Auditoria Médica
    Encontro
Dr. Alexandre Miranda Pagnoncelli
        Auditor Médico da UNIMED Porto Alegre.
 Coordenador da Câmara Técnica de MBE da UCSA-RS.
Membro Titular da Câmara Técnica de MBE da Unimed do Brasil.
       Diretor da AUDITA CONSULTORES LTDA.
 Professor da PG da Universidade de Ribeirão Preto/SP.
           Mestrando em ECONOMIA UFRGS.
Dr. Alexandre Miranda Pagnoncelli
•   Residência Médica:
    CIRURGIA GERAL E CIRURGIA CARDIOVASCULAR 1990-1995
           Pontifícia Universidade Católica do RS

•   Pós-graduação:                                                       FELLOW
    EM CIRURGIA CARDIOVASCULAR E ENDOVASCULAR 1996-1997
                   Baylor College of Medicine -T. H. I. – Houston - Tx – USA

•   Especialização:
    AUDITORIA MÉDICA 2002-2003
    Universidade Gama Filho e Universidade Unimed/BH

•   Membro Titular da :                                               DENTON
    A. COOLEY – CARDIOVASCULAR SURGERY SOCIETY.                  Texas Heart
    Institute – Houston - Tx – USA

•   Membro Titular da :
    INTERNATIONAL SOCIETY FOR ENDOVASCULAR SURGERY.

•   Membro Titular da :                                            SOCIEDADE
    BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR.
Saúde Suplementar:
                   Cenário Atual
• Estabilização econômica

• Regulamentação - Agência Nacional de Saúde

• Lei 9656/98

• Envelhecimento da população e aumento da
  prevalência de doenças crônicas e/ou graves
• Incorporação tecnológica = acrítica

• Variabilidade da prática médica
Tópicos da Regulamentação
• Regras únicas para todas as Operadoras
• Vedada a suspensão unilateral do contrato
• Vedada a exclusão de patologias
• Redução dos prazos de carência
• Pré-existência: máximo carência de 24 meses
• Permanência no plano coletivo para
  aposentados
• Reajustes supervisionados de mensalidades
• Ressarcimento aos SUS (tabela TUNEP)
Base atuarial que não pode prever
o avanço explosivo de tecnologia.
CUSTOS DAS OPERADORAS

• REDUZIR A TODO CUSTO ?

• RACIONALIZAR O CUSTO ?
Editorial
         Revista Veja


“O Brasil não é um país pobre,
     é pouco Auditado !”
GESTÃO EM SAÚDE

Gestão em
saúde é adequar
os recursos
disponíveis aos
custos reais não
abrindo mão da
                   PIZZA do Dinheiro Disponível
qualidade.
QUE MÉDICO É ESTE ?
  Com o qual nos relacionamos.
IMPACTO NA PROFISSÃO MÉDICA
     MÉDICOS ESTÃO PERDENDO O PRESTÍGIO
 Perspectivas

“O prestígio social que os médicos perderam não só é
irrecuperável mas ainda diminuirá mais.
Pela necessidade de estarem disponíveis para todos, os
 médicos estão sendo fabricados em série. ...o Brasil
detém a liderança mundial: é o país que possui mais
 Faculdades de Medicina do mundo, em face da
    população.
Coisas produzidas em série não tem prestígio. ”
                Fonte: Médicos e Sociedade
                Prof.Dr. Mario Rigatto, 1976.
IMPACTO NA PROFISSÃO MÉDICA
Informativo CEREMERS N. 22 Julho 2005

  BRASIL
  300 mil Médicos.
  146 Faculdades de Medicina. 12 mil alunos / ano.
  01 profissional - 622 habitantes.
  OMS
  01 profissional - 1000 habitantes.
  RS
  22 mil Médicos.
  10 Faculdades de Medicina. 900 alunos / ano.
  01 profissional - 470 habitantes
IMPACTO NA PROFISSÃO MÉDICA
 ERROS FUNDAMENTAIS DOS MÉDICOS
“1. O uso na rotina dos mesmos recursos tecnológicos
  utilizados na pesquisa.
  2. A ignorância de que os recursos da tecnologia são
  úteis para esclarecerem dúvidas suscitadas pela
 anamnese e exame físico, mas desastrosos quando
 empregados para substituir estes procedimentos
    básicos.”



                         Fonte: Prof.Dr. Mario Rigatto, 1992.
IMPACTO NA PROFISSÃO MÉDICA
                 PADRÃO DE GESTÃO

 Comportamento do Médico
“1. É o de profissional liberal, autônomo e independente,
 dificilmente enquadrável nas normas de uma organização.

