborativa: Organizando ideias - mapa mental: O que conheço sobre São Paulo? ▪ Orientação para a pesquisa bibliográfica Educomunicação Socioambiental (CCA0320) Aula 2
  • 56.
    Consigna de trabalho Emgrupo para pensar: ❖ Como podemos conhecer problemas e soluções socioambientais na cidade de São Paulo? ❖ Mapa Mental.
  • 57.
    1 Temas para osProjetos: Grupo 1 -Grupo 2 Grupo 3
  • 58.
    1 ▪ Fotografia socioambientaldo meu bairro. ▪ Indicação de leitura do texto 2: Diretrizes para Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental em Unidades de Conservação ENSEA. Este documento do MMA reafirma opção pela Educomunicação http://www.cca.eca.usp.br/sites/cca.eca.usp.br/files/Publica% C3%A7%C3%A3o%20ENCEA.pdf Acessado 28/02/2018 Próxima aula