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A Arte e o Design
O QUE É O MULTIMÉDIA?
Multimédia é um termo que provém da
língua inglesa e que se refere aquilo que
utiliza vários meios em simultâneo na
transmissão de uma informação. Uma
apresentação multimédia, por
conseguinte, pode incluir fotografias,
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Assim, no contexto das artes, multimédia
é uma disciplina que combina mais do que
uma linguagem artística num suporte
eletrónico.
DESIGN – FOTOGRAFIA – VIDEO – WEB SITE
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
DESIGN – O foco é o público (o cliente)
ARTE – O foco é o indivíduo (o artista)
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A Arte e o Design
SuzyLelièvre
DESIGN
ARTE Desenho
Pintura
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Gravura
Arquitetura
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Teatro
Música
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…
Objeto
artístico
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A Arte e o Design
“TheGift”,MaRay,1921
Objeto artístico
Produto de uma experiência estética individual
Um objeto que reside na experiência de SER
O que é o SER?
O Ser é o EU interior. E este Ser é a razão da
causa artística. Aquilo que Kandinsky chama de
“necessidade interior”.
Todo o artista realiza uma busca interior que se
manifesta num objeto exterior. Ele é o
recetáculo de um conjunto de energias que só o
artista consegue compreender. E poucos
conseguem efetivamente captar esta energia.
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
“La Condition Humaine”, René Magritte, 1919
Objeto artístico
Mas o objeto não é o artista. É um produto da
sua sensibilidade, mas não é quem o artista é.
O Artista não é a Obra, assim como a Obra não é
o Artista.
Obra e Artista são dois polos de uma relação (ou
se quiserem de uma frequência energética). E
existem separados um do outro.
“A sensação morre em cada obra. Após a morte
da arte esta é colocada nas paredes do museu”
(Duchamp).
A atividade artística não deve ser confundida
com o seu produto, até porque, nalgumas
formas de arte, por exemplo, a dança e a
performance, a atividade não é transformada
em objeto. A atividade é a própria “obra”.
“L.H.O.O.Q.”, Marcel Duchamp, 1919
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Objeto artístico
É assim fundamental separar o Artista da Obra.
E nesta separação devemos interrogar-nos quem
é o Artista e o que é a Obra. Só conhecendo
estes dois polos poderemos compreender o que
é a Arte e o seu papel.
O primeiro conceito fundamental na questão
artística está centrado na figura (ou papel) do
Artista: quem é o artista e o que o leva a
produzir objetos sensíveis ou estéticos?
Esta é a questão fundamental e é a verdadeira
questão. O artista é a causa da arte. Sem ele a
arte não existe.
No entanto, toda a História da Arte está
centrada nas obras e não nos artistas. Eles
surgem como meros referentes identificadores
de um determinado objeto. Isto é um Picasso,
um Rembrandt, um Van Gogh, um Pollock, um
Warhol…
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Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Objeto artístico
Esta referência é essencial no processo de
mercantilização da arte e é externa ao próprio
fenómeno artístico.
O artista não cria para o mercado, o mercado é
que se apropria da sua obra.
A criação artística reside num outro nível. Reside
numa dimensão espiritual, que não é
comerciável, porque é invisível. O mercado
precisa da obra-objeto para subsistir.
É neste sentido que cada vez mais o mercado da
arte se centra no objeto: o objeto, a pintura, a
escultura pode ser vendida, mas a música, a
dança não. Pode-se obter uma reprodução mas
a música em si, não é possível. Podemos assistir
“em direto” às suas performances e concertos,
mas não conseguimos agarrar o objeto música,
porque ele não tem forma. Mas rápidamente o
mercado encontrou forma de lhe dar uma forma
para a poder comercializar – o disco, o CD, etc.
“Girl with ballon self-destroid”, Banski, 2018
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Objeto artístico
Toda a verdadeira arte está centrada no artista,
na sua experiência interior. O músico prefere
tocar ao vivo que em estúdio, porque ao vivo
consegue expressar essa relação interior
diretamente com os ouvintes / o púbico.
Mas o processo criativo é algo a sós. A criação
artística é feita no espaço solitário do atelier ou
estúdio, onde o artista realiza as suas
experiências sensitivas, onde o mistério
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É em solitário que o artista é.
Após a experiência do artista, após a criação do
objeto / obra, o artista tem necessidade de se
desprender dela, tem necessidade de partilhar a
sua visão com o mundo. E esta partilha surge
mais como um ato de amor que de orgulho
próprio: é o Coração a partilha, não o Ego.
“Máquina de chilrrear”, Paul Klee, 1822
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Objeto artístico
Terminada a obra, o que acontece em seguida?
Terminada a sua experiência estética, o artista
deve desapegar-se da obra, deixar que a mesma
ganhe asas e voe, traçe o seu próprio caminho
no mundo.
No entanto, nessa obra, reside um pedaço da
sua alma, que o artista revindica através da
assinatura. É através deste simples ato que o
artista cria um elo inseparável com a obra,
sendo, igualmente, na atualidade, a fonte de
toda a sua desgraça.
