O documento analisa a relação entre a Igreja Católica e a figura de Jezabel, destacando a tolerância a práticas idólatras e a necessidade de um discernimento espiritual agudo para reconhecer erros sutis dentro da igreja. Ele aponta para as semelhanças entre as características das sete igrejas do Apocalipse e a história da Igreja, associando a figura simbólica de Babilônia à cidade de Roma e criticando a mistura do sagrado e do profano. No final, enfatiza a corrupção moral e espiritual, além da necessidade de um exame crítico das doutrinas e práticas católicas.