Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares


                    Isabel da Conceição Teixeira




                                     2009
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                  Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares

                            Metodologias de Operacionalização

                                 PLANO DE AVALIAÇÃO



O DOMÍNIO ESCOLHIDO:

B – LEITURA E LITERACIA

        INDICADOR DE PROCESSO:

        B1 – Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura

        INDICADOR DE IMPACTO:

        B.3- Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no
        âmbito da leitura e das literacias.

PROBLEMA/ DIAGNÓSTICO



A BE tem que tornar-se o centro da escola, em torno do qual se desenvolve o currículo e
a aprendizagem. Deve ser um agente de mudança e de progresso.


Constituindo-se como um centro de recursos e de informação diversa, deve caminhar no
sentido de formar leitores assíduos, competentes, capazes de aceder à informação em
diferentes suportes, seleccioná-la, compreendê-la e transformá-la em conhecimento
mobilizável, é esta a definição da competência leitora. Por esta razão e também por se
adequar a um dos objectivos definidos no Projecto Educativo, escolhemos o domínio B.
Leitura e Literacias.


Escolhemos subdomínio B.1 como indicador de processo pois incide sobre as
actividades que têm sido desenvolvidas no que se refere à promoção da leitura, ponto de
partida para o desenvolvimento de atitudes, comportamentos e competências em
ambientes digitais e não – digitais, aspecto este que tem sido muito valorizado na
biblioteca escolar onde exerço funções. O Plano Nacional de Leitura surge como uma

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mais-valia orientada a nível nacional, mas foi adequado à realidade da nossa escola e
valorizado por muitos professores envolvidos no PNL.


Escolhemos também o subdomínio B.3, indicador de impacto que irá verificar até que
ponto o trabalho desenvolvido tem dado resultados no desenvolvimento das
competências de leitura dos alunos. Aqui os instrumentos de recolha de evidências são
fundamentais e quanto mais diversificados melhor poderão reunir evidências que
assegurem uma avaliação correcta.


IDENTIFICAÇÃO DO OBJECTO DE AVALIAÇÃO



A Biblioteca Escolar tem desenvolvido um trabalho contínuo no domínio da leitura e
literacia, procurando contribuir na promoção do sucesso escolar e educativo dos alunos,
de acordo com o recomendado no Projecto Educativo. Um dos investimentos tem sido a
execução do Plano Nacional de Leitura, em parceria com as escolas do 1º ciclo e o
Departamento de Línguas. Tem ainda vindo a empenhar-se num trabalho colaborativo
com professores curriculares das diversas áreas curriculares disciplinares e não
disciplinares, fomentando hábitos de leitura e investigação.


Assim sendo, neste primeiro ano, desta jovem biblioteca, parece-nos importante (a mim
e à equipa educativa) validar o Domínio - B Leitura e Literacia e os Subdomínios B1 e
B3.


TIPO DE AVALIAÇÃO DE MEDIDA A EMPREENDER




Serão aplicados métodos quantitativos de medida que permitam determinar a
frequência, utilização e conhecimento que os utilizadores têm da BE (inputs e outputs
da BE). Por outro lado, pretende-se fazer uma avaliação mais qualitativa da formação
destes utentes através de uma abordagem de resultados e impactos (outcomes). “ O
modelo de auto-avaliação das bibliotecas escolares procurou orientar-se sobretudo
segundo uma filosofia de avaliação baseada em outcomes e de natureza essencialmente
qualitativa…” (texto da sessão, pág.2)
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      MÉTODOS E INSTRUMENTOS A UTILIZAR




B. Leitura e Literacia

Indicadores                 Factores críticos de sucesso                                  Recolha de evidências

