SlideShare uma empresa Scribd logo
A Água e suas Propriedades
>> FÓRMULA
>> LIGAÇÕES
>>
POLARIDADE
ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA
• A matéria se apresenta em 3 estados físicos:sólido, líquido e
gasoso.
• Sólido: No estado sólido, o corpo tem forma e volume
definidos. A matéria em estado sólido pode se apresentar
compacta, em pedaços ou em pó. Os corpos são formados pela
reunião de moléculas, e entre as moléculas desenvolvem-se
duas forças: coesão (força que tende a aproximar as moléculas
entre si) e repulsão (força que tende a afastá-las umas das
outras. No estado sólido, a força de coesão é muito forte. Por
isso, o movimento das moléculas é pequeno e elas apenas
vibram.
• Gasoso: No estado gasoso, a matéria tem forma e
volume variáveis. Nos gases, as moléculas se
movem livremente e com grande velocidade. A
força de coesão é mínima e a de repulsão é
enorme.
• Líquido: No estado líquido, a matéria tem forma
variável e volume definidos. As moléculas tem
menos força de coesão do que nos sólidos. Por
isso, elas se deslocam mais.
MUDANÇAS NO ESTADO DA MATÉRIA
• É possível perceber que a matéria pode existir em três
estados físicos diferentes, o sólido, o líquido e o
gasoso. É também possível verificar que alguns corpos
podem mudar de estado físico, ou seja, deixar de ser
sólido e passar para líquido e do líquido passar para o
estado gasoso. Um exemplo disso é a água, que pode
existir no estado sólido (como gelo), no estado líquido
(como água), ou no estado gasoso (como vapor). Sendo
assim, estas transformações recebem nomes, tais
como:
• a) Fusão ou derretimento para a
passagem do sólido para o líquido;
• b) Solidificação para a passagem do
estado líquido para o sólido;
• c) Vaporização para a passagem do estado líquido para
vapor (gasoso). No entanto, a
vaporização pode ser subdividida em:
• c1.) Ebulição, que é induzida, ou seja, quando se
fornece energia a um líquido para
ele se transformar no estado gasoso. Exemplo: ferver
água em uma panela.
• c2.) Evaporação, que é a passagem do estado líquido
para o gasoso de forma
espontânea, ou seja, quando você não induz esta
transformação. Um exemplo é
uma roupa secando no varal, ou uma poça d’água que
evapora pela ação do Sol.
• c3) Calefação, que é a passagem do líquido para o gasoso
de forma instantânea, ou
seja, é uma passagem muito rápida. Um exemplo é quando
jogamos gotas d’água em uma panela quente, o que ocorre
naquele momento é a calefação.
• e) Condensação para a passagem do estado gasoso para o
líquido. Exemplo é a formação de gotículas na parte de
fora de um copo com água gelada. Neste fenômeno o que
se observa é que o ar (que contém vapor d’água) próximo
da superfície do copo se resfria e o vapor d’água torna-se
água líquida na superfície externa do copo. (As gotículas)
f) Sublimação para a passagem direta
do estado sólido para o gasoso e do
gasoso para o sólido. Um exemplo de
sublimação é a passagem da naftalina
(que é sólida) para o estado gasoso,
diretamente sem que passe pelo estado
líquido. A naftalina é utilizada para
espantar baratas e traças de gavetas e
armários. Ela possui um odor
característico.
A partir disso, pode-se desenvolver um esquema para
facilitar o seu entendimento.
Densidade
Denso na linguagem do dia–a-dia significa espesso,
compacto.
Denso, em ciências, refere-se à densidade, que é uma
propriedade de qualquer corpo ou substância.
Quanto maior for a massa de um corpo em relação ao
seu volume, mais denso ele será.
Ex:. Uma bolinha de aço é mais denso que uma de isopor.
Mas, afinal o que é densidade?
DENSIDADE = MASSA ÷ VOLUME
Se tivermos volumes iguais de substâncias
diferentes, as mais densas terão maior massa
do que as menos densas.
 Mais denso significa ter maior quantidade de
matéria (massa) por unidade de volume.
O que afunda e o que flutua na água?
Em cada tipo de substâncias, a matéria pode estar mais
concentrada ou menos concentrada, dependendo da
proximidade entre seus átomos ou suas moléculas.
 Comparando água e óleo de soja, por exemplo, as
moléculas de água estão mais concentradas, ou seja,
mais próximas umas das outras do que as moléculas do
óleo.
A densidade de algumas substâncias
Água doce 1g/cm3
Água do mar 1,03g/cm3
Gelo 0,91g/cm3
Gasolina 0,7g/cm3
Álcool 0,8g/cm3
