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“Da Economia da Escassez à Economia da 
Abundância: O quê o Brasil precisa aprender 
para voltar a crescer ” 
Prof. José Carlos Cavalcanti 
Depto. de Economia da UFPE 
http://www.creativante.com.br 
http://twitter.com/jccavalcanti 
http://jccavalcanti.wordpress.com 
http://www.facebook.com/jccavalcanti 
E-mail: cavalcanti.jc@gmail.com 
C.E.S.A.R. - Recife, 12/11/2014
Gerenciando o RISCO 
e enfrentando a 
INCERTEZA 
José Carlos Cavalcanti 
Depto. de Economia da UFPE 
http://jccavalcanti.wordpress.com 
http://twitter.com/jccavalcanti 
cavalcanti.jc@gmail.com 
C.E.S.A.R., 01 de julho de 2011 
Slides em => http://www.creativante.com.br/download/RI.ppt
O Futuro da Indústria: 
para além do debate 
da desindustrialização 
José Carlos Cavalcanti 
Depto. de Economia da UFPE 
http://jccavalcanti.wordpress.com 
http://twitter.com/jccavalcanti 
cavalcanti.jc@gmail.com 
C.E.S.A.R., 04 de outubro de 2012 
Slides em => http://www.creativante.com.br/download/FI.ppt
Pergunta inicial é: o que causou o 
colapso do PIB a partir de 1980? 
• Taxas de Crescimento do PIB (1940-2003) e Médias Móveis por Décadas (1949-2003) em % 
15 
10 
5 
0 
-5 
1940 
1943 
1946 
1949 
1952 
1955 
1958 
1961 
1964 
1967 
1970 
1973 
1976 
1979 
1982 
1985 
1988 
1991 
1994 
1997 
2000 
2003 
Média móvel de 10 anos 
Fonte: Edmar Bacha (2004) 
2003: 1,50% 2007: 6,09% 
2004: 5,71% 2008: 5,16% 
2005: 3,16% 2009: -0,64% 
2006: 3,96% 2010: 7,49% 
4,00% a.a 
2011: 2,73% 
2012: 1,03% 
2013: 2,28% 
2014: 0,00% (???)
1,88 
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/samuelpessoa/1172541-baixo-crescimento-do-brasil.shtml
Fonte: http://www.valor.com.br/opiniao/3762866/novas-estimativas- 
do-produto-potencial. 03/11/2014.
Qual é a 
melhor 
previsão para 
a economia 
brasileira em 
2015?
2015 = 2014
Por que debater o 
tema da transição da 
Economia da Escassez 
para a Economia da 
Abundância?
Nos dias atuais duas 
importantes “visões de 
mundo” tentam atrair as 
atenções: 
a) A dos “Tecnologistas”; e, 
b) A dos Economistas
“We wanted flying 
cars, instead we got 
140 characters” 
http://www.foundersfund.com/ 
“Competition Is for Losers. 
If you want to create and 
capture lasting value, look 
to build a monopoly, 
writes Peter Thiel”. 
The Wall Street Journal. Sept. 12, 2014.
“Information technology has improved 
rapidly, but there is no reason why progress 
should be limited to computers or Silicon 
Valley” 
“The next Bill Gates will not build an operating 
system. The next Larry Page or Sergey Brin won’t 
make a search engine. Tomorrow’s champions will 
not win by competing ruthlessly in today’s 
marketplace. They will escape competition 
altogether, because their businesses will be 
unique”
“Why Software Is 
Eating The World” 
Marc Andreessen 
The Wall Street Journal 
August 20, 2011 
American entrepreneur, investor, 
and software engineer. He is best known as 
coauthor of Mosaic, the first widely 
used Web browser; as cofounder 
of Netscape Communications Corporation 
Andreessen Horowitz 
http://a16z.com/
Five years after the financial collapse, 
unemployment remains very high in much of 
the western world. Essentially every major 
country, with the partial exception of Japan, 
has tended to leave recovery to private 
markets and eschewed major fiscal policy 
initiatives. But increasingly analysts are asking 
whether this faith in private markets is 
justified. Larry Summers has argued that we 
are experiencing "secular stagnation."
Como se 
posicionar 
diante de um 
debate tão 
complexo?
Indo aos 
fatos, 
tentando 
prever o 
“Presente”!
