A Vida e a Obra de Gil VicenteEscola Secundária da Batalha2010/2011Realizado por: Carina Sousa, Nº5Mara Ferreira, Nº12Mariana Guerra, Nº14Neuza Carvalho, Nº15Disciplina: Língua PortuguesaProf.: Graça Santos
Quem foi Gil Vicente?	Gil Vicente foi poeta e o primeiro grande dramaturgo português. Além de escrever teatro também foi músico, actor e encenador.	Não se sabe ao certo a data do seu nascimento, mas especula-se que tenha sido por volta de 1465 em Guimarães ou Barcelos, e faleceu entre 1536 e 1540, em lugar desconhecido.		Casou com Branca Bezerra de quem teve dois filhos (Gaspar e Belchior), depois da sua esposa falecer casou com Melícia Rodrigues, e teve 3 filhos (Paula, Luís e Valéria). 	Por ter estudado em Salamanca, o seu primeiro trabalho, “Auto da Visitação”, também conhecido como “Monólogo do Vaqueiro” foi escrito em castelhano.
O Auto da Visitação ou Monólogo do Vaqueiro ( foi a primeira obra de Gil Vicente, escrita para anunciar o nascimento do princípe D. João )O Auto da Índia (fala do adultério como consequência das viagens dos Descobrimentos)A Farsa de Inês Pereira (Nela o autor retrata a ambição de uma criada da classe média portuguesa do século XVI.)A Floresta de Enganos Os seus presságios acerca da Inquisição e dos tempos sombrios que se seguiriam tornam-se proféticoAlgumas das suas obras :
Bibliografia de Gil VicenteMonólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação (1502)Auto Pastoril Castelhano (1502)Auto dos Reis Magos (1503)Auto de São Martinho (1504)Quem Tem Farelos? (1505)Auto da Alma (1508)Auto da Índia (1509)Auto da Fé (1510)O Velho da Horta (1512)Exortação da Guerra (1513)Comédia do Viúvo (1514)Auto da Fama (1516)Auto da Barca do Inferno (1517)Auto da Barca do Purgatório (1518)Auto da Barca da Glória (1519)Cortes de Júpiter (1521)Comédia de Rubena (152)Pranto de Maria Parda Farsa de Inês Pereira (1523)Auto Pastoril Português (1523)Frágua de Amor (1524)Farsa do Juiz da Beira (1525)Farsa do Templo de Apolo (1526)Auto da Nau de Amores (1527)Auto da História de Deus (1527)Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela (1527)Farsa dos Almocreves (1527)Auto da Feira (1528)Farsa do Clérigo da Beira (1529)Auto do Triunfo do Inverno (1529)Auto da Lusitânia, intercalado com o entremez Todo-o-Mundo e Ninguém (1532)Auto de Amadis de Gaula (1533)Romagem dos Agravados (1533)Auto da Cananea (1534)Auto de Mofina Mendes (1534)Floresta de Enganos (1536)
 Gil Vicente retratounas suas obras a sociedade portuguesa do secúlo XVI,     A  sua forma de se exprimir é simples e directa, sem grandes floreados poéticosAs suas obras foram, autos, mistérios , farsas, comédias e tragicomédias  A Obra
“Gil Vicente vivia na corte e da corte.Mas não teve tempo de namoriscar  a princesa, pois ela saiu da sala, rindo muito. Acompanhavam-na três aias e um homem que certamente contava histórias engraçadas. -Sabes quem é?-perguntou orlando,entre dentes.Não.
-É Gil Vicente! O mais fomoso escritor desta época, veio aqui combinar com a rainha uma representação.”Citação: Retirado de “um ninho cheio de canela” de Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada

A vida e a obra de Gil Vicente

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    A Vida ea Obra de Gil VicenteEscola Secundária da Batalha2010/2011Realizado por: Carina Sousa, Nº5Mara Ferreira, Nº12Mariana Guerra, Nº14Neuza Carvalho, Nº15Disciplina: Língua PortuguesaProf.: Graça Santos
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    Quem foi GilVicente? Gil Vicente foi poeta e o primeiro grande dramaturgo português. Além de escrever teatro também foi músico, actor e encenador. Não se sabe ao certo a data do seu nascimento, mas especula-se que tenha sido por volta de 1465 em Guimarães ou Barcelos, e faleceu entre 1536 e 1540, em lugar desconhecido. Casou com Branca Bezerra de quem teve dois filhos (Gaspar e Belchior), depois da sua esposa falecer casou com Melícia Rodrigues, e teve 3 filhos (Paula, Luís e Valéria). Por ter estudado em Salamanca, o seu primeiro trabalho, “Auto da Visitação”, também conhecido como “Monólogo do Vaqueiro” foi escrito em castelhano.
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    O Auto da Visitaçãoou Monólogo do Vaqueiro ( foi a primeira obra de Gil Vicente, escrita para anunciar o nascimento do princípe D. João )O Auto da Índia (fala do adultério como consequência das viagens dos Descobrimentos)A Farsa de Inês Pereira (Nela o autor retrata a ambição de uma criada da classe média portuguesa do século XVI.)A Floresta de Enganos Os seus presságios acerca da Inquisição e dos tempos sombrios que se seguiriam tornam-se proféticoAlgumas das suas obras :
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    Bibliografia de GilVicenteMonólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação (1502)Auto Pastoril Castelhano (1502)Auto dos Reis Magos (1503)Auto de São Martinho (1504)Quem Tem Farelos? (1505)Auto da Alma (1508)Auto da Índia (1509)Auto da Fé (1510)O Velho da Horta (1512)Exortação da Guerra (1513)Comédia do Viúvo (1514)Auto da Fama (1516)Auto da Barca do Inferno (1517)Auto da Barca do Purgatório (1518)Auto da Barca da Glória (1519)Cortes de Júpiter (1521)Comédia de Rubena (152)Pranto de Maria Parda Farsa de Inês Pereira (1523)Auto Pastoril Português (1523)Frágua de Amor (1524)Farsa do Juiz da Beira (1525)Farsa do Templo de Apolo (1526)Auto da Nau de Amores (1527)Auto da História de Deus (1527)Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela (1527)Farsa dos Almocreves (1527)Auto da Feira (1528)Farsa do Clérigo da Beira (1529)Auto do Triunfo do Inverno (1529)Auto da Lusitânia, intercalado com o entremez Todo-o-Mundo e Ninguém (1532)Auto de Amadis de Gaula (1533)Romagem dos Agravados (1533)Auto da Cananea (1534)Auto de Mofina Mendes (1534)Floresta de Enganos (1536)
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    Gil Vicenteretratounas suas obras a sociedade portuguesa do secúlo XVI, A sua forma de se exprimir é simples e directa, sem grandes floreados poéticosAs suas obras foram, autos, mistérios , farsas, comédias e tragicomédias A Obra
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    “Gil Vicente viviana corte e da corte.Mas não teve tempo de namoriscar a princesa, pois ela saiu da sala, rindo muito. Acompanhavam-na três aias e um homem que certamente contava histórias engraçadas. -Sabes quem é?-perguntou orlando,entre dentes.Não.
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    -É Gil Vicente!O mais fomoso escritor desta época, veio aqui combinar com a rainha uma representação.”Citação: Retirado de “um ninho cheio de canela” de Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada