O Futuro da Produção  do Biodiesel   Prof. Donato Aranda, Lab Tecnologias Verdes, Greentec Escola de Química/UFRJ Rio de Janeiro-BRASIL Curitiba, Outubro, 2009
85 milhões barris/dia 31 bilhões barris/ano 5 trilhões de L/ano Fora isso: Carvão e Gás… Exploração de Petróleo na Terra Alguém pode esperar que isso não mude nada no planeta ???? O pré-sal ajuda ou atrapalha ???
Demanda Energética
Brasil
 
 
 
 
Não podemos nos esquecer dessas curvas quando falamos do pré-sal !!!
MATRIZ ENERGÉTICA ATUAL
Matriz Energética Futura (EPE) Renováveis no Brasil: 45% Mundo: 13% Europa: 5% 12 Bilhões de Litros/ano
Petrodiesel: SOx, CO, PM Emissions CH 3 -(CH 2 ) n -C O CH 3 O Biodiesel: Dramatic Reduction of Emissions +   O 2   CO 2  +  H 2 O  +  SOx + CO + MP + Arom. + O 2 +  O 2 CO 2   +  H 2 O More Oxidation, more complete oxidation
BIODIESEL MELHORA  LUBRICIDADE DO S50 Marta Souza, Luana Neves, Kátia Cavalcanti, Álvaro Barreto e D. Aranda 3º. Congresso RBTB, Brasília - 2009
Particulados, Fuligem Não podemos nos esquecer disso quando falamos do pré-sal !!!
O  National Renewable Energy Laboratory  (NREL), vinculado ao Governo dos EUA, fez simulações computacionais do impacto sobre a toxicidade do ar, do uso de uma mescla B20 na frota de veículos pesados para as grandes regiões metropolitanas do Sul da Califórnia. Foram considerados dois cenários: Um com uso de B20 por  100 % da frota de veículos pesados; outro com 50 % de uso de B20 pela mesma frota.
Desta forma, os autores estimaram que o uso da mescla B20 impactaria em uma redução de 2 % e 5% nos riscos de morte prematura pela exposição a toxicidade do ar  na área de estudo para os cenários em que fosse utilizado por  50% e 100% da frota de veículos pesados diesel, respectivamente.
B20  decreases  12% particulate emissions.  Impact in S. Paulo city: 350 avoided deaths/year
PROGRAMA BRASILEIRO DE BIODIESEL B2 mandatory at Jan/2008 (850,000 ton/year) B3 mandatory at Jul/2008 (1,300,000 ton/year) B4 mandatory at Jul/2009 (1,800,00 ton/year) B5 mandatory at Jan/2010 (2013, originaly) 64 biodiesel plants working  (> 3,000,000 ton/year, capacity) 35,000 gas stations providing B4 Some transportation companies using B20,B30 (More than 2,000 buses) B5 em Janeiro/2010 B20 em regiões metropolitanas B100 nas regiões Centro-Norte
Como acelerar esse crescimento do biodiesel ? Novas Tecnologias com menor custo operacional Matérias-Primas mais baratas Novas Tecnologias e usos de matérias-primas mais baratas Ampliar o uso do Biodiesel em áreas específicas
Rede Elétrica Brasileira Região Centro-Norte  B100 para setor agrícola e elétrico
* NREL (USA)  http://www.nrel.gov/docs/legosti/fy98/24089.pdf
*Ref: Lor, E.E.S. et al, World Bioenergy  http://www.svebio.se/attachments/33/295.pdf
Matéria-Prima Palma: Custo de Produção – US$ 44 por barril O Pará possui cerca de 20 milhões de ha degradados A produção de palma em metade das áreas degradadas do Pará abasteceria o Brasil inteiro de B100  Outras palmáceas nativas devem ser apoiadas !!
ALGAS ?
