PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO

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PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO

  1. 1. Proteção Contra Incêndios e Explosões Luís C. OLIVEIRA LOPES 25 de abril de 2003 Engenharia de Segurança do Trabalho
  2. 2. Conteúdo • Introdução: Fogo e Explosões  Aspectos Básicas  Classificações e Tipos • Prevenção • Minimização de Estragos • Legislação • Conclusão Aspectos Gerais: CFD, Simulação...
  3. 3. Introdução – Fogo • Substâncias Químicas – Acidentes  Incêndio, explosões e vazamentos • Acidentes No Mundo (1999)Acidentes No Mundo (1999)  Acidentes/Ano: 250 milhõesAcidentes/Ano: 250 milhões  Mortes/Ano: 1 milhãoMortes/Ano: 1 milhão  Mortes/Dia: 2.740Mortes/Dia: 2.740  Mortes/Hora: 114Mortes/Hora: 114  Mortes/Minuto: 2Mortes/Minuto: 2 Fonte:Fonte: Organização Internacional doOrganização Internacional do Trabalho - OITTrabalho - OIT • Acidentes No BrasilAcidentes No Brasil (2000)(2000)  Acidentes/Ano: 343.996Acidentes/Ano: 343.996  Mortes/Ano: 3.094Mortes/Ano: 3.094  Mortes/Mês: 258Mortes/Mês: 258  Mortes/Dia: 9Mortes/Dia: 9 Fonte: Anuário Estatístico deFonte: Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho daAcidentes de Trabalho da Previdência SocialPrevidência Social
  4. 4. No. de Mortes por Incêndio FONTE: Mapfre Seguridad - España
  5. 5. Acidentes
  6. 6. 28 de Abril • Em 28 de abril de 1969, a explosão de uma mina nos USA mata 78 trabalhadores. A tragédia marca a data como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho. Com foco na prevenção, a OIT institui o 28/04 como o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho em 2003. • No Brasil, somente em 2005, 491.711 brasileiros foram vítimas de acidentes e doenças durante o exercício de suas atividades. 2.708 trabalhadores morreram, em um total de sete óbitos por dia ou uma morte a cada três horas, em média. 28 de Abril Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho Em memória das vítimas de acidentes e doenças ocupacionais
  7. 7. Introdução – Fogo • Substâncias Químicas – AcidentesAcidentes  Incêndio, explosões e vazamentos • Definição  O fogo, ou queima, é uma rápida reação exotérmica de um combustível em ignição  fogo = combustível + comburente + calor  O combustível pode ser sólido, líquido ou gasoso, mas vapores e líquidos são em geral mais facilmente levados à ignição
  8. 8. O Triângulo do Fogo Elementos que compõem o fogo COMBUSTÍVEL CALO R O XIG ÊNIO  Combustível  Comburente (oxigênio)  Calor  Reação em cadeia TETRAEDRO OUTETRAEDRO OU QUADRILÁTEROQUADRILÁTERO
  9. 9. O Tetraedro do Fogo
  10. 10. Como se inicia o fogo?
  11. 11. Agentes para a existência do fogo Agente Sólido líquido gasoso Combustível Plástico Pó de madeira Fibras Partículas metálicas Gasolina Acetona Éter Pentano Acetileno Propano CO Hidrogênio Oxidante Peróxido metálicos Nitrito de Amônia H2 O2 Ac. Nítrico Ac. Perclórico O2 Fluoreto Cloreto Fonte de ignição Faíscas, chamas, eletricidade estática, calor
  12. 12. Combustível – Sólidos
  13. 13. Combustível - Líquidos
  14. 14. Combustível - Gasosos
  15. 15. Comburente
  16. 16. Calor
  17. 17. Reação em Cadeia
  18. 18. Propagação
  19. 19. Condução
  20. 20. Convecção
  21. 21. Ir(radiação)
  22. 22. Aspectos Básicas • Ponto de fulgor (TF) (flash point)  É a Tmin em que um líquido começa a desprender vapores que, se entrarem em contato com fonte externa de calor, se incendeiam .  Chamas não se sustentam, por não existirem vapores suficientes.  O TF em geral aumenta com o aumento da pressão. • Ponto de combustão (fire point)  O ponto de combustão é a menor T em que os vapores acima de um líquido continuarão a queimar após a ignição.  A Tcombustão é mais elevada que a TF. • Temperatura de autoignição (TI)  T fixa na qual encontra-se energia adequada a geração de uma fonte de ignição no ambiennte.  TI é a Tmín na qual gases desprendidos de um combustivel se inflamam pelo simples contato com o oxigênio do ar.
