O Efeito Fotoelétrico Teoria clássica
Conhecimento Científico no Final do Século XIX Em 1900 alguns físicos pensavam que a física estava praticamente completa. Lord Kelvin recomendou que os jovens não se dedicassem à física, pois só faltavam alguns detalhes pouco interessantes, como o refinamento de medidas.
Conhecimento Científico no Final do Século XIX Lord Kelvin, no entanto, mencionou que havia “duas pequenas nuvens” no horizonte da física: os resultados negativos do experimento de Michelson e Morley, e a dificuldade em explicar a distribuição de energia na radiação de um corpo negro.
Novas Descobertas Experimentais O estudo de descargas elétricas em gases rarefeitos levou à descoberta dos raios catódicos
Novas Descobertas Experimentais Os raios catódicos levaram à descoberta dos raios X, que eram úteis mas misteriosos.
Novas Descobertas Experimentais J. J. Thomson, estudando os raios catódicos, descobriu o elétron. Mas que relação os elétrons tinham com os átomos da matéria?
Novas Descobertas Experimentais Os estudos de Henri Becquerel e do casal Curie levaram à descoberta da radioatividade e de estranhos elementos que emitiam energia de origem desconhecida.
Novas Descobertas Experimentais Os raios X e a luz ultravioleta podiam descarregar eletroscópios, e em alguns casos a luz visível também, mas o fenômeno não era compreendido: por que alguns tipos de luz não conseguem produzir o efeito fotoelétrico?
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico Heinrich Hertz (1887)
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico Philipp Lenard: Quando uma radiação de freqüência maior ou igual a 10 15  Hz incide sobre uma superfície metálica, ocorre emissão de elétrons. A emissão ocorre a alto vácuo, portanto os portadores de carga não são íons gasosos. A ação de um campo magnético confirma a carga negativa dos portadores  a razão e/m fornecia a carga do elétron obtida por Millikan e Thomson
Quanto maior a intensidade da luz incidente, maior o número de elétrons arrancados do catodo, isto é, maior é o valor da corrente fotoelétrica. Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais Este resultado  era esperado  já que quanto maior a intensidade da luz, maior é a amplitude da onda luminosa (vetor campo elétrico). i  FE I  Frequência    da luz fixa.
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Para medir a energia cinética máxima dos fotoelétrons, aplica-se uma ddp invertida, de modo que o fotoelétron ficará sob a ação de uma barreira de potencial.  Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais Vc-Potencial de corte Incidindo luz de  frequência   fixa  mas de intensidades diferentes a e b. Ec  máx =e . Vc (J) Saturação da corrente fotoelétrica Era esperado que se a   b, então  Ec a  máx     Ec b  máx Logo  Vc a    Vc b O resultado experimental não confirma a teoria!!!!
Os Problemas da Física no Final do Século XIX A energia cinética máxima dos fotoelétrons é maior quanto maior a frequência da radiação incidente. Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais  2  1 Este resultado não corresponde ao previsto pela teoria!!!! Incidindo luz de frequências diferentes
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais  0 -limiar de frequências abaixo da qual o EFE não ocorre.
Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Problemas com a Física Clássica O aumento da intensidade da radiação incidente  deveria  resultar no aumento do potencial limite 2) O efeito fotoelétrico deveria ocorrer para  qualquer  freqüência, dependendo apenas da intensidade da radiação incidente 3) Deveria existir um intervalo de tempo mensurável entre a absorção da energia da radiação e a emissão do elétron.  Logo, a Física clássica não explica o EFE!!!

5 Efeito Fotoeletrico1

  • 1.
    O Efeito FotoelétricoTeoria clássica
  • 2.
    Conhecimento Científico noFinal do Século XIX Em 1900 alguns físicos pensavam que a física estava praticamente completa. Lord Kelvin recomendou que os jovens não se dedicassem à física, pois só faltavam alguns detalhes pouco interessantes, como o refinamento de medidas.
  • 3.
    Conhecimento Científico noFinal do Século XIX Lord Kelvin, no entanto, mencionou que havia “duas pequenas nuvens” no horizonte da física: os resultados negativos do experimento de Michelson e Morley, e a dificuldade em explicar a distribuição de energia na radiação de um corpo negro.
  • 4.
    Novas Descobertas ExperimentaisO estudo de descargas elétricas em gases rarefeitos levou à descoberta dos raios catódicos
  • 5.
    Novas Descobertas ExperimentaisOs raios catódicos levaram à descoberta dos raios X, que eram úteis mas misteriosos.
  • 6.
    Novas Descobertas ExperimentaisJ. J. Thomson, estudando os raios catódicos, descobriu o elétron. Mas que relação os elétrons tinham com os átomos da matéria?
  • 7.
    Novas Descobertas ExperimentaisOs estudos de Henri Becquerel e do casal Curie levaram à descoberta da radioatividade e de estranhos elementos que emitiam energia de origem desconhecida.
  • 8.
    Novas Descobertas ExperimentaisOs raios X e a luz ultravioleta podiam descarregar eletroscópios, e em alguns casos a luz visível também, mas o fenômeno não era compreendido: por que alguns tipos de luz não conseguem produzir o efeito fotoelétrico?
  • 9.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico Heinrich Hertz (1887)
  • 10.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico Philipp Lenard: Quando uma radiação de freqüência maior ou igual a 10 15 Hz incide sobre uma superfície metálica, ocorre emissão de elétrons. A emissão ocorre a alto vácuo, portanto os portadores de carga não são íons gasosos. A ação de um campo magnético confirma a carga negativa dos portadores a razão e/m fornecia a carga do elétron obtida por Millikan e Thomson
  • 11.
    Quanto maior aintensidade da luz incidente, maior o número de elétrons arrancados do catodo, isto é, maior é o valor da corrente fotoelétrica. Os Problemas da Física no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais Este resultado era esperado já que quanto maior a intensidade da luz, maior é a amplitude da onda luminosa (vetor campo elétrico). i FE I Frequência  da luz fixa.
  • 12.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Para medir a energia cinética máxima dos fotoelétrons, aplica-se uma ddp invertida, de modo que o fotoelétron ficará sob a ação de uma barreira de potencial. Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais
  • 13.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais Vc-Potencial de corte Incidindo luz de frequência fixa mas de intensidades diferentes a e b. Ec máx =e . Vc (J) Saturação da corrente fotoelétrica Era esperado que se a  b, então Ec a máx  Ec b máx Logo Vc a  Vc b O resultado experimental não confirma a teoria!!!!
  • 14.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX A energia cinética máxima dos fotoelétrons é maior quanto maior a frequência da radiação incidente. Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais  2  1 Este resultado não corresponde ao previsto pela teoria!!!! Incidindo luz de frequências diferentes
  • 15.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Resultados Experimentais  0 -limiar de frequências abaixo da qual o EFE não ocorre.
  • 16.
    Os Problemas daFísica no Final do Século XIX Efeito Fotoelétrico – Problemas com a Física Clássica O aumento da intensidade da radiação incidente deveria resultar no aumento do potencial limite 2) O efeito fotoelétrico deveria ocorrer para qualquer freqüência, dependendo apenas da intensidade da radiação incidente 3) Deveria existir um intervalo de tempo mensurável entre a absorção da energia da radiação e a emissão do elétron. Logo, a Física clássica não explica o EFE!!!