Mestrado Profissional   em
                   Inclusão Social
                   e
                   Acessibilidade
Análise do filme
Nós que aqui estamos por
vós esperamos


                                      Claudio Lima
Eric Hobsbawm
historiador britânico


    NÓS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS
    leitura cinematográfica do livro ‘A Era dos Extremos’.
Eric Hobsbawm
Historiador britânico


     Filme - Nós que aqui estamos por vós esperamos
Desenvolvimento tecnológico e científico sem precedentes




                                ?
Guerras e desvalorização dos direitos individuais conquistados entre 1789-1914
O FILME
Filme-memória do século XX


Lançamento: 1998 (Brasil)

Duração: 73 min

Direção: Marcelo Masagão



Premiado no festival de Gramado/2000 e
vários outros prêmios nacionais e
internacionais




  5
O FILME

• Para o diretor, em nenhum outro período da história a dualidade
  CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO mostrou-se de forma tão POTENCIALIZADA.

• O filme discute a banalização da morte e da vida

• Visitando cemitérios, imaginou como pequenos recortes biográficos e
  detalhes pessoais da vida de de pessoas comuns poderiam conectar-
  se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século




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NOME DO FILME - cemitério em Paraibuna/SP




7
8
9
10
LOCUÇÃO
“É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade.
Cada vez mais considero a palavra falada limitada e que comunica muito pouco.”




                                                        “Colocando só música, ruídos
                                                        e silêncios, procurei não tapar
                                                          o buraco do desconhecido,
                                                                  do não dito,
                                                                  do talvez”!




ESTATÍSTICA
“Quando se fala de morte, a estatística vale muito pouco.
Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima.
Ouvir notícias de milhares de morte na África ou na Bósnia parece significar pouco.
´Quando o morto é meu parente ou conhecido, a morte ganha dimensão real. “
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Violência                                Globalização



Tecnologia                                                   Morte




Um computador me ajudou muito nas 2.000 horas que gastei na edição deste filme.
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Exclusão                       Inclusão




                               Direitos
     Trabalho
                                civis


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                Globalização
REFERÊNCIAS
     EUMATIL website. Nós que aqui estamos por vós esperamos. Disponível no endereço
     eletrônico < http://eumatil.vilabol.uol.com.br/masagao.htm> Acesso em 28 fev 2012

     FALCÃO, Raquel. Estratégias da Arte numa era de Catástrofes. Disponível no endereço
     eletrônico http://www.estrategiasarte.net.br/papeis-avulsos/sobre-filme-nos-que-
     aqui-estamos-por-vos-esperamos Acesso em 25 fev 2012

     MASAGÃO, Marcelo. Nós que aqui estamos por vós esperamos. Obra
     cinematográfica. 73 min . Brasil, 1999.




                Apresentação disponível no Slideshare
               http://www.slideshare.net/claudiodelima


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Análise de filme

  • 1.
    Mestrado Profissional em Inclusão Social e Acessibilidade Análise do filme Nós que aqui estamos por vós esperamos Claudio Lima
  • 2.
    Eric Hobsbawm historiador britânico NÓS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS leitura cinematográfica do livro ‘A Era dos Extremos’.
  • 3.
    Eric Hobsbawm Historiador britânico Filme - Nós que aqui estamos por vós esperamos
  • 4.
    Desenvolvimento tecnológico ecientífico sem precedentes ? Guerras e desvalorização dos direitos individuais conquistados entre 1789-1914
  • 5.
    O FILME Filme-memória doséculo XX Lançamento: 1998 (Brasil) Duração: 73 min Direção: Marcelo Masagão Premiado no festival de Gramado/2000 e vários outros prêmios nacionais e internacionais 5
  • 6.
    O FILME • Parao diretor, em nenhum outro período da história a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO mostrou-se de forma tão POTENCIALIZADA. • O filme discute a banalização da morte e da vida • Visitando cemitérios, imaginou como pequenos recortes biográficos e detalhes pessoais da vida de de pessoas comuns poderiam conectar- se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século 6
  • 7.
    NOME DO FILME- cemitério em Paraibuna/SP 7
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    LOCUÇÃO “É como sea realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero a palavra falada limitada e que comunica muito pouco.” “Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do talvez”! ESTATÍSTICA “Quando se fala de morte, a estatística vale muito pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de morte na África ou na Bósnia parece significar pouco. ´Quando o morto é meu parente ou conhecido, a morte ganha dimensão real. “ 11
  • 12.
    Violência Globalização Tecnologia Morte Um computador me ajudou muito nas 2.000 horas que gastei na edição deste filme. 12
  • 13.
    Exclusão Inclusão Direitos Trabalho civis 13 Globalização
  • 14.
    REFERÊNCIAS EUMATIL website. Nós que aqui estamos por vós esperamos. Disponível no endereço eletrônico < http://eumatil.vilabol.uol.com.br/masagao.htm> Acesso em 28 fev 2012 FALCÃO, Raquel. Estratégias da Arte numa era de Catástrofes. Disponível no endereço eletrônico http://www.estrategiasarte.net.br/papeis-avulsos/sobre-filme-nos-que- aqui-estamos-por-vos-esperamos Acesso em 25 fev 2012 MASAGÃO, Marcelo. Nós que aqui estamos por vós esperamos. Obra cinematográfica. 73 min . Brasil, 1999. Apresentação disponível no Slideshare http://www.slideshare.net/claudiodelima 14