Acadêmicos : Angélica BenedettiBruna FavassaGuilherme KarklingWilliam RomanziniDisciplina: Prevenção de PerdasINCÊNDIOS EE...
TÓPICOS BORDADOS Definições básica; Legislação; Causas e Consequências; Cuidados; Casos;
FOGO Definição: o fogo é uma mistura de gases a altastemperaturas, formada em reação exotérmica deoxidação, que emite rad...
INCÊNDIO Definição: Um Incêndio é uma ocorrência de fogo nãocontrolado. Pode ser extremamente perigosa para os seres viv...
INCÊNDIO Tipos de incêndio: Acidental; Intencional Natural; Fogo x Incêndio: A área atingida; As dimensões da destr...
PERIGO DE INCÊNDIO Ponto de vista da engenharia: “Uma situação física com potencial dano humano, àpropriedade, ao meio a...
RISCO DE INCÊNDIO Medida quantitativa. Engenharia: “A probabilidade de um evento específico indesejável de ocorrerdentr...
RISCO DE INCÊNDIO Métodos utilizados para quantificar o risco de incêndio: Índice de Angstron (Incêndio Florestal): Mét...
EXTINÇÃO DE INCÊNDIO Os métodos de extinção do fogo baseiam-se na eliminaçãode um ou mais dos elementos essenciais que pr...
EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
CLASSIFICAÇÃO DO FOGONR 23 Classe A: são materiais de fácil combustão com apropriedade de queimarem em sua superfície epr...
CLASSIFICAÇÃO DO FOGONR 23 Classe C: fogo em equipamentos elétricos energizados.Ex: transformadores, fios sob tensão, com...
TEMPERATURAS Ponto de Fulgor: é a menor temperatura na qual umcombustível desprende vapores em quantidade suficientepara ...
TEMPERATURAS Ponto de Combustão: é a temperatura do combustívelacima da qual ele desprende vapores em quantidadesuficient...
CLASSIFICAÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS Quanto ao estado físico: Sólidos: carvão, madeira, pólvora, etc. Líquidos: gasolina, álc...
CLASSIFICAÇÃO Gás Combustível – é o gás que queima a qualquertemperatura. Líquido Combustível – qualquer líquido que ten...
CLASSIFICAÇÃO Líquido Inflamável – qualquer líquido que tenha ponto defulgor inferior a 60ºC. Ex: gasolina, álcool etílic...
CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS Quanto a resistência ao fogo: Estável ao fogo (EF): elemento de construção que tenhauma funçã...
NFPA (NATIONAL FIRE PROTECTIONASSOCIATION) É o sistema recomendado para a identificação de perigosde fogo em materiais. ...
NFPA Perigo à saúde: Graus de perigo: os critérios de cada grau de perigoestão listados em uma ordem de prioridade basea...
NFPA Inflamabilidade Graus de perigo: Os graus de perigos devem serclassificados quanto à susceptibilidade do material a...
NFPA Instabilidade Graus de Perigo: Os graus de perigos devem serclassificados de acordo com a facilidade, a taxa e aqua...
Os métodos de extinção tem como objetivo eliminar um dos fatoresnecessários para a ocorrência do fogo. Abafamento ou asfi...
 Para promover a extinção podem ser utilizados dispositivoscomo: Extintores Hidrantes Chuveiros automáticos (Sprinklers)
 Extintores de incêndio são equipamentos para prontoemprego em incêndios incipientes (principio). Podem ser classificado...
 Quanto a gênero: Portáteis. Sobre rodas.
 Quanto a nomenclatura: recebem nesse caso o nome doagente extintor. Extintores de água. Extintores Água-Gás. Extintor...
 Extintores de espuma química Reação entre sulfato de alumínio e bicarbonato de sódio estabilizados poralcaçuz. Extinto...
 Extintores de hidrocarbonetos halogenados. Conhecidos também como halon geralmente com um gás liquefeito emseu interior...
 Extintores de pó químico seco. Pressurizados. A pressurizar. Bicarbonato de sódio. Bicarbonato de potássio. Cloreto...
 Extintores de pó químico para metais: Cloreto de sódio e aditivos. Aditivos termoplásticos. Misturas de areia seca e ...
