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DEBORAH CRISTINA TRINDADE DOS REIS KASHIRAJIMA
TEMÁTICA DE INVESTIGAÇÃO: FORMAÇÃO DOCENTE - FORMAÇÃO
CONTINUADA EM TECNOLOGIAS DIGITAIS
A RELEVÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA EM TECNOLOGIAS
DIGITAIS NO PERÍODO EMERGENCIAL DA PANDEMIA COVID-19
SOROCABA
2021
1
1. RESUMO A sociedade contemporânea até o ano de 2019 presenciava as constantes
mudanças e transformações provocadas pela disseminação das tecnologias. A
educação vivenciava esses impactos lentamente, em razão do precário
desenvolvimento e incentivo às políticas públicas educacionais, bem como,
determinados grupos de pessoas de classes sociais menos favorecidas e
marginalizadas. Diante disso, a pandemia ocasionada pela covid-19 gerou um
cenário inédito e histórico no sistema educacional. Em consequência do mesmo,
muitas mudanças foram necessárias, o que já não era tangível no sistema, tornou-se
ainda mais seletivo e inacessível com a chegada do ensino remoto. Nesse sentido, o
problema deste estudo consiste em analisar como as tecnologias utilizadas no
processo de ensino e aprendizagem remoto irão permanecer no contexto
educacional pós pandemia na Educação Básica? Deste modo, objetivou-se analisar
de que maneira o ensino remoto garantiu o processo de ensino e aprendizagem no
contexto da desigualdade social e digital.
Palavras-chave: Tecnologias Digitais; Ensino Remoto, Pandemia, Covid-19.
2. JUSTIFICATIVA
Em Dezembro de 2019 uma nova doença, conhecida como Corona Virus
Disease 2019 se alastrou pelo mundo, e já em 2020 as mudanças foram capazes de
transformar a vida de todos, independente do país em que os indivíduos se
encontrassem, porém, o Brasil por ser um país ainda em desenvolvimento sofreu com
maior intensidade, e além dos riscos para a saúde, a educação fora extremamente
afetada.
As diferentes realidades em um país onde a desigualdade social só cresce fez
com que o direito a equidade e a inclusão nas escolas fossem vistos de um modo
diferente, e famílias com uma menor renda financeira e sem acesso aos computadores e
tecnologias sofreram em maior escala, e não somente a evasão escolar se tornou um
problema, mas o futuro desses jovens que estão fora das instituições de ensino é
duvidoso.
Com o sistema presencial paralisado a reorganização do sistema de ensino por
plataformas digitais fora necessária, porém, muitos professores se encontraram em uma
situação completamente nova e uma lacuna considerável na educação continuada para
professores com finalidades de tecnologias da educação fora encontrada, e ainda que as
TIC's possuam dificuldades em adentrar ao universo educacional, é necessário lembrar
que elas estão previstas na BNCC, na LDB, no PNE e em outros documentos
2
educacionais que permeiam o sistema educacional.
A pauta da formação continuada do docente se faz presente em diversas
discussões atuais no mundo inteiro, tendo sido inserida pela ONU (Organização das
Nações Unidas) na Agenda 2030, e também está presente no 4º Objetivo do
Desenvolvimento sustentável (ODS), sendo capaz de se relacionar com a educação
equitativa e inclusiva e estabelecendo metas para a formação do docente, com mais
interesse ainda para os países com menor desenvolvimento (SILVA, 2014).
No que diz respeito ao cenário da educação brasileira, a formação docente está
presente na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que prevê a formação em ensino superior
para os docentes da Educação Básica, especificamente nos cursos de licenciaturas
(BRASIL, 2016).
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de docentes da
Educação Básica, responsável pela Base Nacional Comum para a Formação Inicial de
Professores da Educação Básica com o ideal do emprego pedagógico de inovações e de
linguagens digitais, tal como a compreensão das linguagens digitais e suas implicações
no processo de ensino-aprendizagem (BRASIL, 2019) não encontrou seu caminho da
maneira que deveria.
Precisamos de uma transformação entramos em um processo de aprendizagem, a
tendência é gerar mais qualidade para a educação, por meio do uso eficaz das
tecnologias digitais, adotar planos de fragmentação do conteúdo porque o aluno não
consegue ficar mais de uma hora sentado em uma cadeira assistindo uma aula, temos
que engajar os alunos e propor uma educação a distância de uma maneira diferenciada
com um nível de engajamento diferente. Atividades pedagógicas não presenciais,
regime de rodízios de conteúdos, o foco do professor deve estar dentro de novas
tecnologias para que ele ainda possa desenvolver seu papel dentro desse contexto
pedagógico, e tenha espaço para ele criar e desenvolver seu trabalho de maneira
decente.
Essa matriz de conceitos digitais teria que ser bem trabalhada e mudar a forma
de ensinar a partir das ferramentas a sua disposição, uma série de habilidades
relacionadas com a sua prática pedagógica.
Sendo o Brasil um país de 3º mundo, é necessário que tenhamos uma maior
análise e uma maior avaliação de como será o caminho educacional após essa pandemia,
pois ficou nítido que os desafios encontrados precisam de soluções rápidas.
3
3. INTRODUÇÃO
No final do ano de 2019, mais precisamente em dezembro, a COVID-19 surgira
como uma preocupação mundial e os órgãos mundiais já alertavam que essa poderia ser
uma crise internacional. Também conhecida pelo acrônimo CoronaVírus Disease 2019,
o vírus foi capaz de trazer danos consideráveis para diversos países (LANA et al. 2020).
Já em 2020 as mudanças em todo o mundo começaram a transformar a vida de todo
cidadão, independente do país que esse estivesse inserido e as consequências foram
inúmeras e intensas.
Os desafios e as dificuldades físicas e psicológicas que esse trouxera, juntamente
com as barreiras sociais deram ênfase para as medidas de proteção e de isolamento
social que são as responsáveis por salvar vidas diante de um cenário catastrófico em
todos os países, mas principalmente nos países de 3º mundo, como o Brasil (OMS,
2020).
É uma questão de convulsões políticas, sociais e econômicas. [Uma
epidemia] pode afetar todas as áreas da sociedade e é por isso que temos que
levá-la a sério. O mundo, quando fala sobre terrorismo - imaginem -, o nível
de preparação, e assim por diante, é imenso. Para ser honesto, um vírus é
mais poderoso na criação de convulsões políticas, econômicas e sociais do
que qualquer ataque terrorista, acredite ou não. [...] Se o mundo não quiser
acordar e considerar esse vírus inimigo como inimigo público número um,
acho que não aprenderemos nossas lições. (OMS, 2020, np).
A Unesco (2020) elucida que desde o início da pandemia houvera a necessidade
de que o isolamento social fosse estabelecido e que os órgãos públicos cobrassem isso
de todos os envolvidos, e, para tanto as escolas adotaram o ensino remoto para que
pudessem reduzir maiores desafios da quarentena, porém, preservando o
desenvolvimento de métodos que não apenas estivessem de acordo com o ensino-
aprendizagem, mas também que apoiasse as famílias em suas singularidades. Sendo
assim, o sistema educacional deve estar apto para que:
Garanta a equidade e a inclusão – implemente medidas para assegurar que
todos os estudantes tenham acesso a programas de ensino a distância, bem
como para assegurar o acesso inclusivo à oportunidade de ensino a distância
para todos os estudantes sem causar impacto negativos sobre os grupos mais
vulneráveis. (UNESCO, 2020, p.5)
Desde o século XIX todo país e toda sociedade passam por desafios quanto à
desigualdade social (TELLES, 1999). Martins (2020 apud TORRES, 2020 ) elucida que
4
o Brasil não está impune ao modelo citado por Telles, e de acordo com o relatório da
ONU (2010 apud TORRES, 2020) dentre as principais causas da desigualdade social no
Brasil, todas decorrem da má distribuição de renda e da política fiscal inadequada, estão
como principais a falta de acesso à educação de qualidade e os baixos salários.