 2. É variável conforme cultura geral / específica do país ou
 região em que trabalha, incentivos de ganho financeiro,
 idade, sexo, escola médica onde foi formado, hospital em
 que fez sua especialização, etc.

 3. É muito influenciado pelo complexo médico-industrial
 indireto ( Indústrias de equipamentos e farmacêuticas )”.



                                 Fonte: Dr. Walter Ney Junqueira
                                 Auditoria Médica em Perspectiva, 2001.
CRISE DE IDENTIDADE
         COOPERATIVA MÉDICA - Dificuldades


            IDENTIDADE
                                  SOCIALISMO
             Cooperado?
                                      DA
               Sócio?            COOPERATIVA
            Credenciado?

                           NEGÓCIO,
                           RELAÇÕES
                             COM O
                           MERCADO
Fonte:
Planejamento Estratégico
Prof. Luiz Lanari
CRISE DE IDENTIDADE
        COOPERATIVA MÉDICA

“TORÇO PARA QUE A COOPERATIVA QUEBRE !
OS PACIENTES VOLTARÃO A SER PRIVADOS ! “




MIGRAÇÃO EM MASSA PARA O SISTEMA SUS !
       O Brasil não está preparado!
         Tornaria o SUS inviável !
IMPACTO NA PROFISSÃO MÉDICA

    PRÁTICA MÉDICA – DEVEMOS VALORIZAR

“1. A prática simples em detrimento da mais complexa.
 2. A prática suficiente em relação à prática supérfula.
 3. A prática também como arte e não exclusivamente
    como ciência.
 4. A prática do Médico e não a prática do equipamento
    médico.”



                           Fonte: Dr. Walter Ney Junqueira
                           Auditoria Médica em Perspectiva, 2001.
Auditoria Antiga

-   Incentivo à glosa;
-   “Policialesca” e punitiva;
-   Auditor “escondido” no escritório;
-   Pouco participativa nos processos de Gestão;
-   Dificuldades Técnicas.
Auditoria Nova

- Objetivo: “Glosa Zero”;
- Educativa e Ética;
- Focada nos custos hospitalares e não no
  honorário médico;
- Auditor não pune, Auditor relata os fatos;
- Auditor nos Hospitais (Supervisão);
- Participativa nos processos de Gestão;
- Formação Técnica (Pós-graduação);
- Educação continuada.
ESTRATÉGIA:
 PADRONIZAR NOVAS AUTORIZAÇÕES

• Criar um padrão de especificação por
  avaliação prévia qualificada.
• Medicina Baseada em Evidências.
• Registros Legais – Ministério da Saúde.
• Cadastrar fornecedores.
• Negociar preços. Quem faz o preço?
• Estabelecer preços máximos.
ESTRATÉGIA:
            AUDITORIA

1. Identificar Especialidades Médicas de
   alto custo e complexidade.
2. Educação Médica Continuada.
   Congressos, Cursos, Internet...
3. Utilizar os Comitês de Especialidades
   e Sociedades Médicas.
   (Pensamento não coorporativo!)
4. Câmaras Técnicas.
ESTRATÉGIA: PÓLO

FORMAÇÃO DE BANCO DE DADOS GERENCIAIS
   UTILIZAÇÃO DE PLANILHA DE CUSTOS
      E ANÁLISE CRÍTICA DOS DADOS
         Identificação dos problemas


FOCADO NA GERAÇÃO DE RELATÓRIOS
    ANALÍTICOS DE UTILIZAÇÃO.
QUESTIONAMENTOS

• A prescrição e a vontade do Médico Assistente
  (MA) devem ser SEMPRE soberanos?

• O MA pode exigir determinada marca de
  material que possui similar acreditado no
  mercado?

• Podemos aceitar a argumentação do “Eu
  acho” e “Na minha experiência”?
Código de Ética Médica




É direito do médico

Art. 21 - Indicar o procedimento adequado
ao   paciente,    observadas as práticas
reconhecidamente aceitas e respeitando as
normas legais vigentes no País.
Código de Ética Médica



Art.21-...observadas as práticas reconhecida
mente aceitas... NÃO EXPERIMENTAIS !
Ao paciente não pode ser proposta uma
“AVENTURA MÉDICA”.
...e respeitando as normas legais vigentes no
País. Registros no Min. Da Saúde. Acreditação.
QUESTIONAMENTOS

• Como podemos intervir na indicação
  do uso de determinados materiais
  sem ferir o Código de Ética Médica?

