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SIMEÃO, O BOM VELHINHO
LUCAS 2: 25 – 35
INTRODUÇÃO
- O Nascimento de Jesus (contexto do cap. 2)
- 2: 1 – 7:
 Decreto do Imperador César Augusto (Roma) e Quirino
governava a Síria (situar na história).
 José – casa de Davi – Belém da Judéia. José e Maria moravam
na Galiléia (Nazaré).
 Belém era bem próximo à Jerusalém
 Manjedoura era uma espécie de coxo para tratar os animais.
- 2: 8 – 20:
 Os primeiros que ouviram às Boas Notícias foram os pastores
de ovelhas que estavam no campo.
 Os pastores que ficavam em campos abertos eram
desprezados porque não podiam observar as leis cerimoniais;
considerados como ladrões (nômades); não eram aceitos
como testemunhas em um tribunal.
- 2: 21:
 Jesus foi circuncidado ao oitavo dia – depois dos sete dias de
purificação de sua mãe Maria (Gn.17:12 – Lv. 12: 1 – 5).
 Foi dado o seu nome por José no momento da circuncisão
(Belém).
- 2: 22 – 24:
 A apresentação de Jesus no templo ocorre 33 dias após sua
circuncisão.
 V. 22 – A necessidade de purificação surge pelo fato da mãe
ser considerada cerimonialmente impura após o parto (7 dias
antes da circuncisão e 33 dias antes da apresentação no
templo). Caso fosse menina dobrava o tempo.
 No templo a oferta era dada pela mulher
 Se fosse rica – um cordeiro e uma pomba
2
 Se fosse pobre – duas pombas
 A oferta de Maria foi a oferta do pobre
 Cumpriram todos os ditames da lei de Moisés – José e
Maria eram um casal piedoso – Nm 18: 15 e I Sm 1: 24 – 28
– somente famílias piedosas cumpriam esse ritual.
- E os Sábios do Oriente? Onde aparecem? Eram Quantos?
 Aparecem mais ou menos quando Jesus tinha ente 1 e dois
anos. Em Belém.
 Herodes – manda matar crianças de dois anos para baixo
 Eles vão a Belém, dão presentes.
 José é avisado em sonho e eles fogem para o Egito até a
morte de Herodes, o grande.
 Depois voltam para Nazaré – somente com 12 anos vemos
Jesus de volta em Jerusalém para a comemoração da
Páscoa.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Temos essa passagem à história de alguém cujo nome não é
mencionado em nenhum outro lugar do Novo Testamento – “um
homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso”. Nada
sabemos de sua vida anterior ou posterior ao nascimento de
Jesus. Sabemos apenas que ele foi ao templo movido pelo
Espírito Santo, quando o menino Jesus ali foi levado pelos pais, e
que ele “o tomou nos braços e louvou a Deus” com palavras que
são agora conhecidas em todo o mundo.
Aprendemos com esse “Bom Velhinho”:
I. DEUS TEM OS SEUS FIÉIS ATÉ MESMO NOS PIORES LUGARES
E NAS HORAS MAIS ESCURAS.
- Quando Jesus nasceu, a religião em Israel estava em grande
decadência.
- A fé exercida por Abraão havia se corrompido pelas doutrinas
dos fariseus (religiosos) e dos saduceus (libertinos).
3
- Mesmo diante desse quadro havia pessoas piedosas e justas
com a presença do Espírito Santo.
- Sentimo-nos encorajados ao pensar que Deus nunca se deixa
ficar completamente sem testemunho.
- Por menor que a igreja venha ser, em determinadas épocas, as
portas do inferno nunca conseguem prevalecer contra ela.
- A verdadeira igreja pode ser levada a atravessar um deserto,
tornando-se um pequeno rebanho disperso, mas nunca morre.
- “Eu fiquei só”, disse o profeta Elias, “e procuraram tirar-me a
vida”.
- A resposta do Senhor: “Também conservei em Israel sete mil” (I
Rs 19: 14. 18).
- Creiamos que a graça pode viver e florescer até mesmo sob as
circunstâncias mais desfavoráveis.
- Neste mundo, há mais Simeões do que pensamos!
