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Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Ciências da Educação
Departamento de Ciência da Informação
Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação
Mestrado em Ciência da Informação
Disciplina: PCI3101 – Informação e comunicação na Sociedade do Conhecimento
Professora: Edna Lúcia da Silva
Artigo da Disciplina

A Internet, a colaboração e a generosidade
aplicadas as comunidades científicas

Patricia da Silva Neubert
Estrutura do artigo








Introdução
A sociedade global: o impacto das TIC‟s
A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica
O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a
generosidade científica
Conclusão
Introdução
Similaridade entre o advento da prensa de tipos móveis no
Século XV, e o desenvolvimento das TIC‟s, mais
especificamente da Internet:
 Importância para a disseminação do conhecimento;
 para a difusão e a criação de comunidades;
 promoção da padronização do conhecimento, e deste
modo o fomento de discussões, o desenvolvimento de novos
estudos e pesquisas e a criação de grupos com interesses
comuns.
(BURKE, 2003)
Introdução
A Internet é uma ferramenta para comunicação e informação
– uma tecnologia desenvolvida para conectar pessoas.
O poder dessa conexão:
 facilidades de comunicação;
 extensão de seu alcance, é uma ferramenta que possibilita
a disseminação de uma idéia em escala global;
 possibilidade de acesso a informação.

A conexão tem forte relação com a cooperação.
(CASTELLS, 2005)
Introdução
A informação é requisito básico e fundamental para o
desenvolvimento individual e social.
“informação é poder”
Aqueles que não dispõem de informação ficam de fora do
jogo societário.

Além disso, a informação é o insumo para o desenvolvimento
científico.
(D‟AMARAL, 2003)
Introdução
A ciência é determinante para o desenvolvimento econômico
e social das nações, e serve como indicativo deste
desenvolvimento, portanto, é considerada como fator que
colabora para a melhoria da qualidade de vida e do
desempenho econômico dos países.
O desenvolvimento científico é tido como o ponto de
diferenciação entre países centrais e periféricos, e a questão
do acesso e compartilhamento do conhecimento científico
acentua a diferença entre estes.
(STUMPF, 1997)
Introdução
A Internet lança possibilidades de alcance e de participação
na produção de informação alguns anos antes inimagináveis
e propiciam a globalização de inúmeras condições.
Considerando que o desenvolvimento científico e tecnológico
são os grandes propulsores do desenvolvimento das nações,
pretende-se discutir a colaboração e a generosidade
aplicadas as comunidades científicas na web.
A discussão é norteada pela influência das TIC‟s na
sociedade global e sua repercussão nas comunidades
científicas, com o foco sobre a colaboração científica em
escala global.
A sociedade global: o impacto das TIC‟s
O processo de globalização influencia toda a humanidade
sobre todos os aspectos da vida em sociedade.
A sociedade global é aquela que desenvolveu capacidades
de estender uma condição antes restrita a uma determinada
localidade a escala global, fazendo com que esta condição
tenha influência global. Para aumentar a extensão dessa
„influência‟, devemos observar a importância dos meios de
comunicação e das tecnologias da informação para
disseminar essa condição.
(BAUMAN, 1999; SANTOS, 2002)
A sociedade global: o impacto das TIC‟s
As TIC‟s, pela sua função de „encurtadoras de distâncias‟
possuem um papel social muito forte, pois é a partir da
disseminação de seu uso que os indivíduos têm a
possibilidade de ter acesso a uma gama de recursos
informacionais.
A Internet propicia, não somente a comunicação, mas as
trocas, a circulação da informação e a geração de conteúdos,
além da inserção no „mundo globalizado‟.
(TAKAHASHI, 2000)
A sociedade global: o impacto das TIC‟s
A Internet é um “sistema automatizado de informação” e é
somente o homem quem atribui sentido a comunicação e as
informações que circulam pela rede.
O que mais atrai na rede mundial de computadores são as
possibilidades de interações sem limites.
A verdadeira finalidade e, a base do desenvolvimento das
TIC‟s e a razão de sucesso da Internet: a possibilidade de se
conectar ao outro, de estabelecer uma relação.
(LEVY, 2001; MAFFESOLI, 2004; VAZ, 2004; WOLTON, 2004)
A sociedade global: o impacto das TIC‟s
A informação é o insumo para o desenvolvimento, é o
combustível que alavanca o motor econômico, e são as TIC‟s que
contém o potencial de expansão do acesso a informação e, deste
modo passam a ser consideradas o meio pelo qual os indivíduos
poderão ter acesso a informação e ao aproveitar-se desta,
transformá-la em conhecimento.