 Extintor de pó químico umedecido. Solução de água com: Acetato de potássio. Carbonato de potássio. Citrato de potáss...
 Quanto a propulsão: Extintores pressurizados. Extintores a pressurizar. Extintores químicos.
 O incêndio pode ser classificado em classes. Classe A: combustíveis sólidos comuns.(madeira, papel, tecido, borracha, p...
 Hidrantes públicos: são colocados junto a rede de distribuiçãopública, possibilitando a capitação de grande quantidade d...
 Hidrantes de recalque: são aqueles instalado no logradouropúblico sendo interligados ao sistema de combate deincêndios p...
 São dispositivos automáticos que agem no combate aincêndios. Pendente (pendent sprinkler). Em pé ( upright sprinkler)....
 Podem funcionar nos sistemas: Abertos: conhecidos como dilúvio, não possuem obturador estandoabertos constantemente a p...
 Pode ser utilizados outros agentes extintores além da águaem sprinklers.SPRINKLER
 Utilização de aviões e helicópteros. Água. Sulfato de amônio. Diamônia fosfato. Borato de cálcio e sódio.OUTRAS MEDI...
 Ataque direto. Ataque indireto.OUTRAS MEDIDAS
EXPLOSÕES Explodere: expulsar ruidosamente; Reação química rápida e em cadeia; Fenômenos envolvidos: Deflagração Deto...
MECANISMO DA EXPLOSÃOAumento de energia cinéticaOnda explosivaQuebra das ligações moléculasLiberação de energiaAumento da ...
ORIGEM DAS EXPLOSÕES Químicas Fase sólida Fase líquida Fase gasosa Físicas Pneumáticas  Gases sob pressão Hidraúli...
EFEITOS DA EXPLOSÃO Fisiológicos : Indivíduos atingidos Térmicos: Aumento da Temperatura Mecânicos: Deslocamento da ...
EFEITOS Deflagração Velocidade na ordem de metros ou centenas de metros de distânciapor segundo Onda toma toda a superf...
FATOS: TAIWAN, 2000 Em janeiro de 2000, um incêndio rompeu devido a umaexplosão química em uma fábrica química em Changhu...
FATOS: TAIWAN, 2000 POSSÍVEL CAUSA Um trabalhador ligou a furadeira elétrica e causou a explosão de umanuvem do vapor co...
FATOS: TAIWAN, 2000PREVENÇÃO Classificação das áreas para proteção contra explosão; Uso instrumento elétrico antiestátic...
FATO: SÃO PAULO, 1991 Em 26 de agosto de 1991, uma sequência de explosõesdestruiu o depósito e a plataforma de engarrafam...
FATO: SÃO PAULO, 1991 PLANO DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA A primeira providência dos funcionários da empresa foi fechar asvál...
FATO: SÃO PAULO, 1991• ESTIMATIVA DE PREJUÍZOS:US $ 1.000.000,00DANOS MATERIAIS:05 caminhões da Ultragaz08 automóveis e...
FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Em 18 de dezembro de 1970, um incêndio de grandesproporções irrompeu na ala 13 das instalações ind...
FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Em 18 de dezembro de 1970, um incêndio de grandesproporções irrompeu as instalações industriais da...
FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Causa oficial: Curto circuito nos estoques de estofados,material de fácil combustão, por ser feito...
LEGISLAÇÃO: NR 23 Todos os empregadores devem adotar medidas deprevenção de incêndios, em conformidade com alegislação es...
LEGISLAÇÃO: NR 23 As aberturas, saídas e vias de passagem devem serclaramente assinaladas por meio de placas ou sinaislum...
REFERÊNCIAS STAIDEL, G. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EEXPLOSÕES LEVANTAMENTO DE RISCOS PRODUTOSINFLAMÁVEIS RISCO DE INCÊND...
