A educação da mulher no
     Oriente Médio
      Professora: Berenice
 Equipe : Leticia , Lilian , Beatriz ,
 Mariana , Vitória , Yuri , Gabrielle
             Bárbara .
A educação da mulher no oriente médio


• Nos últimos 50 anos a situação da mulher no
  Oriente Médio melhorou e hoje, em alguns
  aspectos, se equipara à vida da mulher
  ocidental: elas estudam, trabalham, dirigem e
  andam livremente pelas ruas.
• Porém, a representação
   política delas continua
     sendo uma média
   considerada baixa, com
  apenas 9,5% de mulheres
 em média nas Câmaras de
    Deputados dos países
           árabes.
• Em alguns países do Oriente Médio,
  entretanto, a representação de mulheres é
  bem mais alta. Nos parlamentos de Israel e da
  Tunísia, por exemplo, as mulheres
  representam 19% dos integrantes da casa; já
  no Iêmen, elas são apenas 1% e no Egito, 2%.
• "Infelizmente, tivemos apenas quatro
  mulheres eleitas para o parlamento nas
  últimas eleições e outras seis foram indicadas
  pelo presidente para aumentar este número.
  O que precisamos aqui no Egito é de um
  sistema de cotas, para que as mulheres sejam
  representadas melhor", diz a socióloga
  Madiha el Safty , professora da Universidade
  Americana do Cairo.
• Os países que reservaram cotas para mulheres
  em seus órgãos de representação política
  parecem mostrar que a medida funciona: 70
  dos 275 integrantes do parlamento iraquiano
  são mulheres, graças à cota de 25% adotada
  nas eleições de 2005. Após os pleitos de 2006
  e 2007 na Mauritânia, as mulheres
  conquistaram 30% das cadeiras na Assembleia
  Nacional e mais de 25% das do Senado.
• "As mulheres estão diminuindo cada vez mais
  a distância em relação aos homens, graças ao
  trabalho ativo e incessante de muitas
  organizações não-governamentais e grupos de
  mulheres, mas as conquistas na política são
  bem mais lentas", ressalta El Safty .
• Em vários países, aliás, houve um retrocesso,
  como no caso do Egito e do Irã. Na primeira
  metade dos anos 80, a representação
  feminina no parlamento egípcio aumentou
  para inéditos 9%, graças a uma lei que
  reservava 30 assentos para mulheres. Porém,
  a lei foi abolida após oito anos em vigor e a
  representação feminina voltou ao patamar de
  antes.
• No Irã o recuo político foi ainda mais evidente:
  nos anos 60, mesmo com forte oposição dos
  religiosos iranianos, as mulheres receberam
  direitos completos de cidadania, foram
  permitidas a votar e concorrer a cargos
  públicos e adquiriram uma legislação mais
  favorável na área do Direito de família.
• Muitos destes direitos foram retirados delas
  após a revolução islâmica de 1979, quando os
  clérigos iranianos chegaram ao poder e
  argumentaram que os direitos às mulheres
  iam contra os valores do Islã e eram uma
  ameaça à estrutura familiar.
• As moças solteiras não devem manter conversas com homens.
• No Egito, as mulheres mais ricas exibem muitas jóias de ouro
  nos braços.
• Nas escolas, os meninos e as meninas sentam em bancos
  separados.
• Saiba pechinchar no Egito, pois, ao perceberem que trata-se
  de um estrangeiro, cobram altos preços pelos produtos locais.
• Os Árabes não comem carne de porco, por ser considerada
  impura.
• As mulheres são proibidas, pelo Corão, livro sagrado, de dirigir
  automóveis.
• É comum encontrar homens de mãos dadas. Representa sinal
  de amizade.
• Nos países árabes, é falta de educação apontar as coisas com
  o dedo indicador. Use sempre a mão inteira.
• Deixar um pouco de comida no prato, após as refeições, é um
  elogio ao anfitrião, pois representa abundância.

A educação da mulher no oriente médio

  • 1.
    A educação damulher no Oriente Médio Professora: Berenice Equipe : Leticia , Lilian , Beatriz , Mariana , Vitória , Yuri , Gabrielle Bárbara .
  • 2.
    A educação damulher no oriente médio • Nos últimos 50 anos a situação da mulher no Oriente Médio melhorou e hoje, em alguns aspectos, se equipara à vida da mulher ocidental: elas estudam, trabalham, dirigem e andam livremente pelas ruas.
  • 3.
    • Porém, arepresentação política delas continua sendo uma média considerada baixa, com apenas 9,5% de mulheres em média nas Câmaras de Deputados dos países árabes.
  • 4.
    • Em algunspaíses do Oriente Médio, entretanto, a representação de mulheres é bem mais alta. Nos parlamentos de Israel e da Tunísia, por exemplo, as mulheres representam 19% dos integrantes da casa; já no Iêmen, elas são apenas 1% e no Egito, 2%.
  • 5.
    • "Infelizmente, tivemosapenas quatro mulheres eleitas para o parlamento nas últimas eleições e outras seis foram indicadas pelo presidente para aumentar este número. O que precisamos aqui no Egito é de um sistema de cotas, para que as mulheres sejam representadas melhor", diz a socióloga Madiha el Safty , professora da Universidade Americana do Cairo.
  • 6.
    • Os paísesque reservaram cotas para mulheres em seus órgãos de representação política parecem mostrar que a medida funciona: 70 dos 275 integrantes do parlamento iraquiano são mulheres, graças à cota de 25% adotada nas eleições de 2005. Após os pleitos de 2006 e 2007 na Mauritânia, as mulheres conquistaram 30% das cadeiras na Assembleia Nacional e mais de 25% das do Senado.
  • 7.
    • "As mulheresestão diminuindo cada vez mais a distância em relação aos homens, graças ao trabalho ativo e incessante de muitas organizações não-governamentais e grupos de mulheres, mas as conquistas na política são bem mais lentas", ressalta El Safty .
  • 8.
    • Em váriospaíses, aliás, houve um retrocesso, como no caso do Egito e do Irã. Na primeira metade dos anos 80, a representação feminina no parlamento egípcio aumentou para inéditos 9%, graças a uma lei que reservava 30 assentos para mulheres. Porém, a lei foi abolida após oito anos em vigor e a representação feminina voltou ao patamar de antes.
  • 9.
    • No Irão recuo político foi ainda mais evidente: nos anos 60, mesmo com forte oposição dos religiosos iranianos, as mulheres receberam direitos completos de cidadania, foram permitidas a votar e concorrer a cargos públicos e adquiriram uma legislação mais favorável na área do Direito de família.
  • 10.
    • Muitos destesdireitos foram retirados delas após a revolução islâmica de 1979, quando os clérigos iranianos chegaram ao poder e argumentaram que os direitos às mulheres iam contra os valores do Islã e eram uma ameaça à estrutura familiar.
  • 11.
    • As moçassolteiras não devem manter conversas com homens. • No Egito, as mulheres mais ricas exibem muitas jóias de ouro nos braços. • Nas escolas, os meninos e as meninas sentam em bancos separados. • Saiba pechinchar no Egito, pois, ao perceberem que trata-se de um estrangeiro, cobram altos preços pelos produtos locais. • Os Árabes não comem carne de porco, por ser considerada impura. • As mulheres são proibidas, pelo Corão, livro sagrado, de dirigir automóveis. • É comum encontrar homens de mãos dadas. Representa sinal de amizade. • Nos países árabes, é falta de educação apontar as coisas com o dedo indicador. Use sempre a mão inteira. • Deixar um pouco de comida no prato, após as refeições, é um elogio ao anfitrião, pois representa abundância.