SlideShare uma empresa Scribd logo
COMUNIDADE CONSCIENTE FAMÍLIAS SUSTENTÁVEL 13 PRINCÍPIOS DE TRATAMENTO EFICAZ KHALEB BUENO PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA  DEPENDÊNCIA DE DROGAS www.gapea.blogspot.com
Khaleb Bueno,1969“Viver  para o Eterno e Servir meus Semelhantes” Pai do Haleb (96) e Hadmyel (97) Diretor do GAPEA, 1991 Agente de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas – DENARC, 1993 Bacharel em Artes Teológicas – FTNB, 1994 Assessor e Consultor em Dependência Química e Alcoólica – USP/SENAD, 1997 Blogger , 2008 Gestorde Desenvolvimento Projetos Social – SENAC, 2009 Cursando Psicanálise e Filosofia Clínica – FATECBA, 2009 www.bloggerdluca.blogspot.com blogger@expansione.com.br Telefone 019-96475907
TRATAMENTO EFICAZ Um Programa de Tratamento das SPA deve ser Sustentável: Equitativo, Viável e Suportável. Ecológico – Suportável e viável; Econômico – Viável e Equitativo; Social  - Suportável e Equitativo; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Desenvolvimento_sustent%C3%A1vel.svg#filelinks
13 PRINCIPLES OF DRUG ADDICTION TREATMENT  http://www.uniad.org.br/images/stories/arquivos/13_princpios_NIDA.pdf NIDA – National Institute on Drug Abuse National Institutes of Health  APRESENTAÇÃO  Propósito é compartilhar os resultados dessa pesquisa e promover o uso mais amplo de componentes de tratamento com base científica Instituto Nacional de Abuso de Drogas realizou a Conferência Nacional de Tratamento de Dependência em Drogas: Da Pesquisa à prática em Abril de 1998.
PRINCIPIO 1 Um único tratamento não é apropriado para todos os indivíduos Combinar locais de tratamento, intervenção e serviços para os problemas e necessidades de cada indivíduo em particular é indispensável para o sucesso final ao retornar para o funcionamento produtivo na família, local de trabalho e sociedade.
PRINCIPIO 2 O tratamento precisa estar prontamente disponível. Pelo fato de que os indivíduos dependentes em drogas podem estar duvidosos quanto a iniciarem em tratamento, aproveitar as oportunidades quando eles estão prontos é fundamental. Candidatos potenciais podem ser perdidos se o tratamento não estiver imediatamente acessível.
PRINCIPIO 3 Um tratamento eficaz é aquele que atende às diversas necessidades do indivíduos e não apenas ao uso de drogas Para ser eficaz, um tratamento deve abordar o uso de drogas do indivíduo e quaisquer outros problemas associados: médico, psicológico, social, vocacional e legal.
PRINCIPIO 4 O tratamento de um indivíduo e o plano de serviços devem ser continuamente avaliados e modificados quando necessário para garantir que o plano atenda às necessidades mutante da pessoa Um paciente pode precisar de combinações variadas de serviços e componentes de tratamento durante o curso da terapia e recuperação. Além de aconselhamento ou psicoterapia, um paciente às vezes pode requerer medicação, outros serviços médicos, terapia familiar, instruções aos pais, reabilitação vocacional, serviços legais e sociais. É fundamental que a abordagem do tratamento seja apropriada à idade, gênero, etnia e cultura do indivíduo.
PRINCIPIO 5 A permanência no tratamento por um período adequado de tempo é essencial para sua eficácia.   A duração apropriada para um indivíduo depende de seus problemas e necessidades. Pesquisas indicam que para a maioria dos pacientes o limiar de melhoria significativa é alcançada com 3 meses de tratamento. Após alcançar esse limiar um tratamento adicional pode produzir mais progresso rumo à recuperação. Devido ao fato de as pessoas com freqüência deixarem o tratamento prematuramente os programas devem incluir estratégias para envolver e manter os pacientes.
PRINCIPIO 6 Aconselhamento (individual e / ou em grupo) e outras terapias comportamentais são componentes cruciais para um tratamento eficaz. Em terapia os pacientes mencionam temas como motivação, aquisição de habilidades para resistir ao uso de drogas, substituição de atividades que não impliquem em uso de drogas e melhoria de habilidades para resolver problemas. A terapia comportamental também facilita relações interpessoais e a habilidade do indivíduo para atuar em família e na comunidade