Aprendemos com esse “Bom Velhinho”:
II. COMO UM CRENTE PODE SER TOTALMENTE LIBERTO DO
MEDO DA MORTE
- “Agora, Senhor”, diz o velho Simeão, “pode despedir em paz
teu servo” (v.29).
- Ele fala como alguém para quem o túmulo perdeu os seus
encantos. Seu desejo é ficar liberto das misérias concernentes ao
presente estado de peregrinação e ir para casa.
- Querer estar ausente do corpo e presente com o Senhor.
- Fala como alguém que sabe para onde irá, quando deixar essa
vida, e não tem medo de ir logo. A sua mudança será para
melhor e ele deseja ir logo.
- O que faz com que um mortal chegue a usar uma tal
linguagem?
- O que pode libertar do pavor da morte do qual tantos são
escravos?
4
- O que pode remover as algemas da morte?
- Só há uma resposta a estas perguntas. Nada além de uma fé
firme. A fé que se firma num Salvador invisível, que descansa nas
promessas de um Deus invisível.
- A fé, esse dom de Deus, pode levar um homem a encarar a
morte e dizer: “Estou partindo em paz”.
- Não é suficiente sentir indiferença pelo mundo devido ao fato
de que não tem mais forças para participar de suas atividades e
desfrutar de seus prazeres.
- Não é suficiente estar cansado de dores ou de doenças, pronto
para aceitar qualquer coisa para sair dessa situação penosa.
- Precisamos ter mais do que isto se desejamos partir em
verdadeira paz.
- Precisamos de fé igual à do velhinho Simeão – aquela fé que é
um dom de Deus.
- Sem essa fé, podemos morrer silenciosamente e poderá
parecer que em nós “não há preocupações” – contexto do Salmo
73 (o ímpio).
- Porém, se morrermos sem a verdadeira fé, nunca teremos paz
ao nos encontrarmos com o mundo porvir.
Aprendemos com esse “Bom Velhinho”:
III. A BOA NOTÍCIA DA SALVAÇÃO É ANTERIOR A PREGAÇÃO DO
EVANGELHO
- Vemos este querido velhinho falando de Jesus como a salvação
preparada por Deus - “luz para revelação aos gentios, e para a
glória do teu povo de Israel”.
- Jesus foi realmente uma luz para alumiar os gentios. Sem Ele,
permaneceriam afundados nas trevas e supertições.
- Adoravam a obra de suas próprias mãos.
5
- Seus filósofos mais sábios eram totalmente ignorantes no que
se refere às coisas espirituais. “Inculcando-se por sábios,
tornaram loucos” (Rm 1:22).
- O evangelho de Jesus foi como o nascer do sol para a Grécia,
Roma e todo o mundo que andava em trevas.
- A luz que brilhou no coração dos homens com relação às coisas
espirituais trouxe tão grande mudança quanto o dia traz à noite.
- Jesus foi, também, a glória de Israel. As descendência de
Abraão, as alianças, as promessas, a lei de Moisés, o culto
divinamente ordenado no templo – tudo era um grande
privilégio.
- Mas, nada significam, quando comparados ao fato maravilhoso
de que em Israel que nasceu o Salvador do mundo.
- A maior honra para a nação judaica seria a de que a mãe de
Jesus era judia e de o sangue d’Aquele que, “segundo a carne,
veio da descendência de Davi” faria expiação pelo pecado de
toda humanidade (Rm 1:3).
- As palavras do bom velhinho Simeão, lembremo-nos, ainda
haverão de cumprir-se de modo mais completo.
- A luz que ele viu pela fé, ao segurar o menino Jesus em seus
braços, ainda brilhará tanto que todas as nações do mundo hão
de vê-la.
- A glória daquele Jesus que Israel crucificou será revelada aos
judeus dispersos, que eles olharão para Aquele que foi
transpassado em seu corpo e se arrependerão e converterão ao
Senhor.
- Aguardemos esse dia vigiando e orando.
- Se Jesus for a luz e a glória de nossas vidas, esperamos esse
glorioso dia com muita alegria.
Aprendemos com esse “Bom Velhinho”:
IV. QUE JESUS E O EVANGELHO TRAZEM RESULTADOS
IMPRESSIONANTES
6
- É preciso que meditemos em cada palavra que Simeão diz a
esse respeito. Em seu todo, há uma profecia que está se
cumprindo diariamente.