• O custo final do material apresenta
  uma real vantagem na utilização do
  mesmo?
QUESTIONAMENTOS

• Código de Ética: É vedado ao médico:
Art.98: Exercer a profissão com interação ou dependên-
  cia de farmácias, laboratório, farmacêutica, ótica ou
  qualquer organização destinada à fabricação, manipu-
  lação ou comercialização de produto de prescrição
  médica de qualquer natureza.
Art.99: Exercer simultaneamente a medicina e a farmácia,
  bem como obter vantagem pela comercialização de
  medicamentos, órteses ou próteses, cuja compra
  decorra de influência direta.
Câmara Técnica: Motivo
-Necessidade imposta - Cenário Atual;

-Escolas Formadoras Deficientes;

-Nova Faculdade x Qualificar as existentes;

Todos os Níveis: Cursinho e Residência;

-Alto Custo da Educação.
Câmara Técnica: Motivo

-Trabalhar com embasamento científico;
-Ciência como aliada e não inimiga;
-Ferramenta de auxílio ao trabalho do Auditor;
-Unificar a linguagem no Intercâmbio;
-Utilizar a Auditoria como difusora das diretrizes;
-Administrar a absorção de Novas Tecnologias;
-Co-responsabilidade Jurídica da Unimed.
Conceitos
                  Fundamentais
•   Equidade
•   Escassez
•   Limites       Experiência
                    Clínica
                                   Pesquisa de
                                   Evidências

•   Utilidade
•   Prioridade
•   Recursos               Valores do
                            Paciente

•   Custos
•   Indicadores
•   Eficiência
Conceitos
                         Fundamentais
• Permitem diferenciar:
  – Fato
  – Opinião ou Juízo de Valor
• Indicam a necessidade de escolhas:
  – Recursos Disponíveis x Demandas Existentes
  – Visão Individual x Visão Coletiva
  – Perspectivas do Paciente x da Sociedade
QUESTIONAMENTOS

• POSSÍVEL

• PROVÁVEL

• PROVADO
Câmara Técnica de M B E



Como acessar o Portal da Unimed do Brasil para ler as
Recomendações da Câmara Técnica de MBE
do Colégio de Auditores Médicos do Sistema Unimed RS:

1) www.unimed.com.br
2) Á esquerda clicar em LINKS UNIMED: FEDERAÇÕES
UNIMED;
3) Clicar na Federação do Estado do RS ;
4) Clicar na esquerda em:
   RECOMENDAÇÕES DA CÂMARA TÉCNICA DE MBE;
5) Clicar na opção SALVAR.