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  1. 1. Acadêmicos : Angélica BenedettiBruna FavassaGuilherme KarklingWilliam RomanziniDisciplina: Prevenção de PerdasINCÊNDIOS EEXPLOSÕES
  2. 2. TÓPICOS BORDADOS Definições básica; Legislação; Causas e Consequências; Cuidados; Casos;
  3. 3. FOGO Definição: o fogo é uma mistura de gases a altastemperaturas, formada em reação exotérmica deoxidação, que emite radiação eletromagnética nas faixas doinfravermelho e visível; Fogo desejável; Fogo indesejável;
  4. 4. INCÊNDIO Definição: Um Incêndio é uma ocorrência de fogo nãocontrolado. Pode ser extremamente perigosa para os seres vivos e asestruturas A exposição a um incêndio pode produzir a morte.
  5. 5. INCÊNDIO Tipos de incêndio: Acidental; Intencional Natural; Fogo x Incêndio: A área atingida; As dimensões da destruição que o mesmo causou; A localização do mesmo.
  6. 6. PERIGO DE INCÊNDIO Ponto de vista da engenharia: “Uma situação física com potencial dano humano, àpropriedade, ao meio ambiente ou uma combinação destes.” É uma característica qualitativa; Serve como alerta.
  7. 7. RISCO DE INCÊNDIO Medida quantitativa. Engenharia: “A probabilidade de um evento específico indesejável de ocorrerdentro de um período determinado ou em circunstânciasestipulada.” Frequência (eventos/tempo); Probabilidade;
  8. 8. RISCO DE INCÊNDIO Métodos utilizados para quantificar o risco de incêndio: Índice de Angstron (Incêndio Florestal): Método de Gretener (Incêndio em edificações):
  9. 9. EXTINÇÃO DE INCÊNDIO Os métodos de extinção do fogo baseiam-se na eliminaçãode um ou mais dos elementos essenciais que provocam ofogo: Combustível: interromper alimentação ; Oxigênio: impedir o contato do oxigênio com o materialcombustível; Calor: consiste em diminuir a temperatura do material combustívelque está queimando; Reação em cadeia: alguns retardantes químicos, como oHalon, retardam a oxidação em cadeia.
  10. 10. EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
  11. 11. CLASSIFICAÇÃO DO FOGONR 23 Classe A: são materiais de fácil combustão com apropriedade de queimarem em sua superfície eprofundidade, e que deixam resíduos. Ex:tecidos, madeira, papel, fibra, etc.; Classe B: são os produtos que queimem somente em suasuperfície, não deixando resíduos. Ex:óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;
  12. 12. CLASSIFICAÇÃO DO FOGONR 23 Classe C: fogo em equipamentos elétricos energizados.Ex: transformadores, fios sob tensão, computadores. Classe D: fogo em elementos pirofóricos. Ex:magnésio, zircônio, titânio, entre outros.
  13. 13. TEMPERATURAS Ponto de Fulgor: é a menor temperatura na qual umcombustível desprende vapores em quantidade suficientepara que a mistura vapor-ar, logo acima de suasuperfície, propague uma chama a partir de uma fontede ignição, mas esses vapores não estão presentes emquantidade suficiente para manter a combustão.
  14. 14. TEMPERATURAS Ponto de Combustão: é a temperatura do combustívelacima da qual ele desprende vapores em quantidadesuficiente para serem inflamados por uma fonte externade calor e continuarem queimando, mesmo quandoretirada esta fonte de calor. Ponto de Ignição: é a temperatura mínima na qual oproduto irá queimar sem que uma chama ou faíscaesteja presente, somente o contato com o comburente.
  15. 15. CLASSIFICAÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS Quanto ao estado físico: Sólidos: carvão, madeira, pólvora, etc. Líquidos: gasolina, álcool, éter, óleo, etc. Gasosos: metano, etano, etileno, etc. Quanto a volatilidade: Voláteis: são aqueles que, à temperaturaambiente, podem ser inflamados. Ex:álcool, éter, benzina, etc. Não voláteis: são aqueles que, para desprenderemvapores capazes de inflamar, necessitam aquecimentoacima da temperatura ambiente. Ex: óleocombustível, óleo lubrificante, etc.
  16. 16. CLASSIFICAÇÃO Gás Combustível – é o gás que queima a qualquertemperatura. Líquido Combustível – qualquer líquido que tenha pontode fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93ºC. Sólidos Pulverizados – Partículas em suspensão no arque se comportam como gases inflamáveis podendoprovocar explosões.
