O documento aborda a maneira como a arte se apropria da tecnologia contemporânea de forma distinta da indústria, ressaltando que máquinas semióticas são frequentemente projetadas para a produção em massa. Apresenta exemplos de artistas que desafiam a lógica industrial ao reinventar os limites e finalidades dessas máquinas, sugerindo que a arte mídia deve contrabalançar as possibilidades tecnológicas com uma crítica ética e estética. O texto conclui que a arte deve ultrapassar a mera produção de estímulos agradáveis, questionando o determinismo tecnológico.