Petróleo 0,85g/cm3
Óleo 0,9 g/cm3
Ar 0,0013g/cm3
Cortiça 0,24 g/cm3
Vidro 2,6g/cm3
Madeira 0,5g/cm3
Mercúrio 13,6g/cm3
Alumínio 2,7g/cm3
Ferro 7,8g/cm3
Chumbo 11,3g/cm3
Ouro 19,3g/cm3
Obs→ As densidade foram
medidas sob pressão ao nível
do mar e sob temperatura de
00C.
Aplicando a definição da densidade
 Consideremos o exemplo da água e do óleo ocupando o mesmo volume
de 200 cm3 (200 ml).
Esse volume de água tem massa de 200 g, enquanto esse mesmo volume
de óleo mede apenas 180g quando em uma balança.
 Aplicando a definição de densidade, calculamos a densidade da água
assim:
D = m/v  D= 200g/200cm3 = 1g/cm3
D = m/v  D= 180g/200cm3 = 0,9g/cm3
Responda as questões no caderno:
• Por que o óleo, o petróleo e o gelo flutuam
na água doce ou na água do mar?
□ Por que o gelo afunda na gasolina?
□ Onde o gelo flutua com maior
facilidade,na água doce ou na água
salgada?
Empuxo: Uma força exercida pela água
A mesma força que mantém uma pessoa
boiando na água mantém eretas as plantas
aquáticas que crescem no fundo e também a
flutuação de um transatlântico no mar.
Essa força chama-se EMPUXO
 O que mantém a flutuação dos corpos na água
é o empuxo.
 Mais essa força está presente também quando
o objeto, mais denso que a água, afunda, ou
quando, tendo a mesma densidade da água, o
objeto fica inteiramente mergulhado, mas em
equilíbrio.
Princípio de Arquimedes: Eureca!
• De acordo com a lenda, isto (eureca!) foi o
que Arquimedes gritou quando ele descobriu
um fato importante sobre a força de empuxo.
Tão importante, que o chama de princípio de
Arquimedes (e tão importante que, diz a
lenda, Arquimedes pulou da banheira e correu
pelas ruas após a descoberta).
Princípio de Arquimedes :
Um objeto que está
parcialmente, ou
completamente, submerso
em um fluido, sofrerá uma
força de empuxo igual ao
peso do fluido que objeto
desloca.
A força de empuxo aplicada pelo fluido sobre um objeto é
dirigida para cima. A força deve-se à diferença de pressão exercida
na parte de baixo e na parte de cima do objeto. Para um objeto
flutuante, a parte que fica acima da superfície está sob a pressão
atmosférica, enquanto que a parte que está abaixo da superfície
está sob uma pressão maior porque ela está em contato com uma
certa profundidade do fluido, e a pressão aumenta com a
profundidade. Para um objeto completamente submerso, a parte de
cima do objeto não está sob a pressão atmosférica, mas a parte de
baixo ainda está sob uma pressão maior porque está mais fundo no
fluido. Em ambos os casos a diferença na pressão resulta em uma
força resultante para cima (força de empuxo) sobre o objeto. Esta
força tem que ser igual ao peso da massa de água deslocada, já
que se o objeto não ocupasse aquele espaço esta seria a força
• Quando um corpo está totalmente imerso num líquido, podemos ter as
seguintes condições:
se ele permanece parado no ponto em que foi colocado, a intensidade
da força de impulsão é igual a intensidade da força peso;
 se ele afundar, a intensidade da força de impulsão é menor que a
intensidade da força peso;
 se ele for levado para a superfície, a intensidade da força de impulsão é
maior do que a intensidade da força peso.
 Para saber qual das três situações irá ocorrer, devemos enunciar o
princípio de Arquimedes:
"Todo corpo mergulhado num fluido
sofre, por parte do fluido, uma força
vertical para cima, cuja intensidade é
igual ao peso do fluido deslocado
pelo corpo."
Pressão: A água exerce pressão
• Quando contida num recipiente, a água (e os
demais líquidos) exerce uma força nas paredes
ou demais superfícies internas do recipiente.
• Essa força, que atua em determinada área, é
chamada pressão.
A pressão aumenta com a profundidade
• Para que você compreenda melhor o que
significa o aumento de pressão da água em
relação à profundidade, vamos utilizar o
exemplo do balão de aniversário furado em
posições diferentes e cheio de água.
• Os jatos que saem dos furos na parte inferior
do balão vão mais longe que os dos furos
superior.
Princípio de Pascal
A pressão exercida num ponto de um líquido contido num
recipiente fechado se transmite integralmente a todos os pontos.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estados da água
Estados da águaEstados da água
Estados da água
teresacorreiasilva
 
Darwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e LamarckismoDarwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e Lamarckismo
Kamila Joyce
 
Propriedades dos materiais 6 ano
Propriedades dos materiais 6 anoPropriedades dos materiais 6 ano
Propriedades dos materiais 6 ano
Rosimeire Carlos Peixoto
 
Teorias evolutivas
Teorias evolutivasTeorias evolutivas
Teorias evolutivas
URCA
 
Força e movimento
Força e movimentoForça e movimento
Força e movimento
Marco Antonio Sanches
 
Capítulo 02 a água e suas propriedades
Capítulo 02   a água e suas propriedadesCapítulo 02   a água e suas propriedades
Capítulo 02 a água e suas propriedades
Igor Brant
 
9 ano mudanças de estado físico
9 ano mudanças de estado físico9 ano mudanças de estado físico
9 ano mudanças de estado físico
crisbassanimedeiros
 
Meteorologia
MeteorologiaMeteorologia
Meteorologia
meteorologia
 
Ecossistemas
EcossistemasEcossistemas
Ecossistemas
Tânia Reis
 
Estados físicos da matéria
Estados físicos da matériaEstados físicos da matéria
Estados físicos da matéria
Isadora Girio
 
Tranformações fisicas e quimicas
Tranformações fisicas e quimicasTranformações fisicas e quimicas
Tranformações fisicas e quimicas
Isadora Girio
 
Energia Fontes E Formas De Energia
Energia   Fontes E Formas De EnergiaEnergia   Fontes E Formas De Energia
Energia Fontes E Formas De Energia
João França
 
Transformações químicas da matéria
Transformações químicas da matériaTransformações químicas da matéria
Transformações químicas da matéria
Layanne Caetano
 
Composição do Ar
Composição do ArComposição do Ar
Composição do Ar
Luan Freitas
 
Fatores bioticos e abioticos
Fatores bioticos e abioticosFatores bioticos e abioticos
Fatores bioticos e abioticos
Marcia Bantim
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
8 ano GENÉTICA BÁSICA
8 ano GENÉTICA BÁSICA8 ano GENÉTICA BÁSICA
8 ano GENÉTICA BÁSICA
Sarah Lemes
 
Maquinas simples
Maquinas simplesMaquinas simples
Maquinas simples
Elisabete Trentin
 
Teoria sintética da evolução
Teoria sintética da evoluçãoTeoria sintética da evolução
Teoria sintética da evolução
Felipe Haeberlin
 