B.1 Trabalho da     - A BE disponibiliza uma colecção variada e                -Projecto Educativo do Agrupamento
BE ao serviço da    adequada         ao    gosto     e      interesse    dos
                                                                               -Plano de actividades da BE/CRE
promoção       da   utilizadores.
leitura                                                                        -Estatísticas de requisição
                    - A BE desenvolve, de forma sistemática,
                    actividades no âmbito da promoção da                       -Estatísticas de utilização informal da BE.
                    leitura.
                                                                               -Estatísticas de utilização da BE para actividades
                    - A BE organiza sessões de leitura, de                     de leitura extensiva em sala de aula.
                    reconto ou outras que associem diferentes
                    formas      de    leitura,      de    escrita   ou    de   -Registos de Projectos desenvolvidos no âmbito

                    comunicação com o objectivo de promover o                  da promoção da leitura.

                    gosto pela leitura.
                                                                               -Questionário aos professores (QD2).

                    - A BE incentiva a leitura informativa
                                                                               -Questionário aos alunos (QA2).
                    direccionada a actividades formativas nas
                    áreas      curriculares      disciplinares      e    não   - Outros instrumentos de recolha de informação:
                    disciplinares.                                             actas, participação em concursos, sugestões de
                                                                               leitura (livro do mês,---) blogue da BE, etc..
                    - A BE promove eventos culturais que
                    aproximem os alunos dos livros ou de outros
                    materiais/ambientes e incentivem o gosto
                    pela leitura.

                    - A BE facilita e orienta a leitura em
                    ambientes digitais, através da indicação de
                    sites, motores de busca e no próprio blogue
                    da BE.

                    -   A       BE        procura        estar   informada
                    relativamente às linhas de orientação e
                    actividades propostas pelo PNL e organiza
                    com os docentes grelhas das obras de leitura
                    extensiva em sala de aula.



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B3. Impacto do        - Os alunos usam a biblioteca para ler de       - Estatísticas de utilização da BE para actividades
trabalho da BE        forma recreativa, para se informar ou para      de leitura.
nas    atitudes   e   realizar trabalhos escolares.
                                                                      - Estatísticas de requisição domiciliária.
competências dos
                      - Os alunos, de acordo com o seu nível de
alunos, no âmbito                                                     - Observação da utilização da BE (O3 e O4).
                      escolaridade, manifestam progressos nas
da leitura e das
                      competências de leitura, lendo mais e com       - Trabalhos realizados pelos alunos.
literacias
                      maior profundidade.
                                                                      - Análise diacrónica das avaliações dos alunos.
                      - Os alunos desenvolvem trabalhos onde
                      interagem com equipamentos e ambientes          - Questionário aos professores (QD2).

                      informacionais       variados,   manifestando
                                                                      - Questionário aos alunos (QA2).
                      progressos nas suas competências no âmbito
                      da leitura e das literacias.

                      - Os alunos participam activamente em
                      diferentes actividades associadas à promoção
                      da leitura.




      INTERVENIENTES NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO




      Coordenador da BE/CRE e Equipa da BE/CRE

      Director

      Conselho Pedagógico

      Professores

      Funcionários

      Alunos

      Encarregados de Educação




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CALENDARIZAÇÃO:




2º e 3º Períodos

A recolha de informação será diária para certas rotinas, será esporádica, no caso de
actividades igualmente esporádicas e será uma vez por período, no caso dos inquéritos.




PLANIFICAÇÃO DA RECOLHA E TRATAMENTO DE DADOS




A metodologia de trabalho encontra-se definida no Modelo de auto-avaliação das
Bibliotecas Escolares e pressupõe:

Definir os factores críticos de sucesso para os indicadores, as actividades que
evidenciam sucesso e são valorizadas na avaliação.

As evidências comprovam a prática efectiva das acções e permitem com rigor e a
exactidão formular juízos de valor / avaliação, sobre o impacto obtido no
desenvolvimento das competências exigidas. Deverão estar articuladas a propostas
concretas de melhoria face ao que ficou comprovado.