Com a então suspensão das aulas em sistema presencial nas escolas públicas e
privadas para que o isolamento social pudesse ser efetivo contra o novo coronavírus,
mas isso também trouxe desafios e mudanças significativas no funcionamento prático
da educação escolar. As faltas de possibilidades de prosseguir com atividades
presenciais trouxe uma medida provisória de reorganização de exercícios e tarefas em
plataformas digitais, e coube ao professor essa missão de enfrentar uma situação
desconhecida para prosseguir com o ensino-aprendizagem de seus alunos (BATISTA,
2020).
Contudo, vale ressaltar que, nesse processo de readaptação, pouco se pensou
na parcela da população que não dispõe de um aparato financeiro que permita
a obtenção destes dispositivos eletrônicos, bem como naqueles que residem
em locais mais distantes e com difícil acesso à rede de conexão virtual. Uma
outra problemática que elucidou essa disparidade e ganhou uma extrema
repercussão negativa nas redes sociais, foi o filme publicitário pelo MEC, o
qual anunciava que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 não
seria adiado visto o prejuízo de se perder uma nova geração de profissionais.
Durante toda a propaganda, o discurso foi de que mesmo em meio a uma
pandemia, os estudantes deveriam estudar de qualquer lugar e de diferentes
formas. Essa publicidade foi alvo de severas críticas. Dentre as principais
reclamações, os internautas destacaram que a propaganda adota um discurso
que desconsidera a realidade da maioria dos estudantes brasileiros que não
dispõem de recurso financeiro que permita acesso ao ensino mediado pelo
acesso à internet (BATISTA, 2020, np).
Muitos foram os desafios que a pandemia do Coronavírus trouxera para a
educação, e o ensino remoto foi um dos maiores. Souza (2020) fez uma pesquisa com os
professores e alunos da Escola Cidadã Integral Técnica Professor Bráulio Maia Júnior,
localizada em Campina Grande – PB com o objetivo de verificar possíveis estratégias
que poderiam ser adotadas para, de algum modo, amenizar os desafios que o ensino
remoto trouxera, bem como compreender como e de qual modo o ensino remoto pode
vir a ser uma ferramenta valiosa no ensino-aprendizagem.
Um dos maiores desafios dos professores foi interagir com as novas ferramentas
digitais e compreender como elas poderiam ser inseridas no cotidiano do professor para
que esse pudesse envolver a realidade dos alunos, já que, de maneira brusca, o ensino
precisou se adaptar à nova realidade (SOUZA, 2020).
5
Ainda de acordo com Souza (2020) outro grande desafio foi a ausência de
recursos financeiros que possibilitasse aos professores adquirir equipamentos completos
para ministrar suas aulas.
Devido à paralisação temporária sem data prevista de retorno das aulas
presenciais, a educação precisou encontrar formas de não permitir que o ensino parasse.
Sendo assim, de acordo com Souza (2020) alunos e professores, de modo repentino,
viram uma situação onde o ensino remoto era a única alternativa, se não perder o ano
escolar, e para que os alunos pudessem continuar aprendendo e que o direito à educação
garantida ainda fosse respeitado. O ensino remoto que ocorreu em caráter emergencial,
e é um ensino que se aproxima muito da "Educação à distância", e segundo Moore &
Kearsley (2007):
[...] ideia básica de educação a distância é muito simples: alunos e
professores estão em locais diferentes durante todo ou grande parte do tempo
em que aprendem e ensinam. Estudando em locais distintos, eles dependem
de algum tipo de tecnologia para transmitir informação e lhes proporcionar
um meio para interagir (MOORE; KEARSLEY, 2007, p. 1).
A pandemia da COVID-19 evidenciou uma enorme lacuna na formação
continuada dos docentes no que diz respeito à formação para o uso de tecnologias
digitais de educação. No início da pandemia uma pesquisa com o total de 7.734
professores atuantes em instituições educacionais públicas e particulares brasileiras
evidenciou que 83% dos professores não estavam preparados para aderir ao modo
online com a finalidade de ensinar, e cerca de 90% jamais tiveram contato ou
experiência com o ensino a distância, tal como sequer 55% desses tiveram uma
formação adequada para ministrar aulas de modo não presencial (PENÍNSULA, 2020).
Esses resultados demonstram que a formação continuada em tecnologias digitais está
longe de alcançar o universo dos docentes em exercício nos dias atuais.
Silva (2011) define o letramento digital como a capacidade do ser humano em
responder de maneira adequada às demandas sociais que envolvem o uso de recursos
tecnológicos e da escrita no universo digital. Portanto, também está estritamente ligado
com a alfabetização em si.
A inclusão digital está interligada com diferentes modos de se apropriar aos
recursos tecnológicos, a apropriação ativa refere-se aos três níveis, sendo eles a
alfabetização digital, a capacidade de usar a informática como meio de desenvolver o
intelectual e o profissional e a produção de conteúdos.
6
Souza (2020) afirma que com a Pandemia da Covid-19, professores e alunos
foram surpreendidos, e, fora necessária uma grande adaptação, além de um
reaprendizado no momento de estudar, principalmente porque as estratégias não eram
do conhecimento e nem estava dentro dos recursos de todos, mesmo que a intenção
fosse de preservar o direito à educação.
É desafiador, então, que possamos enxergar um futuro mais feliz para o cenário
educacional, pois ainda que as tecnologias sejam aliadas de um bom ensino-
aprendizagem, existem muitos fatores que nos levam a acreditar que trilhar um caminho
ao lado do Ensino Híbrido está complicado. Nota-se que o processo de ensino-
aprendizagem que ocorrera durante o isolamento social pela pandemia COVID-19
depende de três fatores básicos, e o primeiro está justamente na familiaridade e na
formação de professores e suas habilidades com as novas tecnologias, além do acesso
aos docentes para com os recursos tecnológicos que os ajudam a produzir suas
atividades (PEREIRA; BARROS, 2020).
Ainda de acordo com Pereira; Barros (2020) o segundo fator está relacionado
com o acesso dos alunos aos computadores e à internet, pois ficou claro nessa pandemia
que alunos mais favorecidos possuem vantagens, visto que em um país como o Brasil,
onde existe muita pobreza, diversos estudantes não tiveram acesso ao ensino remoto e
assim sendo já estão excluídos. Ainda de acordo com os autores, o terceiro fator está
relacionado com o segundo, pois, além do acesso aos meios e às tecnologias, o aluno
precisa ter motivação, dentro de casa e vinda também das atividades feitas pelo docente.
É nítida também a necessidade de uma ampliação na oferta de programas de
formação continuada voltadas às tecnologias digitais para os docentes em todos os
níveis de ensino, para que possam estar preparados para enfrentar os desafios de uma
docência online, e assim sendo, é importante que existam recursos de orçamento e que
estejam de acordo com as metas para a formação continuada previstas no PNE (SANTO
e LIMA, 2020).
De acordo com Rayanne Rocha da CNN Brasil somente no primeiro ano de
pandemia devido ao Coronavírus cerca de 172 mil alunos, entre seis e dezessete anos
acabaram por abandonar os estudos ou deixaram de frequentar as escolas, isso significa
que cerca de 12% de crianças e adolescentes estão fora da sala de aula desde a última
pesquisa em 2019 (ROCHA, 2021).
Rocha (2021) esclarece que a pesquisa que contou com o título "Os custos
educativos da crise sanitária na América Latina e no Caribe" monitorou as condições
7
não só acadêmicas, mas também econômicas de dezoito nações durante o ensino remoto
e o impacto sanitário que a Covid-19 trouxera, e em números totais o Brasil foi o
segundo país mais afetado, ficando atrás apenas do México.
Cláudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas
Educacionais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) afirma que esse cenário pode trazer
consequências que jamais poderão ser revertidas em longo prazo, e ainda elucida que
esse desafio afeta em grande escala a entrada desses indivíduos no mercado de trabalho
e que é de extrema importância que os governos busquem esses jovens que
abandonaram ou que virão a abandonar a escola e que se crie um sistema de
recuperação de aprendizagem (ROCHA, 2021).