Fareed Zakaria - CNN
“Technology is a 
resource-liberating 
mechanism. It can 
make the once scarce 
the now abundant” 
Source: Diamandis and Kotler (2012)
“... Our days of isolation are behind us. In today´s 
world, what happens “over there” impacts “over 
here” 
“The information and communications revolution 
now underway is rapidly spreading across the 
planet. Over the next eight years, three billion new 
individuals will be coming online, joining the global 
conversation, and contributing to the global 
economy. Their ideas – ideas we´ve never before 
had accesss to – will result in new discoveries, 
products, and inventories that will benefit us all” 
Source: Diamandis and Kotler (2012)
“... Humanity is now entering a period of 
radical transformation in which technology 
has the potential to significantly raise the 
basic standards of living for every man, 
woman, and child on the planet. Within a 
generation, we will be able to provide goods 
and services, once reserved for the wealth 
few, to any and all who need them. Or desire 
them. Abundance for all is actually within 
our grasp” 
Source: Diamandis and Kotler (2012)
“... A visão de Salim sobre a ExO é 
poderosa. Segundo ele, potentes forças estão 
emergindo no mundo – tecnologias exponenciais, 
o DIY innovator (o inovador diy- do it yourself - faça 
você mesmo), crowdfunding, crowdsourcing, e a 
emergência de bilhões de pessoas no mundo – que 
irão nos dar o poder para resolver muitos dos 
grandes desafios da humanidade, e o potencial de 
atingir as necessidades de cada homem, mulher e 
criança nas próximas duas ou três décadas. Estas 
mesmas forças estão agora empoderando cada vez 
times menores a fazer aquilo que era somente 
possível via governos e grandes corporações”.
Mas o que é uma ExO? Segundo Salim e seus 
co-autores, uma ExO é uma organização cujo 
impacto (ou produto) é desproporcionalmente 
grande – pelo menos dez vezes maior – quando 
comparado ao dos seus pares porque ela usa 
novas técnicas organizacionais que alavancam 
tecnologias aceleradoras. Mais do que usar 
exércitos de pessoas ou grandes plantas físicas, 
as ExO são construídas com tecnologias de 
informação – TIs (ou TICs) que transformam o 
que foi uma vez físico, por natureza, e 
o desmaterializa em algo digital e sob demanda 
no mundo.
Essas novas organizações representam uma 
estrutura mais adequada para enfrentar o 
acelerado, não-linear, e cada vez mais 
impulsionado pela web, passo da vida 
moderna. E para atingir essa escalabilidade, 
essas ExOs (moldadas pelas TICs, tais como 
Quirky, Local Motors, AirBnb, Uber e tantas 
outras) mais do que fazerem uso da propriedade 
de ativos ou de forças de trabalho (almejando 
retornos incrementais a partir destes ativos), 
procuram alavancar recursos externos 
(leveraged assets) para atingir seus objetivos.
Em resumo, uma das questões chave por trás do 
sucesso das novas ExOs é que neste mundo de 
grandes transformações nós também estamos 
vivenciando uma mudança no próprio conceito 
de propriedade de ativos; ou seja, no mundo 
da escassez, a propriedade privada dos meios de 
produção é um imperativo da alocação dos 
recursos para a satisfação dos desejos infinitos 
das pessoas. Mas no mundo da abundância, 
marcadamente de informação e de ativos 
baseados em informação, o acesso aos ativos, e 
não sua propriedade, passa a ser um ingrediente 
fundamental na alocação dos recursos. Bem 
vindo, efetivamente a uma Nova Economia!
E por que esta 
“compreensão” 
sobre a 
abundância ainda 
não é dominante?
Porque (por mais 
paradoxal que seja) 
nossas crenças, ou 
nossas percepções, 
não representam a 
realidade!
Perils of Perception 
A FOURTEEN COUNTRY STUDY
49 12 
32 4 
39 11 
32 6 
34 9 
31 8 
46 25 
29 9 
23 6 
24 7 
24 8 
23 7 
19 4 
Italy +37 
+28 
+28 
+26 
+25 
+23 
+21 
+20 
+17 
+17 
+16 
+16 
+15 
+14 20 6 
South Korea 
Hungary 
US 
Poland 
Belgium 
Spain 
France 
Australia 
Great Britain 
Sweden 
Canada 
Japan 
Germany 
AVG. 