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio AmbientalAula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
Ronaldo Santana
 

Mais procurados (20)

Estados da água
Estados da águaEstados da água
Estados da água
 
Darwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e LamarckismoDarwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e Lamarckismo
 
Propriedades dos materiais 6 ano
Propriedades dos materiais 6 anoPropriedades dos materiais 6 ano
Propriedades dos materiais 6 ano
 
Teorias evolutivas
Teorias evolutivasTeorias evolutivas
Teorias evolutivas
 
Força e movimento
Força e movimentoForça e movimento
Força e movimento
 
Capítulo 02 a água e suas propriedades
Capítulo 02   a água e suas propriedadesCapítulo 02   a água e suas propriedades
Capítulo 02 a água e suas propriedades
 
9 ano mudanças de estado físico
9 ano mudanças de estado físico9 ano mudanças de estado físico
9 ano mudanças de estado físico
 
Meteorologia
MeteorologiaMeteorologia
Meteorologia
 
Ecossistemas
EcossistemasEcossistemas
Ecossistemas
 
Estados físicos da matéria
Estados físicos da matériaEstados físicos da matéria
Estados físicos da matéria
 
Tranformações fisicas e quimicas
Tranformações fisicas e quimicasTranformações fisicas e quimicas
Tranformações fisicas e quimicas
 
Energia Fontes E Formas De Energia
Energia   Fontes E Formas De EnergiaEnergia   Fontes E Formas De Energia
Energia Fontes E Formas De Energia
 
Transformações químicas da matéria
Transformações químicas da matériaTransformações químicas da matéria
Transformações químicas da matéria
 
Composição do Ar
Composição do ArComposição do Ar
Composição do Ar
 
Fatores bioticos e abioticos
Fatores bioticos e abioticosFatores bioticos e abioticos
Fatores bioticos e abioticos
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 
8 ano GENÉTICA BÁSICA
8 ano GENÉTICA BÁSICA8 ano GENÉTICA BÁSICA
8 ano GENÉTICA BÁSICA
 
Maquinas simples
Maquinas simplesMaquinas simples
Maquinas simples
 
Teoria sintética da evolução
Teoria sintética da evoluçãoTeoria sintética da evolução
Teoria sintética da evolução
 
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio AmbientalAula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
Aula de Biologia - Ensino Médio - 1° Ano - Desequilíbrio Ambiental
 

Semelhante a 6º ano cap 14 a água uma subst especial

A água uma subst especial
A água uma subst especialA água uma subst especial
A água uma subst especial
ISJ
 
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptxPropriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
HugoFerrer6
 
21fis
21fis21fis
21fis
rafael
 
Sem título 1
Sem título 1Sem título 1
Sem título 1
EEB Francisco Mazzola
 
A impulsão
A impulsão A impulsão
A impulsão
Cláudia Tavares
 
Estados fisicos da materia.3
Estados fisicos da materia.3Estados fisicos da materia.3
Estados fisicos da materia.3
matheusrl98
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Noções básicas de química inorgânica
Noções básicas de química inorgânicaNoções básicas de química inorgânica
Noções básicas de química inorgânica
cmdantasba
 
Impulsão
ImpulsãoImpulsão
Impulsão
jokaeleandro
 
Impulsão e a lei de Arquimedes
Impulsão e a lei de ArquimedesImpulsão e a lei de Arquimedes
Impulsão e a lei de Arquimedes
dinaclemente7
 
Teoria corpuscular da matéria
Teoria corpuscular da matériaTeoria corpuscular da matéria
Teoria corpuscular da matéria
Deby Machado
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Impulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedesImpulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedes
Casa Ciências
 
estados fisicos da materia COMPLETO......docx
estados fisicos da materia COMPLETO......docxestados fisicos da materia COMPLETO......docx
estados fisicos da materia COMPLETO......docx
AndreaMarlidosSantos
 