Auditoria

  • 1.
  • 2.
    Dr. Alexandre MirandaPagnoncelli Auditor Médico da UNIMED Porto Alegre. Coordenador da Câmara Técnica de MBE da UCSA-RS. Membro Titular da Câmara Técnica de MBE da Unimed do Brasil. Diretor da AUDITA CONSULTORES LTDA. Professor da PG da Universidade de Ribeirão Preto/SP. Mestrando em ECONOMIA UFRGS.
  • 3.
    Dr. Alexandre MirandaPagnoncelli • Residência Médica: CIRURGIA GERAL E CIRURGIA CARDIOVASCULAR 1990-1995 Pontifícia Universidade Católica do RS • Pós-graduação: FELLOW EM CIRURGIA CARDIOVASCULAR E ENDOVASCULAR 1996-1997 Baylor College of Medicine -T. H. I. – Houston - Tx – USA • Especialização: AUDITORIA MÉDICA 2002-2003 Universidade Gama Filho e Universidade Unimed/BH • Membro Titular da : DENTON A. COOLEY – CARDIOVASCULAR SURGERY SOCIETY. Texas Heart Institute – Houston - Tx – USA • Membro Titular da : INTERNATIONAL SOCIETY FOR ENDOVASCULAR SURGERY. • Membro Titular da : SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR.
  • 4.
    Saúde Suplementar: Cenário Atual • Estabilização econômica • Regulamentação - Agência Nacional de Saúde • Lei 9656/98 • Envelhecimento da população e aumento da prevalência de doenças crônicas e/ou graves • Incorporação tecnológica = acrítica • Variabilidade da prática médica
  • 5.
    Tópicos da Regulamentação •Regras únicas para todas as Operadoras • Vedada a suspensão unilateral do contrato • Vedada a exclusão de patologias • Redução dos prazos de carência • Pré-existência: máximo carência de 24 meses • Permanência no plano coletivo para aposentados • Reajustes supervisionados de mensalidades • Ressarcimento aos SUS (tabela TUNEP)
  • 6.
    Base atuarial quenão pode prever o avanço explosivo de tecnologia.
  • 7.
    CUSTOS DAS OPERADORAS •REDUZIR A TODO CUSTO ? • RACIONALIZAR O CUSTO ?
  • 8.
    Editorial Revista Veja “O Brasil não é um país pobre, é pouco Auditado !”
  • 9.
    GESTÃO EM SAÚDE Gestãoem saúde é adequar os recursos disponíveis aos custos reais não abrindo mão da PIZZA do Dinheiro Disponível qualidade.
  • 10.
    QUE MÉDICO ÉESTE ? Com o qual nos relacionamos.
  • 11.
    IMPACTO NA PROFISSÃOMÉDICA MÉDICOS ESTÃO PERDENDO O PRESTÍGIO Perspectivas “O prestígio social que os médicos perderam não só é irrecuperável mas ainda diminuirá mais. Pela necessidade de estarem disponíveis para todos, os médicos estão sendo fabricados em série. ...o Brasil detém a liderança mundial: é o país que possui mais Faculdades de Medicina do mundo, em face da população. Coisas produzidas em série não tem prestígio. ” Fonte: Médicos e Sociedade Prof.Dr. Mario Rigatto, 1976.
  • 12.
    IMPACTO NA PROFISSÃOMÉDICA Informativo CEREMERS N. 22 Julho 2005 BRASIL 300 mil Médicos. 146 Faculdades de Medicina. 12 mil alunos / ano. 01 profissional - 622 habitantes. OMS 01 profissional - 1000 habitantes. RS 22 mil Médicos. 10 Faculdades de Medicina. 900 alunos / ano. 01 profissional - 470 habitantes
  • 13.
    IMPACTO NA PROFISSÃOMÉDICA ERROS FUNDAMENTAIS DOS MÉDICOS “1. O uso na rotina dos mesmos recursos tecnológicos utilizados na pesquisa. 2. A ignorância de que os recursos da tecnologia são úteis para esclarecerem dúvidas suscitadas pela anamnese e exame físico, mas desastrosos quando empregados para substituir estes procedimentos básicos.” Fonte: Prof.Dr. Mario Rigatto, 1992.
  • 14.
    IMPACTO NA PROFISSÃOMÉDICA PADRÃO DE GESTÃO Comportamento do Médico “1. É o de profissional liberal, autônomo e independente, dificilmente enquadrável nas normas de uma organização. 2. É variável conforme cultura geral / específica do país ou região em que trabalha, incentivos de ganho financeiro, idade, sexo, escola médica onde foi formado, hospital em que fez sua especialização, etc. 3. É muito influenciado pelo complexo médico-industrial indireto ( Indústrias de equipamentos e farmacêuticas )”. Fonte: Dr. Walter Ney Junqueira Auditoria Médica em Perspectiva, 2001.
  • 15.
    CRISE DE IDENTIDADE COOPERATIVA MÉDICA - Dificuldades IDENTIDADE SOCIALISMO Cooperado? DA Sócio? COOPERATIVA Credenciado? NEGÓCIO, RELAÇÕES COM O MERCADO Fonte: Planejamento Estratégico Prof. Luiz Lanari
  • 16.
    CRISE DE IDENTIDADE COOPERATIVA MÉDICA “TORÇO PARA QUE A COOPERATIVA QUEBRE ! OS PACIENTES VOLTARÃO A SER PRIVADOS ! “ MIGRAÇÃO EM MASSA PARA O SISTEMA SUS ! O Brasil não está preparado! Tornaria o SUS inviável !
  • 17.
