Resultados 3T14
Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de
acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadas em
certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambiente econômico, as
condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle da Companhia.
Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e as declarações de
expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condições
econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria de serviços
públicos, condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas
operações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultados
reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações de expectativas
sobre eventos ou resultados futuros.
As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores e
nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações ou
opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá qualquer
responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo desta apresentação.
Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuais
expectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia. Essas
declarações podem incluir projeções de crescimento econômico, demanda, fornecimento de energia, além de
informações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades de crescimento e outros
assuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações se
baseiam.
Disclaimer
2
Destaques 3T14
3
 Capacidade em operação de 1.495 MW
distribuídos em 70 usinas ao final do 3T14 (+21%
vs 3T13)
 Receita líquida de R$ 344 MM no 3T14 (+28% vs
3T13) e de R$ 878 MM nos 9M14 (+28% vs
9M13)
 EBITDA de R$ 218 MM no 3T14 (+47% vs 3T13)
e de R$ 454 MM nos 9M14 (17% vs 9M13)
 Sólida situação de liquidez financeira: caixa de
R$ 779 MM
 Conclusão da incorporação da DESA: adição
de 331 MW de capacidade contratada (278 MW
em operação e 53 MW em construção), com
eficácia a partir de 01 de outubro
Crescimento de 54% da capacidade
instalada desde o IPO
4
#1 em energia
renovável no
Brasil com 1,8
GW1 (84%) de
capacidade em
operação
Expansão para
2,1 GW1 de
capacidade em
operação até
2018
Portfólio
diversificado
regionalmente e
com presença
nas 4 fontes
PPAs, concessões
e autorizações de
longo prazo
Evolução do portfólio contratado1 (MW)
(1) Considerando os ativos incorporados por meio da associação com a DESA, em 01 de outubro de 2014
(2) Criação da CPFL Renováveis
Ago/11 Jul/13 (IPO) 9M14 Out/14 2016 2018 Total
contratado
2018
651,7
1.153,1
1.495,1
1.772,7
284,2 51,3
2.108,2
18,9%
53,7%
2
Solar
PCH
Eólica
Biomassa
PCH
Eólica
Ativos em operação
Conclusão da associação com DESA
5
 Consolidação nos resultados
econômico-financeiros da CPFL
Renováveis a partir do dia 01 de
outubro de 2014
 330,8 MW de capacidade
contratada:
• Em operação:
− 7 parques eólicos: 205,2 MW
− 3 PCHs: 72,4 MW
• Em construção:
− 1 parque eólico: 29,2 MW
− 1 PCH: 24,0 MW
Início da operação das usinas à biomassa
Bio Alvorada (nov/13) e ciclo completo da
Bio Coopcana (ago/13)
Conclusão da aquisição dos parques eólicos
de Rosa dos Ventos (fev/14)
Entrada em operação do complexo eólico
Atlântica (mar/14)
Início da operação comercial do complexo
eólico Santa Clara (mar/14)
Antecipação da safra ocorrida em 2014
Condição hidrológica desfavorável (menor
geração das PCHs)
3T13 3T14 9M13 9M14
266,4 175,1
906,9
651,9
362,6 710,1
841,9 1.354,0
275,4
364,6
457,8
712,8
0,4
0,4
1,0
1,1
SOL
BIO
EOL
PCH
Geração de energia nos 9M14
6
1) Os dados de geração de energia não consideram o parque eólico Campo dos Ventos II e complexo eólico Macacos I, que estão aptos para
gerar energia e têm recebido a receita de seus contratos – as ICGs (Instalação Compartilhada de Geração) dos parques estão em fase de
comissionamento, sendo que a operação em teste já foi aprovada pela ANEEL conforme despacho nº 4.334, em 5 de novembro de 2014
38,2%
23,2%Geração de energia por fonte (GWh)1
2.719,7
2.207,5
1.250,2
904,9
Receita líquida
7
Receita líquida (R$ Milhões) Por fonte (9M13 x 9M14)
(1) Reconhecimento desde abril de 2014, enquanto no 3T13 a receita do complexo obedecia o critério de rateio fixo da receita anual, já que a conexão
com o sistema estava pendente (término da construção da ICG); (2)A participação da fonte solar é de 0,02% nos 9M14 vs 0,02% nos 9M13
3T13 3T14 9M13 9M14
268,8
344,2
684,5
878,3
 Ciclo completo de venda de energia da Bio
Coopcana e Bio Alvorada (mai/13)
 Início da vigência dos contratos de Campo dos
Ventos II (set/13), complexo eólico Atlântica
(mar/14), complexo eólico Macacos I (mai/14)
 Incorporação dos parques eólicos de Rosa dos
Ventos (mar/14)
 Reconhecimento da geração efetiva de
complexo eólico Santa Clara1
 Aumento de geração nas usinas à
biomassa em 9M14: antecipação da safra
e melhor performance operacional
28,3%
28,1% 48,5
16,9
34,5
9M13
EOL BIO SOL PCH
50,1
21,9
28,0
9M14
2
3T13 3T14
154,2
163,8
6,2%
3T13 3T14
55,8
68,5
Custos de geração de energia e
despesas gerais e administrativas
8
Custos (R$ Milhões) Despesas1 (R$ Milhões)
9M13 9M14
384,8
552,0
9M13 9M14
174,2
184,1
43,5%
22,7%
5,7%
 Crescimento do portfólio em operação
 Maior despesa devido aos gastos relacionados à associação com DESA, reconhecidos no 3T14
 Principais gastos extraordinários:
 3T14: efeito de GSF
 9M14: (i) projetos com alteração de cronograma; (ii) efeito de GSF; (iii) PCHs fora do
MRE e (iv) sinistro em gerador na Bio Coopcana
(1) Com a incorporação de DESA, incorreram custos no valor de R$ 6,0 milhões, incluindo serviços de consultoria, honorários advocatícios e outros.