Ainda segundo Rocha (2021), Cláudia esclareceu que essa é uma situação
gravíssima e que a culpa primeiramente é da pandemia, mas também de uma gestão
inadequada que não responde como deveria à crise educacional, tanto no sentido de
manter escolas fechadas por um longo tempo, quanto em se tratar de um país que a
conectividade dentro de casa ainda é um desafio.
Flores (2020) esclarece que a educação informatizada não é nenhum debate novo
no Brasil, tão pouco no mundo, e sua história é marcada desde o período da Segunda
Guerra Mundial nos anos de 1950 e com as possibilidades que os computadores
trouxeram nos anos de 1980 só aumentaram.
Sendo assim, as discussões sobre as tecnologias no Brasil, do ponto de vista da
inserção social dos indivíduos ganharam força a partir da década de 90, quando em sua
segunda metade o Programa Sociedade da Informação se iniciou, e as discussões
acabaram se difundindo com os ideais que cercavam a alfabetização, como meio de
promover o desenvolvimento humano, tecnológico e científico, principalmente dentro
de um contexto já marcado pela presença internacional que já interferia em diversos
setores brasileiros (SILVA, 2014).
Mesmo assim, até a atualidade muitos adultos também ainda encontram desafios
em relação ao uso das tecnologias, e com os professores não seria diferente. Marinho
(2020) afirma que o Grupo de Trabalho (GT) designado pela Reitoria da Ufes para
avaliar como estavam funcionando as medidas adotadas pela Universidade pelo decorrer
da pandemia Covid-19 e para poder planejar a volta ao sistema presencial divulgou uma
pesquisa com estudantes e professores da instituição de ensino com foco na necessidade
de construir uma política de inclusão digital que chegasse aos alunos e aos professores.
Cerca de 947 professores participaram da pesquisa, e de acordo com a análise de
8
resultados 46,14% dos professores indicam dificuldades em lidar com sistemas de
internet (MARINHO, 2020).
Ainda que 99,58% dos professores tenham afirmado possuir meios de utilizar a
internet em suas residências, ao passarem pelos questionamentos sobre as dificuldades a
maioria relata que os maiores desafios estão na falta de informação coerente a respeito
do uso das ferramentas online e o conhecimento limitado sobre os ambientes virtuais de
ensino-aprendizagem (MARINHO, 2020).
4. OBJETIVOS
• Objetivo Geral
O principal objetivo dessa pesquisa está em analisar a necessidade da formação
continuada docente para as tecnologias digitais, visto que o período emergencial gerado
pela Pandemia COVID-19 deixou claro que ainda existem muitas lacunas nesse âmbito,
• Objetivos Específicos
- Analisar as lacunas existentes na formação continuada dos professores voltada
para as tecnologias da educação, uma vez que muitos desafios ainda permeiam esse
quadrante.
- Analisar os planos de Fragmentação do conteúdo tradicional para o digital.
- Abranger o conteúdo como todo e realizar uma transformação pedagógica
através da tecnologia, especificamente no monitoramento do corpo docente com foco no
aprendizado voltado para o uso das tecnologias em sala de aula.
5. MÉTODOS
O prefixo meta é utilizado para a metacognição, metalinguística e metateoria,
sendo assim, a metapesquisa se conceitua como uma pesquisa sobre pesquisas, e sobre
um tema ou uma área específica (ROSENBAUM; LANGHINRICHSEN-ROHLING,
2006).
Pesquisadores da área de Ciências Biológicas e da Saúde definem a
metapesquisa como uma disciplina científica da evolução, que possui sem maior
objetivo em avaliar e melhorar a eficiência de práticas de pesquisa para que possam
gerar resultados ainda mais úteis e confiáveis (FINFGELD, 2003; IOANNIDIS, 2018;
9
IOANNIDIS, et al., 2015).
Diante das discussões aqui apresentadas, se esclarece que embora o assunto seja
recente, ele é de profunda importância para o cenário educacional, sendo assim,
pesquisas realizadas contaram com projetos acadêmicos, sites de notícias e artigos de
modo geral, que se iniciaram em 1999 e se encerram somente em 2021, para que o
projeto possa possuir toda fundamentação atual necessária.
As pesquisas realizadas contaram com as temáticas:
1. Como a ausência de formação continuada em tecnologias da educação afeta
os professores na pandemia COVID-19?
2. O que se pode esperar das aulas presenciais após o colapso da pandemia
COVID-19?
3. Como a desigualdade social afeta os alunos das redes públicas de ensino em
plena pandemia COVID-19?
LEVANTAMENTO REALIZADO Quantidade
Exclusão Social na Pandemia 04
Formação Continuada 04
O Ensino pós-pandemia 04
Desafios do ensino Remoto 07
Total 15
Referência: Google Acadêmico
As pesquisas que dialogam com a exclusão social na pandemia (04) visam
entregar parâmetros de exclusão e de dificuldades de alguns grupos de conseguir o
direito à educação garantida, uma vez que no Brasil a desigualdade social é um fator
predominante e existem muitas famílias sem acesso às tecnologias e ao ensino online.
Os trabalhos que elucidam a respeito da formação continuada (04) têm como
objetivo encontrar e analisar os principais desafios dos professores diante do ensino
remoto obrigatório devido ao fechamento de escolas durante a pandemia da COVID-19.
Os projetos pesquisados sobre o Ensino pós-pandemia analisam como pode ser
inserida a educação híbrida após todo esse processo.
10
Por fim, as pesquisas sobre os desafios do ensino remoto dialogam sobre todos
esses componentes em um único olhar voltado para a melhoria da educação e os
desafios que o ensino no Brasil está enfrentando.
Esclarece-se que esses são apenas artigos que se mostraram mais importantes
para que se possa realizar o projeto com eficiência e dentro da realidade, mas esses não
são os únicos, tão pouco foram usados apenas os elucidados aqui para fundamentar esse
projeto.
TITULO PESQUISA AUTOR ANO
EDUCAÇÃO X PANDEMIA:
OS DESAFIOS DO ENSINO
REMOTO
Analisar o processo do ensino-
aprendizagem remoto em época de
Pandemia, bem como compreender a
transformação do trabalho docente e
identificar as metodologias do ensino
remoto.
Ana Paula
Timóteo de Lima
e
Maria de Fátima
dos Santos Pereira
2021
OS SENTIDOS DA
FORMAÇÃO CONTINUADA
NO ENSINO REMOTO A
PARTIR DA
EPISTEMOLOGIA DA
PRÁXIS
Em um campo de disputas
políticas e ideológicas é
preciso analisar e discutir
os princípios da educação
continuada no ensino
remoto demandado pela
Pandemia COVID-19 a
partir da epistemologia da
práxis.
Fernando Santos
Sousa
Alessandra Batista
de Oliveira
Luana Rosa de
Araújo Silva
2020
ENSINO REMOTO E
EDUCAÇÃO A
DISTÂNCIA: ALGUMAS
DEFINIÇÕES
IMPORTANTES PARA
APLICAÇÃO EM TEMPOS
DE PANDEMIA
Definir os conceitos de Ensino
Remoto e Educação a Distância para
consolidar pesquisas posteriores e
contínuas, apontando estratégias
adequadas e efetivas para a
continuação do ensino durante a
pandemia.
Diogo Nelson
Rovadosky
e
Camila Chiodi
Agostini
2021
A EDUCAÇÃO HÍBRIDA
EM TEMPOS DE
PANDEMIA: ALGUMAS
CONSIDERAÇÕES
Apresentar algumas considerações
acerca da educação híbrida em
tempos de pandemia COVID-19,
principalmente ao educar em tempos
de distanciamento acadêmico.
Carlos Giovani
Delevati Pasini
Élvio de Carvalho
Lucy Hellen
Coutinho
Almeida
2020
11
CURRÍCULO DE
TRANSIÇÃO: UMA SAÍDA
PARA A EDUCAÇÃO PÓS-
PANDEMIA
Apontar o caminho para os possíveis
cenários no mundo pós-pandemia,
analisando currículo, espaço político
e teórico-pedagógico.
Francisco Thiago
Silva
2020
ENSINO REMOTO E
TECNOLOGIA: UMA NOVA
POSTURA DOCENTE NA
EDUCAÇÃO PÓS-
PANDEMIA
Discutir a primordialidade da
tecnologia no processo de ensino-
aprendizagem durante o Ensino
remoto proposto pela pandemia do
Covid-19.
Evania Guedes de
Almeida
Kadygyda
Lamara de França
Leite
Lucas de Sousa
Ferreira
Mariana Soares
de Farias
2020
EXCLUSÃO NADA
REMOTA
As desigualdades sociais e digitais
dificultam a garantia do direito à
educação na pandemia.
LUIZ FELIPE
STEVANIM
2020
PEDAGOGIA DA
PANDEMIA
Refletir sobre o ensino remoto
mediado pelas tecnologias digitais no
Brasil em tempos de COVID-19 para
trazer reflexões acerca da inserção
dessa estratégia de ensino em virtude
da suspensão de aulas presenciais no
mundo.
Ellery Henrique
Barros da Silva
Jerônimo Gregório
da Silva Neto
Marilde Chaves dos
Santos
2020
Desigualdade social e
tecnologia: o ensino remoto
serve para quem?
Compreender segundo pesquisas a
educação à distância e as políticas
públicas brasileiras.
Natália Flores 2020
(Des)igualdade de acesso à
educação em tempos de
pandemia: uma análise do
acesso às tecnologias e das
alternativas de ensino remoto
Analisar o acesso à educação durante a
pandemia de COVID-19.
Cristiane
Alves
Cardoso
Valdivina
Alves
Ferreira
Fabiana
Carla
Gomes
Barbosa
2020
12
Primeiro ano da pandemia
levou 172 mil alunos a
deixarem a escola no Brasil
Compreender, segundo pesquisas e uma
entrevista com a diretora do Centro de
Excelência e Inovação em Políticas
Educacionais da Fundação Getúlio Vargas
(FGV), Cláudia Costin as consequências
irreversíveis do cenário atual.
RAYANE
ROCHA.
202
1
DESAFIOS DA
IMPLEMENTAÇÃO DO
ENSINO REMOTO
Discutir os principais desafios da
implementação do ensino remoto em razão
da pandemia COVID-19.
Dominique
Guimarães
de Souza
Jean Carlos
Miranda.
202
0
PANDEMIA DA COVID-19 E
O ENSINO REMOTO
EMERGENCIAL:
MUDANÇAS NA PRÁTICA
PEDAGÓGICA
Refletir acerca dos impactos da pandemia
causados pela COVID-19 na prática
pedagógica docente.
Carina
Alexandra
Rondini
Ketilin
Mayra
Pedro
Cláudia dos
Santos
Duarte
202
0
PRÁTICAS EDUCATIVAS,
MEMÓRIAS E
ORALIDADES
Promover reflexões acerca de limites,
desafios e possibilidades mediante
experiências.
Narjara
Peixoto
Xavier
Bezerra
Antonia
Pereira
Veloso
Emerson
Ribeiro
202
1
O ensino remoto no Brasil
em tempos de pandemia:
diálogos acerca da qualidade
e do direito e acesso à
educação
Discutir a qualidade e o acesso à educação
a partir da organização do trabalho escolar
das secretarias estaduais de educação no
conteto da pandemia COVID-19 no Brasil.
Leonardo
Ferreira
Farias da
Cunha
Alcineia de
Souza Silva
Aurélio
Pereira da
Silva
202
0
13
A IMPORTÂNCIA DA
FORMAÇÃO
CONTINUADA EM MEIO
A PANDEMIA DA COVID-
19
Uma reflezão crítica sobre a prática
educacional e o aperfeiçoamento técnico,
pedagógico, ético e político do profissional
docente diante da formação continuada.
Ana do
Nascimento
de Araujo
Filipe de
Souza Pinto
Thayná
Rosa Batista
Martins
Jane Rangel
Alves
Barbosa
202
0
A IMPLEMENTAÇÃO DO
ENSINO HÍBRIDO NO
PERÍODOPÓS-PANDEMIA
Refletir aerca da retomada de aulas com o
ensino híbrido sendo uma proposta a ser
encarada de modo mais sério e efetivo.
Jânio
Robson
Rocha Lima
202
1
Formação continuadaem
tempos de pandemia da
Covid-19: desafios e
perspectivas de professores
para o ensino pós-pandemia
Analisar as narrativas de cinco
professores dos anos iniciais do Ensino
Fundamental I da Educação Básica de
cinco escolas públicas da Secretaria
Municipal de Educação do município de
Novo Gama, GO, em relação à formação
continuada em tempos de pandemia
Floraci
Mariano de
Carvalho
André Leite
Farias
Renato de
Oliveira
Brito
202
1
Uso de ferramentas on-line
no ensino presencial:
reflexões pré-pós-pandemia
Discutir como usar ferramentas de ensino
on-line no ensino presencial. O autor
compartilha sua pers-pectiva pessoal sobre
como as lições aprendidas com o ensino
on-line e distanciamento social durante a
pandemia de COVID-19 podem ser úteis
para melhorar a prática de ensino.
Erick Leite
Bastos
202
1
O ensino híbrido no Brasil
após pandemia do covid-19
Apresentar as experiências, as abordagens
e aspectos teóricos e práticos do ensino
híbridono Brasil com o avanço do EaD
e uso das metodologias ativas no ensino
superior, discutindoos desafios dessa
modalidade, a luz da legislação.
Muriel
Batista de
Oliveira
Luiz
Claudio
Tavares
Silva
202
1
14
Joelmir
Vinhoza
Canazaro
Maria Luiza
Lacerda
Carvalhido
Rômulo
Rodrigues
Coelho
Delfino
Souza
Jamil
Bussade
Neto
Daniele
Perissé
Rangel
José
Fernando de
Menezes
Pelegrin
Meta 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política
nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III
do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos
os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de
nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
PNE
2004
ESTRATÉGIAS
15.6) promover a reforma curricular dos cursos de
licenciatura e estimular a renovação pedagógica, de forma a
assegurar o foco no aprendizado do (a) aluno (a), dividindo
a carga horária em formação geral, formação na área do
saber e didática específica e incorporando as modernas
tecnologias de informação e comunicação, em articulação
com a base nacional comum dos currículos da educação
básica, de que tratam as estratégias 2.1, 2.2, 3.2 e 3.3 deste
PNE;
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei /L13005.htm>. Acesso
em: 21 de setembro de 2021.