Face às evidências estabeleceremos o nível de desempenho da biblioteca configurado
numa escala de um a quatro. Para atingir cada um destes níveis será necessário
preencher todos os descritores referidos nesse nível, à excepção de um.

Conclui-se com a formulação de acções que visem a melhoria contínua onde se
verificou haver mais debilidades é este o objectivo fundamental da auto-avaliação.

A recolha de evidências será feita pelas professoras bibliotecárias e a sua equipa, os
professores colaboradores e a técnica operacional, no início do 2º Período.

Os recursos materiais serão as folhas de questionário, as folhas de registo de entrada, de
requisição domiciliária, de satisfação, as folhas de registo de reclamação, as fichas de
inscrição nas várias actividades usadas pelos alunos e professores, as grelhas de
observação, o blogue e os comentários aí realizados.

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A definição de amostragens / Inquéritos será de 20% do universo dos professores, 10%
do universo dos alunos e 5% dos pais e encarregados de educação

A análise crítica e o tratamento dos dados terá um 1º momento de tratamento e análise
dos dados será feito em Abril e o 2º em Junho.




ANÁLISE E COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO




Será elaborado um relatório no final do ano (início de Julho). A coordenadora reunirá
com o órgão de gestão para ponderar a avaliação obtida e definir as acções de melhoria.
As conclusões serão apresentadas num dos últimos Conselhos Pedagógicos do ano,
através de um PowerPoint. A divulgação da avaliação e do plano estratégico serão
igualmente divulgados ao Agrupamento. Finalmente elaborar-se-á a síntese para
integrar o relatório da escola.




LIMITAÇÕES




      A equipa e a funcionária terão dificuldade em dar atenção às necessidades dos
        alunos e simultaneamente registar as observações solicitadas.

      A sobrecarga de trabalho que a aplicação do modelo acarreta e a falta de tempo.

      Dificuldade em envolver todos os intervenientes.




LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES




Face às limitações apresentadas teria de haver um reforço dos recursos humanos. Estes
necessitarão de horas para tornar mais eficaz a recolha de dados.


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BIBLIOGRAFIA

- Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das
Bibliotecas Escolares (12 de Novembro de 2009).

- Texto da 4ª sessão: O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares:
metodologias de operacionalização (Parte I).