194,8
148,5
75,4 9,8 5,8 10,1 217,8
254,3
EBITDA e resultado líquido 3T14
EBITDA
3T13
Receita
líquida
Gastos
extraord.
Desp.
operac.
EBITDA
3T14
55,3%
63,3%Margem EBITDA
73,9%
Custos
operac.
72,5%
EBITDA
ajustado
3T14
EBITDA
ajustado
3T13
Receita líquida
 Aumento do portfólio em operação (342MW)
Gastos extraordinários
 Redução na compra de energia
 Principal item no 3T14: GSF
Custos e despesas operacionais
 Aumento nos custos de O&M relacionados aos novos projetos
 Despesas relacionadas à associação com DESA, reconhecidos no 3T14
3T14
R$ 18,1
milhões
3T13
(R$ 16,0)
milhões
Resultado líquido
Evolução do EBITDA (R$ Milhões)
9
+30,5%
+ 46,6%
489,1
387,5
193,7 41,3
81,3
4,4 454,2
597,0
EBITDA e resultado líquido 9M14
EBITDA
9M13
Receita
líquida
Gastos
extraord.
Desp.
operac.
EBITDA
9M14
56,6%
51,7%
Margem EBITDA
68,0%
Custos
operac.
71,4%
EBITDA
ajustado
9M14
EBITDA
ajustado
9M13
Receita líquida
 Aumento do portfólio em operação (342MW)
Gastos extraordinários
 Compra de energia para atender os projetos com alteração de cronograma
de obras, efeito de GSF e PCHs fora do MRE
Custos e despesas operacionais
 Aumento nos custos de O&M relacionados aos novos projetos
 Despesas relacionadas à associação com DESA, reconhecidos no 3T14
9M14
(R$ 102,1)
milhões
9M13
(R$ 82,8)
milhões
Resultado líquido
Evolução do EBITDA (R$ Milhões)
10
+22,1%
+ 17,2%
6,9x
7.3x 7,1x
6,2x
Alavancagem
Dívida por indexador (%)Dívida líquida/Ebitda (R$ mm)
Amortização da dívida (R$ mm)
• Prazo médio: 6,3 anos
• Custo médio nominal: 8,4%
(78,2% do CDI de set/14)
Perfil da dívida
(1) considera conta reserva
(2) ao longo do 4T14
Perfil da dívida
11
14,0 %
28,0 %
2,0 %
57,0 %
Fixo
CDI
IGPM
TJLP
4T13 1T14 2T14 3T14
3.874,8 3.949,0 3.962,5 3.914,4
563,1 542,1 560,6 629,8
Dívida líquida EBITDA 12 meses
Caixa 2014 2015 2016 2017 2018+
199,6 344,3 373,9 407,3
3.368,8
Caixa Empréstimos e Debêntures
779,5
21
Projetos em andamento
1212
(1) Entrada em operação gradual a partir do 2T16 (2) Entrada em operação a partir do 1S18
(3) A redução na potência a ser instalada dos complexo Campo dos Ventos e complexo São Benedito, de 254 MW para 231 MW, deve-se à troca de aerogerador. Os
novos equipamentos têm maior eficiência operacional, permitindo que a energia média dos contratos de venda seja atendida com uma potência total reduzida
Entrada em
operação
20161 20182
Capacidade
(MW)
231,03 51,3
Garantia física
(MWm)
120,9 26,1
Financiamento
BNDES
(sendo estruturado)
BNDES
(a ser estruturado)
PPA ACL - 20 anos A-5 2013
Complexos eólicos
Campo dos Ventos e São Benedito
Complexo eólico
Pedra Cheirosa
Projetos em andamento
1313
Entrada em
operação
20161 20162
Capacidade
(MW)
29,2 24,0
Garantia física
(MWm)
15,3 13,1
Financiamento
BNDES
(Aprovado em out/2014)
BNDES
(Em análise)
PPA A-5 2011 A-5 2013
Parque eólico Morro dos Ventos II3 PCH Mata Velha3
(1) Entrada em operação gradual no 2T16
(2) Com a antecipação da obra, foi realizado um contrato bilateral (Mercado Livre) entre 2016 e 2018, quando iniciará a vigência do LEN 2013.