15
6. CRONOGRAMA
Atividades
1ºse
m
2022
2ºs
em
2022
3ºse
m
2023
4ºsem
2023
Créditos
disciplinas
de X X X X
Levantamento
bibliográfico -
Leitura, análise e
fichamento do tema
X X X
Revisão bibliográfica
e
estudo especial de
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Redação
defesa
final e X
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7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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  • 1. DEBORAH CRISTINA TRINDADE DOS REIS KASHIRAJIMA TEMÁTICA DE INVESTIGAÇÃO: FORMAÇÃO DOCENTE - FORMAÇÃO CONTINUADA EM TECNOLOGIAS DIGITAIS A RELEVÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA EM TECNOLOGIAS DIGITAIS NO PERÍODO EMERGENCIAL DA PANDEMIA COVID-19 SOROCABA 2021
  • 2. 1 1. RESUMO A sociedade contemporânea até o ano de 2019 presenciava as constantes mudanças e transformações provocadas pela disseminação das tecnologias. A educação vivenciava esses impactos lentamente, em razão do precário desenvolvimento e incentivo às políticas públicas educacionais, bem como, determinados grupos de pessoas de classes sociais menos favorecidas e marginalizadas. Diante disso, a pandemia ocasionada pela covid-19 gerou um cenário inédito e histórico no sistema educacional. Em consequência do mesmo, muitas mudanças foram necessárias, o que já não era tangível no sistema, tornou-se ainda mais seletivo e inacessível com a chegada do ensino remoto. Nesse sentido, o problema deste estudo consiste em analisar como as tecnologias utilizadas no processo de ensino e aprendizagem remoto irão permanecer no contexto educacional pós pandemia na Educação Básica? Deste modo, objetivou-se analisar de que maneira o ensino remoto garantiu o processo de ensino e aprendizagem no contexto da desigualdade social e digital. Palavras-chave: Tecnologias Digitais; Ensino Remoto, Pandemia, Covid-19. 2. JUSTIFICATIVA Em Dezembro de 2019 uma nova doença, conhecida como Corona Virus Disease 2019 se alastrou pelo mundo, e já em 2020 as mudanças foram capazes de transformar a vida de todos, independente do país em que os indivíduos se encontrassem, porém, o Brasil por ser um país ainda em desenvolvimento sofreu com maior intensidade, e além dos riscos para a saúde, a educação fora extremamente afetada. As diferentes realidades em um país onde a desigualdade social só cresce fez com que o direito a equidade e a inclusão nas escolas fossem vistos de um modo diferente, e famílias com uma menor renda financeira e sem acesso aos computadores e tecnologias sofreram em maior escala, e não somente a evasão escolar se tornou um problema, mas o futuro desses jovens que estão fora das instituições de ensino é duvidoso. Com o sistema presencial paralisado a reorganização do sistema de ensino por plataformas digitais fora necessária, porém, muitos professores se encontraram em uma situação completamente nova e uma lacuna considerável na educação continuada para professores com finalidades de tecnologias da educação fora encontrada, e ainda que as TIC's possuam dificuldades em adentrar ao universo educacional, é necessário lembrar que elas estão previstas na BNCC, na LDB, no PNE e em outros documentos
  • 3. 2 educacionais que permeiam o sistema educacional. A pauta da formação continuada do docente se faz presente em diversas discussões atuais no mundo inteiro, tendo sido inserida pela ONU (Organização das Nações Unidas) na Agenda 2030, e também está presente no 4º Objetivo do Desenvolvimento sustentável (ODS), sendo capaz de se relacionar com a educação equitativa e inclusiva e estabelecendo metas para a formação do docente, com mais interesse ainda para os países com menor desenvolvimento (SILVA, 2014). No que diz respeito ao cenário da educação brasileira, a formação docente está presente na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que prevê a formação em ensino superior para os docentes da Educação Básica, especificamente nos cursos de licenciaturas (BRASIL, 2016). As Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de docentes da Educação Básica, responsável pela Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica com o ideal do emprego pedagógico de inovações e de linguagens digitais, tal como a compreensão das linguagens digitais e suas implicações no processo de ensino-aprendizagem (BRASIL, 2019) não encontrou seu caminho da maneira que deveria. Precisamos de uma transformação entramos em um processo de aprendizagem, a tendência é gerar mais qualidade para a educação, por meio do uso eficaz das tecnologias digitais, adotar planos de fragmentação do conteúdo porque o aluno não consegue ficar mais de uma hora sentado em uma cadeira assistindo uma aula, temos que engajar os alunos e propor uma educação a distância de uma maneira diferenciada com um nível de engajamento diferente. Atividades pedagógicas não presenciais, regime de rodízios de conteúdos, o foco do professor deve estar dentro de novas tecnologias para que ele ainda possa desenvolver seu papel dentro desse contexto pedagógico, e tenha espaço para ele criar e desenvolver seu trabalho de maneira decente. Essa matriz de conceitos digitais teria que ser bem trabalhada e mudar a forma de ensinar a partir das ferramentas a sua disposição, uma série de habilidades relacionadas com a sua prática pedagógica. Sendo o Brasil um país de 3º mundo, é necessário que tenhamos uma maior análise e uma maior avaliação de como será o caminho educacional após essa pandemia, pois ficou nítido que os desafios encontrados precisam de soluções rápidas.
  • 4. 3 3. INTRODUÇÃO No final do ano de 2019, mais precisamente em dezembro, a COVID-19 surgira como uma preocupação mundial e os órgãos mundiais já alertavam que essa poderia ser uma crise internacional. Também conhecida pelo acrônimo CoronaVírus Disease 2019, o vírus foi capaz de trazer danos consideráveis para diversos países (LANA et al. 2020). Já em 2020 as mudanças em todo o mundo começaram a transformar a vida de todo cidadão, independente do país que esse estivesse inserido e as consequências foram inúmeras e intensas. Os desafios e as dificuldades físicas e psicológicas que esse trouxera, juntamente com as barreiras sociais deram ênfase para as medidas de proteção e de isolamento social que são as responsáveis por salvar vidas diante de um cenário catastrófico em todos os países, mas principalmente nos países de 3º mundo, como o Brasil (OMS, 2020). É uma questão de convulsões políticas, sociais e econômicas. [Uma epidemia] pode afetar todas as áreas da sociedade e é por isso que temos que levá-la a sério. O mundo, quando fala sobre terrorismo - imaginem -, o nível de preparação, e assim por diante, é imenso. Para ser honesto, um vírus é mais poderoso na criação de convulsões políticas, econômicas e sociais do que qualquer ataque terrorista, acredite ou não. [...] Se o mundo não quiser acordar e considerar esse vírus inimigo como inimigo público número um, acho que não aprenderemos nossas lições. (OMS, 2020, np). A Unesco (2020) elucida que desde o início da pandemia houvera a necessidade de que o isolamento social fosse estabelecido e que os órgãos públicos cobrassem isso de todos os envolvidos, e, para tanto as escolas adotaram o ensino remoto para que pudessem reduzir maiores desafios da quarentena, porém, preservando o desenvolvimento de métodos que não apenas estivessem de acordo com o ensino- aprendizagem, mas também que apoiasse as famílias em suas singularidades. Sendo assim, o sistema educacional deve estar apto para que: Garanta a equidade e a inclusão – implemente medidas para assegurar que todos os estudantes tenham acesso a programas de ensino a distância, bem como para assegurar o acesso inclusivo à oportunidade de ensino a distância para todos os estudantes sem causar impacto negativos sobre os grupos mais vulneráveis. (UNESCO, 2020, p.5) Desde o século XIX todo país e toda sociedade passam por desafios quanto à desigualdade social (TELLES, 1999). Martins (2020 apud TORRES, 2020 ) elucida que
  • 5. 4 o Brasil não está impune ao modelo citado por Telles, e de acordo com o relatório da ONU (2010 apud TORRES, 2020) dentre as principais causas da desigualdade social no Brasil, todas decorrem da má distribuição de renda e da política fiscal inadequada, estão como principais a falta de acesso à educação de qualidade e os baixos salários. Com a então suspensão das aulas em sistema presencial nas escolas públicas e privadas para que o isolamento social pudesse ser efetivo contra o novo coronavírus, mas isso também trouxe desafios e mudanças significativas no funcionamento prático da educação escolar. As faltas de possibilidades de prosseguir com atividades presenciais trouxe uma medida provisória de reorganização de exercícios e tarefas em plataformas digitais, e coube ao professor essa missão de enfrentar uma situação desconhecida para prosseguir com o ensino-aprendizagem de seus alunos (BATISTA, 2020). Contudo, vale ressaltar que, nesse processo de readaptação, pouco se pensou na parcela da população que não dispõe de um aparato financeiro que permita a obtenção destes dispositivos eletrônicos, bem como naqueles que residem em locais mais distantes e com difícil acesso à rede de conexão virtual. Uma outra problemática que elucidou essa disparidade e ganhou uma extrema repercussão negativa nas redes sociais, foi o filme publicitário pelo MEC, o qual anunciava que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 não seria adiado visto o prejuízo de se perder uma nova geração de profissionais. Durante toda a propaganda, o discurso foi de que mesmo em meio a uma pandemia, os estudantes deveriam estudar de qualquer lugar e de diferentes formas. Essa publicidade foi alvo de severas críticas. Dentre as principais reclamações, os internautas destacaram que a propaganda adota um discurso que desconsidera a realidade da maioria dos estudantes brasileiros que não dispõem de recurso financeiro que permita acesso ao ensino mediado pelo acesso à internet (BATISTA, 2020, np). Muitos foram os desafios que a pandemia do Coronavírus trouxera para a educação, e o ensino remoto foi um dos maiores. Souza (2020) fez uma pesquisa com os professores e alunos da Escola Cidadã Integral Técnica Professor Bráulio Maia Júnior, localizada em Campina Grande – PB com o objetivo de verificar possíveis estratégias que poderiam ser adotadas para, de algum modo, amenizar os desafios que o ensino remoto trouxera, bem como compreender como e de qual modo o ensino remoto pode vir a ser uma ferramenta valiosa no ensino-aprendizagem. Um dos maiores desafios dos professores foi interagir com as novas ferramentas digitais e compreender como elas poderiam ser inseridas no cotidiano do professor para que esse pudesse envolver a realidade dos alunos, já que, de maneira brusca, o ensino precisou se adaptar à nova realidade (SOUZA, 2020).
