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Síndrome da Posição Inerte
Também chamada de Trauma de Suspensão, Choque Ortostático ou Mal de Arnês.
Trata-se de condição de risco à saúde resultante de dois fatores essenciais: Suspensão e
Imobilidade. O sangue venoso distribuído nos membros inferiores terá dificuldade para
circular, pois os vasos sanguíneos estarão pressionados pelo cinto. Isso pode resultar em
desmaio e em casos mais graves morte por choque hipovolêmico (estudos apontaram
casos mais graves e fatais associados ao fato da cabeça estar abaixo do tronco) ou
sequelas associadas ao sistema circulatório (trombose, embolia, etc.)
.
Posição Inerte
Conceito
• Deve-se utilizar cinto com acolchoamento nos membros inferiores;
• Utilizar um sistema de resgate rápido ficando com os pés apoiados enquanto estiver
suspenso.
.
Posição Inerte
Prevenção
• Providenciar a retirada da situação de risco o mais rápido possível; caso esteja
consciente, orientar vítima para flexionar as pernas, alternando entre uma e outra,
facilitando a circulação sanguínea;
• Conduzir vítima para hospital em posição horizontal somente depois de ter ficado em
Posição Pós Queda durante o tempo de suspensão, acrescido de dez minutos; caso
não seja possível, conduzir em posição pós-queda sem retirar ou afrouxar as fivelas
do cinto.
.
Posição Inerte
Procedimentos para vítima suspensa após queda:
Posição pós queda
Resgate de Vítimas em Cordas e
Estruturas Metálicas
A base da manobra é: acessar a vítima, suspendê-la em um sistema de vantagem
mecânica, soltá-la do ponto onde está ancorada (estrutura ou corda) e efetuar descida
controlada. Pode-se ganhar tempo e eficiência nesse procedimento com um Kit Pré
Montado (Debreável) para pronto emprego, tal como na ilustração abaixo:
.
Resgate
Conecte a polia superior na mesma
ancoragem da vítima, ao lado do
talabarte duplo ou dentro do furo do
gancho. Conecte o mosquetão
inferior no mesmo olhal por onde a
vítima está suspensa
Resgate
Tracione até o sistema da vítima ficar livre e
a Captura de Progresso do bloco de polias
bloquear. Solte a vítima de seu sistema e
efetue descida controlada através do
descensor. Deverá haver na bolsa uma
quantidade de corda suficiente para vítima
chegar até o chão.
Resgate
Em corda (seguir 3 etapas):
1: Acessar vítima através de rapel com um bloco de polias conectado ao mesmo
mosquetão do descensor do socorrista. A polia inferior deve estar alinhada com o olhal
por onde a vítima está suspensa;
2: Conectar vítima ao bloco de polias e tracionar, até que seu peso esteja totalmente no
bloco;
3: Soltar vítima de sua corda e descer de forma controlada, desviando de obstáculos.:
.
Resgate
Em corda (seguir 3 etapas):
Conceito Básico de Espaço
Confinado
Espaço Confinado
Conceito
Um Espaço Confinado é todo local não projetado para ocupação humana contínua, com
acesso limitado e possibilidade de riscos tais como: ausência de oxigênio, presença de
gases explosivos, asfixiantes ou tóxicos, contaminantes químicos e biológicos. Todo o
acesso deve ser controlado pela Equipe Externa, de forma que o socorrista tenha que se
preocupar somente com a vítima. Sempre utilizar Equipamento de Proteção Respiratória,
tendo em vista a presença de gases nocivos à saúde.
.
Espaço Confinado
Acesso
o acesso é realizado através de um tripé de salvamento, tendo obrigatoriamente três
sistemas ancorados à ele: Corda Principal (bloco de polias), Corda de Segurança (com
trava quedas, I´D ou cordins) e Estabilização do Tripé (cintas catraca, cabo da vida, etc)
.
Espaço Confinado
A vítima deverá utilizar um Triângulo de Salvamento e ser ancorada no mesmo
mosquetão do bloco de polias onde o socorrista está e ambos deverão subir juntos. Caso
o espaço não seja suficiente, uma fita tubular poderá servir como prolongador, mantendo
vítima abaixo das pernas do socorrista.