Neste contexto, destaca-se o papel das TIC‟s para o desenvolvimento
das nações, e ressalta-se seu papel no processo de globalização de
uma determinada condição, como meio pelo qual tal condição é
veiculada, disseminada, popularizada e em conseqüência globalizada.
(BARBER, 2005; BARRETO, 2000; FUKS,2003)
A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica
A Internet modificou a forma como a sociedade se comunica.
A comunidade científica foi um dos primeiros setores a fazer
uso da Internet em suas rotinas, e a beneficiar-se do uso
desta tecnologia.
A atividade científica envolve de forma massiva a
comunicação e está fortemente alicerçada nos processos de
troca de informação, aspectos altamente impactados pelo
desenvolvimento das TIC‟s.
(BASTOS; SILVA, 2005; DREIFUSS, 2005; TARGINO, 2000)
A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica
Para a ciência, o dinamismo, a rapidez e a facilidade de acesso a
informações que a Internet proporciona ocasionam inúmeras
facilidades ao tornar mais ágil o processo de comunicação entre
os pares e ao prover acesso a conteúdos anteriormente
inacessíveis, ou cujo acesso demandaria muito tempo.
Neste contexto, a Internet possibilita novas formas de comunicação
entre os pesquisadores, promovendo o debate e a colaboração; tornase uma ferramenta de promoção e divulgação da ciência,
possibilitando o acesso as publicações produzidas ao redor do mundo .
(ANDALÉCIO; MARTELETO, 2006; PAVAN, 2007)
A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica
A disponibilização de conteúdos na rede, incluindo as publicações científicas
por meio dos periódicos on-line e do crescente movimento de acesso aberto,
proporcionam o acesso à informação a um número maior de pessoas.
As possibilidades da Internet extrapolam a publicação de textos, elas
permitem a troca constante de informações e possibilitam o
compartilhamento e a colaboração permanentemente entre os pares,
estimulando o diálogo e a cooperação.

Dado que na web a comunidade deixa de ser local e passa a
ser global, por que não pensar o seu uso para a formação de
uma rede global para a colaboração?
(BASTOS; SILVA, 2005; PAVAN, 2007)
A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica
Ao considerar-se a importância da informação para a geração do
conhecimento, do conhecimento para o desenvolvimento das
nações e, das TIC‟s como meio para acesso a informação
percebe-se o valor estratégico que a informação adquire.

As TIC‟s detém o potencial de manutenção de uma
comunidade global de cooperação científica, onde os atores
podem trabalhar conjuntamente ao invés de isoladamente na
busca colaborativa para a resolução de seus problemas
locais, em uma relação ganha-ganha.
(GONZÁLEZ DE GÓMEZ, 2003)
O potencial da sociedade em rede:
a colaboração e a generosidade científica

O aspecto social da ciência está relacionado ao seu
desenvolvimento como atividade coletiva: seja pelo uso dos
trabalhos publicados por outros pesquisadores (revisão de
literatura), pelas interações e trocas no decorrer das atividades de
pesquisa, pelo desenvolvimento de pesquisas conjuntas, ou pela
revisão e avaliação pelos pares para que em seguida o
conhecimento produzido possa ser publicado e volte a entrar no
ciclo de „produção-avaliação-publicação‟ científica.
As comunidades científicas se organizam em rede.
(FUJINO, et al., 2007; MUELLER, 2007; STUMPF, 1997; WEITZEL, 2006)
O potencial da sociedade em rede:
a colaboração e a generosidade científica
Uma rede é contituída de conexões entre nós – direta ou
indiretamente, através dos nós intermediários entre dois outros nós. O
desenvolvimento das TIC‟s propiciou um meio no qual as conexões
podem ser amplificadas, o contato pode ser instantâneo e imediato e
onde as redes de relacionamento podem ser estendidas ao máximo.

A importância da organização em redes, está relacionada a
comunicação, a interação, as trocas e a cooperação social e sua
força reside na união.
A força da rede está contida nos laços, na união, na capacidade
de adicionar benefícios ao grupo, na cooperação.
(CALLON, 2004; CASTELLS, 2003; GONZÁLEZ DE GÓMEZ, 2006 ; VAZ, 2004)
O potencial da sociedade em rede:
a colaboração e a generosidade científica
A sociedade em rede, conectada, mediada pelas TIC‟s e permeada pela explosão
informacional tem a possibilidade de desenvolver a inteligência coletiva.