(3) Ativos incorporados por meio da associação com DESA, em 01 de outubro de 2014
• Valor de mercado equivalente à R$ 7,1 bilhões (R$ 14,14/ação)1
• Volume médio de 106 mil ações/dia
• Desde o IPO as ações valorizaram 13,0%2
Mercado de capitais
14
(1) Data base: 30/09/2014 (2)Base 100 em 19/07/2013 (3) Base 100 em 31/12/2013
Performance das ações3
80
85
90
95
100
105
110
115
120
125
130
31/12/2013
21/01/2014
11/02/2014
04/03/2014
25/03/2014
15/04/2014
06/05/2014
27/05/2014
17/06/2014
08/07/2014
29/07/2014
19/08/2014
09/09/2014
30/09/2014
IBOV IEE CPRE3
5,06%
5,12%
5,52%
Contatos
15
Cotação de fechamento
em 12/11/2014:
R$ 12,90
Valor de Mercado:
R$ 6,5 bilhões
US$ 2,5 bilhões
Andre Dorf
Diretor Presidente
Carlos Wilson Ribeiro
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Maria Carolina Gonçalves
Superintendente de Relações com Investidores
Luciana Silvestre Fonseca
Analista de Relações com Investidores
Priscila de Oliveira
Analista de Relações com Investidores
Natalia Troccoli
Analista de Relações com Investidores
E-mail: ri@cpflrenovaveis.com.br
Telefone: 11- 3157-9312
Assessoria de Imprensa
RP1 Comunicação Empresarial
E-mail: marianacasena@rp1.com.br
Telefone: 11-5501-4655

Apresentac¸a~o de resultados 3 t14 vfinal

  • 1.
  • 2.
    Esta apresentação podeincluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadas em certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambiente econômico, as condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria de serviços públicos, condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas operações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultados reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros. As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores e nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações ou opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá qualquer responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo desta apresentação. Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuais expectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia. Essas declarações podem incluir projeções de crescimento econômico, demanda, fornecimento de energia, além de informações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades de crescimento e outros assuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações se baseiam. Disclaimer 2
  • 3.
    Destaques 3T14 3  Capacidadeem operação de 1.495 MW distribuídos em 70 usinas ao final do 3T14 (+21% vs 3T13)  Receita líquida de R$ 344 MM no 3T14 (+28% vs 3T13) e de R$ 878 MM nos 9M14 (+28% vs 9M13)  EBITDA de R$ 218 MM no 3T14 (+47% vs 3T13) e de R$ 454 MM nos 9M14 (17% vs 9M13)  Sólida situação de liquidez financeira: caixa de R$ 779 MM  Conclusão da incorporação da DESA: adição de 331 MW de capacidade contratada (278 MW em operação e 53 MW em construção), com eficácia a partir de 01 de outubro
  • 4.
    Crescimento de 54%da capacidade instalada desde o IPO 4 #1 em energia renovável no Brasil com 1,8 GW1 (84%) de capacidade em operação Expansão para 2,1 GW1 de capacidade em operação até 2018 Portfólio diversificado regionalmente e com presença nas 4 fontes PPAs, concessões e autorizações de longo prazo Evolução do portfólio contratado1 (MW) (1) Considerando os ativos incorporados por meio da associação com a DESA, em 01 de outubro de 2014 (2) Criação da CPFL Renováveis Ago/11 Jul/13 (IPO) 9M14 Out/14 2016 2018 Total contratado 2018 651,7 1.153,1 1.495,1 1.772,7 284,2 51,3 2.108,2 18,9% 53,7% 2
  • 5.