PRINCIPIO 7 Medicações são um elemento importante no tratamento de vários pacientes, especialmente quando combinadas com aconselhamento e outras terapias comportamentais. Naltrexona é uma medicação eficaz para alguns pacientes com dependência de álcool. Para pessoas dependentes de nicotina, um produto de substituição da nicotina ( tais como adesivos ou gomas ) ou uma medicação oral ( bupropion ) pode ser um componente eficaz no tratamento. Para pacientes com distúrbios mentais, tanto os tratamentos comportamentais quanto os medicamentos podem ser de fundamental importância.
PRINCIPIO 8 Indivíduos com distúrbios mentais que sejam dependentes das drogas devem ser tratados de maneira integrada de ambos os problemas. Pelo fato de distúrbios mentais e de dependência freqüentemente ocorrerem no mesmo indivíduo, os pacientes que apresentarem ambas as condições devem ser avaliados e tratados pela recorrência de outro tipo de distúrbio.
PRINCIPIO 9 Desintoxicação médica é apenas o primeiro estágio do tratamento e por si mesma contribui pouco para mudança a longo prazo de uso de droga. Desintoxicação médica seguramente administra os sintomas físicos agudos de abstinência associada à interrupção de uso de droga. Enquanto a desintoxicação sozinha é raramente suficiente para auxiliar atingir abstinência por longos períodos, para alguns indivíduos é um precursor fortemente indicado em tratamento eficaz das drogas.
PRINCIPIO 10 O tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz. Uma forte motivação pode facilitar o processo do tratamento. Sanções ou carinho na família, estabelecimento de emprego ou o sistema criminal de justiça podem aumentar significativamente tanto a entrada no tratamento quanto índices de retenção e o sucesso de intervenções no tratamento de droga. Pode-se inclusive recorrer a internações involuntárias para forçar o paciente a se tratar. Para isso é necessário uma indicação médica precisa.
PRINCIPIO 11 O possível uso de droga durante o tratamento deve ser monitorado continuamente Lapsos de uso de uso de drogas podem ocorrer durante o tratamento. O objetivo do monitoramento ao uso de álcool e droga de um paciente durante o tratamento, tal como através de exames de urina ou outros, pode ajudar o paciente a resistir ao uso de drogas. Tal monitoramento também pode proporcionar evidência prévia de uso de droga a fim de que o plano de tratamento do indivíduo possa ser ajustado. Feedback a pacientes que apresentarem resultado positivo quanto ao uso de droga é um elemento importante de monitoramento.
PRINCIPIO 12 Programas de Tratamento devem proporcionar avaliação para AIDS/ HIV, Hepatite B e C, Tuberculose e outras doenças infecciosas e Aconselhamento Para ajudar pacientes a modificarem comportamentos de risco de infecção. Aconselhamento pode ajudar pacientes a evitarem comportamento de risco. Pode também ajudar pessoas que já estejam infectadas a lidarem com sua doença. Aconselhamento pode ajudar pacientes a evitarem comportamento de risco. Pode também ajudar pessoas que já estejam infectadas a lidarem com sua doença.
PRINCIPIO 13 A recuperação da Dependência Química pode ser um processo a longo prazo e freqüentemente requer vários episódios de tratamento Tal como outras doenças crônicas, recorrências ao uso, de drogas podem acontecer durante ou após episódios de tratamento bem sucedidos. Indivíduos podem requerer tratamento prolongado e vários episódios de tratamento para atingir abstinência a longo prazo e restaurar funcionamento pleno. A participação em programas de apoio, de auto-ajuda, durante o tratamento é sempre útil na manutenção da abstinência
Componentes de Um Tratamento de Abuso de Droga Completo Serviços Vocacionais  Serviços de Cuidados de Crianças  Serviços Médicos  Serviços de Transporte/ Habitação  Serviços Familiares  Terapia Comportamental e Aconselhamento  Serviços de Saúde Mental  Administração Clínica e de Caso  Grupos de Apoio Mútuo e Auto-Ajuda  Monitoramento de Uso de Substância  Serviços de  AIDS/ HIV  Serviços Legais  Serviços Financeiros  Cuidado Contínuo  Avaliação e Procedimento de Consumo  Plano de Tratamento  Serviços Educacionais  Fármaco- Terapia
AGRADECIMENTOS NIDA UNIAD SENAD PESQUISADORES PATROCINADORES MANTENDEDORES ASSOCIADOS DOAÇÃO – BANCO REAL – 0644 – C/C 1721899 “Viver  para o Eterno e Servir meus Semelhantes”