ALGAS ? 45 ha  Spirulina  cultivation, Hawaii (USA) Spirulina  cultivation, California (USA)
ALGAS ?  Principais Espécies: Dunaliela Salinas and Botryococcus. Brownii Custos elevados na colheita e extração
EXXON-MOBIL e as algas US$ 600 milhões Algas modificadas geneticamente que expelem todo o óleo produzido Evitam-se custos com a etapa de colheita e extração Óleo algal segue para a superfície sendo separado por decantação ou centrifugação Principal Parceiro tecnológico: Synthetic Genomics (Craig Venter) MCT está fazendo sua parte apoiando vários projetos em rede Outra forma de acelerar o advento das algas como matéria-prima economicamente viável para biodiesel: Co-produtos.
Triglyceride Biodiesel FA FA FA FA Alcohol Glycerol Transesterificação Feedstock acidity have to be very low ! FA: fatty acid A: alcohol G: glycerol
Transesterification vs. Saponification
OIL REFINING, PRE-TREATMENT BEFORE  TRANSESTERIFICATION M1 C1 M2 R2 Óleo vegetal Vapor Ácido fosfórico Soda Cáustica Vapor Óleo Neutralizado Soap Stock C2 M3 R3 Vapor Vapor H 2 O quente Óleo  Úmido Sabão  Óleo Seco Óleo Seco C3 Gordura animal Vapor Vapor Gordura neutra Ácido graxo destilado D1 R1 VS
M4 MeOH e MeONa Óleo Seco Vapor Vapor R4 D2 R5 D3 MeOH e MeONa Glicerina Glicerina Biodiesel Biodiesel M5 H 2 O e água quente acidulada D4 Glicerina M6 H 2 O  quente D5 H 2 O Biodiesel Biodiesel úmido Biodiesel Seco Biodiesel Seco M7 C3 R6 M8 R7 E1 Ácido clorídrico Soda Cáustica Soap Stock Glicerina M9 Glicerina Oleína (ácido sulfúrico) H 2 O  e MeOH C4 H 2 O  MeOH SV
M1 C1 M2 R2 Óleo vegetal Vapor Acido fosfórico Soda Cáustica Vapor Óleo Neutralizado Soap Stock C2 M3 R3 Vapor Vapor H 2 O quente Óleo  umido Sabão  Óleo Seco M4 MeOH e MeONa Óleo Seco Vapor Vapor R4 D2 R5 D3 MeOH e MeONa Glicerina Glicerina Biodiesel Biodiesel M5 H 2 O quente e  ácido cítrico D4 Glicerina M6 H 2 O quente D5 H 2 O Biodiesel Biodiesel umido Biodiesel Seco Biodiesel Seco M7 C3 R6 M8 R7 E1 Ácido clorídrico Soda Cáustica Soap Stock Glicerina M9 Glicerina Oleína (ácido sulfúrico) H 2 O  e MeOH C4 H 2 O  MeOH Feedstock pre-treatment Biodiesel separation and purification Glycerol separation and purification Biodiesel Production Transesterificação R1 VS SV
Rota Etílica Dificuldades:  Reação mais lenta Etanol (mesmo anidro) possui mais de 50 vezes mais água que o metanol Mais sabões, separação mais difícil Recuperação do excesso de etanol – Coluna azeotrópica Solução Presente: Fertibom (Catanduva-SP) Já entregou mais de 50 milhões de litros de biodiesel etílico Capacidade autorizada: 50,4 milhões L/ano Soja, sebo, amendoim e algodão
CATÁLISE HETEROGÊNEA Processo Mais Limpo Sabão zero Alta Seletividade Reuso do catalisador Biodiesel mais puro Glicerol pharma (99% contra 75-80%)
FÁBRICA DA AGROPALMA Patent: D. A. G. Aranda et al; PI0301103-8, 2003.  D. A. G. Aranda et al, WO2004096962, 2004.