- Jesus deveria ser alvo de contradição.
- Ele seria o alvo a ser atingido por todos os dardos inflamados
do Maligno.
- Seria desprezado e rejeitado pelos homens.
- Ele e o seu povo seriam como cidade edificada sobre um
monte, atacada por todos os lados e odiada por todo tipo de
inimigo.
- E assim foi. Pessoas que não concordam entre si em nada têm
concordado em odiar Jesus.
- Desde o início, milhares têm sido perseguidores e descrentes.
- Jesus deveria servir também para o levantamento de muitos
em Israel.
- Tornar-se-ia o Salvador de muitos que, tendo-O rejeitado,
blasfemado e ultrajado, chegariam depois ao arrependimento e
à fé.
- E assim foi. Quando os milhares que O crucificaram se
arrependeram, e Saulo, que O perseguiu, foi convertido, houve
nada mais e nada menos do que uma ressurreição desses que
estavam espiritualmente mortos.
- Jesus também serviria para que se manifestassem os
pensamentos de muitos corações.
- O seu Evangelho deveria trazer à luz o verdadeiro caráter de
muitos.
- A pregação da cruz revelaria a inimizade que alguns tinham
contra Deus e o cansaço e a sede da alma de outros.
- Mostraria o que os homens realmente são.
- E assim foi. Os Atos dos Apóstolos em quase todos os capítulos
testemunham que, quanto a isto e a todos os outros aspectos de
sua profecia, o bom velhinho Simeão estava certo.
7
CONCLUSÃO:
- E nós, que conceito temos de Jesus? – Essa pergunta que deve
ocupar nosso coração.
- Que tipo de pensamentos Ele desperta em nós? – Este ponto
que deve chamar a nossa atenção.
- Estamos com Ele ou contra Ele?
- Nós O amamos ou O desprezamos?
- Sua doutrina nos faz tropeçar ou representa vida para nós?
- Que jamais nos permitamos descansar até que estas questões
sejam respondidas satisfatoriamente em nossas mentes e
corações.
Vamos orar.
Amém.
-----------------
Anápolis, 25 de Dezembro de 2016
Igreja Presbiteriana do Anápolis City
Rev. Hugo Machado

25.12.2016 simeão, o bom velhinho

  • 1.
    1 SIMEÃO, O BOMVELHINHO LUCAS 2: 25 – 35 INTRODUÇÃO - O Nascimento de Jesus (contexto do cap. 2) - 2: 1 – 7:  Decreto do Imperador César Augusto (Roma) e Quirino governava a Síria (situar na história).  José – casa de Davi – Belém da Judéia. José e Maria moravam na Galiléia (Nazaré).  Belém era bem próximo à Jerusalém  Manjedoura era uma espécie de coxo para tratar os animais. - 2: 8 – 20:  Os primeiros que ouviram às Boas Notícias foram os pastores de ovelhas que estavam no campo.  Os pastores que ficavam em campos abertos eram desprezados porque não podiam observar as leis cerimoniais; considerados como ladrões (nômades); não eram aceitos como testemunhas em um tribunal. - 2: 21:  Jesus foi circuncidado ao oitavo dia – depois dos sete dias de purificação de sua mãe Maria (Gn.17:12 – Lv. 12: 1 – 5).  Foi dado o seu nome por José no momento da circuncisão (Belém). - 2: 22 – 24:  A apresentação de Jesus no templo ocorre 33 dias após sua circuncisão.  V. 22 – A necessidade de purificação surge pelo fato da mãe ser considerada cerimonialmente impura após o parto (7 dias antes da circuncisão e 33 dias antes da apresentação no templo). Caso fosse menina dobrava o tempo.  No templo a oferta era dada pela mulher  Se fosse rica – um cordeiro e uma pomba
  • 2.