% POINT DIFFERENCE TOO HIGH GUESS ACTUAL 
Q. Out of every 100 
people of working age 
about how many do you 
think are unemployed 
and looking for work? 
Unemployment 
levels are hugely 
overestimated in 
every country
These are the findings from our 14 
country study looking at how accurate – 
or inaccurate – people are when asked to 
estimate basic facts about their 
population or social issues. 
It shows how wrong we often are: 
Perceptions are not reality…
Looking across all questions, we 
have calculated a measure of 
how accurate the population of 
each country is. 
This gives us our 
“Index of Ignorance”
A teoria sobre decisão sob risco e 
incerteza mais popular hoje em dia 
é a Prospect Theory (Teoria 
Prospectiva). Ela foi desenvolvida 
por Daniel Kahneman e Amos 
Tversky em 1979 como uma 
alternativa psicologicamente 
realística à Teoria da Utilidade 
Esperada.
“Paradoxo” do Setor de TICs no Brasil 
Somos o 5º maior mercado de TICs do mundo 
(dados da BRASSCOM, ABES e ASSESPRO), no 
entanto este setor está na 69ª posição mundial 
(dentre 144 países) em termos de preparo, uso e 
impacto na economia e sociedade, segundo o 
Índice de Preparo em Rede do Fórum Econômico 
Mundial em seu The Global Information Technology 
Report 2014. Como a 7ª economia do mundo 
(dados de PIB do FMI e do BIRD) pode ter, ao 
mesmo tempo, um setor de TICs tão ‘expressivo’ e 
tão ‘pouco relevante’?
O interesse das políticas 
em medir as TICs tem 
mudado de ‘medir o 
acesso às TICs’ para ‘medir 
o impacto das TICs’
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology 
Report – GITR”.
Tabela 1: Índice de Preparo em Rede – IPR 2014 
Rank País/Economia Score Rank de 2013 (dentre 144 
países) 
1 Finlândia 6.04 1 
2 Cingapura 5.97 2 
3 Suécia 5.93 3 
4 Holanda 5.79 4 
5 Noruega 5.70 5 
6 Suíça 5.62 6 
7 Estados Unidos 5.61 9 
8 Hong Kong 5.60 14 
9 Reino Unido 5.54 7 
10 Coréia do Sul 5.54 11 
69 Brasil 3.96 60 
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Tabela 2: Sub-índice do Ambiente e Pilares 
Sub-índice Ambiente Ambiente de 
do político e negócios e 
Ambiente regulatório de inovação 
Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score 
1 Cingapura 5.87 1 5.90 1 5.84 
2 Nova Zelândia 5.63 2 5.88 8 5.37 
3 Finlândia 5.62 3 5.86 9 5.37 
4 Hong Kong 5.56 11 5.40 2 5.72 
5 Reino Unido 5.50 5 5.66 10 5.33 
6 Holanda 5.48 8 5.53 5 5.44 
7 Noruega 5.46 7 5.54 6 5.38 
8 Suécia 5.45 6 5.63 15 5.26 
9 Suíça 5.41 9 5.51 12 5.31 
10 Canadá 5.39 12 5.31 3 5.46 
116 Brasil 3.45 78 3.57 135 3.33 
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Tabela 3: Sub-índice de Preparo e Pilares 
Sub-índice Infraestrutura 
de e conteúdo Capacidade de 
Preparo digital pagamento Habilidades 
Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score Rank Score 
1 Finlândia 6.61 1 6.88 18 6.41 1 6.55 
2 Islândia 6.44 2 6.88 13 6.44 13 5.99 
3 Suécia 6.39 3 6.85 10 6.48 21 5.83 
4 Noruega 6.28 6 6.80 28 6.18 17 5.86 
5 Estados Unidos 6.27 4 6.83 21 6.36 32 5.62 
6 Cingapura 6.20 16 6.30 46 5.88 2 6.42 
7 Taiwan, China 6.17 5 6.81 53 5.74 14 5.96 
8 Alemanha 6.16 11 6.48 43 5.94 12 6.05 
9 Austrália 6.15 8 6.79 49 5.83 20 5.85 
10 Suíça 6.15 9 6.69 66 5.40 3 6.36 
76 Brasil 4.71 56 4.53 91 4.97 91 4.62 
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Tabela 4: Sub-índice de Uso e Pilares 
Sub-índice 
de Uso Uso nos Uso no 
Uso individual negócios governo 
Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score Rank Score 
1 Suécia 6.06 1 6.59 3 5.99 7 5.60 
2 Finlândia 6.01 6 6.42 2 6.02 8 5.57 
3 Coréia do Sul 5.89 9 6.32 10 5.48 3 5.85 
4 Cingapura 5.87 10 6.13 15 5.21 1 6.26 
5 Holanda 5.86 4 6.48 6 5.71 14 5.40 
6 Noruega 5.79 2 6.57 12 5.44 15 5.36 