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
Daniella Canato
 
Recuperação
RecuperaçãoRecuperação
Recuperação
Nucleo Nacional
 
Apostila tratamento da dependência química
Apostila   tratamento da dependência químicaApostila   tratamento da dependência química
Apostila tratamento da dependência química
karol_ribeiro
 
Joana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoaJoana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoa
comunidadedepraticas
 
Capacitação alcool e drogas
Capacitação alcool e drogasCapacitação alcool e drogas
Capacitação alcool e drogas
AdrianoGabriel Robles
 
Dependencia quimica
Dependencia quimicaDependencia quimica
Dependencia quimica
Aleka Amorim
 
Jose_Clemente_Aconselhamento
Jose_Clemente_AconselhamentoJose_Clemente_Aconselhamento
Jose_Clemente_Aconselhamento
comunidadedepraticas
 
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
Vida Mental Consultoria de Saúde Mental e Nutricional
 
Sergio_Adesao_tratamento
Sergio_Adesao_tratamentoSergio_Adesao_tratamento
Sergio_Adesao_tratamento
comunidadedepraticas
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Aroldo Gavioli
 
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
http://bvsalud.org/
 
Dependência química tratamento mini curso
Dependência química tratamento mini cursoDependência química tratamento mini curso
Dependência química tratamento mini curso
Gabriela Haack
 
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
Flora Couto
 
Intervencao breve na ubs
Intervencao breve na ubsIntervencao breve na ubs
Intervencao breve na ubs
Flora Couto
 
Joana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticosJoana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticos
comunidadedepraticas
 
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slides
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slidesManejo clínico com o paciente dependente químico - slides
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slides
RenanMF
 
Adesão ao tratamento medicamentoso
Adesão ao tratamento medicamentosoAdesão ao tratamento medicamentoso
Adesão ao tratamento medicamentoso
carlabastos
 
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismoJoana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
comunidadedepraticas
 

Mais procurados (18)

22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
22 fumo zero-tratamento_do_tabagismo (1)
 
Recuperação
RecuperaçãoRecuperação
Recuperação
 
Apostila tratamento da dependência química
Apostila   tratamento da dependência químicaApostila   tratamento da dependência química
Apostila tratamento da dependência química
 
Joana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoaJoana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoa
 
Capacitação alcool e drogas
Capacitação alcool e drogasCapacitação alcool e drogas
Capacitação alcool e drogas
 
Dependencia quimica
Dependencia quimicaDependencia quimica
Dependencia quimica
 
Jose_Clemente_Aconselhamento
Jose_Clemente_AconselhamentoJose_Clemente_Aconselhamento
Jose_Clemente_Aconselhamento
 
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
Como Deve ser o Tratamento para Adolescentes Dependentes Químicos?
 
Sergio_Adesao_tratamento
Sergio_Adesao_tratamentoSergio_Adesao_tratamento
Sergio_Adesao_tratamento
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
 
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
Qualificando o cuidado às tentativas de suicídio no hospital: desafios e poss...
 
Dependência química tratamento mini curso
Dependência química tratamento mini cursoDependência química tratamento mini curso
Dependência química tratamento mini curso
 
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
Martins Baía Sales; Buzi Figlie:Revisão de literatura sobre a aplicação d...
 
Intervencao breve na ubs
Intervencao breve na ubsIntervencao breve na ubs
Intervencao breve na ubs
 
Joana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticosJoana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticos
 
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slides
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slidesManejo clínico com o paciente dependente químico - slides
Manejo clínico com o paciente dependente químico - slides
 
Adesão ao tratamento medicamentoso
Adesão ao tratamento medicamentosoAdesão ao tratamento medicamentoso
Adesão ao tratamento medicamentoso
 
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismoJoana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
 

Destaque

Eu
EuEu
Resumo sal oxidos
Resumo sal oxidosResumo sal oxidos
Resumo sal oxidos
Marcos Júnior
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
beijaflor33000
 
Seekr SAC
Seekr SACSeekr SAC
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
profesaocarlos
 