  • 6. 5 Ainda de acordo com Souza (2020) outro grande desafio foi a ausência de recursos financeiros que possibilitasse aos professores adquirir equipamentos completos para ministrar suas aulas. Devido à paralisação temporária sem data prevista de retorno das aulas presenciais, a educação precisou encontrar formas de não permitir que o ensino parasse. Sendo assim, de acordo com Souza (2020) alunos e professores, de modo repentino, viram uma situação onde o ensino remoto era a única alternativa, se não perder o ano escolar, e para que os alunos pudessem continuar aprendendo e que o direito à educação garantida ainda fosse respeitado. O ensino remoto que ocorreu em caráter emergencial, e é um ensino que se aproxima muito da "Educação à distância", e segundo Moore & Kearsley (2007): [...] ideia básica de educação a distância é muito simples: alunos e professores estão em locais diferentes durante todo ou grande parte do tempo em que aprendem e ensinam. Estudando em locais distintos, eles dependem de algum tipo de tecnologia para transmitir informação e lhes proporcionar um meio para interagir (MOORE; KEARSLEY, 2007, p. 1). A pandemia da COVID-19 evidenciou uma enorme lacuna na formação continuada dos docentes no que diz respeito à formação para o uso de tecnologias digitais de educação. No início da pandemia uma pesquisa com o total de 7.734 professores atuantes em instituições educacionais públicas e particulares brasileiras evidenciou que 83% dos professores não estavam preparados para aderir ao modo online com a finalidade de ensinar, e cerca de 90% jamais tiveram contato ou experiência com o ensino a distância, tal como sequer 55% desses tiveram uma formação adequada para ministrar aulas de modo não presencial (PENÍNSULA, 2020). Esses resultados demonstram que a formação continuada em tecnologias digitais está longe de alcançar o universo dos docentes em exercício nos dias atuais. Silva (2011) define o letramento digital como a capacidade do ser humano em responder de maneira adequada às demandas sociais que envolvem o uso de recursos tecnológicos e da escrita no universo digital. Portanto, também está estritamente ligado com a alfabetização em si. A inclusão digital está interligada com diferentes modos de se apropriar aos recursos tecnológicos, a apropriação ativa refere-se aos três níveis, sendo eles a alfabetização digital, a capacidade de usar a informática como meio de desenvolver o intelectual e o profissional e a produção de conteúdos.
  • 7. 6 Souza (2020) afirma que com a Pandemia da Covid-19, professores e alunos foram surpreendidos, e, fora necessária uma grande adaptação, além de um reaprendizado no momento de estudar, principalmente porque as estratégias não eram do conhecimento e nem estava dentro dos recursos de todos, mesmo que a intenção fosse de preservar o direito à educação. É desafiador, então, que possamos enxergar um futuro mais feliz para o cenário educacional, pois ainda que as tecnologias sejam aliadas de um bom ensino- aprendizagem, existem muitos fatores que nos levam a acreditar que trilhar um caminho ao lado do Ensino Híbrido está complicado. Nota-se que o processo de ensino- aprendizagem que ocorrera durante o isolamento social pela pandemia COVID-19 depende de três fatores básicos, e o primeiro está justamente na familiaridade e na formação de professores e suas habilidades com as novas tecnologias, além do acesso aos docentes para com os recursos tecnológicos que os ajudam a produzir suas atividades (PEREIRA; BARROS, 2020). Ainda de acordo com Pereira; Barros (2020) o segundo fator está relacionado com o acesso dos alunos aos computadores e à internet, pois ficou claro nessa pandemia que alunos mais favorecidos possuem vantagens, visto que em um país como o Brasil, onde existe muita pobreza, diversos estudantes não tiveram acesso ao ensino remoto e assim sendo já estão excluídos. Ainda de acordo com os autores, o terceiro fator está relacionado com o segundo, pois, além do acesso aos meios e às tecnologias, o aluno precisa ter motivação, dentro de casa e vinda também das atividades feitas pelo docente. É nítida também a necessidade de uma ampliação na oferta de programas de formação continuada voltadas às tecnologias digitais para os docentes em todos os níveis de ensino, para que possam estar preparados para enfrentar os desafios de uma docência online, e assim sendo, é importante que existam recursos de orçamento e que estejam de acordo com as metas para a formação continuada previstas no PNE (SANTO e LIMA, 2020). De acordo com Rayanne Rocha da CNN Brasil somente no primeiro ano de pandemia devido ao Coronavírus cerca de 172 mil alunos, entre seis e dezessete anos acabaram por abandonar os estudos ou deixaram de frequentar as escolas, isso significa que cerca de 12% de crianças e adolescentes estão fora da sala de aula desde a última pesquisa em 2019 (ROCHA, 2021). Rocha (2021) esclarece que a pesquisa que contou com o título "Os custos educativos da crise sanitária na América Latina e no Caribe" monitorou as condições
  • 8. 7 não só acadêmicas, mas também econômicas de dezoito nações durante o ensino remoto e o impacto sanitário que a Covid-19 trouxera, e em números totais o Brasil foi o segundo país mais afetado, ficando atrás apenas do México. Cláudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) afirma que esse cenário pode trazer consequências que jamais poderão ser revertidas em longo prazo, e ainda elucida que esse desafio afeta em grande escala a entrada desses indivíduos no mercado de trabalho e que é de extrema importância que os governos busquem esses jovens que abandonaram ou que virão a abandonar a escola e que se crie um sistema de recuperação de aprendizagem (ROCHA, 2021). Ainda segundo Rocha (2021), Cláudia esclareceu que essa é uma situação gravíssima e que a culpa primeiramente é da pandemia, mas também de uma gestão inadequada que não responde como deveria à crise educacional, tanto no sentido de manter escolas fechadas por um longo tempo, quanto em se tratar de um país que a conectividade dentro de casa ainda é um desafio. Flores (2020) esclarece que a educação informatizada não é nenhum debate novo no Brasil, tão pouco no mundo, e sua história é marcada desde o período da Segunda Guerra Mundial nos anos de 1950 e com as possibilidades que os computadores trouxeram nos anos de 1980 só aumentaram. Sendo assim, as discussões sobre as tecnologias no Brasil, do ponto de vista da inserção social dos indivíduos ganharam força a partir da década de 90, quando em sua segunda metade o Programa Sociedade da Informação se iniciou, e as discussões acabaram se difundindo com os ideais que cercavam a alfabetização, como meio de promover o desenvolvimento humano, tecnológico e científico, principalmente dentro de um contexto já marcado pela presença internacional que já interferia em diversos setores brasileiros (SILVA, 2014). Mesmo assim, até a atualidade muitos adultos também ainda encontram desafios em relação ao uso das tecnologias, e com os professores não seria diferente. Marinho (2020) afirma que o Grupo de Trabalho (GT) designado pela Reitoria da Ufes para avaliar como estavam funcionando as medidas adotadas pela Universidade pelo decorrer da pandemia Covid-19 e para poder planejar a volta ao sistema presencial divulgou uma pesquisa com estudantes e professores da instituição de ensino com foco na necessidade de construir uma política de inclusão digital que chegasse aos alunos e aos professores. Cerca de 947 professores participaram da pesquisa, e de acordo com a análise de
