O documento discute a igreja como uma comunidade terapêutica. Afirma que a igreja é um lugar para pessoas que foram salvas pelo pecado, mas ainda carregam suas consequências, como distorções de personalidade e hábitos prejudiciais. Argumenta que a igreja deve oferecer um ambiente de cura, aceitação e crescimento por meio de práticas como aceitação mútua, confissão, perdão, oração intercessora, contato físico e louvor.