O documento discute a arte naïf, descrevendo-a como uma viagem encantada a um mundo de ingenuidade, cor e poesia. Vários artistas e pensadores citam a importância da criatividade, da liberdade de expressão e da capacidade da arte de capturar a beleza do cotidiano de forma primitiva. A arte naïf busca retratar as expressões alegres da vida de forma espontânea e sem limites.