  17. 17. CLASSIFICAÇÃO Líquido Inflamável – qualquer líquido que tenha ponto defulgor inferior a 60ºC. Ex: gasolina, álcool etílico, etc. Sólidos Combustíveis – necessitam ser aquecidos atéemitir vapores por destilação e geralmente a suatemperatura de combustão situa-se acima dos 100ºC. Limite de inflamabilidade no ar: são as concentrações devapor ou de gases no ar, abaixo ou acima das quais apropagação da chama não ocorre.
  18. 18. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS Quanto a resistência ao fogo: Estável ao fogo (EF): elemento de construção que tenhauma função de suporte; Para Chamas (PC): é o elemento que irá garantir asfunções de estabilidade e estanquidade; Corta Fogo (CF): dispositivo que garanta as funções deestabilidade, estanquidade e isolamento térmico.resistência mecânicaresistência mecânica + estanquidadeaos gases e chamas + ausência deemissão de gases e chamas pelo ladonão expostoresistência mecânica + estanquidadeaos gases e chamas + ausência deemissão de gases e chamas pelo ladonão exposto + isolamento térmico
  19. 19. NFPA (NATIONAL FIRE PROTECTIONASSOCIATION) É o sistema recomendado para a identificação de perigosde fogo em materiais. Prevê informações de advertência básica para o combateao fogo em plantas industriais e estocagem. Tem como parâmetros itens avaliados do grau 0 a 4:Perigo à saúdeInflamabilidadeInstabilidade
  20. 20. NFPA Perigo à saúde: Graus de perigo: os critérios de cada grau de perigoestão listados em uma ordem de prioridade baseada naprobabilidade de exposição. Devem-se considerar todasas vias de exposição. Grau 0: Materiais que, sob condições de emergência, nãooferecem perigos maiores do que quaisquer materiaiscombustíveis. Grau 4: Materiais que, em condições deemergência, podem ser letais.
  21. 21. NFPA Inflamabilidade Graus de perigo: Os graus de perigos devem serclassificados quanto à susceptibilidade do material aofogo. Grau 0: Materiais que não queimam. Isto inclui qualquermaterial que não entra em combustão com o ar quandoexposto a uma temperatura de 815,5ºC por um períodode 5 minutos. Grau 4: Materiais que irão vaporizar rapidamente oucompletamente à temperatura ambiente e pressãoatmosférica, irão queimar facilmente.
  22. 22. NFPA Instabilidade Graus de Perigo: Os graus de perigos devem serclassificados de acordo com a facilidade, a taxa e aquantidade de energia liberada. Grau 0: Materiais que são normalmente estáveis, mesmoem condições de fogo. Grau 4: Materiais que são capazes de detonar ou sofrerdecomposição explosiva ou reaçãoexplosiva, rapidamente, a temperaturas e pressõesnormais.
  23. 23. Os métodos de extinção tem como objetivo eliminar um dos fatoresnecessários para a ocorrência do fogo. Abafamento ou asfixia Arrefecimento Dispersão ou carência InibiçãoEXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
  24. 24.  Para promover a extinção podem ser utilizados dispositivoscomo: Extintores Hidrantes Chuveiros automáticos (Sprinklers)
  25. 25.  Extintores de incêndio são equipamentos para prontoemprego em incêndios incipientes (principio). Podem ser classificados das seguintes maneiras: Quanto a gênero. Quanto a nomenclatura. Quanto a propulsão.EXTINTORES DE INCÊNDIO
  26. 26.  Quanto a gênero: Portáteis. Sobre rodas.
  27. 27.  Quanto a nomenclatura: recebem nesse caso o nome doagente extintor. Extintores de água. Extintores Água-Gás. Extintores de gás carbônico CO2.
  28. 28.  Extintores de espuma química Reação entre sulfato de alumínio e bicarbonato de sódio estabilizados poralcaçuz. Extintores de espuma mecânica. Reação entre água, ar e extrato de AFFF/FFFP (filmo-forming foamAqueous/ fluoroprotein )composto de flúor e carbono,
  29. 29.  Extintores de hidrocarbonetos halogenados. Conhecidos também como halon geralmente com um gás liquefeito emseu interior. Flúor. Cloro. Bromo. Iodo. Argonite. Inergen. FM 200. FE13.