    2  Se fossepobre – duas pombas  A oferta de Maria foi a oferta do pobre  Cumpriram todos os ditames da lei de Moisés – José e Maria eram um casal piedoso – Nm 18: 15 e I Sm 1: 24 – 28 – somente famílias piedosas cumpriam esse ritual. - E os Sábios do Oriente? Onde aparecem? Eram Quantos?  Aparecem mais ou menos quando Jesus tinha ente 1 e dois anos. Em Belém.  Herodes – manda matar crianças de dois anos para baixo  Eles vão a Belém, dão presentes.  José é avisado em sonho e eles fogem para o Egito até a morte de Herodes, o grande.  Depois voltam para Nazaré – somente com 12 anos vemos Jesus de volta em Jerusalém para a comemoração da Páscoa. CONTEXTUALIZAÇÃO Temos essa passagem à história de alguém cujo nome não é mencionado em nenhum outro lugar do Novo Testamento – “um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso”. Nada sabemos de sua vida anterior ou posterior ao nascimento de Jesus. Sabemos apenas que ele foi ao templo movido pelo Espírito Santo, quando o menino Jesus ali foi levado pelos pais, e que ele “o tomou nos braços e louvou a Deus” com palavras que são agora conhecidas em todo o mundo. Aprendemos com esse “Bom Velhinho”: I. DEUS TEM OS SEUS FIÉIS ATÉ MESMO NOS PIORES LUGARES E NAS HORAS MAIS ESCURAS. - Quando Jesus nasceu, a religião em Israel estava em grande decadência. - A fé exercida por Abraão havia se corrompido pelas doutrinas dos fariseus (religiosos) e dos saduceus (libertinos).
  • 3.
    3 - Mesmo diantedesse quadro havia pessoas piedosas e justas com a presença do Espírito Santo. - Sentimo-nos encorajados ao pensar que Deus nunca se deixa ficar completamente sem testemunho. - Por menor que a igreja venha ser, em determinadas épocas, as portas do inferno nunca conseguem prevalecer contra ela. - A verdadeira igreja pode ser levada a atravessar um deserto, tornando-se um pequeno rebanho disperso, mas nunca morre. - “Eu fiquei só”, disse o profeta Elias, “e procuraram tirar-me a vida”. - A resposta do Senhor: “Também conservei em Israel sete mil” (I Rs 19: 14. 18). - Creiamos que a graça pode viver e florescer até mesmo sob as circunstâncias mais desfavoráveis. - Neste mundo, há mais Simeões do que pensamos! Aprendemos com esse “Bom Velhinho”: II. COMO UM CRENTE PODE SER TOTALMENTE LIBERTO DO MEDO DA MORTE - “Agora, Senhor”, diz o velho Simeão, “pode despedir em paz teu servo” (v.29). - Ele fala como alguém para quem o túmulo perdeu os seus encantos. Seu desejo é ficar liberto das misérias concernentes ao presente estado de peregrinação e ir para casa. - Querer estar ausente do corpo e presente com o Senhor. - Fala como alguém que sabe para onde irá, quando deixar essa vida, e não tem medo de ir logo. A sua mudança será para melhor e ele deseja ir logo. - O que faz com que um mortal chegue a usar uma tal linguagem? - O que pode libertar do pavor da morte do qual tantos são escravos?
  • 4.
    4 - O quepode remover as algemas da morte? - Só há uma resposta a estas perguntas. Nada além de uma fé firme. A fé que se firma num Salvador invisível, que descansa nas promessas de um Deus invisível. - A fé, esse dom de Deus, pode levar um homem a encarar a morte e dizer: “Estou partindo em paz”. - Não é suficiente sentir indiferença pelo mundo devido ao fato de que não tem mais forças para participar de suas atividades e desfrutar de seus prazeres. - Não é suficiente estar cansado de dores ou de doenças, pronto para aceitar qualquer coisa para sair dessa situação penosa. - Precisamos ter mais do que isto se desejamos partir em verdadeira paz. - Precisamos de fé igual à do velhinho Simeão – aquela fé que é um dom de Deus. - Sem essa fé, podemos morrer silenciosamente e poderá parecer que em nós “não há preocupações” – contexto do Salmo 73 (o ímpio). - Porém, se morrermos sem a verdadeira fé, nunca teremos paz ao nos encontrarmos com o mundo porvir. Aprendemos com esse “Bom Velhinho”: III. A BOA NOTÍCIA DA SALVAÇÃO É ANTERIOR A PREGAÇÃO DO EVANGELHO - Vemos este querido velhinho falando de Jesus como a salvação preparada por Deus - “luz para revelação aos gentios, e para a glória do teu povo de Israel”. - Jesus foi realmente uma luz para alumiar os gentios. Sem Ele, permaneceriam afundados nas trevas e supertições. - Adoravam a obra de suas próprias mãos.