Formanda: Isabel da Conceição Teixeira

4 SessãO

  • 1.
    Modelo de Auto-Avaliaçãodas Bibliotecas Escolares Isabel da Conceição Teixeira 2009
  • 2.
    Página 2 de8 Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Metodologias de Operacionalização PLANO DE AVALIAÇÃO O DOMÍNIO ESCOLHIDO: B – LEITURA E LITERACIA INDICADOR DE PROCESSO: B1 – Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura INDICADOR DE IMPACTO: B.3- Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias. PROBLEMA/ DIAGNÓSTICO A BE tem que tornar-se o centro da escola, em torno do qual se desenvolve o currículo e a aprendizagem. Deve ser um agente de mudança e de progresso. Constituindo-se como um centro de recursos e de informação diversa, deve caminhar no sentido de formar leitores assíduos, competentes, capazes de aceder à informação em diferentes suportes, seleccioná-la, compreendê-la e transformá-la em conhecimento mobilizável, é esta a definição da competência leitora. Por esta razão e também por se adequar a um dos objectivos definidos no Projecto Educativo, escolhemos o domínio B. Leitura e Literacias. Escolhemos subdomínio B.1 como indicador de processo pois incide sobre as actividades que têm sido desenvolvidas no que se refere à promoção da leitura, ponto de partida para o desenvolvimento de atitudes, comportamentos e competências em ambientes digitais e não – digitais, aspecto este que tem sido muito valorizado na biblioteca escolar onde exerço funções. O Plano Nacional de Leitura surge como uma Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
  • 3.
    Página 3 de8 mais-valia orientada a nível nacional, mas foi adequado à realidade da nossa escola e valorizado por muitos professores envolvidos no PNL. Escolhemos também o subdomínio B.3, indicador de impacto que irá verificar até que ponto o trabalho desenvolvido tem dado resultados no desenvolvimento das competências de leitura dos alunos. Aqui os instrumentos de recolha de evidências são fundamentais e quanto mais diversificados melhor poderão reunir evidências que assegurem uma avaliação correcta. IDENTIFICAÇÃO DO OBJECTO DE AVALIAÇÃO A Biblioteca Escolar tem desenvolvido um trabalho contínuo no domínio da leitura e literacia, procurando contribuir na promoção do sucesso escolar e educativo dos alunos, de acordo com o recomendado no Projecto Educativo. Um dos investimentos tem sido a execução do Plano Nacional de Leitura, em parceria com as escolas do 1º ciclo e o Departamento de Línguas. Tem ainda vindo a empenhar-se num trabalho colaborativo com professores curriculares das diversas áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, fomentando hábitos de leitura e investigação. Assim sendo, neste primeiro ano, desta jovem biblioteca, parece-nos importante (a mim e à equipa educativa) validar o Domínio - B Leitura e Literacia e os Subdomínios B1 e B3. TIPO DE AVALIAÇÃO DE MEDIDA A EMPREENDER Serão aplicados métodos quantitativos de medida que permitam determinar a frequência, utilização e conhecimento que os utilizadores têm da BE (inputs e outputs da BE). Por outro lado, pretende-se fazer uma avaliação mais qualitativa da formação destes utentes através de uma abordagem de resultados e impactos (outcomes). “ O modelo de auto-avaliação das bibliotecas escolares procurou orientar-se sobretudo segundo uma filosofia de avaliação baseada em outcomes e de natureza essencialmente qualitativa…” (texto da sessão, pág.2) Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
  • 4.
    Página 4 de8 MÉTODOS E INSTRUMENTOS A UTILIZAR B. Leitura e Literacia Indicadores Factores críticos de sucesso Recolha de evidências B.1 Trabalho da - A BE disponibiliza uma colecção variada e -Projecto Educativo do Agrupamento BE ao serviço da adequada ao gosto e interesse dos -Plano de actividades da BE/CRE promoção da utilizadores. leitura -Estatísticas de requisição - A BE desenvolve, de forma sistemática, actividades no âmbito da promoção da -Estatísticas de utilização informal da BE. leitura. -Estatísticas de utilização da BE para actividades - A BE organiza sessões de leitura, de de leitura extensiva em sala de aula. reconto ou outras que associem diferentes formas de leitura, de escrita ou de -Registos de Projectos desenvolvidos no âmbito comunicação com o objectivo de promover o da promoção da leitura. gosto pela leitura. -Questionário aos professores (QD2). - A BE incentiva a leitura informativa -Questionário aos alunos (QA2). direccionada a actividades formativas nas áreas curriculares disciplinares e não - Outros instrumentos de recolha de informação: disciplinares. actas, participação em concursos, sugestões de leitura (livro do mês,---) blogue da BE, etc.. - A BE promove eventos culturais que aproximem os alunos dos livros ou de outros materiais/ambientes e incentivem o gosto pela leitura. - A BE facilita e orienta a leitura em ambientes digitais, através da indicação de sites, motores de busca e no próprio blogue da BE. - A BE procura estar informada relativamente às linhas de orientação e actividades propostas pelo PNL e organiza com os docentes grelhas das obras de leitura extensiva em sala de aula. Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