.
Espaço Confinado
Uso de Tripé
O tripé é um equipamento essencial para que a maioria dos trabalhos em espaços
confinados como poços e fossas, silos, caixas d´agua, etc, ocorram dentro de margens
mínimas de segurança. Por se tratar de um PONTO DE ANCORAGEM MÓVEL, seu uso
correto implica conhecer de forma exaustiva os modos corretos de montagem,
posicionamento e resultantes de vetores.
Espaço Confinado
RISCO DE TOMBAMENTO DO TRIPÉ.
A ilustração ao lado mostra a condição ideal. Nesse caso, as CONTRA-
ANCORAGENS garantem a estabilização necessária para tracionar corda fora do eixo
vertical do
tripé. Ex: Sistemas Reduzidos.
Espaço Confinado
O Cenário Ideal Completo
Espaço Confinado
Sistema de Vantagens Mecânica
Trata-se de um kit geralmente montado com polias e cordas (podendo ser
improvisado com mosquetões no lugar das polias), tendo como função multiplicar a força
aplicada, dessa forma dividindo o peso da carga.
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Sistema de Vantagens Mecânica
Trata-se de um kit geralmente montado com polias e cordas (podendo ser
improvisado com mosquetões no lugar das polias), tendo como função multiplicar a força
aplicada, dessa forma dividindo o peso da carga.
Espaço Confinado
Polias fixas não oferecem vantagem mecânica, apenas mudança de direção. Na
figura acima temos um sistema 1:1 (lê-se 1 pra 1), ou seja, preciso aplicar uma força
superior a do peso da carga para que essa se movimente.
Espaço Confinado
Polias móveis oferecem vantagem mecânica. Para sabermos qual é a vantagem
mecânica do sistema, basta contar quantas cordas saem da carga. Essa regra vale para
Sistemas Simples, onde a polia móvel fica posicionada junto da carga, ou na mesma
corda da carga.

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6- Síndrome da posição inerte, Resgate de Vítimas com cordas e estruturas metálicas, Espaço confinado.pdf

  • 1.
  • 3. Também chamada de Trauma de Suspensão, Choque Ortostático ou Mal de Arnês. Trata-se de condição de risco à saúde resultante de dois fatores essenciais: Suspensão e Imobilidade. O sangue venoso distribuído nos membros inferiores terá dificuldade para circular, pois os vasos sanguíneos estarão pressionados pelo cinto. Isso pode resultar em desmaio e em casos mais graves morte por choque hipovolêmico (estudos apontaram casos mais graves e fatais associados ao fato da cabeça estar abaixo do tronco) ou sequelas associadas ao sistema circulatório (trombose, embolia, etc.) . Posição Inerte Conceito
  • 4. • Deve-se utilizar cinto com acolchoamento nos membros inferiores; • Utilizar um sistema de resgate rápido ficando com os pés apoiados enquanto estiver suspenso. . Posição Inerte Prevenção
  • 5. • Providenciar a retirada da situação de risco o mais rápido possível; caso esteja consciente, orientar vítima para flexionar as pernas, alternando entre uma e outra, facilitando a circulação sanguínea; • Conduzir vítima para hospital em posição horizontal somente depois de ter ficado em Posição Pós Queda durante o tempo de suspensão, acrescido de dez minutos; caso não seja possível, conduzir em posição pós-queda sem retirar ou afrouxar as fivelas do cinto. . Posição Inerte Procedimentos para vítima suspensa após queda: Posição pós queda
  • 6. Resgate de Vítimas em Cordas e Estruturas Metálicas
  • 7. A base da manobra é: acessar a vítima, suspendê-la em um sistema de vantagem mecânica, soltá-la do ponto onde está ancorada (estrutura ou corda) e efetuar descida controlada. Pode-se ganhar tempo e eficiência nesse procedimento com um Kit Pré Montado (Debreável) para pronto emprego, tal como na ilustração abaixo: . Resgate Conecte a polia superior na mesma ancoragem da vítima, ao lado do talabarte duplo ou dentro do furo do gancho. Conecte o mosquetão inferior no mesmo olhal por onde a vítima está suspensa
  • 8. Resgate Tracione até o sistema da vítima ficar livre e a Captura de Progresso do bloco de polias bloquear. Solte a vítima de seu sistema e efetue descida controlada através do descensor. Deverá haver na bolsa uma quantidade de corda suficiente para vítima chegar até o chão.