  23. 23. As características de inflamabilidade de líquidos e gases encontram-se tabeladas em manuais. Aspectos Básicas • LFL=lower flammability limit ou LIE ou LII •UFL= upper flammability limit ou LSE ou LSI
  24. 24. Dados de Inflamabilidade
  25. 25. Energia de Ignição O ponto que requer menor energia para provocar a detonação = MIE (Minimum Ignition Energy) É no MIE que a explosão é maior.
  26. 26. LFL e UFL de misturas
  27. 27. Efeito da Pressão em LFL e UFL
  28. 28. Estimativa Inicial de LFL e UFL
  29. 29. Exemplo: Estimativa Inicial (?) Hexano: C6H14
  30. 30. Fogo x Incêndio
  31. 31. Fogo: processo Chama Inicial Combustível sólido Oxigênio (comburente) Gases combustíveis Mistura inflamável Reação de combustão Calor Chama Pirólise* Ignição *”Decomposição química por calor na ausência de oxigênio”
  32. 32. Combustão: Classificação velocidade • Combustão Ativa  é aquela em que o fogo, além de produzir calor, produz também chama, isto é, luz, e se processa em ambientes ricos em oxigênio; • Combustão Lenta  é aquela em que o fogo só produz calor, não há chama, e geralmente se processa em ambientes pobres em oxigênio; • Explosão  combustão rápida, que atinge altas temperaturas, e essa transformação de energia se caracteriza por violenta expansão dos gases que por sua vez, exercem também violenta pressão às paredes que o confinam.  A explosão resulta da mistura de certos gases ou sólidos em forma de pó ou poeira com um comburente, numa percentagem ideal para cada um..
  33. 33. Comportamento de um incêndio
  34. 34. Curva de incêndio
  35. 35. Curva de incêndio padrão
  36. 36. Curva de incêndio padrão
  37. 37. Curva de incêndio padrão
  38. 38. Curva de incêndio natural
  39. 39. Curva de incêndio natural
  40. 40. Curva de incêndio natural
  41. 41. Classes de Fogo – NR 23 • Classe A  Materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos.  Ex. Tecidos, madeira, papel, fibras, etc.; • Classe B  São considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos.  Ex. Óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.; • Classe C  Quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc. • Classe D  Elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.
  42. 42. Outra Classe de Fogo • Classe K  Normas Internacionais como a NFPA 10 (a partir de 1998) reconhecem que incêndios em cozinhas comerciais/industriais, fritadeiras em particular, são únicos, diferentes e mais difíceis de apagar quando comparados com incêndios de líquidos inflamáveis. Ao reconhecer este problema, criou-se essa nova classe de incêndio.
  43. 43. Outra Classe de Fogo- Classe E • Classe E  São os materiais radioativos.  Nesse caso recomenda-se isolar a área e acionar a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear ou o Corpo de Bombeiros) .
  44. 44. Como eliminar o fogo?
  45. 45. Como parar o fogo?
  46. 46. Fogo: Gases e Fumaça- CO Aparência: • Por não possuir cheiro, nem cor, podemos não perceber sua presença, não prevendo a ventilação do local. Onde encontramos:  resultado de queima incompleta de combustíveis  fornos  caldeiras solda  Motores a combustão  Geradores a diesel, gasolina  resultante do processo Limites de Tolerância IPVS 1200 ppm BRA 39 ppm TLV(EUA) 25 ppm Limites de inflamabilidade no ar: LSI: 75 % LII: 12 % Temperatura de ignição  609,3 °C (Fonte CETESB)
  47. 47. Fogo: Gases e Fumaça- CO É absorvido pelo pulmão até 100 vezes mais rápido que o Oxigênio. Sintomas dor de cabeça, desconforto tontura confusão, tendência a cambalear náuseas vômitos palpitação inconsciência Tratamento Câmara Hiperbárica Transfusão de Sangue CO – Efeitos da Asfixia Bioquímica 10.000 ppm Fatal
  48. 48. Métodos de Extinção • Retirada do material combustível  é o método mais simples de se extinguir um incêndio, baseia-se na retirada do material combustível, ainda não atingido, da área de propagação do fogo. • Resfriamento  é o método mais utilizado, consiste em diminuir a temperatura do material combustível que esta queimando, diminuindo, conseqüentemente, a liberação de gases ou vapores inflamáveis. • Abafamento  consiste em impedir ou diminuir o contato do comburente com o material combustível. • Extinção química  consiste na utilização de certos componentes químicos, que lançados sobre o fogo, interrompem a reação em cadeia.
