ARTE NAIF
O termo Naïf vem do latim e quer dizer nativus, aquilo que é natural. Arte Naïve (“ingênuo”, em Francês), que se pronuncia “Naíf”, e ganha especial relevância entre artistas franceses e haitianos para designar os pintores que rejeitam as regras convencionais da pintura ou não tiveram acesso a elas.
Henri Julien Félix Rousseau(França 1844-1910) é considerado o mais célebre de todos os pintores Naïfs) Era um pintor amador francês que, confiante em suas habilidades, largou o emprego aos 40 anos de idade para pintar em tempo integral. “Somos os dois grandes pintores do século”, disse ele a Picasso. “Você pinta em estilo Egípcio, e eu, em estilo moderno”. Picasso e o círculo de vanguarda francês elegeram Rousseau “O padrinho da pintura do século XX”.
“ Há uma força de gigante escondida em sua simplicidade”   (Pablo Picasso) Rousseau acreditava que suas paisagens fantásticas, infantis – cheias de bichos estranhos e flores imensas – eram quadros realistas no estilo acadêmico. Estudou plantas e animais no jardim zoológico de Paris, mas suas limitações técnicas eram claras. Pintava os mínimos detalhes da exuberante folhagem e dava um acabamento meticuloso à superfície da tela, de modo a não deixar nenhuma pincelada visível. Mas suas figuras são chapadas e a escala, a proporção e a perspectiva são deformadas. Apesar - ou talvez por causa – dessas “falhas”, suas rígidas cenas de florestas têm um ar de mistério, de paisagem de outro mundo.
Séraphine(1864-1942)  Vivin(1861-1936)  A. Bauchat(1837-1938)
A arte Naïf tem afinidade com dois estilos: o Primitivo e o Folclórico Arte Primitiva é produzida por artista não eruditos, a partir de temas populares geralmente inspirados nomeio rural. Arte Folclórica é anônima e depende da criação coletiva, onde os artistas são executores de uma tradição. A arte Naïf, não apresenta vínculo forte com nenhum tipo de engajamento. Ela privilegia a criatividade individual e original de cada um.
Como Classificar uma obra como Naïf? Os pintores são todos não-profissionais, desenvolvem técnicas próprias e não hesitam em ousar na hora de misturar materiais, pintam sem a menor necessidade de copiar ou se adequar a estilos já definidos e são extremamentes detalhistas e minuciosos. O aspecto principal é a ingenuidade e a pureza que as obras transmitem.
No Brasil o gênero começou a crescer a partir do ano de 1937. Heitor dos Prazeres, Ivo Silva, Chico da Silva, Rosina Becker
Refletindo a realidade nacional, a pintura Naïf é alegre, rica e muito variada, totalmente adequada para o Brasil tropical.  Tem como temas recorrentes, o folclore, a religião, o universo onírico e lúdico, o futebol, o carnaval e as festas populares, a fauna, a flora e a iconografia das cidades. Os pontos turísticos e os personagens pitorescos da cena cotidiana também aparecem muito.
Conclusão Pudemos ver que a Arte Naïf apesar de ser reconhecida mundialmente ela é genuinamente brasileira. Dotada de toda pureza e inocência, privilegia a criatividade individual sem se preocupar com regras, desenvolvem técnicas próprias e não se intimidam na hora de ousar nas misturas dos materiais. Apesar de ser uma pintura sem perspectiva não deixa de ser de bom gosto e muito apreciada.  Com tudo isso podemos avaliar o quanto o ser humano tem a capacidade de nos impressionar com seu trabalho e a sua criatividade.
Gonari
Manuel Soares  Tema: Invasão dos Anjos
Claudia Cassiana Tema: Dia de Lazer
Eli Heil
Tabibuia
Alcides
9ª BIENAL NAÏFS DO BRASIL 2008 Organização: SESC São Paulo De 05 de setembro a 14 de dezembro de 2008 SESC Piracicaba – Rua Ipiranga, 155 - Centro De terça a sexta das 13h30 às 21h30 Sábados, domingos e feriados das 9h30 às 17h30 Entrada franca     Informações: www.sescsp.org.br ou pelo 0800 7700445 70 artistas selecionados 107 obras – diversos formatos e suportes pinturas, esculturas, aquarelas. Sala especial com curadoria de Olívio Tavares de Araújo 08 artistas selecionados 64 obras – pinturas, esculturas e fotografias.