  • 9. Resgate Em corda (seguir 3 etapas): 1: Acessar vítima através de rapel com um bloco de polias conectado ao mesmo mosquetão do descensor do socorrista. A polia inferior deve estar alinhada com o olhal por onde a vítima está suspensa; 2: Conectar vítima ao bloco de polias e tracionar, até que seu peso esteja totalmente no bloco; 3: Soltar vítima de sua corda e descer de forma controlada, desviando de obstáculos.: .
  • 11. Conceito Básico de Espaço Confinado
  • 12. Espaço Confinado Conceito Um Espaço Confinado é todo local não projetado para ocupação humana contínua, com acesso limitado e possibilidade de riscos tais como: ausência de oxigênio, presença de gases explosivos, asfixiantes ou tóxicos, contaminantes químicos e biológicos. Todo o acesso deve ser controlado pela Equipe Externa, de forma que o socorrista tenha que se preocupar somente com a vítima. Sempre utilizar Equipamento de Proteção Respiratória, tendo em vista a presença de gases nocivos à saúde. .
  • 13. Espaço Confinado Acesso o acesso é realizado através de um tripé de salvamento, tendo obrigatoriamente três sistemas ancorados à ele: Corda Principal (bloco de polias), Corda de Segurança (com trava quedas, I´D ou cordins) e Estabilização do Tripé (cintas catraca, cabo da vida, etc) .
  • 14. Espaço Confinado A vítima deverá utilizar um Triângulo de Salvamento e ser ancorada no mesmo mosquetão do bloco de polias onde o socorrista está e ambos deverão subir juntos. Caso o espaço não seja suficiente, uma fita tubular poderá servir como prolongador, mantendo vítima abaixo das pernas do socorrista. .
  • 15. Espaço Confinado Uso de Tripé O tripé é um equipamento essencial para que a maioria dos trabalhos em espaços confinados como poços e fossas, silos, caixas d´agua, etc, ocorram dentro de margens mínimas de segurança. Por se tratar de um PONTO DE ANCORAGEM MÓVEL, seu uso correto implica conhecer de forma exaustiva os modos corretos de montagem, posicionamento e resultantes de vetores.
  • 16. Espaço Confinado RISCO DE TOMBAMENTO DO TRIPÉ. A ilustração ao lado mostra a condição ideal. Nesse caso, as CONTRA- ANCORAGENS garantem a estabilização necessária para tracionar corda fora do eixo vertical do tripé. Ex: Sistemas Reduzidos.
  • 18. Espaço Confinado Sistema de Vantagens Mecânica Trata-se de um kit geralmente montado com polias e cordas (podendo ser improvisado com mosquetões no lugar das polias), tendo como função multiplicar a força aplicada, dessa forma dividindo o peso da carga.
  • 19. Espaço Confinado Sistema de Vantagens Mecânica Trata-se de um kit geralmente montado com polias e cordas (podendo ser improvisado com mosquetões no lugar das polias), tendo como função multiplicar a força aplicada, dessa forma dividindo o peso da carga.
  • 20. Espaço Confinado Polias fixas não oferecem vantagem mecânica, apenas mudança de direção. Na figura acima temos um sistema 1:1 (lê-se 1 pra 1), ou seja, preciso aplicar uma força superior a do peso da carga para que essa se movimente.
  • 21. Espaço Confinado Polias móveis oferecem vantagem mecânica. Para sabermos qual é a vantagem mecânica do sistema, basta contar quantas cordas saem da carga. Essa regra vale para Sistemas Simples, onde a polia móvel fica posicionada junto da carga, ou na mesma corda da carga.