A articulação de grupos em torno de um ideal possibilita que os
indivíduos, as ideias e, portanto os objetivos desse grupo tenham
mais força, além de corroborar para a propagação de suas ideias,
levando a expansão do alcance da rede e ao aumento dos nós,
tornando-a mais sólida. São a solidez e a força que a articulação
de indivíduos em grupo podem alcançar que reforçam a
importância da auto-organização das comunidades em torno de
objetivos comuns.
(CASTELLS, 2003; JOHNSON, 2003; KASTRUP, 2004; LEVY, 2001)
O potencial da sociedade em rede:
a colaboração e a generosidade científica
Se a sociedade funciona e se organiza em redes, faz sentido pensar
que o uso e o desenvolvimento das TIC‟s traz como benefício o
fortalecimento das redes.

A web tem potencial para o estabelecimento de redes mundiais
de cooperação, apoiadas por políticas de informação locais que
visem à aplicação das soluções desenvolvidas em colaboração –
por meio das informações disponibilizadas na rede – para a
resolução de problemas locais e, sua conseqüente aplicação e
discussão provocando o aprimoramento e a geração de novas
informações que podem ser continuamente aplicadas e
melhoradas por todos.
(LEVY, 2001; MUSSO, 2004)
O potencial da sociedade em rede:
a colaboração e a generosidade científica
Há a oportunidade de instituir um cenário de „generosidade global‟
onde as pesquisas desenvolvidas pelos pesquisadores ao redor do
mundo pudessem ser compartilhadas com os demais membros da
comunidade científica estabelecendo assim relações de colaboração
(trabalho em conjunto) e, sobretudo de cooperação (troca e
compartilhamento). A generosidade dispensada em cooperar com um
pesquisador seria recompensada pela obtenção de cooperação por
outros indivíduos, atuando em uma rede de cooperação, estimulando o
‘agir coletivamente’ para o desenvolvimento científico e deste modo, o
desenvolvimento das nações. Os benefícios advindos desta
cooperação poderiam ser observados na diminuição das diferenças
entre os países.
Conclusão
A gradativa mudança de uma sociedade industrial, para uma sociedade
do conhecimento e o desenvolvimento de tecnologias que aproximam
e informam as pessoas – TIC‟s apontam para um futuro mais
conectado. Mais do que uma sociedade conectada que gere riquezas
materiais, financeiras, econômicas, precisamos desenvolver uma
sociedade conectada com a humanidade, com o desenvolvimento
social.
Vivemos em uma sociedade onde a informação e o conhecimento são
as molas propulsoras do desenvolvimento. Mediada pelas TIC‟s a
informação tem alcance global, e, portanto, há o aumento das
potencialidades do uso de determinada informação gerar
conhecimento.
Conclusão
Na sociedade globalizada, conectada, sem limites físico-temporais, as
redes sociais encontram, por meio das TIC‟s, ambiente favorável a sua
expansão e alcance sem limites. Podemos dizer, que a colaboração
nunca teve momento mais propício para ocorrer, na história da
humanidade, do que na atualidade.
Como seres sociais que somos temos existido em relação e cooperação e, vivido em
sociedade a milhares de anos; mas, talvez nunca antes tenhamos experimentado com um alcance tão amplo e de uma maneira tão forte – a conexão com o outro.

A Internet, como a TIC que melhor exemplifica a conexão entre
pessoas, tem possibilitado ao homem produzir e compartilhar
informações com todo o mundo, tem disponibilizado um espaço de
diálogo e de colaboração globais, e fomentado um sentimento global
de generosidade na web.
Conclusão
A generosidade na web, se aplicada as comunidades científicas,
de modo a estimular a formação de uma „comunidade global de
cooperação científica‟ pode contribuir para a expansão do
desenvolvimento científico e tecnológico e neste caso, para o
desenvolvimento das nações, mas sobretudo para o pensar e o
encontrar soluções e aplicações locais para os problemas globais,
como meio-ambiente, fome, informação, política e educação. O
estado de conexão global propiciado pelas TIC‟s pode ser
aproveitado para o desenvolvimento e a evolução global da
sociedade.
Referências
ANDALÉCIO, Aleixina Maria Lopes; MARTELETO, Regina Maria. A comunicação científica e as Tecnologias da informação
e comunicação. In: CONFERÊCIA IBEROAMERICANA DE PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS NO CONTEXTO DA
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA, 1, 2006. Brasília. Anais... Brasília: Universidade de Brasília, 2006. Disponível em:
<http://portal.cid.unb.br/CIPECCbr/viewpaper.php?id=30>. Acesso em: 30 mar. 2010.
BARBER, Benjamin R. Cultura McWorld. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia,
mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.41-56.