Passeio de estudos florianópolis
Passeio de estudos   florianópolisPasseio de estudos   florianópolis
Passeio de estudos florianópolis
Vagner Fagundes
 
Um olhar sobre o Mexico
Um olhar sobre o MexicoUm olhar sobre o Mexico
Um olhar sobre o Mexico
ossobuco
 
Mais Guarulhos
Mais GuarulhosMais Guarulhos
Mais Guarulhos
MeuLiving
 
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
ossobuco
 
Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4
grupointernet
 
Jogo 10
Jogo 10Jogo 10
Jogo 10
LukasSeize
 
Reporte notas 3°A
Reporte notas 3°AReporte notas 3°A
Reporte notas 3°A
loiths
 
Memorias dual channel
Memorias dual channelMemorias dual channel
Memorias dual channel
Marcio Andrey
 
Potfólio
PotfólioPotfólio
Potfólio
agenciazigzag
 
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
javid Azizi
 
Graduation+Ceremony-Full+Version
Graduation+Ceremony-Full+VersionGraduation+Ceremony-Full+Version
Graduation+Ceremony-Full+Version
Weiyi Liu
 

Destaque (20)

Eu
EuEu
Eu
 
Resumo sal oxidos
Resumo sal oxidosResumo sal oxidos
Resumo sal oxidos
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Seekr SAC
Seekr SACSeekr SAC
Seekr SAC
 
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
"Encanto dos bichos" parte do livro digitalizado
 
Passeio de estudos florianópolis
Passeio de estudos   florianópolisPasseio de estudos   florianópolis
Passeio de estudos florianópolis
 
Um olhar sobre o Mexico
Um olhar sobre o MexicoUm olhar sobre o Mexico
Um olhar sobre o Mexico
 
Mais Guarulhos
Mais GuarulhosMais Guarulhos
Mais Guarulhos
 
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
Interface Cérebro-Máquina - Ossobuco 7
 
Esquema tema 1 sofia d
Esquema tema 1 sofia dEsquema tema 1 sofia d
Esquema tema 1 sofia d
 
Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4Os milionarios da internet 4
Os milionarios da internet 4
 
BigAustin2004
BigAustin2004BigAustin2004
BigAustin2004
 
Esquema lengua tema 4
Esquema lengua tema 4Esquema lengua tema 4
Esquema lengua tema 4
 
Jogo 10
Jogo 10Jogo 10
Jogo 10
 
Reporte notas 3°A
Reporte notas 3°AReporte notas 3°A
Reporte notas 3°A
 
Memorias dual channel
Memorias dual channelMemorias dual channel
Memorias dual channel
 
adgenda
adgendaadgenda
adgenda
 
Potfólio
PotfólioPotfólio
Potfólio
 
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
CYRUS SOLAR INC. PRESENTATION
 
Graduation+Ceremony-Full+Version
Graduation+Ceremony-Full+VersionGraduation+Ceremony-Full+Version
Graduation+Ceremony-Full+Version
 

Semelhante a 13 PRINCÍPIOS PARA TRATAMENTO EFICAZ DA SPA

Apostila tratamento da dependência química
Apostila   tratamento da dependência químicaApostila   tratamento da dependência química
Apostila tratamento da dependência química
karol_ribeiro
 
Livr grupo-recanto
Livr grupo-recantoLivr grupo-recanto
Livr grupo-recanto
Ana Paula Pereira
 
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
Flora Couto
 
alcool e drogas aparesentacao para aulas com jovens do ensino medio
alcool e drogas aparesentacao para  aulas com jovens do ensino medioalcool e drogas aparesentacao para  aulas com jovens do ensino medio
alcool e drogas aparesentacao para aulas com jovens do ensino medio
MANOELSILVADEJESUS
 
2008 ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
2008  ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas2008  ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
2008 ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
Leonardo Savassi
 
Gislaine Cresmashi Lima Padovan
Gislaine Cresmashi Lima PadovanGislaine Cresmashi Lima Padovan
Gislaine Cresmashi Lima Padovan
Sobragen-VIIIEnenge
 
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúdeTerapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
lucassoares41810
 
Fisioterapia na atençao básica de saúde
Fisioterapia na atençao básica de saúdeFisioterapia na atençao básica de saúde
Fisioterapia na atençao básica de saúde
AnaPaulaSousa956336
 