    Solar PCH Eólica Biomassa PCH Eólica Ativos em operação Conclusãoda associação com DESA 5  Consolidação nos resultados econômico-financeiros da CPFL Renováveis a partir do dia 01 de outubro de 2014  330,8 MW de capacidade contratada: • Em operação: − 7 parques eólicos: 205,2 MW − 3 PCHs: 72,4 MW • Em construção: − 1 parque eólico: 29,2 MW − 1 PCH: 24,0 MW
  • 6.
    Início da operaçãodas usinas à biomassa Bio Alvorada (nov/13) e ciclo completo da Bio Coopcana (ago/13) Conclusão da aquisição dos parques eólicos de Rosa dos Ventos (fev/14) Entrada em operação do complexo eólico Atlântica (mar/14) Início da operação comercial do complexo eólico Santa Clara (mar/14) Antecipação da safra ocorrida em 2014 Condição hidrológica desfavorável (menor geração das PCHs) 3T13 3T14 9M13 9M14 266,4 175,1 906,9 651,9 362,6 710,1 841,9 1.354,0 275,4 364,6 457,8 712,8 0,4 0,4 1,0 1,1 SOL BIO EOL PCH Geração de energia nos 9M14 6 1) Os dados de geração de energia não consideram o parque eólico Campo dos Ventos II e complexo eólico Macacos I, que estão aptos para gerar energia e têm recebido a receita de seus contratos – as ICGs (Instalação Compartilhada de Geração) dos parques estão em fase de comissionamento, sendo que a operação em teste já foi aprovada pela ANEEL conforme despacho nº 4.334, em 5 de novembro de 2014 38,2% 23,2%Geração de energia por fonte (GWh)1 2.719,7 2.207,5 1.250,2 904,9
  • 7.
    Receita líquida 7 Receita líquida(R$ Milhões) Por fonte (9M13 x 9M14) (1) Reconhecimento desde abril de 2014, enquanto no 3T13 a receita do complexo obedecia o critério de rateio fixo da receita anual, já que a conexão com o sistema estava pendente (término da construção da ICG); (2)A participação da fonte solar é de 0,02% nos 9M14 vs 0,02% nos 9M13 3T13 3T14 9M13 9M14 268,8 344,2 684,5 878,3  Ciclo completo de venda de energia da Bio Coopcana e Bio Alvorada (mai/13)  Início da vigência dos contratos de Campo dos Ventos II (set/13), complexo eólico Atlântica (mar/14), complexo eólico Macacos I (mai/14)  Incorporação dos parques eólicos de Rosa dos Ventos (mar/14)  Reconhecimento da geração efetiva de complexo eólico Santa Clara1  Aumento de geração nas usinas à biomassa em 9M14: antecipação da safra e melhor performance operacional 28,3% 28,1% 48,5 16,9 34,5 9M13 EOL BIO SOL PCH 50,1 21,9 28,0 9M14 2
  • 8.
    3T13 3T14 154,2 163,8 6,2% 3T13 3T14 55,8 68,5 Custosde geração de energia e despesas gerais e administrativas 8 Custos (R$ Milhões) Despesas1 (R$ Milhões) 9M13 9M14 384,8 552,0 9M13 9M14 174,2 184,1 43,5% 22,7% 5,7%  Crescimento do portfólio em operação  Maior despesa devido aos gastos relacionados à associação com DESA, reconhecidos no 3T14  Principais gastos extraordinários:  3T14: efeito de GSF  9M14: (i) projetos com alteração de cronograma; (ii) efeito de GSF; (iii) PCHs fora do MRE e (iv) sinistro em gerador na Bio Coopcana (1) Com a incorporação de DESA, incorreram custos no valor de R$ 6,0 milhões, incluindo serviços de consultoria, honorários advocatícios e outros.
  • 9.
    194,8 148,5 75,4 9,8 5,810,1 217,8 254,3 EBITDA e resultado líquido 3T14 EBITDA 3T13 Receita líquida Gastos extraord. Desp. operac. EBITDA 3T14 55,3% 63,3%Margem EBITDA 73,9% Custos operac. 72,5% EBITDA ajustado 3T14 EBITDA ajustado 3T13 Receita líquida  Aumento do portfólio em operação (342MW) Gastos extraordinários  Redução na compra de energia  Principal item no 3T14: GSF Custos e despesas operacionais  Aumento nos custos de O&M relacionados aos novos projetos  Despesas relacionadas à associação com DESA, reconhecidos no 3T14 3T14 R$ 18,1 milhões 3T13 (R$ 16,0) milhões Resultado líquido Evolução do EBITDA (R$ Milhões) 9 +30,5% + 46,6%
  • 10.