BARRETO, Aldo de Albuquerque. Os agregados de informação: memórias, esquecimento e estoques de informação.
DataGramaZero: revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.1, n.3, p.1-13, ago. 2000. Disponível em:
<http://www.dgz.org.br/>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BASTOS, Bartira; SILVA, Lídia de Jesus Loureiro da. Comunidade científica nas malhas da rede: que rotinas cognitivas e
sociais estão sendo alteradas pelo uso da internet no quotidiano da pesquisa? Dimensões para a definição de um padrão
de averiguação. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM INFORMAÇÃO, 6., 2005, Salvador. Anais
eletrônicos… Salvador: UFBA, 2005. p. 01-15. Disponível em: <
http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/BartiraBastos.pdf>. Acesso em: 31 jul. 2009.
BAUMAN, Zygmund. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1999.
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2003.
CALLON, Michel. Por uma nova abordagem da ciência, da inovação e do mercado. O papel das redes sociotécnicas. In:
PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas de comunicação. Porto
Alegre: Sulina, 2004. p.64-79
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 7.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003.
CASTELLS, Manuel. Internet e sociedade em rede. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia,
mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.255-287.
Referências
D‟AMARAL, Márcio Tavares. Sobre “sociedade do conhecimento”: um labirinto e uma saída. Tempo Brasileiro, n. 152, p.
33-42, jan./mar.2003.
DREIFUSS, Reneé A. Tecnobergs globais, mundialização e planetariazação, In: MORAES, Denis de. Por uma outra
comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.105-137.
FUJINO, Asa; NORONHA, Daisy Pires; POBLACIÓN, Dinah Aguiar; SILVA, José Fernando Modesto da. Comunicação e
produção científica: avaliação e perspectivas. In: LARA, Marilda Lopes Ginez de; FUJINO, Asa; NORONHA, Daisy Pires
(Org.). Informação e Contemporaneidade: perspectivas. Recife: NÉCTAR, 2007. p.198-230. Disponível em: <
http://www.pos.eca.usp.br/sites/default/files/file/cienciaInformacao/informacaoContemporaniedade.pdf > Acesso em: 15
dez 2009.
FUKS, Saul. A sociedade do conhecimento. Tempo Brasileiro, n.152, p.75-101, jan./mar. 2003.
GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. E-Topia, Inclusão Social, Brasília, v. 1, n. 2, p. 51-59, abr./set. 2006. Disponível
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GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. As relações entre ciência, estado e sociedade: um domínio de visibilidade para as
questões da informação. Ciência da Informação, Brasília, v.32, n.1, p.60-76, jan./abr.2003. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/index.php/ciinf >. Acesso em: 10 abr. 2011.
JOHNSON, Steven. Emergência: a dinâmica da rede em formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Zahar
Ed., 2003.
KASTRUP, Virgínia. A rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e
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Referências
LEVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2001.
MAFFESOLI, Michel. A comunicação sem fim. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A
genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.20-32.

MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. Literatura científica, comunicação científica. In: TOUTAIN, Lídia Maria Batista
Brandão (Org.). Para entender a ciência da informação. Salvador: EDUFBA, 2007. p.125-144. Disponível em:
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MUSSO, Pierre. A filosofia da rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas
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PAVAN, Cleusa. et al. Connotea: site para a comunicação científica e compartilhamento de informações na Internet.
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.5, n. 1, p. 77-94, jul/dez. 2007. Disponível
em: <http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/article/view/736>. Acesso em 10 fev. 2010.
SANTOS, Boaventura de Sousa. As tensões da modernidade. 2005. Disponível em:
<http://acd.ufrj.br/pacc/z/ensaio/boaventura.htm>. Acesso em: 20 mar. 2011.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 9.ed. Rio de Janeiro:
Record, 2002.
STUMPF Ida Regina Chitto. O uso da Internet na pesquisa universitária: o caso da UFRGS. Revista de Biblioteconomia
de Brasília, v. 21, n. 2, p. 189-200, jul./dez. 1997.
Referências
TAKAHASHI, Tadao (Org.). Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia,
2000.
TARGINO, Maria das Graças. Comunicação Científica: uma revisão de seus elementos básicos. Informação e
Sociedade, v. 10, n. 2. João Pessoa, 2000. Disponível em:
<http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/326/248>. Acesso em: 17 mar. 2010.
VAZ, Paulo. Esperança e excesso. In: PARENTE, André. Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e
políticas de comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.189-208.
VAZ, Paulo. Mediação e tecnologia. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia
do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.216 -238.
