O documento discute a coletivização do processo do trabalho no Brasil e como diferentes instrumentos processuais coletivos, como a ação civil pública, ação coletiva e substituição processual trabalhista, influenciaram o processo do trabalho. Em especial, trata da reformulação da substituição processual trabalhista para tutelar interesses individuais homogêneos dos trabalhadores e da sentença genérica, que reconhece o dano de forma genérica sem identificar os lesados individualmente.