O documento discute as críticas recebidas pelos cultos pentecostais por serem "bagunçados", argumentando que eles seguem as instruções bíblicas de dar liberdade ao Espírito Santo para se manifestar através de dons e experiências. Também defende que ordem e espontaneidade não são antagônicas e que proibir manifestações legítimas limita a ação de Deus.