WEITZEL, Simone da Rocha. Fluxo da Informação científica. In: POBLACION, Dinah A.; WITTER, Geraldina Porto; SILVA,
José F. M. da. (Org.). Comunicação e Produção Científica: contexto, indicadores e avaliação. São Paulo: Angellara,
2006. p.81-114.
WOLTON, Dominique. Pensar a Internet. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A
genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.149-156.
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  • 1. Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação Mestrado em Ciência da Informação Disciplina: PCI3101 – Informação e comunicação na Sociedade do Conhecimento Professora: Edna Lúcia da Silva Artigo da Disciplina A Internet, a colaboração e a generosidade aplicadas as comunidades científicas Patricia da Silva Neubert
  • 2. Estrutura do artigo      Introdução A sociedade global: o impacto das TIC‟s A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica Conclusão
  • 3. Introdução Similaridade entre o advento da prensa de tipos móveis no Século XV, e o desenvolvimento das TIC‟s, mais especificamente da Internet:  Importância para a disseminação do conhecimento;  para a difusão e a criação de comunidades;  promoção da padronização do conhecimento, e deste modo o fomento de discussões, o desenvolvimento de novos estudos e pesquisas e a criação de grupos com interesses comuns. (BURKE, 2003)
  • 4. Introdução A Internet é uma ferramenta para comunicação e informação – uma tecnologia desenvolvida para conectar pessoas. O poder dessa conexão:  facilidades de comunicação;  extensão de seu alcance, é uma ferramenta que possibilita a disseminação de uma idéia em escala global;  possibilidade de acesso a informação. A conexão tem forte relação com a cooperação. (CASTELLS, 2005)
  • 5. Introdução A informação é requisito básico e fundamental para o desenvolvimento individual e social. “informação é poder” Aqueles que não dispõem de informação ficam de fora do jogo societário. Além disso, a informação é o insumo para o desenvolvimento científico. (D‟AMARAL, 2003)
  • 6. Introdução A ciência é determinante para o desenvolvimento econômico e social das nações, e serve como indicativo deste desenvolvimento, portanto, é considerada como fator que colabora para a melhoria da qualidade de vida e do desempenho econômico dos países. O desenvolvimento científico é tido como o ponto de diferenciação entre países centrais e periféricos, e a questão do acesso e compartilhamento do conhecimento científico acentua a diferença entre estes. (STUMPF, 1997)
  • 7. Introdução A Internet lança possibilidades de alcance e de participação na produção de informação alguns anos antes inimagináveis e propiciam a globalização de inúmeras condições. Considerando que o desenvolvimento científico e tecnológico são os grandes propulsores do desenvolvimento das nações, pretende-se discutir a colaboração e a generosidade aplicadas as comunidades científicas na web. A discussão é norteada pela influência das TIC‟s na sociedade global e sua repercussão nas comunidades científicas, com o foco sobre a colaboração científica em escala global.
  • 8. A sociedade global: o impacto das TIC‟s O processo de globalização influencia toda a humanidade sobre todos os aspectos da vida em sociedade. A sociedade global é aquela que desenvolveu capacidades de estender uma condição antes restrita a uma determinada localidade a escala global, fazendo com que esta condição tenha influência global. Para aumentar a extensão dessa „influência‟, devemos observar a importância dos meios de comunicação e das tecnologias da informação para disseminar essa condição. (BAUMAN, 1999; SANTOS, 2002)
  • 9. A sociedade global: o impacto das TIC‟s As TIC‟s, pela sua função de „encurtadoras de distâncias‟ possuem um papel social muito forte, pois é a partir da disseminação de seu uso que os indivíduos têm a possibilidade de ter acesso a uma gama de recursos informacionais. A Internet propicia, não somente a comunicação, mas as trocas, a circulação da informação e a geração de conteúdos, além da inserção no „mundo globalizado‟. (TAKAHASHI, 2000)
  • 10. A sociedade global: o impacto das TIC‟s A Internet é um “sistema automatizado de informação” e é somente o homem quem atribui sentido a comunicação e as informações que circulam pela rede. O que mais atrai na rede mundial de computadores são as possibilidades de interações sem limites. A verdadeira finalidade e, a base do desenvolvimento das TIC‟s e a razão de sucesso da Internet: a possibilidade de se conectar ao outro, de estabelecer uma relação. (LEVY, 2001; MAFFESOLI, 2004; VAZ, 2004; WOLTON, 2004)
  • 11. A sociedade global: o impacto das TIC‟s A informação é o insumo para o desenvolvimento, é o combustível que alavanca o motor econômico, e são as TIC‟s que contém o potencial de expansão do acesso a informação e, deste modo passam a ser consideradas o meio pelo qual os indivíduos poderão ter acesso a informação e ao aproveitar-se desta, transformá-la em conhecimento. Neste contexto, destaca-se o papel das TIC‟s para o desenvolvimento das nações, e ressalta-se seu papel no processo de globalização de uma determinada condição, como meio pelo qual tal condição é veiculada, disseminada, popularizada e em conseqüência globalizada. (BARBER, 2005; BARRETO, 2000; FUKS,2003)