Fatty  Acids Esterification (AGROPALMA) Industrial  Hydrolysis (Known Process) Por que não integrar os dois processos ??? +
Triglyceride Fatty Acid FA FA  +  FA FA Water Glycerol Hidroesterificação +  3 G H 2 O G 3 FA A FA A H 2 O + Fatty Acid  Alcohol  Biodiesel  Water (No acidity restriction in feedstock) Complete transformation of fatty material
Fatty  Material Steam Glycerol  And water c1 Steam e Glycerol water c2 Biodiesel Methanol Ethanol water Fatty material Teses UFRJ: Jussara Araújo, Layla Leão, Luana Leão e Ana Encarnação
H 2 O FA A FA A + Fatty acid  Alcohol  Biodiesel  water
Hidroesterificação: Gorduras de frango, suíno, óleo de fritura
Hidroesterificação: Qualquer óleo ácido, qualquer gordura ácida
Impacto do custo da M. Prima no EBITDA (US$ MM) Margin/L
Margin/L NPV (US$ MM)
Margin/L Payback (years)
BIO-BASED PRODUCTS Hidroesterificação produz glicerol  food grade , apto para produzir... Ésteres alimentícios  (mono and di-glicerideos) Glicerol + Álcoois ->  Éteres  (Mota, C, Aranda and  Antunes -  Petrobras) Plásticos  de Glycerol (Apesteguia et al) Hidrogênio  da Reforma de Glicerol (baixa temp. , baixa conc. de CO),Dumesic  et  al, Apesteguia et al, Fornasiero et al.
BIO-BASED PRODUCTS H 2  + Fatty acids ->  Ácido Esteárico (processo conhecido, baixa pressão) H 2  + Fatty acids ->  Hidrocarbonetos (Neste Oil, Turku Univ, Média pressão) H 2  + Fatty acids ->  Álcoois Graxos (processo conhecido, alta pressão)
Ácido Graxo Glicerina Aquosa Ácidos Graxos Destilados Glicerina Pharma Hidrogênio Níquel Ácido Esteárico Açúcares Níquel / H2 Oleatos, Estearatos e Palmitatos de Sorbitan Níquel / H 2 Alcoóis Graxos Pt-Cr / H 2 Hidrocarboneto Grau Alimentício Pd / H 2 BIOREFINARIA   Hidrólise de Óleos e Gorduras Shampoo Condicionador Cosméticos Embalagens Alimentícias Lubrificantes Tintas Pneus
Ácido Graxo Glicerina Aquosa Metil ou Etil Éster (Biodiesel) Metil Éster C16 Hidrogenado Níquel / H 2 MES (Metil Éster Sulfonado) Hidrólise de Óleos e Gorduras Metil Éster C18 Metil Éster C16 SO 3 MeOH / EtOH Glicerina Pharma H2 Poliól Graxo Poliuretanas Di-isocianatos Hidratação
Cana de Açúcar para Biodiesel ? Tecnologia LS9 Vinod Khosla, P & G, Chevron
CATALYTIC PYROLYSIS Biocombustível de segunda geração: hidrocarbonetos, Paulo Suarez (Revista BiodieselBR)
CONCLUSÕES O PNPB deve ser ampliado com o pré-sal As palmáceas devem ser priorizadas Gorduras ácidas hoje excluídas serão já  utilizadas a partir de 2010.  Etanol: uso amplificado 2012-2013: biodiesel de cana, grande escala Maiores margens e retornos financeiros para projetos de oleoquímica/biorefinarias
Postdocs : Luciana Camacho, Neyda Om,  Yordanka Reyes Ph D  : Gisel Chenard, Angel Amarales, Jose Sotolongo ,  Rosana Amorim, Chaline Detoni, Marcelo Tondello, Elisa Cruz, Anderson Kurunczi, Jussara Goncalves, Carla Pereira. Ana Paula Duarte, Luciana Rios, Laura Valente, Rodolfo Salazar, Cristiane Mesquita,  Vivian Vicentini M Sc  : Michelle Gomes, Priscila Henriques, Leonardi Almeida,  Margarida Castello, Kevin Buchner Pesquisadores : Ana Encarnação, Luana Leão, Nélder Galvão, Alex Constantino, Cláudia Carvalho, Robson Monteiro, Leôncio Diógenes Empresas : Petrobras, Agropalma, BASF e Evonik-Degussa
Obrigado ! www.greentec-ufrj.com www.biodieselbr.com/blog/donato/ “  God causes all things to work together for good  to  those who love Him” ( Rm 8,28)

Donato Aranda

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    O Futuro daProdução do Biodiesel Prof. Donato Aranda, Lab Tecnologias Verdes, Greentec Escola de Química/UFRJ Rio de Janeiro-BRASIL Curitiba, Outubro, 2009
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    85 milhões barris/dia31 bilhões barris/ano 5 trilhões de L/ano Fora isso: Carvão e Gás… Exploração de Petróleo na Terra Alguém pode esperar que isso não mude nada no planeta ???? O pré-sal ajuda ou atrapalha ???