Informativo.pdf
Informativo.pdfInformativo.pdf
Informativo.pdf
reabilitacaoosfilhos
 
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveisPrograma protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
Daniela Souza
 
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLAGUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
João Vitor Romeiro
 
anti drogas
anti drogasanti drogas
anti drogas
Cristina Meira
 
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptxSLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
LeticiaLiima
 
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
Karen Andrigue
 
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdfequipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
susanachaves13
 
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseusCompetnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
Anilton Cerqueira
 
Abordagem Multiprofissional
Abordagem MultiprofissionalAbordagem Multiprofissional
Abordagem Multiprofissional
anadtavaresngktime
 
Equipa Multidisciplinar
Equipa MultidisciplinarEquipa Multidisciplinar
Equipa Multidisciplinar
Fábio Simões
 
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdfClinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
fOTÓGRAFO DE cASAMENTO sAMPA
 
Como motivar usuarios de risco
Como motivar usuarios de riscoComo motivar usuarios de risco
Como motivar usuarios de risco
Flora Couto
 

Semelhante a 13 PRINCÍPIOS PARA TRATAMENTO EFICAZ DA SPA (20)

Apostila tratamento da dependência química
Apostila   tratamento da dependência químicaApostila   tratamento da dependência química
Apostila tratamento da dependência química
 
Livr grupo-recanto
Livr grupo-recantoLivr grupo-recanto
Livr grupo-recanto
 
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
Pechansky; Williams; Meyer - Desenvolvimento de um jogo terapêutico para pre...
 
alcool e drogas aparesentacao para aulas com jovens do ensino medio
alcool e drogas aparesentacao para  aulas com jovens do ensino medioalcool e drogas aparesentacao para  aulas com jovens do ensino medio
alcool e drogas aparesentacao para aulas com jovens do ensino medio
 
2008 ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
2008  ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas2008  ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
2008 ROA, OLIVEIRA, SAVASSI et al. Medicina Centrada nas Pessoas
 
Gislaine Cresmashi Lima Padovan
Gislaine Cresmashi Lima PadovanGislaine Cresmashi Lima Padovan
Gislaine Cresmashi Lima Padovan
 
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúdeTerapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
Terapia Cognitiva Comportamental para condições de saúde
 
Fisioterapia na atençao básica de saúde
Fisioterapia na atençao básica de saúdeFisioterapia na atençao básica de saúde
Fisioterapia na atençao básica de saúde
 
Informativo.pdf
Informativo.pdfInformativo.pdf
Informativo.pdf
 
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveisPrograma protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
Programa protótipo de promoção de estilos de vida saudáveis
 
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLAGUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
GUIA DO PACIENTE MODERNO - DR JOÃO VITOR NASSARALLA
 
anti drogas
anti drogasanti drogas
anti drogas
 
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptxSLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
SLIDE 01- Intervenção Farmacêutica em Doenças Crônicas.pptx
 
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
A fam -lia e o usu--rio de drogas2 (2)
 
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdfequipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
equipamultidisciplinar-141011162738-conversion-gate02.pdf
 
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseusCompetnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
Competnciados pacientesemtomadasdedecisesquantoaseus
 
Abordagem Multiprofissional
Abordagem MultiprofissionalAbordagem Multiprofissional
Abordagem Multiprofissional
 
Equipa Multidisciplinar
Equipa MultidisciplinarEquipa Multidisciplinar
Equipa Multidisciplinar
 
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdfClinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
Clinica de Recuperacao Mogi Das Cruzes Sao Paulo.pdf
 
Como motivar usuarios de risco
Como motivar usuarios de riscoComo motivar usuarios de risco
Como motivar usuarios de risco
 

Último

Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
JuliaMachado73
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Danielle Fernandes Amaro dos Santos
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 

Último (20)

Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 

13 PRINCÍPIOS PARA TRATAMENTO EFICAZ DA SPA

  • 1. COMUNIDADE CONSCIENTE FAMÍLIAS SUSTENTÁVEL 13 PRINCÍPIOS DE TRATAMENTO EFICAZ KHALEB BUENO PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA DE DROGAS www.gapea.blogspot.com
  • 2. Khaleb Bueno,1969“Viver para o Eterno e Servir meus Semelhantes” Pai do Haleb (96) e Hadmyel (97) Diretor do GAPEA, 1991 Agente de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas – DENARC, 1993 Bacharel em Artes Teológicas – FTNB, 1994 Assessor e Consultor em Dependência Química e Alcoólica – USP/SENAD, 1997 Blogger , 2008 Gestorde Desenvolvimento Projetos Social – SENAC, 2009 Cursando Psicanálise e Filosofia Clínica – FATECBA, 2009 www.bloggerdluca.blogspot.com blogger@expansione.com.br Telefone 019-96475907
  • 3. TRATAMENTO EFICAZ Um Programa de Tratamento das SPA deve ser Sustentável: Equitativo, Viável e Suportável. Ecológico – Suportável e viável; Econômico – Viável e Equitativo; Social - Suportável e Equitativo; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Desenvolvimento_sustent%C3%A1vel.svg#filelinks
  • 4. 13 PRINCIPLES OF DRUG ADDICTION TREATMENT http://www.uniad.org.br/images/stories/arquivos/13_princpios_NIDA.pdf NIDA – National Institute on Drug Abuse National Institutes of Health APRESENTAÇÃO Propósito é compartilhar os resultados dessa pesquisa e promover o uso mais amplo de componentes de tratamento com base científica Instituto Nacional de Abuso de Drogas realizou a Conferência Nacional de Tratamento de Dependência em Drogas: Da Pesquisa à prática em Abril de 1998.
  • 5. PRINCIPIO 1 Um único tratamento não é apropriado para todos os indivíduos Combinar locais de tratamento, intervenção e serviços para os problemas e necessidades de cada indivíduo em particular é indispensável para o sucesso final ao retornar para o funcionamento produtivo na família, local de trabalho e sociedade.
  • 6. PRINCIPIO 2 O tratamento precisa estar prontamente disponível. Pelo fato de que os indivíduos dependentes em drogas podem estar duvidosos quanto a iniciarem em tratamento, aproveitar as oportunidades quando eles estão prontos é fundamental. Candidatos potenciais podem ser perdidos se o tratamento não estiver imediatamente acessível.
  • 7. PRINCIPIO 3 Um tratamento eficaz é aquele que atende às diversas necessidades do indivíduos e não apenas ao uso de drogas Para ser eficaz, um tratamento deve abordar o uso de drogas do indivíduo e quaisquer outros problemas associados: médico, psicológico, social, vocacional e legal.
  • 8. PRINCIPIO 4 O tratamento de um indivíduo e o plano de serviços devem ser continuamente avaliados e modificados quando necessário para garantir que o plano atenda às necessidades mutante da pessoa Um paciente pode precisar de combinações variadas de serviços e componentes de tratamento durante o curso da terapia e recuperação. Além de aconselhamento ou psicoterapia, um paciente às vezes pode requerer medicação, outros serviços médicos, terapia familiar, instruções aos pais, reabilitação vocacional, serviços legais e sociais. É fundamental que a abordagem do tratamento seja apropriada à idade, gênero, etnia e cultura do indivíduo.
  • 9. PRINCIPIO 5 A permanência no tratamento por um período adequado de tempo é essencial para sua eficácia. A duração apropriada para um indivíduo depende de seus problemas e necessidades. Pesquisas indicam que para a maioria dos pacientes o limiar de melhoria significativa é alcançada com 3 meses de tratamento. Após alcançar esse limiar um tratamento adicional pode produzir mais progresso rumo à recuperação. Devido ao fato de as pessoas com freqüência deixarem o tratamento prematuramente os programas devem incluir estratégias para envolver e manter os pacientes.
  • 10. PRINCIPIO 6 Aconselhamento (individual e / ou em grupo) e outras terapias comportamentais são componentes cruciais para um tratamento eficaz. Em terapia os pacientes mencionam temas como motivação, aquisição de habilidades para resistir ao uso de drogas, substituição de atividades que não impliquem em uso de drogas e melhoria de habilidades para resolver problemas. A terapia comportamental também facilita relações interpessoais e a habilidade do indivíduo para atuar em família e na comunidade
