CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz solar nem determinado momento, pois a  tonalidade  das cores da natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol; As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser humano para representar as imagens; As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá-las no passado
Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim, um amarelo próximo a um violeta produz uma impressão de luz e de sombra muito mais real do que claro-escuro tão valorizado pelos pintores barrocos; As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e dissociadas nos quadros, em pequenas pinceladas.É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para ser óptica.
ARTISTAS REPRESENTANTES
 
MANET: PRECURSOR DO IMPRESSIONISMO A carreira de Édouard Manet (1832-83) foi marcada por alguns desafios à crítica conservadora. É verdade que algumas de suas obras não se afastam das normas clássicas da pintura, tendo sido aceitas sem polêmicas. No entanto, os quadros que representavam uma ruptura com o academicismo provocavam grandes escândalos. O maior deles aconteceu em 1836, quando Manet enviou para o Salão dos Artistas Franceses a obra  Almoço na Relva . A obra foi recusada pelo júri do salão. Entretanto, como muitos quadros de outros artistas também não foram aceitos, os autores recorreram ao imperador Napoleão III, que determinou a montagem de uma exposição paralela à oficial e que se chamou Salão dos Recusados.
 
 
MONET: AS CORES INCONSTANTES DA NATUREZA A grande preocupação de Claude Monet (1840-1926) são as pesquisas com a luz solar refletida nos seres humanos e na natureza. A compulsão de Monet por pintar era tão extrema que ele descrevia a si próprio como um animal fazendo girar, incessantemente, uma pedra de moinho. Durante a vigília junto ao leito de morte de sua primeira esposa, em vez de lamentar, não pôde evitar em pintar, registrando os raios de luz azuis, cinza e amarelos em seu rosto conforme a palidez da morte substituía o rubor da vida.
 
 
RENOIR: A ALEGRIA E OTIMISMO DO FIM DO SÉCULO XIX Pierre Auguste Renoir (1841-1919) foi o pintor impressionista que ganhou maior popularidade e chegou mesmo a ter reconhecimento da crítica em vida. Seus quadros manifestam otimismo, alegria e a intensa movimentação da vida parisiense no fim do século XIX.
 
DEGAS: O AMBIENTE FECHADO, A LUZ ARTIFICIAL Apesar de ter feito parte do grupo dos impressionistas, Edgar Degas (1834-1917) teve no movimento uma posição muito pessoal. Sua formação acadêmica e sua admiração por Ingres, pintor francês neoclássico, fizeram com que valorizasse o desenho e não apenas a cor, que era a grande paixão do Impressionismo. Além disso, foi pintor de poucas paisagens e cenas ao ar livre. Os ambientes de seus quadros são interiores e a luz é artificial.
 
 

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    CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS Apintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz solar nem determinado momento, pois a tonalidade das cores da natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol; As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser humano para representar as imagens; As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá-las no passado
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    Os contrastes deluz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim, um amarelo próximo a um violeta produz uma impressão de luz e de sombra muito mais real do que claro-escuro tão valorizado pelos pintores barrocos; As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e dissociadas nos quadros, em pequenas pinceladas.É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para ser óptica.
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    MANET: PRECURSOR DOIMPRESSIONISMO A carreira de Édouard Manet (1832-83) foi marcada por alguns desafios à crítica conservadora. É verdade que algumas de suas obras não se afastam das normas clássicas da pintura, tendo sido aceitas sem polêmicas. No entanto, os quadros que representavam uma ruptura com o academicismo provocavam grandes escândalos. O maior deles aconteceu em 1836, quando Manet enviou para o Salão dos Artistas Franceses a obra Almoço na Relva . A obra foi recusada pelo júri do salão. Entretanto, como muitos quadros de outros artistas também não foram aceitos, os autores recorreram ao imperador Napoleão III, que determinou a montagem de uma exposição paralela à oficial e que se chamou Salão dos Recusados.
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    MONET: AS CORESINCONSTANTES DA NATUREZA A grande preocupação de Claude Monet (1840-1926) são as pesquisas com a luz solar refletida nos seres humanos e na natureza. A compulsão de Monet por pintar era tão extrema que ele descrevia a si próprio como um animal fazendo girar, incessantemente, uma pedra de moinho. Durante a vigília junto ao leito de morte de sua primeira esposa, em vez de lamentar, não pôde evitar em pintar, registrando os raios de luz azuis, cinza e amarelos em seu rosto conforme a palidez da morte substituía o rubor da vida.
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    RENOIR: A ALEGRIAE OTIMISMO DO FIM DO SÉCULO XIX Pierre Auguste Renoir (1841-1919) foi o pintor impressionista que ganhou maior popularidade e chegou mesmo a ter reconhecimento da crítica em vida. Seus quadros manifestam otimismo, alegria e a intensa movimentação da vida parisiense no fim do século XIX.
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    DEGAS: O AMBIENTEFECHADO, A LUZ ARTIFICIAL Apesar de ter feito parte do grupo dos impressionistas, Edgar Degas (1834-1917) teve no movimento uma posição muito pessoal. Sua formação acadêmica e sua admiração por Ingres, pintor francês neoclássico, fizeram com que valorizasse o desenho e não apenas a cor, que era a grande paixão do Impressionismo. Além disso, foi pintor de poucas paisagens e cenas ao ar livre. Os ambientes de seus quadros são interiores e a luz é artificial.
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