  49. 49. Extinção do fogo: Isolamento
  50. 50. Extinção do fogo: Abafamento
  51. 51. Extinção do fogo: Resfriamento
  52. 52. Extinção do fogo: Extinção Química
  53. 53. Extinção de Incêndio É a operação final de um serviço de extinção de incêndio. Esta operação consiste na movimentação de todo o material sólido envolvido pelas chamas, a fim de se ter certeza da não existência de resíduos e a facilidade de um melhor resfriamento, cuja complementação poderá ser feita com água, de forma moderada. RESCALDO
  54. 54. Extintores de Incêndio
  55. 55. Agentes Extintores •Água  Utilizado nos incêndios de classe: A •Espuma  Utilizado nos incêndios de classe: A e B •Gás Carbônico (CO2)  Utilizado nos incêndios de classe: A, B e C •Pó Químico seco (PQS)  Utilizado nos incêndios de classe: B e C (na classe D é utilizado pó químico especial) •Gases Nobres limpos  Utilizado nos incêndios de classe: A, B e C
  56. 56. Agentes extintores: Água pressurizada
  57. 57. Agentes extintores: CO2
  58. 58. Agentes extintores: Pó Químico
  59. 59. Agentes extintores: Espuma
  60. 60. Agentes Extintores
  61. 61. Extintores: Resumo
  62. 62. Outros Agentes Extintores
  63. 63. Extintores: Verificação
  64. 64. Extintores - USO
  65. 65. Extintores - USO
  66. 66. Extintores Comuns Extintor veicular ABC
  67. 67. Extintor Veicular
  68. 68. Estatística SP
  69. 69. Uso do Extintor Veicular- Dicas
  70. 70. Uso do Extintor Veicular- Dicas
  71. 71. Extintores sobre Rodas Pó Químico Seco ( 50 Kg) Dióxido de Carbono ( 45 Kg)Água Pressurizada 75 L
  72. 72. Quais são as consequências de um Incêndio? Sistemas de ProteçãoSistemas de Proteção $$$?
  73. 73. Segurança contra o incêndio SISTEMASISTEMA DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO SISTEMASISTEMA DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO
  74. 74. Eficiência de Sistemas de Proteção
  75. 75. Sistemas de Segurança em Edifício
  76. 76. Sistemas de Segurança
  77. 77. Sistemas de Segurança
  78. 78. Sistemas de Segurança
  79. 79. Sistemas de Proteção
  80. 80. Chuveiro Automático - Sprinklers stema em geral baseia-se em dilatação: Ampola estilhaçável de vidro para liberação da água- or conforme Truptura: 57o C (cor laranja), 68o C (cor verme 79o C (cor amarela), 93o C (cor verde), 141o C (cor azul), 82 o C (cor roxa) e 204/260 o C (cor preta); ga termossensível.
  81. 81. Extintores
  82. 82. Extintores
  83. 83. Extintores
  84. 84. Extintores
  85. 85. Extintores
  86. 86. Extintores
  87. 87. Extintores
  88. 88. Extintores
  89. 89. Extintores - cuidado!!!!
  90. 90. Extintores
  91. 91. Extintores
  92. 92. Hidrantes
  93. 93. Mangotinhos
  94. 94. Hidrantes/Mangotinhos
  95. 95. Chuveiros Automáticos
  96. 96. Chuveiros Automáticos
  97. 97. Chuveiros Automáticos
  98. 98. Sistemas Automáticos
  99. 99. Iluminação de Emergência
  100. 100. Iluminação de Emergência
  101. 101. Alarmes
  102. 102. Detecção e Alarme
  103. 103. SPDA
  104. 104. SPDA
  105. 105. SPDA
  106. 106. SPDA
  107. 107. Compartimentação
  108. 108. Ambiente Tecnológico = Complexidade!!
  109. 109. Selante Corta-Fogo
  110. 110. Bloco corta-fogo
  111. 111. Massa Moldável Corta-fogo
  112. 112. Resistência ao fogo...