7 Dinamarca 5.75 3 6.57 7 5.66 26 5.01 
8 Luxemburgo 5.73 5 6.43 13 5.27 10 5.48 
9 Japão 5.69 16 5.92 4 5.99 22 5.15 
10 Suíça 5.64 11 6.07 1 6.10 35 4.74 
47 Brasil 4.13 59 4.21 41 3.92 54 4.27 
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
Tabela 5: Sub-índice de Impacto e Pilares 
Sub-índice 
de Impactos Impactos 
Impacto Econômicos Sociais 
Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score 
1 Cingapura 5.93 6 5.63 1 6.24 
2 Finlândia 5.91 1 6.04 7 5.78 
3 Holanda 5.85 5 5.63 3 6.06 
4 Suécia 5.82 2 6.03 10 5.62 
5 Coreia do Sul 5.67 7 5.25 2 6.09 
6 Israel 5.52 4 5.64 14 5.40 
7 Taiwan, China 5.43 12 5.08 6 5.79 
8 Estados Unidos 5.39 9 5.20 12 5.58 
9 Reino Unido 5.36 14 5.01 9 5.72 
10 Hong Kong 5.32 13 5.03 11 5.62 
57 Brasil 3.64 64 3.34 58 3.94 
Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
A arquitetura dos ambientes 
competitivos/inovadores de 
sucesso vem sendo moldada por 
dois alicerces centrais: 
a) As novas tecnologias da 
Fronteira Tecnológica Global; 
b) Os novos modelos de negócio 
de escala global.
Hype Cycle for Emerging Technologies, 2014 
http://www.gartner.com/newsroom/id/2819918
The Closed Innovation Model 
Source: Herzog, Philipp (2011). “Open and Closed Innovation: Different 
Cultures for Different Strategies”. Gabler. 2nd Edition.
The Open Innovation Model 
Source: Herzog, Philipp (2011). “Open and Closed Innovation: Different 
Cultures for Different Strategies”. Gabler. 2nd Edition.
Seeing the Hidden Traps 
Source: Adner, Ron (2012). The Wide Lens: a New Strategy for Innovation.
WHAT IS SOCIAL BUSINESS? 
We define “social business” broadly to include activities 
that use social media, social software and technology-based 
social networks to enable connections between people, 
information and assets. These activities could be internally 
focused within the enterprise or externally focused toward 
customers, suppliers and partners. Examples include: 
• Social media: Facebook, LinkedIn, Twitter 
• Social software: Instant messaging, wikis, blogs, enterprise 
collaboration platforms 
• Technology-based social networks: employee and community 
forums 
We call the value that companies derive from these activities 
social business value. Source: MIT Sloan Management Review and Delloite (2014).
Adapting Organizations to the Twenty-First Century 
Result: High value, high scale, cost effective, 
and emergent business outcomes 
Source: Hinchcliffe, Dion 
and Peter Kim (2012). Social 
Business by Design.
Collaborative Platforms
Ecossistema 
Plataforma 
Arquitetura 
A “Trindade Essencial” 
Fonte: Cavalcanti (2012), (2013) e (2014)
Em 
Resumo:
Missão: 
Aumentar as condições, ferramentas e 
processos que acelerem o Aprendizado na 
Economia da Abundância 
Visão: 
Sermos líderes (pelo menos nos países 
emergentes ou em desenvolvimento) de uma 
“imersão” diferenciada na Sociedade 
Aprendiz (ou do Aprendizado) nos próximos 
10 a 20 anos
“A maioria dos incrementos em padrões de vida é 
resultado de aumentos na produtividade – aprender 
como fazer as coisas melhores. E se é verdade que a 
produtividade é o resultado de aprendizado, e que 
aumentos de produtividade (aprendizado) são 
endógenos, logo um ponto focal de política deve ser 
aumentar o aprendizado na economia; isto é, aumentar a 
habilidade e os incentivos para aprender, aprender a 
aprender, e, então, diminuir os hiatos de conhecimento 
que separam as empresas mais produtivas da economia 
do resto. Portanto, criar uma sociedade do aprendizado 
deveria ser um dos maiores objetivos da política 
econômica. Se uma sociedade do aprendizado é criada, 
uma economia mais produtiva emergirá e padrões de 
vida irão aumentar.”