Impulsão e lei de Arquimedes.pptx
Impulsão e lei de Arquimedes.pptxImpulsão e lei de Arquimedes.pptx
Impulsão e lei de Arquimedes.pptx
CarlosFerreira476317
 
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculas
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculasEstados fisicos e estado de agregacao das moleculas
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculas
Lucas pk'
 
Física II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de FluidosFísica II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de Fluidos
João Monteiro
 
Cinética corpuscular da matéria
Cinética corpuscular da matériaCinética corpuscular da matéria
Cinética corpuscular da matéria
Isadora Girio
 
Manual do Módulo II
Manual do Módulo IIManual do Módulo II
Manual do Módulo II
Debora_Marques
 
Aula de hidroterapia
Aula de hidroterapiaAula de hidroterapia
Aula de hidroterapia
Andre Magalhaes
 

Semelhante a 6º ano cap 14 a água uma subst especial (20)

A água uma subst especial
A água uma subst especialA água uma subst especial
A água uma subst especial
 
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptxPropriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
Propriedades da matéria - explicação sobe propriedades das matérias.pptx
 
21fis
21fis21fis
21fis
 
Sem título 1
Sem título 1Sem título 1
Sem título 1
 
A impulsão
A impulsão A impulsão
A impulsão
 
Estados fisicos da materia.3
Estados fisicos da materia.3Estados fisicos da materia.3
Estados fisicos da materia.3
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Aula 7
 
Noções básicas de química inorgânica
Noções básicas de química inorgânicaNoções básicas de química inorgânica
Noções básicas de química inorgânica
 
Impulsão
ImpulsãoImpulsão
Impulsão
 
Impulsão e a lei de Arquimedes
Impulsão e a lei de ArquimedesImpulsão e a lei de Arquimedes
Impulsão e a lei de Arquimedes
 
Teoria corpuscular da matéria
Teoria corpuscular da matériaTeoria corpuscular da matéria
Teoria corpuscular da matéria
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Impulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedesImpulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedes
 
estados fisicos da materia COMPLETO......docx
estados fisicos da materia COMPLETO......docxestados fisicos da materia COMPLETO......docx
estados fisicos da materia COMPLETO......docx
 
Impulsão e lei de Arquimedes.pptx
Impulsão e lei de Arquimedes.pptxImpulsão e lei de Arquimedes.pptx
Impulsão e lei de Arquimedes.pptx
 
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculas
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculasEstados fisicos e estado de agregacao das moleculas
Estados fisicos e estado de agregacao das moleculas
 
Física II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de FluidosFísica II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de Fluidos
 
Cinética corpuscular da matéria
Cinética corpuscular da matériaCinética corpuscular da matéria
Cinética corpuscular da matéria
 
Manual do Módulo II
Manual do Módulo IIManual do Módulo II
Manual do Módulo II
 
Aula de hidroterapia
Aula de hidroterapiaAula de hidroterapia
Aula de hidroterapia
 

Mais de ISJ

Jogos lavras
Jogos lavrasJogos lavras
Jogos lavras
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
7º ano cap 23 mamíferos
7º ano cap 23  mamíferos7º ano cap 23  mamíferos
7º ano cap 23 mamíferos
ISJ
 
7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves
ISJ
 
Will e going to 1º ano -4º bimestre
Will e going to   1º ano -4º bimestreWill e going to   1º ano -4º bimestre
Will e going to 1º ano -4º bimestre
ISJ
 
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns   8ª série - 4º bimestreRelative pronouns   8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
ISJ
 
8ª série make -let - be allowed
8ª série   make -let - be allowed8ª série   make -let - be allowed
8ª série make -let - be allowed
ISJ
 
4º bimestre 3º ano had better
4º bimestre   3º ano had better4º bimestre   3º ano had better
4º bimestre 3º ano had better
ISJ
 
7º ano cap 17 artrópodes
7º ano cap 17  artrópodes7º ano cap 17  artrópodes
7º ano cap 17 artrópodes
ISJ
 