Trabalho realizado por Neiva n° 16 Noemi n° 19 2° ano de Educação Artística Profª. Carmelina

Arte Naïf

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    O termo Naïfvem do latim e quer dizer nativus, aquilo que é natural. Arte Naïve (“ingênuo”, em Francês), que se pronuncia “Naíf”, e ganha especial relevância entre artistas franceses e haitianos para designar os pintores que rejeitam as regras convencionais da pintura ou não tiveram acesso a elas.
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    Henri Julien FélixRousseau(França 1844-1910) é considerado o mais célebre de todos os pintores Naïfs) Era um pintor amador francês que, confiante em suas habilidades, largou o emprego aos 40 anos de idade para pintar em tempo integral. “Somos os dois grandes pintores do século”, disse ele a Picasso. “Você pinta em estilo Egípcio, e eu, em estilo moderno”. Picasso e o círculo de vanguarda francês elegeram Rousseau “O padrinho da pintura do século XX”.
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    “ Há umaforça de gigante escondida em sua simplicidade” (Pablo Picasso) Rousseau acreditava que suas paisagens fantásticas, infantis – cheias de bichos estranhos e flores imensas – eram quadros realistas no estilo acadêmico. Estudou plantas e animais no jardim zoológico de Paris, mas suas limitações técnicas eram claras. Pintava os mínimos detalhes da exuberante folhagem e dava um acabamento meticuloso à superfície da tela, de modo a não deixar nenhuma pincelada visível. Mas suas figuras são chapadas e a escala, a proporção e a perspectiva são deformadas. Apesar - ou talvez por causa – dessas “falhas”, suas rígidas cenas de florestas têm um ar de mistério, de paisagem de outro mundo.
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    A arte Naïftem afinidade com dois estilos: o Primitivo e o Folclórico Arte Primitiva é produzida por artista não eruditos, a partir de temas populares geralmente inspirados nomeio rural. Arte Folclórica é anônima e depende da criação coletiva, onde os artistas são executores de uma tradição. A arte Naïf, não apresenta vínculo forte com nenhum tipo de engajamento. Ela privilegia a criatividade individual e original de cada um.
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    Como Classificar umaobra como Naïf? Os pintores são todos não-profissionais, desenvolvem técnicas próprias e não hesitam em ousar na hora de misturar materiais, pintam sem a menor necessidade de copiar ou se adequar a estilos já definidos e são extremamentes detalhistas e minuciosos. O aspecto principal é a ingenuidade e a pureza que as obras transmitem.
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    No Brasil ogênero começou a crescer a partir do ano de 1937. Heitor dos Prazeres, Ivo Silva, Chico da Silva, Rosina Becker
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    Refletindo a realidadenacional, a pintura Naïf é alegre, rica e muito variada, totalmente adequada para o Brasil tropical. Tem como temas recorrentes, o folclore, a religião, o universo onírico e lúdico, o futebol, o carnaval e as festas populares, a fauna, a flora e a iconografia das cidades. Os pontos turísticos e os personagens pitorescos da cena cotidiana também aparecem muito.
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    Conclusão Pudemos verque a Arte Naïf apesar de ser reconhecida mundialmente ela é genuinamente brasileira. Dotada de toda pureza e inocência, privilegia a criatividade individual sem se preocupar com regras, desenvolvem técnicas próprias e não se intimidam na hora de ousar nas misturas dos materiais. Apesar de ser uma pintura sem perspectiva não deixa de ser de bom gosto e muito apreciada. Com tudo isso podemos avaliar o quanto o ser humano tem a capacidade de nos impressionar com seu trabalho e a sua criatividade.
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    Manuel Soares Tema: Invasão dos Anjos
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    9ª BIENAL NAÏFSDO BRASIL 2008 Organização: SESC São Paulo De 05 de setembro a 14 de dezembro de 2008 SESC Piracicaba – Rua Ipiranga, 155 - Centro De terça a sexta das 13h30 às 21h30 Sábados, domingos e feriados das 9h30 às 17h30 Entrada franca    Informações: www.sescsp.org.br ou pelo 0800 7700445 70 artistas selecionados 107 obras – diversos formatos e suportes pinturas, esculturas, aquarelas. Sala especial com curadoria de Olívio Tavares de Araújo 08 artistas selecionados 64 obras – pinturas, esculturas e fotografias.
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    Trabalho realizado porNeiva n° 16 Noemi n° 19 2° ano de Educação Artística Profª. Carmelina