  • 9. 8 resultados 46,14% dos professores indicam dificuldades em lidar com sistemas de internet (MARINHO, 2020). Ainda que 99,58% dos professores tenham afirmado possuir meios de utilizar a internet em suas residências, ao passarem pelos questionamentos sobre as dificuldades a maioria relata que os maiores desafios estão na falta de informação coerente a respeito do uso das ferramentas online e o conhecimento limitado sobre os ambientes virtuais de ensino-aprendizagem (MARINHO, 2020). 4. OBJETIVOS • Objetivo Geral O principal objetivo dessa pesquisa está em analisar a necessidade da formação continuada docente para as tecnologias digitais, visto que o período emergencial gerado pela Pandemia COVID-19 deixou claro que ainda existem muitas lacunas nesse âmbito, • Objetivos Específicos - Analisar as lacunas existentes na formação continuada dos professores voltada para as tecnologias da educação, uma vez que muitos desafios ainda permeiam esse quadrante. - Analisar os planos de Fragmentação do conteúdo tradicional para o digital. - Abranger o conteúdo como todo e realizar uma transformação pedagógica através da tecnologia, especificamente no monitoramento do corpo docente com foco no aprendizado voltado para o uso das tecnologias em sala de aula. 5. MÉTODOS O prefixo meta é utilizado para a metacognição, metalinguística e metateoria, sendo assim, a metapesquisa se conceitua como uma pesquisa sobre pesquisas, e sobre um tema ou uma área específica (ROSENBAUM; LANGHINRICHSEN-ROHLING, 2006). Pesquisadores da área de Ciências Biológicas e da Saúde definem a metapesquisa como uma disciplina científica da evolução, que possui sem maior objetivo em avaliar e melhorar a eficiência de práticas de pesquisa para que possam gerar resultados ainda mais úteis e confiáveis (FINFGELD, 2003; IOANNIDIS, 2018;
  • 10. 9 IOANNIDIS, et al., 2015). Diante das discussões aqui apresentadas, se esclarece que embora o assunto seja recente, ele é de profunda importância para o cenário educacional, sendo assim, pesquisas realizadas contaram com projetos acadêmicos, sites de notícias e artigos de modo geral, que se iniciaram em 1999 e se encerram somente em 2021, para que o projeto possa possuir toda fundamentação atual necessária. As pesquisas realizadas contaram com as temáticas: 1. Como a ausência de formação continuada em tecnologias da educação afeta os professores na pandemia COVID-19? 2. O que se pode esperar das aulas presenciais após o colapso da pandemia COVID-19? 3. Como a desigualdade social afeta os alunos das redes públicas de ensino em plena pandemia COVID-19? LEVANTAMENTO REALIZADO Quantidade Exclusão Social na Pandemia 04 Formação Continuada 04 O Ensino pós-pandemia 04 Desafios do ensino Remoto 07 Total 15 Referência: Google Acadêmico As pesquisas que dialogam com a exclusão social na pandemia (04) visam entregar parâmetros de exclusão e de dificuldades de alguns grupos de conseguir o direito à educação garantida, uma vez que no Brasil a desigualdade social é um fator predominante e existem muitas famílias sem acesso às tecnologias e ao ensino online. Os trabalhos que elucidam a respeito da formação continuada (04) têm como objetivo encontrar e analisar os principais desafios dos professores diante do ensino remoto obrigatório devido ao fechamento de escolas durante a pandemia da COVID-19. Os projetos pesquisados sobre o Ensino pós-pandemia analisam como pode ser inserida a educação híbrida após todo esse processo.
  • 11. 10 Por fim, as pesquisas sobre os desafios do ensino remoto dialogam sobre todos esses componentes em um único olhar voltado para a melhoria da educação e os desafios que o ensino no Brasil está enfrentando. Esclarece-se que esses são apenas artigos que se mostraram mais importantes para que se possa realizar o projeto com eficiência e dentro da realidade, mas esses não são os únicos, tão pouco foram usados apenas os elucidados aqui para fundamentar esse projeto. TITULO PESQUISA AUTOR ANO EDUCAÇÃO X PANDEMIA: OS DESAFIOS DO ENSINO REMOTO Analisar o processo do ensino- aprendizagem remoto em época de Pandemia, bem como compreender a transformação do trabalho docente e identificar as metodologias do ensino remoto. Ana Paula Timóteo de Lima e Maria de Fátima dos Santos Pereira 2021 OS SENTIDOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA NO ENSINO REMOTO A PARTIR DA EPISTEMOLOGIA DA PRÁXIS Em um campo de disputas políticas e ideológicas é preciso analisar e discutir os princípios da educação continuada no ensino remoto demandado pela Pandemia COVID-19 a partir da epistemologia da práxis. Fernando Santos Sousa Alessandra Batista de Oliveira Luana Rosa de Araújo Silva 2020 ENSINO REMOTO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: ALGUMAS DEFINIÇÕES IMPORTANTES PARA APLICAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA Definir os conceitos de Ensino Remoto e Educação a Distância para consolidar pesquisas posteriores e contínuas, apontando estratégias adequadas e efetivas para a continuação do ensino durante a pandemia. Diogo Nelson Rovadosky e Camila Chiodi Agostini 2021 A EDUCAÇÃO HÍBRIDA EM TEMPOS DE PANDEMIA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Apresentar algumas considerações acerca da educação híbrida em tempos de pandemia COVID-19, principalmente ao educar em tempos de distanciamento acadêmico. Carlos Giovani Delevati Pasini Élvio de Carvalho Lucy Hellen Coutinho Almeida 2020
  • 12. 11 CURRÍCULO DE TRANSIÇÃO: UMA SAÍDA PARA A EDUCAÇÃO PÓS- PANDEMIA Apontar o caminho para os possíveis cenários no mundo pós-pandemia, analisando currículo, espaço político e teórico-pedagógico. Francisco Thiago Silva 2020 ENSINO REMOTO E TECNOLOGIA: UMA NOVA POSTURA DOCENTE NA EDUCAÇÃO PÓS- PANDEMIA Discutir a primordialidade da tecnologia no processo de ensino- aprendizagem durante o Ensino remoto proposto pela pandemia do Covid-19. Evania Guedes de Almeida Kadygyda Lamara de França Leite Lucas de Sousa Ferreira Mariana Soares de Farias 2020 EXCLUSÃO NADA REMOTA As desigualdades sociais e digitais dificultam a garantia do direito à educação na pandemia. LUIZ FELIPE STEVANIM 2020 PEDAGOGIA DA PANDEMIA Refletir sobre o ensino remoto mediado pelas tecnologias digitais no Brasil em tempos de COVID-19 para trazer reflexões acerca da inserção dessa estratégia de ensino em virtude da suspensão de aulas presenciais no mundo. Ellery Henrique Barros da Silva Jerônimo Gregório da Silva Neto Marilde Chaves dos Santos 2020 Desigualdade social e tecnologia: o ensino remoto serve para quem? Compreender segundo pesquisas a educação à distância e as políticas públicas brasileiras. Natália Flores 2020 (Des)igualdade de acesso à educação em tempos de pandemia: uma análise do acesso às tecnologias e das alternativas de ensino remoto Analisar o acesso à educação durante a pandemia de COVID-19. Cristiane Alves Cardoso Valdivina Alves Ferreira Fabiana Carla Gomes Barbosa 2020
  • 13. 12 Primeiro ano da pandemia levou 172 mil alunos a deixarem a escola no Brasil Compreender, segundo pesquisas e uma entrevista com a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudia Costin as consequências irreversíveis do cenário atual. RAYANE ROCHA. 202 1 DESAFIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO REMOTO Discutir os principais desafios da implementação do ensino remoto em razão da pandemia COVID-19. Dominique Guimarães de Souza Jean Carlos Miranda. 202 0 PANDEMIA DA COVID-19 E O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Refletir acerca dos impactos da pandemia causados pela COVID-19 na prática pedagógica docente. Carina Alexandra Rondini Ketilin Mayra Pedro Cláudia dos Santos Duarte 202 0 PRÁTICAS EDUCATIVAS, MEMÓRIAS E ORALIDADES Promover reflexões acerca de limites, desafios e possibilidades mediante experiências. Narjara Peixoto Xavier Bezerra Antonia Pereira Veloso Emerson Ribeiro 202 1 O ensino remoto no Brasil em tempos de pandemia: diálogos acerca da qualidade e do direito e acesso à educação Discutir a qualidade e o acesso à educação a partir da organização do trabalho escolar das secretarias estaduais de educação no conteto da pandemia COVID-19 no Brasil. Leonardo Ferreira Farias da Cunha Alcineia de Souza Silva Aurélio Pereira da Silva 202 0