  30. 30.  Extintores de pó químico seco. Pressurizados. A pressurizar. Bicarbonato de sódio. Bicarbonato de potássio. Cloreto de potássio. Fosfato de amônio.
  31. 31.  Extintores de pó químico para metais: Cloreto de sódio e aditivos. Aditivos termoplásticos. Misturas de areia seca e limalha de ferro.
  32. 32.  Extintor de pó químico umedecido. Solução de água com: Acetato de potássio. Carbonato de potássio. Citrato de potássio. Combinação desses compostos.
  33. 33.  Quanto a propulsão: Extintores pressurizados. Extintores a pressurizar. Extintores químicos.
  34. 34.  O incêndio pode ser classificado em classes. Classe A: combustíveis sólidos comuns.(madeira, papel, tecido, borracha, plástico.) Classe B: líquidos combustíveis ou inflamáveis.(gasolina, óleos, graxas, tintas, éter, álcool, acetona, lubrificantes, ceras, etc.) Classe C: equipamentos elétricos energizados. Classe D: envolve metais pirofóricos combustíveis. Classe K: envolve óleos e gorduras em cozinha.
  35. 35.  Hidrantes públicos: são colocados junto a rede de distribuiçãopública, possibilitando a capitação de grande quantidade deágua de maneira rápida pelos bombeiros. Hidrantes de coluna. Hidrantes subterrâneos.HIDRANTES
  36. 36.  Hidrantes de recalque: são aqueles instalado no logradouropúblico sendo interligados ao sistema de combate deincêndios preventivos (sprinkler).
  37. 37.  São dispositivos automáticos que agem no combate aincêndios. Pendente (pendent sprinkler). Em pé ( upright sprinkler). Lateral de parede ( sidewall sprinkler).SPRINKLER
  38. 38.  Podem funcionar nos sistemas: Abertos: conhecidos como dilúvio, não possuem obturador estandoabertos constantemente a passagem de água. Automáticos: possuem um obturador e um elemento termossensível.Nesse caso há passagem de água automática e de forma individual.SPRINKLER
  39. 39.  Pode ser utilizados outros agentes extintores além da águaem sprinklers.SPRINKLER
  40. 40.  Utilização de aviões e helicópteros. Água. Sulfato de amônio. Diamônia fosfato. Borato de cálcio e sódio.OUTRAS MEDIDAS
  41. 41.  Ataque direto. Ataque indireto.OUTRAS MEDIDAS
  42. 42. EXPLOSÕES Explodere: expulsar ruidosamente; Reação química rápida e em cadeia; Fenômenos envolvidos: Deflagração Detonação
  43. 43. MECANISMO DA EXPLOSÃOAumento de energia cinéticaOnda explosivaQuebra das ligações moléculasLiberação de energiaAumento da pressãoEstímulo exterior
  44. 44. ORIGEM DAS EXPLOSÕES Químicas Fase sólida Fase líquida Fase gasosa Físicas Pneumáticas  Gases sob pressão Hidraúlicas  Liquídos sob pressão Mecânicas  Ruptura/desintegração de uma estrutura Nucleares
  45. 45. EFEITOS DA EXPLOSÃO Fisiológicos : Indivíduos atingidos Térmicos: Aumento da Temperatura Mecânicos: Deslocamento da matéria
  46. 46. EFEITOS Deflagração Velocidade na ordem de metros ou centenas de metros de distânciapor segundo Onda toma toda a superfície do material Detonação Velocidade na ordem de Km de distância por segundo Onda longitudinal
  47. 47. FATOS: TAIWAN, 2000 Em janeiro de 2000, um incêndio rompeu devido a umaexplosão química em uma fábrica química em ChanghuaCounty, Taipé, Taiwan.Vista geral da torre dedestilação, após a explosão.