    IMPACTO NA PROFISSÃOMÉDICA PRÁTICA MÉDICA – DEVEMOS VALORIZAR “1. A prática simples em detrimento da mais complexa. 2. A prática suficiente em relação à prática supérfula. 3. A prática também como arte e não exclusivamente como ciência. 4. A prática do Médico e não a prática do equipamento médico.” Fonte: Dr. Walter Ney Junqueira Auditoria Médica em Perspectiva, 2001.
  • 18.
    Auditoria Antiga - Incentivo à glosa; - “Policialesca” e punitiva; - Auditor “escondido” no escritório; - Pouco participativa nos processos de Gestão; - Dificuldades Técnicas.
  • 19.
    Auditoria Nova - Objetivo:“Glosa Zero”; - Educativa e Ética; - Focada nos custos hospitalares e não no honorário médico; - Auditor não pune, Auditor relata os fatos; - Auditor nos Hospitais (Supervisão); - Participativa nos processos de Gestão; - Formação Técnica (Pós-graduação); - Educação continuada.
  • 20.
    ESTRATÉGIA: PADRONIZAR NOVASAUTORIZAÇÕES • Criar um padrão de especificação por avaliação prévia qualificada. • Medicina Baseada em Evidências. • Registros Legais – Ministério da Saúde. • Cadastrar fornecedores. • Negociar preços. Quem faz o preço? • Estabelecer preços máximos.
  • 21.
    ESTRATÉGIA: AUDITORIA 1. Identificar Especialidades Médicas de alto custo e complexidade. 2. Educação Médica Continuada. Congressos, Cursos, Internet... 3. Utilizar os Comitês de Especialidades e Sociedades Médicas. (Pensamento não coorporativo!) 4. Câmaras Técnicas.
  • 22.
    ESTRATÉGIA: PÓLO FORMAÇÃO DEBANCO DE DADOS GERENCIAIS UTILIZAÇÃO DE PLANILHA DE CUSTOS E ANÁLISE CRÍTICA DOS DADOS Identificação dos problemas FOCADO NA GERAÇÃO DE RELATÓRIOS ANALÍTICOS DE UTILIZAÇÃO.
  • 23.
    QUESTIONAMENTOS • A prescriçãoe a vontade do Médico Assistente (MA) devem ser SEMPRE soberanos? • O MA pode exigir determinada marca de material que possui similar acreditado no mercado? • Podemos aceitar a argumentação do “Eu acho” e “Na minha experiência”?
  • 24.
    Código de ÉticaMédica É direito do médico Art. 21 - Indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas reconhecidamente aceitas e respeitando as normas legais vigentes no País.
  • 25.
    Código de ÉticaMédica Art.21-...observadas as práticas reconhecida mente aceitas... NÃO EXPERIMENTAIS ! Ao paciente não pode ser proposta uma “AVENTURA MÉDICA”. ...e respeitando as normas legais vigentes no País. Registros no Min. Da Saúde. Acreditação.
  • 26.
    QUESTIONAMENTOS • Como podemosintervir na indicação do uso de determinados materiais sem ferir o Código de Ética Médica? • O custo final do material apresenta uma real vantagem na utilização do mesmo?
  • 27.
    QUESTIONAMENTOS • Código deÉtica: É vedado ao médico: Art.98: Exercer a profissão com interação ou dependên- cia de farmácias, laboratório, farmacêutica, ótica ou qualquer organização destinada à fabricação, manipu- lação ou comercialização de produto de prescrição médica de qualquer natureza. Art.99: Exercer simultaneamente a medicina e a farmácia, bem como obter vantagem pela comercialização de medicamentos, órteses ou próteses, cuja compra decorra de influência direta.
  • 28.
    Câmara Técnica: Motivo -Necessidadeimposta - Cenário Atual; -Escolas Formadoras Deficientes; -Nova Faculdade x Qualificar as existentes; Todos os Níveis: Cursinho e Residência; -Alto Custo da Educação.
  • 29.
    Câmara Técnica: Motivo -Trabalharcom embasamento científico; -Ciência como aliada e não inimiga; -Ferramenta de auxílio ao trabalho do Auditor; -Unificar a linguagem no Intercâmbio; -Utilizar a Auditoria como difusora das diretrizes; -Administrar a absorção de Novas Tecnologias; -Co-responsabilidade Jurídica da Unimed.
  • 30.
    Conceitos Fundamentais • Equidade • Escassez • Limites Experiência Clínica Pesquisa de Evidências • Utilidade • Prioridade • Recursos Valores do Paciente • Custos • Indicadores • Eficiência
  • 31.
    Conceitos Fundamentais • Permitem diferenciar: – Fato – Opinião ou Juízo de Valor • Indicam a necessidade de escolhas: – Recursos Disponíveis x Demandas Existentes – Visão Individual x Visão Coletiva – Perspectivas do Paciente x da Sociedade
  • 32.
  • 34.
    Câmara Técnica deM B E Como acessar o Portal da Unimed do Brasil para ler as Recomendações da Câmara Técnica de MBE do Colégio de Auditores Médicos do Sistema Unimed RS: 1) www.unimed.com.br 2) Á esquerda clicar em LINKS UNIMED: FEDERAÇÕES UNIMED; 3) Clicar na Federação do Estado do RS ; 4) Clicar na esquerda em: RECOMENDAÇÕES DA CÂMARA TÉCNICA DE MBE; 5) Clicar na opção SALVAR.