Este documento discute a arte naïf, descrevendo-a como uma viagem encantada a um mundo de ingenuidade, cor e poesia que imortaliza momentos. A arte naïf se alimenta da imaginação infantil e ultrapassa os limites do conhecimento, sendo capaz de expressar alegria, vivência, cor e luz de uma forma que a ciência não pode entender. O documento também discute a importância do trabalho do artista e como a arte serve para revelar a alma.