  113. 113. PREVENÇÃO DE INCÊNDIO Cuidados com Inflamáveis • Manuseio • Estocagem • Transporte • Descarte • Acidentes Aspectos Gerais de Segurança • Utilização de informações de Fichas de Segurança de produtos • MSDS • International Chemical Safety Cards (ICSC)  http://www.ilo.org/public/english/protection/safework/cis/products/icsc/dta sht/index.htm
  114. 114. MSDS
  115. 115. International Chemical Safety Cards (ICSC)
  116. 116. ICSC- OIT
  117. 117. Exercício
  118. 118. Moral da História: Prevenção
  119. 119. Comentários,….
  120. 120. Luís Cláudio Oliveira-Lopes Slide 123 LEGISLAÇÃO Essa parte do curso tem como objetivo a apresentação da Legislação básica pertinente a Proteção Contra Incêndios.
  121. 121. PRODUTO PERIGOSO ? RISCO SEGURANÇA PÚBLICA SER HUMANO MEIO AMBIENTE
  122. 122. DEFINIÇÃODEFINIÇÃO Substâncias encontradas na natureza ou produzidas por qualquer processo que possuam propriedades físico-químicas, biológicas ou radioativas que coloquem em risco a saúde, a segurança pública e ao meio ambiente Substâncias encontradas na natureza ou produzidas por qualquer processo que possuam propriedades físico-químicas, biológicas ou radioativas que coloquem em risco a saúde, a segurança pública e ao meio ambiente Considera-se produto perigoso aquele classificado e definido pelas portarias do Ministério dos transportes
  123. 123. Propriedades Físico-químicas Temperatura Inflamabilidade Pressão Potencial de Oxidação Toxicidade Explosividade Corrosividade Reação Espontânea Temperatura Inflamabilidade Pressão Potencial de Oxidação Toxicidade Explosividade Corrosividade Reação Espontânea
  124. 124. Histórico – Acidentes no exterior • Oppau/Alemanha – 1921 : explosão 4.000 ton de nitrato de amônio – 561 mortes • Ixhuatepec/ México : explosão GLP em refinaria – 452 mortos, 4300 feridos e 300.000 pessoas evacuadas • Chernobyl/ Rússia : vazamento de material radioativo em reator nuclear – 31 mortos, 500 feridos e 410.000 pessoas evacuadas • Bhopal/ Índia : vazamento de metilisocianato – 4000 mortos, 10.000 feridos e 300.000 pessoas evacuadas
  125. 125. • Rio de janeiro/ Pó da China : transbordo de pentaclorofenato de sódio – 3 mortos • Pojuca/ Bahia : vazamento de trem com gasolina e álcool – 100 mortos • Cubatão/ São Paulo : vazamento de duto da Petrobrás – 500 mortos • Osasco/ São Paulo : vazamento de GLP no shopping – 40 mortos Histórico – Acidentes no Brasil
  126. 126. Legislação Nacional Constituição da República Federativa do Brasil Cap. VI – Art. 225 “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”
  127. 127. NR - Normas Regulamentadoras • NR1 Disposições Gerais • NR2 Inspeção Prévia • NR3 Embargo ou Interdição • NR4 Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho • NR5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA • NR6 Equipamentos de Proteção Individual - EPI • NR7 Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional • NR8 Edificações • NR9 Programas de Prevenção de Riscos Ambientais • NR10 Instalações e Serviços em Eletricidade • NR11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais • NR12 Máquinas e Equipamentos • NR13 Caldeiras e Vasos de Pressão • NR14 Fornos http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/default.asp
  128. 128. NR - Normas Regulamentadoras • NR15 Atividades e Operações Insalubres • NR16 Atividades e Operações Perigosas • NR17 Ergonomia • NR18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção • NR19 Explosivos • NR20 Líquidos Combustíveis e Inflamáveis • NR21 Trabalho a Céu Aberto • NR22 Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração • NR23 Proteção Contra Incêndios • NR24 Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho • NR25 Resíduos Industriais • NR26 Sinalização de Segurança • NR27 Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTb - Revogada pela Portaria GM n.º 262, 29/05/2008 • NR28 Fiscalização e Penalidades
  129. 129. NR - Normas Regulamentadoras • NR29 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário • NR30 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário • NR31 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura. • NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde • NR33 Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados • NRR1 Disposições Gerais • NRR2 Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - SEPATR • NRR3 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - CIPATR • NRR4 Equipamento de Proteção Individual - EPI • NRR5 Produtos Químicos NRRs Revogadas pela Portaria GM n.º 191, 15/04/2008
  130. 130. NR 20 –NR 20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis • líquido combustível  TF igual ou superior a 70ºC e inferior a 93,3ºC (Classe III).  TF < 37,7ºC -> líquido combustível de Classe I.  TF > 37,7ºC e inferior a 70ºC -> líquido combustível da Classe II. • líquido inflamável  TF inferior a 70ºC e Pvapor <= 2,8 kg/cm2 absoluta a 37,7ºC. • líquido "instável" ou "líquido reativo“  líquido na sua forma pura, comercial, como é produzido ou transportado, se polimerize, se decomponha ou se condense, violentamente, ou que se torne auto-reativo sob condições de choque, pressão ou temperatura. • Gases Liquefeitos de Petróleo –GLP  produto constituído, predominantemente, pelo hidrocarboneto propano, propeno, butano e buteno. TF???