  • 5.
    Página 5 de8 B3. Impacto do - Os alunos usam a biblioteca para ler de - Estatísticas de utilização da BE para actividades trabalho da BE forma recreativa, para se informar ou para de leitura. nas atitudes e realizar trabalhos escolares. - Estatísticas de requisição domiciliária. competências dos - Os alunos, de acordo com o seu nível de alunos, no âmbito - Observação da utilização da BE (O3 e O4). escolaridade, manifestam progressos nas da leitura e das competências de leitura, lendo mais e com - Trabalhos realizados pelos alunos. literacias maior profundidade. - Análise diacrónica das avaliações dos alunos. - Os alunos desenvolvem trabalhos onde interagem com equipamentos e ambientes - Questionário aos professores (QD2). informacionais variados, manifestando - Questionário aos alunos (QA2). progressos nas suas competências no âmbito da leitura e das literacias. - Os alunos participam activamente em diferentes actividades associadas à promoção da leitura. INTERVENIENTES NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO Coordenador da BE/CRE e Equipa da BE/CRE Director Conselho Pedagógico Professores Funcionários Alunos Encarregados de Educação Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
  • 6.
    Página 6 de8 CALENDARIZAÇÃO: 2º e 3º Períodos A recolha de informação será diária para certas rotinas, será esporádica, no caso de actividades igualmente esporádicas e será uma vez por período, no caso dos inquéritos. PLANIFICAÇÃO DA RECOLHA E TRATAMENTO DE DADOS A metodologia de trabalho encontra-se definida no Modelo de auto-avaliação das Bibliotecas Escolares e pressupõe: Definir os factores críticos de sucesso para os indicadores, as actividades que evidenciam sucesso e são valorizadas na avaliação. As evidências comprovam a prática efectiva das acções e permitem com rigor e a exactidão formular juízos de valor / avaliação, sobre o impacto obtido no desenvolvimento das competências exigidas. Deverão estar articuladas a propostas concretas de melhoria face ao que ficou comprovado. Face às evidências estabeleceremos o nível de desempenho da biblioteca configurado numa escala de um a quatro. Para atingir cada um destes níveis será necessário preencher todos os descritores referidos nesse nível, à excepção de um. Conclui-se com a formulação de acções que visem a melhoria contínua onde se verificou haver mais debilidades é este o objectivo fundamental da auto-avaliação. A recolha de evidências será feita pelas professoras bibliotecárias e a sua equipa, os professores colaboradores e a técnica operacional, no início do 2º Período. Os recursos materiais serão as folhas de questionário, as folhas de registo de entrada, de requisição domiciliária, de satisfação, as folhas de registo de reclamação, as fichas de inscrição nas várias actividades usadas pelos alunos e professores, as grelhas de observação, o blogue e os comentários aí realizados. Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
  • 7.
    Página 7 de8 A definição de amostragens / Inquéritos será de 20% do universo dos professores, 10% do universo dos alunos e 5% dos pais e encarregados de educação A análise crítica e o tratamento dos dados terá um 1º momento de tratamento e análise dos dados será feito em Abril e o 2º em Junho. ANÁLISE E COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO Será elaborado um relatório no final do ano (início de Julho). A coordenadora reunirá com o órgão de gestão para ponderar a avaliação obtida e definir as acções de melhoria. As conclusões serão apresentadas num dos últimos Conselhos Pedagógicos do ano, através de um PowerPoint. A divulgação da avaliação e do plano estratégico serão igualmente divulgados ao Agrupamento. Finalmente elaborar-se-á a síntese para integrar o relatório da escola. LIMITAÇÕES  A equipa e a funcionária terão dificuldade em dar atenção às necessidades dos alunos e simultaneamente registar as observações solicitadas.  A sobrecarga de trabalho que a aplicação do modelo acarreta e a falta de tempo.  Dificuldade em envolver todos os intervenientes. LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES Face às limitações apresentadas teria de haver um reforço dos recursos humanos. Estes necessitarão de horas para tornar mais eficaz a recolha de dados. Formanda: Isabel da Conceição Teixeira
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    Página 8 de8 BIBLIOGRAFIA - Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares (12 de Novembro de 2009). - Texto da 4ª sessão: O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte I). Formanda: Isabel da Conceição Teixeira