  • 11. PRINCIPIO 7 Medicações são um elemento importante no tratamento de vários pacientes, especialmente quando combinadas com aconselhamento e outras terapias comportamentais. Naltrexona é uma medicação eficaz para alguns pacientes com dependência de álcool. Para pessoas dependentes de nicotina, um produto de substituição da nicotina ( tais como adesivos ou gomas ) ou uma medicação oral ( bupropion ) pode ser um componente eficaz no tratamento. Para pacientes com distúrbios mentais, tanto os tratamentos comportamentais quanto os medicamentos podem ser de fundamental importância.
  • 12. PRINCIPIO 8 Indivíduos com distúrbios mentais que sejam dependentes das drogas devem ser tratados de maneira integrada de ambos os problemas. Pelo fato de distúrbios mentais e de dependência freqüentemente ocorrerem no mesmo indivíduo, os pacientes que apresentarem ambas as condições devem ser avaliados e tratados pela recorrência de outro tipo de distúrbio.
  • 13. PRINCIPIO 9 Desintoxicação médica é apenas o primeiro estágio do tratamento e por si mesma contribui pouco para mudança a longo prazo de uso de droga. Desintoxicação médica seguramente administra os sintomas físicos agudos de abstinência associada à interrupção de uso de droga. Enquanto a desintoxicação sozinha é raramente suficiente para auxiliar atingir abstinência por longos períodos, para alguns indivíduos é um precursor fortemente indicado em tratamento eficaz das drogas.
  • 14. PRINCIPIO 10 O tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz. Uma forte motivação pode facilitar o processo do tratamento. Sanções ou carinho na família, estabelecimento de emprego ou o sistema criminal de justiça podem aumentar significativamente tanto a entrada no tratamento quanto índices de retenção e o sucesso de intervenções no tratamento de droga. Pode-se inclusive recorrer a internações involuntárias para forçar o paciente a se tratar. Para isso é necessário uma indicação médica precisa.
  • 15. PRINCIPIO 11 O possível uso de droga durante o tratamento deve ser monitorado continuamente Lapsos de uso de uso de drogas podem ocorrer durante o tratamento. O objetivo do monitoramento ao uso de álcool e droga de um paciente durante o tratamento, tal como através de exames de urina ou outros, pode ajudar o paciente a resistir ao uso de drogas. Tal monitoramento também pode proporcionar evidência prévia de uso de droga a fim de que o plano de tratamento do indivíduo possa ser ajustado. Feedback a pacientes que apresentarem resultado positivo quanto ao uso de droga é um elemento importante de monitoramento.
  • 16. PRINCIPIO 12 Programas de Tratamento devem proporcionar avaliação para AIDS/ HIV, Hepatite B e C, Tuberculose e outras doenças infecciosas e Aconselhamento Para ajudar pacientes a modificarem comportamentos de risco de infecção. Aconselhamento pode ajudar pacientes a evitarem comportamento de risco. Pode também ajudar pessoas que já estejam infectadas a lidarem com sua doença. Aconselhamento pode ajudar pacientes a evitarem comportamento de risco. Pode também ajudar pessoas que já estejam infectadas a lidarem com sua doença.
  • 17. PRINCIPIO 13 A recuperação da Dependência Química pode ser um processo a longo prazo e freqüentemente requer vários episódios de tratamento Tal como outras doenças crônicas, recorrências ao uso, de drogas podem acontecer durante ou após episódios de tratamento bem sucedidos. Indivíduos podem requerer tratamento prolongado e vários episódios de tratamento para atingir abstinência a longo prazo e restaurar funcionamento pleno. A participação em programas de apoio, de auto-ajuda, durante o tratamento é sempre útil na manutenção da abstinência
  • 18. Componentes de Um Tratamento de Abuso de Droga Completo Serviços Vocacionais Serviços de Cuidados de Crianças Serviços Médicos Serviços de Transporte/ Habitação Serviços Familiares Terapia Comportamental e Aconselhamento Serviços de Saúde Mental Administração Clínica e de Caso Grupos de Apoio Mútuo e Auto-Ajuda Monitoramento de Uso de Substância Serviços de AIDS/ HIV Serviços Legais Serviços Financeiros Cuidado Contínuo Avaliação e Procedimento de Consumo Plano de Tratamento Serviços Educacionais Fármaco- Terapia
  • 19. AGRADECIMENTOS NIDA UNIAD SENAD PESQUISADORES PATROCINADORES MANTENDEDORES ASSOCIADOS DOAÇÃO – BANCO REAL – 0644 – C/C 1721899 “Viver para o Eterno e Servir meus Semelhantes”