7º ano cap 16 moluscos
7º ano cap 16   moluscos7º ano cap 16   moluscos
7º ano cap 16 moluscos
ISJ
 
7º ano cap 16 anelideos
7º ano cap 16   anelideos7º ano cap 16   anelideos
7º ano cap 16 anelideos
ISJ
 
7º ano cap 18 equinodermos
7º ano  cap 18 equinodermos7º ano  cap 18 equinodermos
7º ano cap 18 equinodermos
ISJ
 
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns   3º ano - 3º bimestreRelative pronouns   3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
ISJ
 
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
ISJ
 
7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados
ISJ
 
7º ano cap 14 cnidários 2012
7º ano  cap 14 cnidários 20127º ano  cap 14 cnidários 2012
7º ano cap 14 cnidários 2012
ISJ
 
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
ISJ
 
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
ISJ
 

Mais de ISJ (20)

Jogos lavras
Jogos lavrasJogos lavras
Jogos lavras
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
7º ano cap 23 mamíferos
7º ano cap 23  mamíferos7º ano cap 23  mamíferos
7º ano cap 23 mamíferos
 
7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves
 
Will e going to 1º ano -4º bimestre
Will e going to   1º ano -4º bimestreWill e going to   1º ano -4º bimestre
Will e going to 1º ano -4º bimestre
 
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns   8ª série - 4º bimestreRelative pronouns   8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
 
8ª série make -let - be allowed
8ª série   make -let - be allowed8ª série   make -let - be allowed
8ª série make -let - be allowed
 
4º bimestre 3º ano had better
4º bimestre   3º ano had better4º bimestre   3º ano had better
4º bimestre 3º ano had better
 
7º ano cap 17 artrópodes
7º ano cap 17  artrópodes7º ano cap 17  artrópodes
7º ano cap 17 artrópodes
 
7º ano cap 16 moluscos
7º ano cap 16   moluscos7º ano cap 16   moluscos
7º ano cap 16 moluscos
 
7º ano cap 16 anelideos
7º ano cap 16   anelideos7º ano cap 16   anelideos
7º ano cap 16 anelideos
 
7º ano cap 18 equinodermos
7º ano  cap 18 equinodermos7º ano  cap 18 equinodermos
7º ano cap 18 equinodermos
 
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns   3º ano - 3º bimestreRelative pronouns   3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
 
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
 
7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados
 
7º ano cap 14 cnidários 2012
7º ano  cap 14 cnidários 20127º ano  cap 14 cnidários 2012
7º ano cap 14 cnidários 2012
 
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
 
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
6º ano cap 13 a água no ambiente e nos seres vivos
 