  • 5.
    5 - Seus filósofosmais sábios eram totalmente ignorantes no que se refere às coisas espirituais. “Inculcando-se por sábios, tornaram loucos” (Rm 1:22). - O evangelho de Jesus foi como o nascer do sol para a Grécia, Roma e todo o mundo que andava em trevas. - A luz que brilhou no coração dos homens com relação às coisas espirituais trouxe tão grande mudança quanto o dia traz à noite. - Jesus foi, também, a glória de Israel. As descendência de Abraão, as alianças, as promessas, a lei de Moisés, o culto divinamente ordenado no templo – tudo era um grande privilégio. - Mas, nada significam, quando comparados ao fato maravilhoso de que em Israel que nasceu o Salvador do mundo. - A maior honra para a nação judaica seria a de que a mãe de Jesus era judia e de o sangue d’Aquele que, “segundo a carne, veio da descendência de Davi” faria expiação pelo pecado de toda humanidade (Rm 1:3). - As palavras do bom velhinho Simeão, lembremo-nos, ainda haverão de cumprir-se de modo mais completo. - A luz que ele viu pela fé, ao segurar o menino Jesus em seus braços, ainda brilhará tanto que todas as nações do mundo hão de vê-la. - A glória daquele Jesus que Israel crucificou será revelada aos judeus dispersos, que eles olharão para Aquele que foi transpassado em seu corpo e se arrependerão e converterão ao Senhor. - Aguardemos esse dia vigiando e orando. - Se Jesus for a luz e a glória de nossas vidas, esperamos esse glorioso dia com muita alegria. Aprendemos com esse “Bom Velhinho”: IV. QUE JESUS E O EVANGELHO TRAZEM RESULTADOS IMPRESSIONANTES
  • 6.
    6 - É precisoque meditemos em cada palavra que Simeão diz a esse respeito. Em seu todo, há uma profecia que está se cumprindo diariamente. - Jesus deveria ser alvo de contradição. - Ele seria o alvo a ser atingido por todos os dardos inflamados do Maligno. - Seria desprezado e rejeitado pelos homens. - Ele e o seu povo seriam como cidade edificada sobre um monte, atacada por todos os lados e odiada por todo tipo de inimigo. - E assim foi. Pessoas que não concordam entre si em nada têm concordado em odiar Jesus. - Desde o início, milhares têm sido perseguidores e descrentes. - Jesus deveria servir também para o levantamento de muitos em Israel. - Tornar-se-ia o Salvador de muitos que, tendo-O rejeitado, blasfemado e ultrajado, chegariam depois ao arrependimento e à fé. - E assim foi. Quando os milhares que O crucificaram se arrependeram, e Saulo, que O perseguiu, foi convertido, houve nada mais e nada menos do que uma ressurreição desses que estavam espiritualmente mortos. - Jesus também serviria para que se manifestassem os pensamentos de muitos corações. - O seu Evangelho deveria trazer à luz o verdadeiro caráter de muitos. - A pregação da cruz revelaria a inimizade que alguns tinham contra Deus e o cansaço e a sede da alma de outros. - Mostraria o que os homens realmente são. - E assim foi. Os Atos dos Apóstolos em quase todos os capítulos testemunham que, quanto a isto e a todos os outros aspectos de sua profecia, o bom velhinho Simeão estava certo.
  • 7.
    7 CONCLUSÃO: - E nós,que conceito temos de Jesus? – Essa pergunta que deve ocupar nosso coração. - Que tipo de pensamentos Ele desperta em nós? – Este ponto que deve chamar a nossa atenção. - Estamos com Ele ou contra Ele? - Nós O amamos ou O desprezamos? - Sua doutrina nos faz tropeçar ou representa vida para nós? - Que jamais nos permitamos descansar até que estas questões sejam respondidas satisfatoriamente em nossas mentes e corações. Vamos orar. Amém. ----------------- Anápolis, 25 de Dezembro de 2016 Igreja Presbiteriana do Anápolis City Rev. Hugo Machado