A assinatura torna o objeto especial, único, e
portanto fonte de um inesgotável potencial
social, cultural e mercantil. A referida desgraça
advém do valor que o mercantil ganhou em
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dependente do primeiro.
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A Arte e o Design
Objeto artístico
O mercado adulterou o propósito inicial e
primordial da arte, passando os artistas a
trabalhar para o mercado.
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“Rabbit”, Jeff Koons, 1986
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
É preciso recuperar a velha tradição da Criação,
sem no entanto nos afogarmos no passado.
Recuperar o sentido espiritual da arte como
fator transformador do indivíduo e da
sociedade, e não um mero objeto ao serviço do
comércio e do poder.
Objeto de Design
O design surgiu como uma disciplina artística
na Bauhaus, nos anos 20, em Weimar na
Alemanha. Procurou recuperar as velhas
disciplinas criativas e tradicionais, incutindo-
lhes um sentido modernista.
Pôs igualmente várias disciplinas a trabalhar
em conjunto na realização de produtos mais
modernos, adequados a uma sociedade em
mudança através de um método inovador,
que mais tarde viria a ser conhecido como
metodologia de projeto.
Pela Bauhaus passaram mestres como
Kandisnky, Paul Klee, Josef Albers, Nagy,
Walter Gropius e Oscar Schlemer, entre
outros.
Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Bauhaus Art Style Poster (via mtvenar)
Objeto de Design
Design vem da palavra designo, “desenho” em
italiano e, na atualidade, consiste no desenho ou
plano de produção de um produto. Trata-se, no
fundo, de traçar o designo de um determinado
produto.
Contráriamente à Arte (que produz objetos sem
utilidade prática), o Design produz objetos
utilitários. Ou seja, têm uma função conhecida.
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Ou seja, cada objeto de design tem uma
finalidade específica.
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Oficina Multimédia
A Arte e o Design
Objeto de Design
O Designer tem a função de criar objetos
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Hoje os Designers são agraciados como
verdadeiros artistas, mas apenas poucos
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Provavelmente já ouviram falar de Philippe
Stark, mas talvez não tenha ouvido falar de
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arquiteto francês, o segundo é o criador dos
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O Designer tem, em certo sentido, um papel
oculto, trabalha por trás da marca, da imagem
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Arte e Design

  • 2. O QUE É O MULTIMÉDIA? Multimédia é um termo que provém da língua inglesa e que se refere aquilo que utiliza vários meios em simultâneo na transmissão de uma informação. Uma apresentação multimédia, por conseguinte, pode incluir fotografias, vídeos, sons e texto. Assim, no contexto das artes, multimédia é uma disciplina que combina mais do que uma linguagem artística num suporte eletrónico. DESIGN – FOTOGRAFIA – VIDEO – WEB SITE Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 3. DESIGN – O foco é o público (o cliente) ARTE – O foco é o indivíduo (o artista) Oficina Multimédia A Arte e o Design SuzyLelièvre
  • 5. Objeto artístico Produto de uma experiência estética individual Um objeto que reside na experiência de SER O que é o SER? O Ser é o EU interior. E este Ser é a razão da causa artística. Aquilo que Kandinsky chama de “necessidade interior”. Todo o artista realiza uma busca interior que se manifesta num objeto exterior. Ele é o recetáculo de um conjunto de energias que só o artista consegue compreender. E poucos conseguem efetivamente captar esta energia. Oficina Multimédia A Arte e o Design “La Condition Humaine”, René Magritte, 1919
  • 6. Objeto artístico Mas o objeto não é o artista. É um produto da sua sensibilidade, mas não é quem o artista é. O Artista não é a Obra, assim como a Obra não é o Artista. Obra e Artista são dois polos de uma relação (ou se quiserem de uma frequência energética). E existem separados um do outro. “A sensação morre em cada obra. Após a morte da arte esta é colocada nas paredes do museu” (Duchamp). A atividade artística não deve ser confundida com o seu produto, até porque, nalgumas formas de arte, por exemplo, a dança e a performance, a atividade não é transformada em objeto. A atividade é a própria “obra”. “L.H.O.O.Q.”, Marcel Duchamp, 1919 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 7. Objeto artístico É assim fundamental separar o Artista da Obra. E nesta separação devemos interrogar-nos quem é o Artista e o que é a Obra. Só conhecendo estes dois polos poderemos compreender o que é a Arte e o seu papel. O primeiro conceito fundamental na questão artística está centrado na figura (ou papel) do Artista: quem é o artista e o que o leva a produzir objetos sensíveis ou estéticos? Esta é a questão fundamental e é a verdadeira questão. O artista é a causa da arte. Sem ele a arte não existe. No entanto, toda a História da Arte está centrada nas obras e não nos artistas. Eles surgem como meros referentes identificadores de um determinado objeto. Isto é um Picasso, um Rembrandt, um Van Gogh, um Pollock, um