Este documento discute o crescimento da influência política das igrejas evangélicas e pentecostais no Brasil. Ele destaca que esses grupos religiosos ganharam muitos seguidores nas últimas décadas e agora estão se articulando politicamente através de frentes parlamentares em vários estados. Essas frentes buscam promover sua agenda moralista e conservadora, como proibir o aborto e proteger "bons costumes". O documento expressa preocupação com o uso da fé para ganhar poder e influenciar leis e políticas públicas.