“Students don`t 
need information, 
they need to learn 
how to process and 
use it” 
Margaret Rhodes – Wired (10/02/2014)
Apresentação CESAR-12-11-2014

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Apresentação CESAR-12-11-2014

  • 1. “Da Economia da Escassez à Economia da Abundância: O quê o Brasil precisa aprender para voltar a crescer ” Prof. José Carlos Cavalcanti Depto. de Economia da UFPE http://www.creativante.com.br http://twitter.com/jccavalcanti http://jccavalcanti.wordpress.com http://www.facebook.com/jccavalcanti E-mail: cavalcanti.jc@gmail.com C.E.S.A.R. - Recife, 12/11/2014
  • 2. Gerenciando o RISCO e enfrentando a INCERTEZA José Carlos Cavalcanti Depto. de Economia da UFPE http://jccavalcanti.wordpress.com http://twitter.com/jccavalcanti cavalcanti.jc@gmail.com C.E.S.A.R., 01 de julho de 2011 Slides em => http://www.creativante.com.br/download/RI.ppt
  • 3. O Futuro da Indústria: para além do debate da desindustrialização José Carlos Cavalcanti Depto. de Economia da UFPE http://jccavalcanti.wordpress.com http://twitter.com/jccavalcanti cavalcanti.jc@gmail.com C.E.S.A.R., 04 de outubro de 2012 Slides em => http://www.creativante.com.br/download/FI.ppt
  • 4. Pergunta inicial é: o que causou o colapso do PIB a partir de 1980? • Taxas de Crescimento do PIB (1940-2003) e Médias Móveis por Décadas (1949-2003) em % 15 10 5 0 -5 1940 1943 1946 1949 1952 1955 1958 1961 1964 1967 1970 1973 1976 1979 1982 1985 1988 1991 1994 1997 2000 2003 Média móvel de 10 anos Fonte: Edmar Bacha (2004) 2003: 1,50% 2007: 6,09% 2004: 5,71% 2008: 5,16% 2005: 3,16% 2009: -0,64% 2006: 3,96% 2010: 7,49% 4,00% a.a 2011: 2,73% 2012: 1,03% 2013: 2,28% 2014: 0,00% (???)
  • 6.
  • 8. Qual é a melhor previsão para a economia brasileira em 2015?
  • 10. Por que debater o tema da transição da Economia da Escassez para a Economia da Abundância?
  • 11. Nos dias atuais duas importantes “visões de mundo” tentam atrair as atenções: a) A dos “Tecnologistas”; e, b) A dos Economistas
  • 12. “We wanted flying cars, instead we got 140 characters” http://www.foundersfund.com/ “Competition Is for Losers. If you want to create and capture lasting value, look to build a monopoly, writes Peter Thiel”. The Wall Street Journal. Sept. 12, 2014.
  • 13. “Information technology has improved rapidly, but there is no reason why progress should be limited to computers or Silicon Valley” “The next Bill Gates will not build an operating system. The next Larry Page or Sergey Brin won’t make a search engine. Tomorrow’s champions will not win by competing ruthlessly in today’s marketplace. They will escape competition altogether, because their businesses will be unique”
  • 14. “Why Software Is Eating The World” Marc Andreessen The Wall Street Journal August 20, 2011 American entrepreneur, investor, and software engineer. He is best known as coauthor of Mosaic, the first widely used Web browser; as cofounder of Netscape Communications Corporation Andreessen Horowitz http://a16z.com/
  • 15. Five years after the financial collapse, unemployment remains very high in much of the western world. Essentially every major country, with the partial exception of Japan, has tended to leave recovery to private markets and eschewed major fiscal policy initiatives. But increasingly analysts are asking whether this faith in private markets is justified. Larry Summers has argued that we are experiencing "secular stagnation."
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24. Como se posicionar diante de um debate tão complexo?