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    Não podemos nosesquecer dessas curvas quando falamos do pré-sal !!!
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    Matriz Energética Futura(EPE) Renováveis no Brasil: 45% Mundo: 13% Europa: 5% 12 Bilhões de Litros/ano
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    Petrodiesel: SOx, CO,PM Emissions CH 3 -(CH 2 ) n -C O CH 3 O Biodiesel: Dramatic Reduction of Emissions + O 2 CO 2 + H 2 O + SOx + CO + MP + Arom. + O 2 + O 2 CO 2 + H 2 O More Oxidation, more complete oxidation
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    BIODIESEL MELHORA LUBRICIDADE DO S50 Marta Souza, Luana Neves, Kátia Cavalcanti, Álvaro Barreto e D. Aranda 3º. Congresso RBTB, Brasília - 2009
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    Particulados, Fuligem Nãopodemos nos esquecer disso quando falamos do pré-sal !!!
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    O NationalRenewable Energy Laboratory (NREL), vinculado ao Governo dos EUA, fez simulações computacionais do impacto sobre a toxicidade do ar, do uso de uma mescla B20 na frota de veículos pesados para as grandes regiões metropolitanas do Sul da Califórnia. Foram considerados dois cenários: Um com uso de B20 por 100 % da frota de veículos pesados; outro com 50 % de uso de B20 pela mesma frota.
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    Desta forma, osautores estimaram que o uso da mescla B20 impactaria em uma redução de 2 % e 5% nos riscos de morte prematura pela exposição a toxicidade do ar na área de estudo para os cenários em que fosse utilizado por 50% e 100% da frota de veículos pesados diesel, respectivamente.
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    B20 decreases 12% particulate emissions. Impact in S. Paulo city: 350 avoided deaths/year
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    PROGRAMA BRASILEIRO DEBIODIESEL B2 mandatory at Jan/2008 (850,000 ton/year) B3 mandatory at Jul/2008 (1,300,000 ton/year) B4 mandatory at Jul/2009 (1,800,00 ton/year) B5 mandatory at Jan/2010 (2013, originaly) 64 biodiesel plants working (> 3,000,000 ton/year, capacity) 35,000 gas stations providing B4 Some transportation companies using B20,B30 (More than 2,000 buses) B5 em Janeiro/2010 B20 em regiões metropolitanas B100 nas regiões Centro-Norte
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    Como acelerar essecrescimento do biodiesel ? Novas Tecnologias com menor custo operacional Matérias-Primas mais baratas Novas Tecnologias e usos de matérias-primas mais baratas Ampliar o uso do Biodiesel em áreas específicas
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    Rede Elétrica BrasileiraRegião Centro-Norte B100 para setor agrícola e elétrico
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    * NREL (USA) http://www.nrel.gov/docs/legosti/fy98/24089.pdf
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    *Ref: Lor, E.E.S.et al, World Bioenergy http://www.svebio.se/attachments/33/295.pdf
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    Matéria-Prima Palma: Custode Produção – US$ 44 por barril O Pará possui cerca de 20 milhões de ha degradados A produção de palma em metade das áreas degradadas do Pará abasteceria o Brasil inteiro de B100 Outras palmáceas nativas devem ser apoiadas !!