  • 12. A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica A Internet modificou a forma como a sociedade se comunica. A comunidade científica foi um dos primeiros setores a fazer uso da Internet em suas rotinas, e a beneficiar-se do uso desta tecnologia. A atividade científica envolve de forma massiva a comunicação e está fortemente alicerçada nos processos de troca de informação, aspectos altamente impactados pelo desenvolvimento das TIC‟s. (BASTOS; SILVA, 2005; DREIFUSS, 2005; TARGINO, 2000)
  • 13. A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica Para a ciência, o dinamismo, a rapidez e a facilidade de acesso a informações que a Internet proporciona ocasionam inúmeras facilidades ao tornar mais ágil o processo de comunicação entre os pares e ao prover acesso a conteúdos anteriormente inacessíveis, ou cujo acesso demandaria muito tempo. Neste contexto, a Internet possibilita novas formas de comunicação entre os pesquisadores, promovendo o debate e a colaboração; tornase uma ferramenta de promoção e divulgação da ciência, possibilitando o acesso as publicações produzidas ao redor do mundo . (ANDALÉCIO; MARTELETO, 2006; PAVAN, 2007)
  • 14. A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica A disponibilização de conteúdos na rede, incluindo as publicações científicas por meio dos periódicos on-line e do crescente movimento de acesso aberto, proporcionam o acesso à informação a um número maior de pessoas. As possibilidades da Internet extrapolam a publicação de textos, elas permitem a troca constante de informações e possibilitam o compartilhamento e a colaboração permanentemente entre os pares, estimulando o diálogo e a cooperação. Dado que na web a comunidade deixa de ser local e passa a ser global, por que não pensar o seu uso para a formação de uma rede global para a colaboração? (BASTOS; SILVA, 2005; PAVAN, 2007)
  • 15. A ciência e as TIC’s: Internet e comunicação científica Ao considerar-se a importância da informação para a geração do conhecimento, do conhecimento para o desenvolvimento das nações e, das TIC‟s como meio para acesso a informação percebe-se o valor estratégico que a informação adquire. As TIC‟s detém o potencial de manutenção de uma comunidade global de cooperação científica, onde os atores podem trabalhar conjuntamente ao invés de isoladamente na busca colaborativa para a resolução de seus problemas locais, em uma relação ganha-ganha. (GONZÁLEZ DE GÓMEZ, 2003)
  • 16. O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica O aspecto social da ciência está relacionado ao seu desenvolvimento como atividade coletiva: seja pelo uso dos trabalhos publicados por outros pesquisadores (revisão de literatura), pelas interações e trocas no decorrer das atividades de pesquisa, pelo desenvolvimento de pesquisas conjuntas, ou pela revisão e avaliação pelos pares para que em seguida o conhecimento produzido possa ser publicado e volte a entrar no ciclo de „produção-avaliação-publicação‟ científica. As comunidades científicas se organizam em rede. (FUJINO, et al., 2007; MUELLER, 2007; STUMPF, 1997; WEITZEL, 2006)
  • 17. O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica Uma rede é contituída de conexões entre nós – direta ou indiretamente, através dos nós intermediários entre dois outros nós. O desenvolvimento das TIC‟s propiciou um meio no qual as conexões podem ser amplificadas, o contato pode ser instantâneo e imediato e onde as redes de relacionamento podem ser estendidas ao máximo. A importância da organização em redes, está relacionada a comunicação, a interação, as trocas e a cooperação social e sua força reside na união. A força da rede está contida nos laços, na união, na capacidade de adicionar benefícios ao grupo, na cooperação. (CALLON, 2004; CASTELLS, 2003; GONZÁLEZ DE GÓMEZ, 2006 ; VAZ, 2004)
  • 18. O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica A sociedade em rede, conectada, mediada pelas TIC‟s e permeada pela explosão informacional tem a possibilidade de desenvolver a inteligência coletiva. A articulação de grupos em torno de um ideal possibilita que os indivíduos, as ideias e, portanto os objetivos desse grupo tenham mais força, além de corroborar para a propagação de suas ideias, levando a expansão do alcance da rede e ao aumento dos nós, tornando-a mais sólida. São a solidez e a força que a articulação de indivíduos em grupo podem alcançar que reforçam a importância da auto-organização das comunidades em torno de objetivos comuns. (CASTELLS, 2003; JOHNSON, 2003; KASTRUP, 2004; LEVY, 2001)
  • 19. O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica Se a sociedade funciona e se organiza em redes, faz sentido pensar que o uso e o desenvolvimento das TIC‟s traz como benefício o fortalecimento das redes. A web tem potencial para o estabelecimento de redes mundiais de cooperação, apoiadas por políticas de informação locais que visem à aplicação das soluções desenvolvidas em colaboração – por meio das informações disponibilizadas na rede – para a resolução de problemas locais e, sua conseqüente aplicação e discussão provocando o aprimoramento e a geração de novas informações que podem ser continuamente aplicadas e melhoradas por todos. (LEVY, 2001; MUSSO, 2004)