Warhol… “Auto Retrato”, Van Gogh, 1830 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 8. Objeto artístico Esta referência é essencial no processo de mercantilização da arte e é externa ao próprio fenómeno artístico. O artista não cria para o mercado, o mercado é que se apropria da sua obra. A criação artística reside num outro nível. Reside numa dimensão espiritual, que não é comerciável, porque é invisível. O mercado precisa da obra-objeto para subsistir. É neste sentido que cada vez mais o mercado da arte se centra no objeto: o objeto, a pintura, a escultura pode ser vendida, mas a música, a dança não. Pode-se obter uma reprodução mas a música em si, não é possível. Podemos assistir “em direto” às suas performances e concertos, mas não conseguimos agarrar o objeto música, porque ele não tem forma. Mas rápidamente o mercado encontrou forma de lhe dar uma forma para a poder comercializar – o disco, o CD, etc. “Girl with ballon self-destroid”, Banski, 2018 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 9. Objeto artístico Toda a verdadeira arte está centrada no artista, na sua experiência interior. O músico prefere tocar ao vivo que em estúdio, porque ao vivo consegue expressar essa relação interior diretamente com os ouvintes / o púbico. Mas o processo criativo é algo a sós. A criação artística é feita no espaço solitário do atelier ou estúdio, onde o artista realiza as suas experiências sensitivas, onde o mistério acontece. É em solitário que o artista é. Após a experiência do artista, após a criação do objeto / obra, o artista tem necessidade de se desprender dela, tem necessidade de partilhar a sua visão com o mundo. E esta partilha surge mais como um ato de amor que de orgulho próprio: é o Coração a partilha, não o Ego. “Máquina de chilrrear”, Paul Klee, 1822 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 10. Objeto artístico Terminada a obra, o que acontece em seguida? Terminada a sua experiência estética, o artista deve desapegar-se da obra, deixar que a mesma ganhe asas e voe, traçe o seu próprio caminho no mundo. No entanto, nessa obra, reside um pedaço da sua alma, que o artista revindica através da assinatura. É através deste simples ato que o artista cria um elo inseparável com a obra, sendo, igualmente, na atualidade, a fonte de toda a sua desgraça. A assinatura torna o objeto especial, único, e portanto fonte de um inesgotável potencial social, cultural e mercantil. A referida desgraça advém do valor que o mercantil ganhou em relação ao cultural, estando este último dependente do primeiro. “Signature”, Pablo Picasso, 1965 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 11. Objeto artístico O mercado adulterou o propósito inicial e primordial da arte, passando os artistas a trabalhar para o mercado. O mercado é o prenúncio da morte da arte. “Rabbit”, Jeff Koons, 1986 Oficina Multimédia A Arte e o Design É preciso recuperar a velha tradição da Criação, sem no entanto nos afogarmos no passado. Recuperar o sentido espiritual da arte como fator transformador do indivíduo e da sociedade, e não um mero objeto ao serviço do comércio e do poder.
  • 12. Objeto de Design O design surgiu como uma disciplina artística na Bauhaus, nos anos 20, em Weimar na Alemanha. Procurou recuperar as velhas disciplinas criativas e tradicionais, incutindo- lhes um sentido modernista. Pôs igualmente várias disciplinas a trabalhar em conjunto na realização de produtos mais modernos, adequados a uma sociedade em mudança através de um método inovador, que mais tarde viria a ser conhecido como metodologia de projeto. Pela Bauhaus passaram mestres como Kandisnky, Paul Klee, Josef Albers, Nagy, Walter Gropius e Oscar Schlemer, entre outros. Oficina Multimédia A Arte e o Design Bauhaus Art Style Poster (via mtvenar)
  • 13. Objeto de Design Design vem da palavra designo, “desenho” em italiano e, na atualidade, consiste no desenho ou plano de produção de um produto. Trata-se, no fundo, de traçar o designo de um determinado produto. Contráriamente à Arte (que produz objetos sem utilidade prática), o Design produz objetos utilitários. Ou seja, têm uma função conhecida. Na arte produz-se uma pintura, uma escultura, um filme…, em design produzem-se mesas, cadeiras, candeeiros, telemóveis, automóveis, roupa, joias, etc. Ou seja, cada objeto de design tem uma finalidade específica. Qual é então o papel do Designer na criação do produto de design? “Ventoinha”, Walter Gropius, 1910 Oficina Multimédia A Arte e o Design
  • 14. Objeto de Design O Designer tem a função de criar objetos (préviamente definidos) e dar-lhe um novo significado, uma nova forma, uma nova roupagem, através do seu génio criativo. Hoje os Designers são agraciados como verdadeiros artistas, mas apenas poucos conseguem verdadeiramente destacar-se. Provavelmente já ouviram falar de Philippe Stark, mas talvez não tenha ouvido falar de Jonathan Ive. O primeiro é um famoso designer arquiteto francês, o segundo é o criador dos produtos da Apple. O Designer tem, em certo sentido, um papel oculto, trabalha por trás da marca, da imagem de um determinado produto e raramente ele é confundido com a marca que cria. Stark é talvez um caso à parte neste mundo do design. “Espermedor”, Philippe Stark, 1990 Oficina Multimédia A Arte e o Design