O documento discute a obra de Nicolau Maquiavel e Thomas Morus, destacando suas visões sobre o poder e a sociedade. Maquiavel, com seu pragmatismo, argumenta que 'os fins justificam os meios' na manutenção do poder, enquanto Morus critica o poder real e imagina uma sociedade ideal em 'Utopia'. A análise abrange também influências sociais e políticas do século XVI, refletindo as tensões entre realismo e idealismo.