  • 25.
  • 26. Indo aos fatos, tentando prever o “Presente”!
  • 27.
  • 29. “Technology is a resource-liberating mechanism. It can make the once scarce the now abundant” Source: Diamandis and Kotler (2012)
  • 30. “... Our days of isolation are behind us. In today´s world, what happens “over there” impacts “over here” “The information and communications revolution now underway is rapidly spreading across the planet. Over the next eight years, three billion new individuals will be coming online, joining the global conversation, and contributing to the global economy. Their ideas – ideas we´ve never before had accesss to – will result in new discoveries, products, and inventories that will benefit us all” Source: Diamandis and Kotler (2012)
  • 31. “... Humanity is now entering a period of radical transformation in which technology has the potential to significantly raise the basic standards of living for every man, woman, and child on the planet. Within a generation, we will be able to provide goods and services, once reserved for the wealth few, to any and all who need them. Or desire them. Abundance for all is actually within our grasp” Source: Diamandis and Kotler (2012)
  • 32.
  • 33. “... A visão de Salim sobre a ExO é poderosa. Segundo ele, potentes forças estão emergindo no mundo – tecnologias exponenciais, o DIY innovator (o inovador diy- do it yourself - faça você mesmo), crowdfunding, crowdsourcing, e a emergência de bilhões de pessoas no mundo – que irão nos dar o poder para resolver muitos dos grandes desafios da humanidade, e o potencial de atingir as necessidades de cada homem, mulher e criança nas próximas duas ou três décadas. Estas mesmas forças estão agora empoderando cada vez times menores a fazer aquilo que era somente possível via governos e grandes corporações”.
  • 34. Mas o que é uma ExO? Segundo Salim e seus co-autores, uma ExO é uma organização cujo impacto (ou produto) é desproporcionalmente grande – pelo menos dez vezes maior – quando comparado ao dos seus pares porque ela usa novas técnicas organizacionais que alavancam tecnologias aceleradoras. Mais do que usar exércitos de pessoas ou grandes plantas físicas, as ExO são construídas com tecnologias de informação – TIs (ou TICs) que transformam o que foi uma vez físico, por natureza, e o desmaterializa em algo digital e sob demanda no mundo.
  • 35. Essas novas organizações representam uma estrutura mais adequada para enfrentar o acelerado, não-linear, e cada vez mais impulsionado pela web, passo da vida moderna. E para atingir essa escalabilidade, essas ExOs (moldadas pelas TICs, tais como Quirky, Local Motors, AirBnb, Uber e tantas outras) mais do que fazerem uso da propriedade de ativos ou de forças de trabalho (almejando retornos incrementais a partir destes ativos), procuram alavancar recursos externos (leveraged assets) para atingir seus objetivos.
  • 36. Em resumo, uma das questões chave por trás do sucesso das novas ExOs é que neste mundo de grandes transformações nós também estamos vivenciando uma mudança no próprio conceito de propriedade de ativos; ou seja, no mundo da escassez, a propriedade privada dos meios de produção é um imperativo da alocação dos recursos para a satisfação dos desejos infinitos das pessoas. Mas no mundo da abundância, marcadamente de informação e de ativos baseados em informação, o acesso aos ativos, e não sua propriedade, passa a ser um ingrediente fundamental na alocação dos recursos. Bem vindo, efetivamente a uma Nova Economia!
  • 37.
  • 38. E por que esta “compreensão” sobre a abundância ainda não é dominante?
  • 39. Porque (por mais paradoxal que seja) nossas crenças, ou nossas percepções, não representam a realidade!
  • 40. Perils of Perception A FOURTEEN COUNTRY STUDY
  • 41. 49 12 32 4 39 11 32 6 34 9 31 8 46 25 29 9 23 6 24 7 24 8 23 7 19 4 Italy +37 +28 +28 +26 +25 +23 +21 +20 +17 +17 +16 +16 +15 +14 20 6 South Korea Hungary US Poland Belgium Spain France Australia Great Britain Sweden Canada Japan Germany AVG. % POINT DIFFERENCE TOO HIGH GUESS ACTUAL Q. Out of every 100 people of working age about how many do you think are unemployed and looking for work? Unemployment levels are hugely overestimated in every country
  • 42. These are the findings from our 14 country study looking at how accurate – or inaccurate – people are when asked to estimate basic facts about their population or social issues. It shows how wrong we often are: Perceptions are not reality…
  • 43. Looking across all questions, we have calculated a measure of how accurate the population of each country is. This gives us our “Index of Ignorance”
  • 44.
  • 45. A teoria sobre decisão sob risco e incerteza mais popular hoje em dia é a Prospect Theory (Teoria Prospectiva). Ela foi desenvolvida por Daniel Kahneman e Amos Tversky em 1979 como uma alternativa psicologicamente realística à Teoria da Utilidade Esperada.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51. “Paradoxo” do Setor de TICs no Brasil Somos o 5º maior mercado de TICs do mundo (dados da BRASSCOM, ABES e ASSESPRO), no entanto este setor está na 69ª posição mundial (dentre 144 países) em termos de preparo, uso e impacto na economia e sociedade, segundo o Índice de Preparo em Rede do Fórum Econômico Mundial em seu The Global Information Technology Report 2014. Como a 7ª economia do mundo (dados de PIB do FMI e do BIRD) pode ter, ao mesmo tempo, um setor de TICs tão ‘expressivo’ e tão ‘pouco relevante’?
  • 52. O interesse das políticas em medir as TICs tem mudado de ‘medir o acesso às TICs’ para ‘medir o impacto das TICs’
  • 53. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 54. Tabela 1: Índice de Preparo em Rede – IPR 2014 Rank País/Economia Score Rank de 2013 (dentre 144 países) 1 Finlândia 6.04 1 2 Cingapura 5.97 2 3 Suécia 5.93 3 4 Holanda 5.79 4 5 Noruega 5.70 5 6 Suíça 5.62 6 7 Estados Unidos 5.61 9 8 Hong Kong 5.60 14 9 Reino Unido 5.54 7 10 Coréia do Sul 5.54 11 69 Brasil 3.96 60 Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 55. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 56. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 57. Tabela 2: Sub-índice do Ambiente e Pilares Sub-índice Ambiente Ambiente de do político e negócios e Ambiente regulatório de inovação Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score 1 Cingapura 5.87 1 5.90 1 5.84 2 Nova Zelândia 5.63 2 5.88 8 5.37 3 Finlândia 5.62 3 5.86 9 5.37 4 Hong Kong 5.56 11 5.40 2 5.72 5 Reino Unido 5.50 5 5.66 10 5.33 6 Holanda 5.48 8 5.53 5 5.44 7 Noruega 5.46 7 5.54 6 5.38 8 Suécia 5.45 6 5.63 15 5.26 9 Suíça 5.41 9 5.51 12 5.31 10 Canadá 5.39 12 5.31 3 5.46 116 Brasil 3.45 78 3.57 135 3.33 Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 58. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 59. Tabela 3: Sub-índice de Preparo e Pilares Sub-índice Infraestrutura de e conteúdo Capacidade de Preparo digital pagamento Habilidades Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score Rank Score 1 Finlândia 6.61 1 6.88 18 6.41 1 6.55 2 Islândia 6.44 2 6.88 13 6.44 13 5.99 3 Suécia 6.39 3 6.85 10 6.48 21 5.83 4 Noruega 6.28 6 6.80 28 6.18 17 5.86 5 Estados Unidos 6.27 4 6.83 21 6.36 32 5.62 6 Cingapura 6.20 16 6.30 46 5.88 2 6.42 7 Taiwan, China 6.17 5 6.81 53 5.74 14 5.96 8 Alemanha 6.16 11 6.48 43 5.94 12 6.05 9 Austrália 6.15 8 6.79 49 5.83 20 5.85 10 Suíça 6.15 9 6.69 66 5.40 3 6.36 76 Brasil 4.71 56 4.53 91 4.97 91 4.62 Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 60. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 61. Tabela 4: Sub-índice de Uso e Pilares Sub-índice de Uso Uso nos Uso no Uso individual negócios governo Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score Rank Score 1 Suécia 6.06 1 6.59 3 5.99 7 5.60 2 Finlândia 6.01 6 6.42 2 6.02 8 5.57 3 Coréia do Sul 5.89 9 6.32 10 5.48 3 5.85 4 Cingapura 5.87 10 6.13 15 5.21 1 6.26 5 Holanda 5.86 4 6.48 6 5.71 14 5.40 6 Noruega 5.79 2 6.57 12 5.44 15 5.36 7 Dinamarca 5.75 3 6.57 7 5.66 26 5.01 8 Luxemburgo 5.73 5 6.43 13 5.27 10 5.48 9 Japão 5.69 16 5.92 4 5.99 22 5.15 10 Suíça 5.64 11 6.07 1 6.10 35 4.74 47 Brasil 4.13 59 4.21 41 3.92 54 4.27 Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 62. Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 63. Tabela 5: Sub-índice de Impacto e Pilares Sub-índice de Impactos Impactos Impacto Econômicos Sociais Rank País/Economia Score Rank Score Rank Score 1 Cingapura 5.93 6 5.63 1 6.24 2 Finlândia 5.91 1 6.04 7 5.78 3 Holanda 5.85 5 5.63 3 6.06 4 Suécia 5.82 2 6.03 10 5.62 5 Coreia do Sul 5.67 7 5.25 2 6.09 6 Israel 5.52 4 5.64 14 5.40 7 Taiwan, China 5.43 12 5.08 6 5.79 8 Estados Unidos 5.39 9 5.20 12 5.58 9 Reino Unido 5.36 14 5.01 9 5.72 10 Hong Kong 5.32 13 5.03 11 5.62 57 Brasil 3.64 64 3.34 58 3.94 Fonte: World Economic Forum (2014). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 64. A arquitetura dos ambientes competitivos/inovadores de sucesso vem sendo moldada por dois alicerces centrais: a) As novas tecnologias da Fronteira Tecnológica Global; b) Os novos modelos de negócio de escala global.
  • 65. Hype Cycle for Emerging Technologies, 2014 http://www.gartner.com/newsroom/id/2819918
  • 66. The Closed Innovation Model Source: Herzog, Philipp (2011). “Open and Closed Innovation: Different Cultures for Different Strategies”. Gabler. 2nd Edition.
  • 67. The Open Innovation Model Source: Herzog, Philipp (2011). “Open and Closed Innovation: Different Cultures for Different Strategies”. Gabler. 2nd Edition.
  • 68.
  • 69.
  • 70. Seeing the Hidden Traps Source: Adner, Ron (2012). The Wide Lens: a New Strategy for Innovation.
  • 71. WHAT IS SOCIAL BUSINESS? We define “social business” broadly to include activities that use social media, social software and technology-based social networks to enable connections between people, information and assets. These activities could be internally focused within the enterprise or externally focused toward customers, suppliers and partners. Examples include: • Social media: Facebook, LinkedIn, Twitter • Social software: Instant messaging, wikis, blogs, enterprise collaboration platforms • Technology-based social networks: employee and community forums We call the value that companies derive from these activities social business value. Source: MIT Sloan Management Review and Delloite (2014).
  • 72. Adapting Organizations to the Twenty-First Century Result: High value, high scale, cost effective, and emergent business outcomes Source: Hinchcliffe, Dion and Peter Kim (2012). Social Business by Design.
  • 74.
  • 75.
  • 76. Ecossistema Plataforma Arquitetura A “Trindade Essencial” Fonte: Cavalcanti (2012), (2013) e (2014)
  • 77.
  • 78.
  • 79.
  • 80.
  • 82. Missão: Aumentar as condições, ferramentas e processos que acelerem o Aprendizado na Economia da Abundância Visão: Sermos líderes (pelo menos nos países emergentes ou em desenvolvimento) de uma “imersão” diferenciada na Sociedade Aprendiz (ou do Aprendizado) nos próximos 10 a 20 anos
  • 83.
  • 84. “A maioria dos incrementos em padrões de vida é resultado de aumentos na produtividade – aprender como fazer as coisas melhores. E se é verdade que a produtividade é o resultado de aprendizado, e que aumentos de produtividade (aprendizado) são endógenos, logo um ponto focal de política deve ser aumentar o aprendizado na economia; isto é, aumentar a habilidade e os incentivos para aprender, aprender a aprender, e, então, diminuir os hiatos de conhecimento que separam as empresas mais produtivas da economia do resto. Portanto, criar uma sociedade do aprendizado deveria ser um dos maiores objetivos da política econômica. Se uma sociedade do aprendizado é criada, uma economia mais produtiva emergirá e padrões de vida irão aumentar.”
  • 85. “Students don`t need information, they need to learn how to process and use it” Margaret Rhodes – Wired (10/02/2014)