    489,1 387,5 193,7 41,3 81,3 4,4 454,2 597,0 EBITDAe resultado líquido 9M14 EBITDA 9M13 Receita líquida Gastos extraord. Desp. operac. EBITDA 9M14 56,6% 51,7% Margem EBITDA 68,0% Custos operac. 71,4% EBITDA ajustado 9M14 EBITDA ajustado 9M13 Receita líquida  Aumento do portfólio em operação (342MW) Gastos extraordinários  Compra de energia para atender os projetos com alteração de cronograma de obras, efeito de GSF e PCHs fora do MRE Custos e despesas operacionais  Aumento nos custos de O&M relacionados aos novos projetos  Despesas relacionadas à associação com DESA, reconhecidos no 3T14 9M14 (R$ 102,1) milhões 9M13 (R$ 82,8) milhões Resultado líquido Evolução do EBITDA (R$ Milhões) 10 +22,1% + 17,2%
  • 11.
    6,9x 7.3x 7,1x 6,2x Alavancagem Dívida porindexador (%)Dívida líquida/Ebitda (R$ mm) Amortização da dívida (R$ mm) • Prazo médio: 6,3 anos • Custo médio nominal: 8,4% (78,2% do CDI de set/14) Perfil da dívida (1) considera conta reserva (2) ao longo do 4T14 Perfil da dívida 11 14,0 % 28,0 % 2,0 % 57,0 % Fixo CDI IGPM TJLP 4T13 1T14 2T14 3T14 3.874,8 3.949,0 3.962,5 3.914,4 563,1 542,1 560,6 629,8 Dívida líquida EBITDA 12 meses Caixa 2014 2015 2016 2017 2018+ 199,6 344,3 373,9 407,3 3.368,8 Caixa Empréstimos e Debêntures 779,5 21
  • 12.
    Projetos em andamento 1212 (1)Entrada em operação gradual a partir do 2T16 (2) Entrada em operação a partir do 1S18 (3) A redução na potência a ser instalada dos complexo Campo dos Ventos e complexo São Benedito, de 254 MW para 231 MW, deve-se à troca de aerogerador. Os novos equipamentos têm maior eficiência operacional, permitindo que a energia média dos contratos de venda seja atendida com uma potência total reduzida Entrada em operação 20161 20182 Capacidade (MW) 231,03 51,3 Garantia física (MWm) 120,9 26,1 Financiamento BNDES (sendo estruturado) BNDES (a ser estruturado) PPA ACL - 20 anos A-5 2013 Complexos eólicos Campo dos Ventos e São Benedito Complexo eólico Pedra Cheirosa
  • 13.
    Projetos em andamento 1313 Entradaem operação 20161 20162 Capacidade (MW) 29,2 24,0 Garantia física (MWm) 15,3 13,1 Financiamento BNDES (Aprovado em out/2014) BNDES (Em análise) PPA A-5 2011 A-5 2013 Parque eólico Morro dos Ventos II3 PCH Mata Velha3 (1) Entrada em operação gradual no 2T16 (2) Com a antecipação da obra, foi realizado um contrato bilateral (Mercado Livre) entre 2016 e 2018, quando iniciará a vigência do LEN 2013. (3) Ativos incorporados por meio da associação com DESA, em 01 de outubro de 2014
  • 14.
    • Valor demercado equivalente à R$ 7,1 bilhões (R$ 14,14/ação)1 • Volume médio de 106 mil ações/dia • Desde o IPO as ações valorizaram 13,0%2 Mercado de capitais 14 (1) Data base: 30/09/2014 (2)Base 100 em 19/07/2013 (3) Base 100 em 31/12/2013 Performance das ações3 80 85 90 95 100 105 110 115 120 125 130 31/12/2013 21/01/2014 11/02/2014 04/03/2014 25/03/2014 15/04/2014 06/05/2014 27/05/2014 17/06/2014 08/07/2014 29/07/2014 19/08/2014 09/09/2014 30/09/2014 IBOV IEE CPRE3 5,06% 5,12% 5,52%
  • 15.
    Contatos 15 Cotação de fechamento em12/11/2014: R$ 12,90 Valor de Mercado: R$ 6,5 bilhões US$ 2,5 bilhões Andre Dorf Diretor Presidente Carlos Wilson Ribeiro Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Maria Carolina Gonçalves Superintendente de Relações com Investidores Luciana Silvestre Fonseca Analista de Relações com Investidores Priscila de Oliveira Analista de Relações com Investidores Natalia Troccoli Analista de Relações com Investidores E-mail: ri@cpflrenovaveis.com.br Telefone: 11- 3157-9312 Assessoria de Imprensa RP1 Comunicação Empresarial E-mail: marianacasena@rp1.com.br Telefone: 11-5501-4655