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    ALGAS ? 45ha Spirulina cultivation, Hawaii (USA) Spirulina cultivation, California (USA)
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    ALGAS ? Principais Espécies: Dunaliela Salinas and Botryococcus. Brownii Custos elevados na colheita e extração
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    EXXON-MOBIL e asalgas US$ 600 milhões Algas modificadas geneticamente que expelem todo o óleo produzido Evitam-se custos com a etapa de colheita e extração Óleo algal segue para a superfície sendo separado por decantação ou centrifugação Principal Parceiro tecnológico: Synthetic Genomics (Craig Venter) MCT está fazendo sua parte apoiando vários projetos em rede Outra forma de acelerar o advento das algas como matéria-prima economicamente viável para biodiesel: Co-produtos.
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    Triglyceride Biodiesel FAFA FA FA Alcohol Glycerol Transesterificação Feedstock acidity have to be very low ! FA: fatty acid A: alcohol G: glycerol
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    OIL REFINING, PRE-TREATMENTBEFORE TRANSESTERIFICATION M1 C1 M2 R2 Óleo vegetal Vapor Ácido fosfórico Soda Cáustica Vapor Óleo Neutralizado Soap Stock C2 M3 R3 Vapor Vapor H 2 O quente Óleo Úmido Sabão Óleo Seco Óleo Seco C3 Gordura animal Vapor Vapor Gordura neutra Ácido graxo destilado D1 R1 VS
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    M4 MeOH eMeONa Óleo Seco Vapor Vapor R4 D2 R5 D3 MeOH e MeONa Glicerina Glicerina Biodiesel Biodiesel M5 H 2 O e água quente acidulada D4 Glicerina M6 H 2 O quente D5 H 2 O Biodiesel Biodiesel úmido Biodiesel Seco Biodiesel Seco M7 C3 R6 M8 R7 E1 Ácido clorídrico Soda Cáustica Soap Stock Glicerina M9 Glicerina Oleína (ácido sulfúrico) H 2 O e MeOH C4 H 2 O MeOH SV
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    M1 C1 M2R2 Óleo vegetal Vapor Acido fosfórico Soda Cáustica Vapor Óleo Neutralizado Soap Stock C2 M3 R3 Vapor Vapor H 2 O quente Óleo umido Sabão Óleo Seco M4 MeOH e MeONa Óleo Seco Vapor Vapor R4 D2 R5 D3 MeOH e MeONa Glicerina Glicerina Biodiesel Biodiesel M5 H 2 O quente e ácido cítrico D4 Glicerina M6 H 2 O quente D5 H 2 O Biodiesel Biodiesel umido Biodiesel Seco Biodiesel Seco M7 C3 R6 M8 R7 E1 Ácido clorídrico Soda Cáustica Soap Stock Glicerina M9 Glicerina Oleína (ácido sulfúrico) H 2 O e MeOH C4 H 2 O MeOH Feedstock pre-treatment Biodiesel separation and purification Glycerol separation and purification Biodiesel Production Transesterificação R1 VS SV
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    Rota Etílica Dificuldades: Reação mais lenta Etanol (mesmo anidro) possui mais de 50 vezes mais água que o metanol Mais sabões, separação mais difícil Recuperação do excesso de etanol – Coluna azeotrópica Solução Presente: Fertibom (Catanduva-SP) Já entregou mais de 50 milhões de litros de biodiesel etílico Capacidade autorizada: 50,4 milhões L/ano Soja, sebo, amendoim e algodão
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    CATÁLISE HETEROGÊNEA ProcessoMais Limpo Sabão zero Alta Seletividade Reuso do catalisador Biodiesel mais puro Glicerol pharma (99% contra 75-80%)
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    FÁBRICA DA AGROPALMAPatent: D. A. G. Aranda et al; PI0301103-8, 2003. D. A. G. Aranda et al, WO2004096962, 2004.
