O documento discute como a aparência dos corpos, noções de gênero e raça estão relacionadas à discriminação no Brasil. Originalmente, os corpos indígenas e africanos trouxeram diversidade, mas padrões europeus impuseram segregação. Apesar de avanços, o Estado ainda viola direitos ao não oferecer educação inclusiva que promova a cidadania. Mudanças de valores são necessárias para que a capacidade prima sobre a aparência.