  • 20. O potencial da sociedade em rede: a colaboração e a generosidade científica Há a oportunidade de instituir um cenário de „generosidade global‟ onde as pesquisas desenvolvidas pelos pesquisadores ao redor do mundo pudessem ser compartilhadas com os demais membros da comunidade científica estabelecendo assim relações de colaboração (trabalho em conjunto) e, sobretudo de cooperação (troca e compartilhamento). A generosidade dispensada em cooperar com um pesquisador seria recompensada pela obtenção de cooperação por outros indivíduos, atuando em uma rede de cooperação, estimulando o ‘agir coletivamente’ para o desenvolvimento científico e deste modo, o desenvolvimento das nações. Os benefícios advindos desta cooperação poderiam ser observados na diminuição das diferenças entre os países.
  • 21. Conclusão A gradativa mudança de uma sociedade industrial, para uma sociedade do conhecimento e o desenvolvimento de tecnologias que aproximam e informam as pessoas – TIC‟s apontam para um futuro mais conectado. Mais do que uma sociedade conectada que gere riquezas materiais, financeiras, econômicas, precisamos desenvolver uma sociedade conectada com a humanidade, com o desenvolvimento social. Vivemos em uma sociedade onde a informação e o conhecimento são as molas propulsoras do desenvolvimento. Mediada pelas TIC‟s a informação tem alcance global, e, portanto, há o aumento das potencialidades do uso de determinada informação gerar conhecimento.
  • 22. Conclusão Na sociedade globalizada, conectada, sem limites físico-temporais, as redes sociais encontram, por meio das TIC‟s, ambiente favorável a sua expansão e alcance sem limites. Podemos dizer, que a colaboração nunca teve momento mais propício para ocorrer, na história da humanidade, do que na atualidade. Como seres sociais que somos temos existido em relação e cooperação e, vivido em sociedade a milhares de anos; mas, talvez nunca antes tenhamos experimentado com um alcance tão amplo e de uma maneira tão forte – a conexão com o outro. A Internet, como a TIC que melhor exemplifica a conexão entre pessoas, tem possibilitado ao homem produzir e compartilhar informações com todo o mundo, tem disponibilizado um espaço de diálogo e de colaboração globais, e fomentado um sentimento global de generosidade na web.
  • 23. Conclusão A generosidade na web, se aplicada as comunidades científicas, de modo a estimular a formação de uma „comunidade global de cooperação científica‟ pode contribuir para a expansão do desenvolvimento científico e tecnológico e neste caso, para o desenvolvimento das nações, mas sobretudo para o pensar e o encontrar soluções e aplicações locais para os problemas globais, como meio-ambiente, fome, informação, política e educação. O estado de conexão global propiciado pelas TIC‟s pode ser aproveitado para o desenvolvimento e a evolução global da sociedade.
  • 24. Referências ANDALÉCIO, Aleixina Maria Lopes; MARTELETO, Regina Maria. A comunicação científica e as Tecnologias da informação e comunicação. In: CONFERÊCIA IBEROAMERICANA DE PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA, 1, 2006. Brasília. Anais... Brasília: Universidade de Brasília, 2006. Disponível em: <http://portal.cid.unb.br/CIPECCbr/viewpaper.php?id=30>. Acesso em: 30 mar. 2010. BARBER, Benjamin R. Cultura McWorld. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.41-56. BARRETO, Aldo de Albuquerque. Os agregados de informação: memórias, esquecimento e estoques de informação. DataGramaZero: revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.1, n.3, p.1-13, ago. 2000. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/>. Acesso em: 10 abr. 2011. BASTOS, Bartira; SILVA, Lídia de Jesus Loureiro da. Comunidade científica nas malhas da rede: que rotinas cognitivas e sociais estão sendo alteradas pelo uso da internet no quotidiano da pesquisa? Dimensões para a definição de um padrão de averiguação. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM INFORMAÇÃO, 6., 2005, Salvador. Anais eletrônicos… Salvador: UFBA, 2005. p. 01-15. Disponível em: < http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/BartiraBastos.pdf>. Acesso em: 31 jul. 2009. BAUMAN, Zygmund. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1999. BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2003. CALLON, Michel. Por uma nova abordagem da ciência, da inovação e do mercado. O papel das redes sociotécnicas. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas de comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.64-79 CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 7.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. CASTELLS, Manuel. Internet e sociedade em rede. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.255-287.