  • 14. 13 A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MEIO A PANDEMIA DA COVID- 19 Uma reflezão crítica sobre a prática educacional e o aperfeiçoamento técnico, pedagógico, ético e político do profissional docente diante da formação continuada. Ana do Nascimento de Araujo Filipe de Souza Pinto Thayná Rosa Batista Martins Jane Rangel Alves Barbosa 202 0 A IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO HÍBRIDO NO PERÍODOPÓS-PANDEMIA Refletir aerca da retomada de aulas com o ensino híbrido sendo uma proposta a ser encarada de modo mais sério e efetivo. Jânio Robson Rocha Lima 202 1 Formação continuadaem tempos de pandemia da Covid-19: desafios e perspectivas de professores para o ensino pós-pandemia Analisar as narrativas de cinco professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental I da Educação Básica de cinco escolas públicas da Secretaria Municipal de Educação do município de Novo Gama, GO, em relação à formação continuada em tempos de pandemia Floraci Mariano de Carvalho André Leite Farias Renato de Oliveira Brito 202 1 Uso de ferramentas on-line no ensino presencial: reflexões pré-pós-pandemia Discutir como usar ferramentas de ensino on-line no ensino presencial. O autor compartilha sua pers-pectiva pessoal sobre como as lições aprendidas com o ensino on-line e distanciamento social durante a pandemia de COVID-19 podem ser úteis para melhorar a prática de ensino. Erick Leite Bastos 202 1 O ensino híbrido no Brasil após pandemia do covid-19 Apresentar as experiências, as abordagens e aspectos teóricos e práticos do ensino híbridono Brasil com o avanço do EaD e uso das metodologias ativas no ensino superior, discutindoos desafios dessa modalidade, a luz da legislação. Muriel Batista de Oliveira Luiz Claudio Tavares Silva 202 1
  • 15. 14 Joelmir Vinhoza Canazaro Maria Luiza Lacerda Carvalhido Rômulo Rodrigues Coelho Delfino Souza Jamil Bussade Neto Daniele Perissé Rangel José Fernando de Menezes Pelegrin Meta 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. PNE 2004 ESTRATÉGIAS 15.6) promover a reforma curricular dos cursos de licenciatura e estimular a renovação pedagógica, de forma a assegurar o foco no aprendizado do (a) aluno (a), dividindo a carga horária em formação geral, formação na área do saber e didática específica e incorporando as modernas tecnologias de informação e comunicação, em articulação com a base nacional comum dos currículos da educação básica, de que tratam as estratégias 2.1, 2.2, 3.2 e 3.3 deste PNE; Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei /L13005.htm>. Acesso em: 21 de setembro de 2021.
  • 16. 15 6. CRONOGRAMA Atividades 1ºse m 2022 2ºs em 2022 3ºse m 2023 4ºsem 2023 Créditos disciplinas de X X X X Levantamento bibliográfico - Leitura, análise e fichamento do tema X X X Revisão bibliográfica e estudo especial de pesquisa e publicação X X X Desenvolvimento da atividade de pesquisa X X X Elaboração da Tese X X Supervisão Orientador do X Qualificação X Supervisão Orientador do X X Redação defesa final e X
  • 17. 16 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BATISTA, T.S.F. O uso intenso de tecnologias na pandemia e o acirramento da desigualdade social. 2020. Disponível em: https://repositorio.uniceub.br/jspui/bitstream/prefix/14351/1/Talitha%20Serra%20Ferrei ra%20Batista.pdf. Acesso em: 25 Set. 2021. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP n. 2, de 20 de dezembro de 2019. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). Diário Oficial da União, seção 1, p. 46-49, 15 de abril de 2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019- pdf/135951-rcp002-19/file. Acesso em: 25 Set. 2021. Entrevista concedida pela pedagoga Léa Fagundes a Revista Nova Escola, disponível no site: https://novaescola.org.br/conteudo/987/entrevista-com-lea- fagundes-sobre-a-inclusao-digital. Acesso em: 25 Set. 2021. FINFGELD, D. L. Metasynthesis: the state of the art - so far. Qualitative Health Research, v. 13, n. 7, p. 893-904, 2003. DOI: 10.1177/1049732303253462 INSTITUTO PENÍNSULA. Relatório de Pesquisa: sentimento e percepção dos professores brasileiros nos diferentes estágios do coronavírus no brasil. Estágio intermediário, maio de 2020. Disponível em: https://bit.ly/2S6XJEL Acesso em: MARINHO, Tereza. Inclusão Digital é o maior desafio, aponta pesquisa realizada com estudantes e professores. UFES. 2020. Disponível em: https://coronavirus.ufes.br/conteudo/inclusao-digital-e-o-maior-desafio-aponta- pesquisa-realizada-com-estudantes-e-professores. Acesso em: 25 Set. 2021. MOORE, M. G.; KEARSLEY, G. Educação a Distância: uma visão integrada. Tradução de Roberto Galman. São Paulo: Thomson Learning, 2007. ONU. Organização das Nações Unidas. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Set. 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 25 Set. 2021. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA - UNESCO. Estratégias de ensino a distância em resposta ao fechamento das escolas devido à COVID-19. Nota informativa nº 2.1 - Abril de 2020. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000373305_por/PDF/373305por.pdf.multi. Acesso em: 25 Set. 2021. PEREIRA, M.D; BARROS, E.A. A educação e a escola. ETEC UIRAPURU: Instituto Federal de São Paulo. 2020.
  • 18. 17 ROCHA, R. Primeiro ano da pandemia levou 172 mil alunos a deixarem a escola no Brasil. CNN BRASIL: Rio de Janeiro. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/primeiro-ano-da-pandemia-levou-172-mil- alunos-a-deixarem-a-escola-no-brasil/. Acesso em: 25 Set. 2021. ROSENBAUM, A.; LANGHINRICHSEN-ROHLING, J. Meta-research on violence and victims: the impact of data collection methods on findings and participants. Violence and Victims, v. 21, n. 4, p. 404-409, 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1891/vivi.21.4.404. Acesso em: 26 Set. 2021. SANTO, E. E; LIMA, T.P.P. Formação continuada para tecnologias digitais em tempo de pandemia: percepções docentes sobre o curso Googl Sala de Aula. São Paulo: Dialogia. 2020. SILVA, A. C. Educação e tecnologia: entre o discurso e a prática. Ensaio: Avaliação de Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro, v. 19, n. 72, p. 527- 554, jul./set., 2011. SILVA, Maria L. G. A inclusão digital nas políticas públicas de inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação: o discurso e a prática dos cursos de formação de professores. 2014. Dissertação de Mestrado. 187 p. Universidade Federal da Bahia. 2014. SOUZA, M.C.S. O ensino remoto durante a pandemia: Desafios e perspectivas para professores e alunos. Cabedelo. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso. 22 p. 2020. Disponível em: file:///C:/Users/Dell/Desktop/BIOLOGIA/TCC%20com%20ficha%20catalogr%C3%A1 fica%20-%20M%C3%A1rcia%20Cristina%20S%C3%A9rgio%20de%20Souza.pdf. Acesso em: 27 Set. 2021. TELLES V. S. A "nova questão social" brasileira: ou como as figuras de nosso atraso viraram símbolo de nossa modernidade. Caderno CRH, v.30, n.31, p. 85-110, 1999. TORRES, L.V.P. Pandemia e desigualdade social: Cras e o enfrentamento a Covid- 19 em Arapicara/Alagoas. 2020. Trabalho de conclusão de Curso. Universidade Federal de Alagoas. 2020. Disponível em: https://ud10.arapiraca.ufal.br/repositorio/publicacoes/3496 Acesso em: 24 Set. 2021. WORLD HEALTH ORGANIZATION . Global status report on non communicable diseases 2010. Geneva: World Health Organization; 2011.