6º ano cap 14 a água uma subst especial

  • 1. A Água e suas Propriedades
  • 3. ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA • A matéria se apresenta em 3 estados físicos:sólido, líquido e gasoso. • Sólido: No estado sólido, o corpo tem forma e volume definidos. A matéria em estado sólido pode se apresentar compacta, em pedaços ou em pó. Os corpos são formados pela reunião de moléculas, e entre as moléculas desenvolvem-se duas forças: coesão (força que tende a aproximar as moléculas entre si) e repulsão (força que tende a afastá-las umas das outras. No estado sólido, a força de coesão é muito forte. Por isso, o movimento das moléculas é pequeno e elas apenas vibram.
  • 4. • Gasoso: No estado gasoso, a matéria tem forma e volume variáveis. Nos gases, as moléculas se movem livremente e com grande velocidade. A força de coesão é mínima e a de repulsão é enorme. • Líquido: No estado líquido, a matéria tem forma variável e volume definidos. As moléculas tem menos força de coesão do que nos sólidos. Por isso, elas se deslocam mais.
  • 5.
  • 6. MUDANÇAS NO ESTADO DA MATÉRIA • É possível perceber que a matéria pode existir em três estados físicos diferentes, o sólido, o líquido e o gasoso. É também possível verificar que alguns corpos podem mudar de estado físico, ou seja, deixar de ser sólido e passar para líquido e do líquido passar para o estado gasoso. Um exemplo disso é a água, que pode existir no estado sólido (como gelo), no estado líquido (como água), ou no estado gasoso (como vapor). Sendo assim, estas transformações recebem nomes, tais como:
  • 7. • a) Fusão ou derretimento para a passagem do sólido para o líquido; • b) Solidificação para a passagem do estado líquido para o sólido;
  • 8. • c) Vaporização para a passagem do estado líquido para vapor (gasoso). No entanto, a vaporização pode ser subdividida em: • c1.) Ebulição, que é induzida, ou seja, quando se fornece energia a um líquido para ele se transformar no estado gasoso. Exemplo: ferver água em uma panela. • c2.) Evaporação, que é a passagem do estado líquido para o gasoso de forma espontânea, ou seja, quando você não induz esta transformação. Um exemplo é uma roupa secando no varal, ou uma poça d’água que evapora pela ação do Sol.
  • 9.
  • 10. • c3) Calefação, que é a passagem do líquido para o gasoso de forma instantânea, ou seja, é uma passagem muito rápida. Um exemplo é quando jogamos gotas d’água em uma panela quente, o que ocorre naquele momento é a calefação. • e) Condensação para a passagem do estado gasoso para o líquido. Exemplo é a formação de gotículas na parte de fora de um copo com água gelada. Neste fenômeno o que se observa é que o ar (que contém vapor d’água) próximo da superfície do copo se resfria e o vapor d’água torna-se água líquida na superfície externa do copo. (As gotículas)
  • 11. f) Sublimação para a passagem direta do estado sólido para o gasoso e do gasoso para o sólido. Um exemplo de sublimação é a passagem da naftalina (que é sólida) para o estado gasoso, diretamente sem que passe pelo estado líquido. A naftalina é utilizada para espantar baratas e traças de gavetas e armários. Ela possui um odor característico.
  • 12. A partir disso, pode-se desenvolver um esquema para facilitar o seu entendimento.
  • 13.
  • 14. Densidade Denso na linguagem do dia–a-dia significa espesso, compacto. Denso, em ciências, refere-se à densidade, que é uma propriedade de qualquer corpo ou substância. Quanto maior for a massa de um corpo em relação ao seu volume, mais denso ele será. Ex:. Uma bolinha de aço é mais denso que uma de isopor.
  • 15. Mas, afinal o que é densidade? DENSIDADE = MASSA ÷ VOLUME Se tivermos volumes iguais de substâncias diferentes, as mais densas terão maior massa do que as menos densas.  Mais denso significa ter maior quantidade de matéria (massa) por unidade de volume.
  • 16. O que afunda e o que flutua na água? Em cada tipo de substâncias, a matéria pode estar mais concentrada ou menos concentrada, dependendo da proximidade entre seus átomos ou suas moléculas.  Comparando água e óleo de soja, por exemplo, as moléculas de água estão mais concentradas, ou seja, mais próximas umas das outras do que as moléculas do óleo.