  • 25. Referências D‟AMARAL, Márcio Tavares. Sobre “sociedade do conhecimento”: um labirinto e uma saída. Tempo Brasileiro, n. 152, p. 33-42, jan./mar.2003. DREIFUSS, Reneé A. Tecnobergs globais, mundialização e planetariazação, In: MORAES, Denis de. Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Niterói: Record, 2005. p.105-137. FUJINO, Asa; NORONHA, Daisy Pires; POBLACIÓN, Dinah Aguiar; SILVA, José Fernando Modesto da. Comunicação e produção científica: avaliação e perspectivas. In: LARA, Marilda Lopes Ginez de; FUJINO, Asa; NORONHA, Daisy Pires (Org.). Informação e Contemporaneidade: perspectivas. Recife: NÉCTAR, 2007. p.198-230. Disponível em: < http://www.pos.eca.usp.br/sites/default/files/file/cienciaInformacao/informacaoContemporaniedade.pdf > Acesso em: 15 dez 2009. FUKS, Saul. A sociedade do conhecimento. Tempo Brasileiro, n.152, p.75-101, jan./mar. 2003. GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. E-Topia, Inclusão Social, Brasília, v. 1, n. 2, p. 51-59, abr./set. 2006. Disponível em:< http://revista.ibict.br/inclusao/index.php/inclusao/article/view/23/38>. Acesso em 20 de abr de 2011. GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. As relações entre ciência, estado e sociedade: um domínio de visibilidade para as questões da informação. Ciência da Informação, Brasília, v.32, n.1, p.60-76, jan./abr.2003. Disponível em: <http://revista.ibict.br/index.php/ciinf >. Acesso em: 10 abr. 2011. JOHNSON, Steven. Emergência: a dinâmica da rede em formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2003. KASTRUP, Virgínia. A rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas de comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.80-90.
  • 26. Referências LEVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2001. MAFFESOLI, Michel. A comunicação sem fim. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.20-32. MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. Literatura científica, comunicação científica. In: TOUTAIN, Lídia Maria Batista Brandão (Org.). Para entender a ciência da informação. Salvador: EDUFBA, 2007. p.125-144. Disponível em: <https://repositorio.ufba.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/17/PARA%20ENTENDER%20A%20CIENCIA%20DA%20IN FORMAMACAO.PDF?sequence=3 > Acesso em: 10 fev. 2010. MUSSO, Pierre. A filosofia da rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas de comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.17-38. PAVAN, Cleusa. et al. Connotea: site para a comunicação científica e compartilhamento de informações na Internet. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.5, n. 1, p. 77-94, jul/dez. 2007. Disponível em: <http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/article/view/736>. Acesso em 10 fev. 2010. SANTOS, Boaventura de Sousa. As tensões da modernidade. 2005. Disponível em: <http://acd.ufrj.br/pacc/z/ensaio/boaventura.htm>. Acesso em: 20 mar. 2011. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 9.ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. STUMPF Ida Regina Chitto. O uso da Internet na pesquisa universitária: o caso da UFRGS. Revista de Biblioteconomia de Brasília, v. 21, n. 2, p. 189-200, jul./dez. 1997.
  • 27. Referências TAKAHASHI, Tadao (Org.). Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. TARGINO, Maria das Graças. Comunicação Científica: uma revisão de seus elementos básicos. Informação e Sociedade, v. 10, n. 2. João Pessoa, 2000. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/326/248>. Acesso em: 17 mar. 2010. VAZ, Paulo. Esperança e excesso. In: PARENTE, André. Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas de comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.189-208. VAZ, Paulo. Mediação e tecnologia. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.216 -238. WEITZEL, Simone da Rocha. Fluxo da Informação científica. In: POBLACION, Dinah A.; WITTER, Geraldina Porto; SILVA, José F. M. da. (Org.). Comunicação e Produção Científica: contexto, indicadores e avaliação. São Paulo: Angellara, 2006. p.81-114. WOLTON, Dominique. Pensar a Internet. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.149-156.