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    Fatty AcidsEsterification (AGROPALMA) Industrial Hydrolysis (Known Process) Por que não integrar os dois processos ??? +
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    Triglyceride Fatty AcidFA FA + FA FA Water Glycerol Hidroesterificação + 3 G H 2 O G 3 FA A FA A H 2 O + Fatty Acid Alcohol Biodiesel Water (No acidity restriction in feedstock) Complete transformation of fatty material
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    Fatty MaterialSteam Glycerol And water c1 Steam e Glycerol water c2 Biodiesel Methanol Ethanol water Fatty material Teses UFRJ: Jussara Araújo, Layla Leão, Luana Leão e Ana Encarnação
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    H 2 OFA A FA A + Fatty acid Alcohol Biodiesel water
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    Hidroesterificação: Gorduras defrango, suíno, óleo de fritura
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    Hidroesterificação: Qualquer óleoácido, qualquer gordura ácida
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    Impacto do custoda M. Prima no EBITDA (US$ MM) Margin/L
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    BIO-BASED PRODUCTS Hidroesterificaçãoproduz glicerol food grade , apto para produzir... Ésteres alimentícios (mono and di-glicerideos) Glicerol + Álcoois -> Éteres (Mota, C, Aranda and Antunes - Petrobras) Plásticos de Glycerol (Apesteguia et al) Hidrogênio da Reforma de Glicerol (baixa temp. , baixa conc. de CO),Dumesic et al, Apesteguia et al, Fornasiero et al.
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    BIO-BASED PRODUCTS H2 + Fatty acids -> Ácido Esteárico (processo conhecido, baixa pressão) H 2 + Fatty acids -> Hidrocarbonetos (Neste Oil, Turku Univ, Média pressão) H 2 + Fatty acids -> Álcoois Graxos (processo conhecido, alta pressão)
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    Ácido Graxo GlicerinaAquosa Ácidos Graxos Destilados Glicerina Pharma Hidrogênio Níquel Ácido Esteárico Açúcares Níquel / H2 Oleatos, Estearatos e Palmitatos de Sorbitan Níquel / H 2 Alcoóis Graxos Pt-Cr / H 2 Hidrocarboneto Grau Alimentício Pd / H 2 BIOREFINARIA Hidrólise de Óleos e Gorduras Shampoo Condicionador Cosméticos Embalagens Alimentícias Lubrificantes Tintas Pneus
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    Ácido Graxo GlicerinaAquosa Metil ou Etil Éster (Biodiesel) Metil Éster C16 Hidrogenado Níquel / H 2 MES (Metil Éster Sulfonado) Hidrólise de Óleos e Gorduras Metil Éster C18 Metil Éster C16 SO 3 MeOH / EtOH Glicerina Pharma H2 Poliól Graxo Poliuretanas Di-isocianatos Hidratação
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    Cana de Açúcarpara Biodiesel ? Tecnologia LS9 Vinod Khosla, P & G, Chevron
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    CATALYTIC PYROLYSIS Biocombustívelde segunda geração: hidrocarbonetos, Paulo Suarez (Revista BiodieselBR)
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    CONCLUSÕES O PNPBdeve ser ampliado com o pré-sal As palmáceas devem ser priorizadas Gorduras ácidas hoje excluídas serão já utilizadas a partir de 2010. Etanol: uso amplificado 2012-2013: biodiesel de cana, grande escala Maiores margens e retornos financeiros para projetos de oleoquímica/biorefinarias
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    Postdocs : LucianaCamacho, Neyda Om, Yordanka Reyes Ph D : Gisel Chenard, Angel Amarales, Jose Sotolongo , Rosana Amorim, Chaline Detoni, Marcelo Tondello, Elisa Cruz, Anderson Kurunczi, Jussara Goncalves, Carla Pereira. Ana Paula Duarte, Luciana Rios, Laura Valente, Rodolfo Salazar, Cristiane Mesquita, Vivian Vicentini M Sc : Michelle Gomes, Priscila Henriques, Leonardi Almeida, Margarida Castello, Kevin Buchner Pesquisadores : Ana Encarnação, Luana Leão, Nélder Galvão, Alex Constantino, Cláudia Carvalho, Robson Monteiro, Leôncio Diógenes Empresas : Petrobras, Agropalma, BASF e Evonik-Degussa
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    Obrigado ! www.greentec-ufrj.comwww.biodieselbr.com/blog/donato/ “ God causes all things to work together for good to those who love Him” ( Rm 8,28)