  48. 48. FATOS: TAIWAN, 2000 POSSÍVEL CAUSA Um trabalhador ligou a furadeira elétrica e causou a explosão de umanuvem do vapor confinada na torre, era vapor de tolueno; Consequências: Formação do Bleve Explosão de vapor em expansão de líquido em ebulição;Resina Epóxi espalhada próxima ao local da explosão.
  49. 49. FATOS: TAIWAN, 2000PREVENÇÃO Classificação das áreas para proteção contra explosão; Uso instrumento elétrico antiestático/antideflagrante; Verificação da concentração de vapores inflamáveis antes deiniciar atividades com geração de calor;
  50. 50. FATO: SÃO PAULO, 1991 Em 26 de agosto de 1991, uma sequência de explosõesdestruiu o depósito e a plataforma de engarrafamento daUltragaz localizado no bairro da Mooca, São Paulo. O fogo ficou concentrado no setor onde estavam depositados3.500 botijões de 13 Kg. O problema foi gerado no Sistema de Engarrafamento, nãoestando relacionado aos botijões.
  51. 51. FATO: SÃO PAULO, 1991 PLANO DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA A primeira providência dos funcionários da empresa foi fechar asválvulas que ligam a plataforma atingida aos seis reservatórios de60 toneladas de GLP cada. Quando as 20 viaturas do Corpo de Bombeiros chegaram, 15 minutosdepois, os 35 homens da brigada de incêndio da empresa jácombatiam as intensas labaredas.
  52. 52. FATO: SÃO PAULO, 1991• ESTIMATIVA DE PREJUÍZOS:US $ 1.000.000,00DANOS MATERIAIS:05 caminhões da Ultragaz08 automóveis estacionados na ruaDezenas de casas tiveram seus telhadosdestruídos.
  53. 53. FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Em 18 de dezembro de 1970, um incêndio de grandesproporções irrompeu na ala 13 das instalações industriais daVolkswagen do Brasil, no km 23 da Via Anchieta, em SãoBernardo do Campo.Área delimitada em amarelo foi totalmente destruída- 300 m x 100 m; 30 m de altura, 03 andares
  54. 54. FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Em 18 de dezembro de 1970, um incêndio de grandesproporções irrompeu as instalações industriais da Volkswagendo Brasil, em São Bernardo do Campo. No combate as chamas foram utilizadas aproximadamente1.000 bombeiros que revezaram em turnos.
  55. 55. FATO: VOLKSWAGEN, 1970 Causa oficial: Curto circuito nos estoques de estofados,material de fácil combustão, por ser feito à base de borracha,espuma e plástico; O prejuízo na época foi de Cr$ 200 milhões (US$ 41 milhõesdólares);
  56. 56. LEGISLAÇÃO: NR 23 Todos os empregadores devem adotar medidas deprevenção de incêndios, em conformidade com alegislação estadual e as normas técnicas aplicáveis; O empregador deve providenciar para todos ostrabalhadores informações sobre: Utilização dos equipamentos de combate ao incêndio; Procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança; Dispositivos de alarme existentes. Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, emnúmero suficiente e dispostas de modo que aqueles quese encontrem nesses locais possam abandoná-los comrapidez e segurança, em caso de emergência.
  57. 57. LEGISLAÇÃO: NR 23 As aberturas, saídas e vias de passagem devem serclaramente assinaladas por meio de placas ou sinaisluminosos, indicando a direção da saída. Nenhuma saída de emergência deverá ser fechada àchave ou presa durante a jornada de trabalho. As saídas de emergência podem ser equipadas comdispositivos de travamento que permitam fácil aberturado interior do estabelecimento.
  58. 58. REFERÊNCIAS STAIDEL, G. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EEXPLOSÕES LEVANTAMENTO DE RISCOS PRODUTOSINFLAMÁVEIS RISCO DE INCÊNDIO E EXPLOSÃO - E.B. 2,3 António BentoFranco – Ericeira HSST - Prof.ª Isabel Lourenço Manual de Produtos Químicos –CETESB; SP. http://www.areaseg.com/fogo/ http://www.casaolivetti.com.br/classes.html NR 23(10/05/2011)-Proteção contra incêndios; Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal: Manualbásico de combate a incêndio, Módulo 5- SegurançaContra Incêndio. 2006

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