  • 17. A densidade de algumas substâncias Água doce 1g/cm3 Água do mar 1,03g/cm3 Gelo 0,91g/cm3 Gasolina 0,7g/cm3 Álcool 0,8g/cm3 Petróleo 0,85g/cm3 Óleo 0,9 g/cm3 Ar 0,0013g/cm3 Cortiça 0,24 g/cm3 Vidro 2,6g/cm3 Madeira 0,5g/cm3 Mercúrio 13,6g/cm3 Alumínio 2,7g/cm3 Ferro 7,8g/cm3 Chumbo 11,3g/cm3 Ouro 19,3g/cm3 Obs→ As densidade foram medidas sob pressão ao nível do mar e sob temperatura de 00C.
  • 18. Aplicando a definição da densidade  Consideremos o exemplo da água e do óleo ocupando o mesmo volume de 200 cm3 (200 ml). Esse volume de água tem massa de 200 g, enquanto esse mesmo volume de óleo mede apenas 180g quando em uma balança.  Aplicando a definição de densidade, calculamos a densidade da água assim: D = m/v  D= 200g/200cm3 = 1g/cm3 D = m/v  D= 180g/200cm3 = 0,9g/cm3
  • 19. Responda as questões no caderno: • Por que o óleo, o petróleo e o gelo flutuam na água doce ou na água do mar? □ Por que o gelo afunda na gasolina? □ Onde o gelo flutua com maior facilidade,na água doce ou na água salgada?
  • 20. Empuxo: Uma força exercida pela água A mesma força que mantém uma pessoa boiando na água mantém eretas as plantas aquáticas que crescem no fundo e também a flutuação de um transatlântico no mar. Essa força chama-se EMPUXO
  • 21.  O que mantém a flutuação dos corpos na água é o empuxo.  Mais essa força está presente também quando o objeto, mais denso que a água, afunda, ou quando, tendo a mesma densidade da água, o objeto fica inteiramente mergulhado, mas em equilíbrio.
  • 22. Princípio de Arquimedes: Eureca! • De acordo com a lenda, isto (eureca!) foi o que Arquimedes gritou quando ele descobriu um fato importante sobre a força de empuxo. Tão importante, que o chama de princípio de Arquimedes (e tão importante que, diz a lenda, Arquimedes pulou da banheira e correu pelas ruas após a descoberta).
  • 23. Princípio de Arquimedes : Um objeto que está parcialmente, ou completamente, submerso em um fluido, sofrerá uma força de empuxo igual ao peso do fluido que objeto desloca.
  • 24. A força de empuxo aplicada pelo fluido sobre um objeto é dirigida para cima. A força deve-se à diferença de pressão exercida na parte de baixo e na parte de cima do objeto. Para um objeto flutuante, a parte que fica acima da superfície está sob a pressão atmosférica, enquanto que a parte que está abaixo da superfície está sob uma pressão maior porque ela está em contato com uma certa profundidade do fluido, e a pressão aumenta com a profundidade. Para um objeto completamente submerso, a parte de cima do objeto não está sob a pressão atmosférica, mas a parte de baixo ainda está sob uma pressão maior porque está mais fundo no fluido. Em ambos os casos a diferença na pressão resulta em uma força resultante para cima (força de empuxo) sobre o objeto. Esta força tem que ser igual ao peso da massa de água deslocada, já que se o objeto não ocupasse aquele espaço esta seria a força
  • 25. • Quando um corpo está totalmente imerso num líquido, podemos ter as seguintes condições: se ele permanece parado no ponto em que foi colocado, a intensidade da força de impulsão é igual a intensidade da força peso;  se ele afundar, a intensidade da força de impulsão é menor que a intensidade da força peso;  se ele for levado para a superfície, a intensidade da força de impulsão é maior do que a intensidade da força peso.  Para saber qual das três situações irá ocorrer, devemos enunciar o princípio de Arquimedes:
  • 26. "Todo corpo mergulhado num fluido sofre, por parte do fluido, uma força vertical para cima, cuja intensidade é igual ao peso do fluido deslocado pelo corpo."
  • 27. Pressão: A água exerce pressão • Quando contida num recipiente, a água (e os demais líquidos) exerce uma força nas paredes ou demais superfícies internas do recipiente. • Essa força, que atua em determinada área, é chamada pressão.
  • 28. A pressão aumenta com a profundidade • Para que você compreenda melhor o que significa o aumento de pressão da água em relação à profundidade, vamos utilizar o exemplo do balão de aniversário furado em posições diferentes e cheio de água. • Os jatos que saem dos furos na parte inferior do balão vão mais longe que os dos furos superior.
  • 29. Princípio de Pascal A pressão exercida num ponto de um líquido contido num recipiente fechado se transmite integralmente a todos os pontos.