  131. 131. Portaria MT n° 204/97 &Portaria MT n° 204/97 & NORMAS TÉCNICASNORMAS TÉCNICAS CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS
  132. 132. Sinais de Uso Geral
  133. 133. Sinais para Sistema de Proteção contra Incêndio
  134. 134. CLASSE 1 - EXPLOSIVOS •Substâncias explosivas • Artigos explosivos • Substâncias que produzem um efeito explosivo ou pirotécnico • São divididas em seis subclasses e treze grupos de compatibilidade
  135. 135. Classe 1 - Explosivos
  136. 136. CLASSE 2 - GASES Nas CNTP o produto é completamente gasoso Esta classe está dividida em: • Subclasse 2.1 - GASES INFLAMÁVEIS • Subclasse 2.2 - GASES NÃO-INFLAMÁVEIS, NÃO- TÓXICOS • Subclasse 2.3 - GASES TÓXICOS
  137. 137. Classe 2
  138. 138. CLASSE 3 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS Líquidos que produzem vapores inflamáveis a temperaturas de até 60,5°C, em teste de vaso fechado, e 65,6°C em teste de vaso aberto GRUPO DE EMBALAGEM PONTO DE FULGOR PONTO DE EBULIÇÃO I --- < 35°C II < 23°C > 35°C III >23°C e < 60,5°C > 35°C
  139. 139. CLASSE 4 Subclasse 4.1 - SÓLIDOS INFLAMÁVEIS Subclasse 4.2 - SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA Subclasse 4.3 - SUBSTÂNCIAS QUE, EM CONTATO COM A ÁGUA, EMITEM GASES INFLAMÁVEIS
  140. 140. Classe 3 e Classe 4 Classe 3 - Líquidos Inflamáveis Classe 4 Sólidos Inflamáveis Espontaneamente Combustíveis Perigosos Quando Molhados
  141. 141. CLASSE 5 Subclasse 5.1 - SUBSTÂNCIAS OXIDANTES Subclasse 5.2 - PERÓXIDOS ORGÂNICOS CLASSE 6 Subclasse 6.1 - SUBSTÂNCIAS TÓXICAS Subclasse 6.2 - SUBSTÂNCIAS INFECTANTES
  142. 142. CLASSE 7 - MATERIAIS RADIOATIVOS Para efeito de transporte, material radioativo é qualquer material cuja atividade específica seja superior a 70 KBq/Kg CLASSE 8 - CORROSIVOS São substâncias que, por ação química, causam severos danos quando em contato com tecidos vivos ou, em caso de vazamento, danificam ou mesmo destroem outras cargas ou o veículo CLASSE 9 - SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS
  143. 143. Classe 6 Tóxicos Infecciosos Classe 7 - Radiativos Classe 5 Agentes Oxidantes Peróxidos Orgânicos
  144. 144. NBRs
  145. 145. Subcomitê de Proteção passiva contra incêndio, terminologia, simbologia e classificação CE-24:201.01 – Vedações corta-fogo (A) CE-24:201.03 – Potencial de risco em edificações (A) CE-24:204.01 – Sistema de iluminação de emergência (A) CE-24:204.02 – Sinalização preventiva de incêndio (R) CE-24:204.03 – Proteção contra incêndio através de sistemas de pressurização de rotas de fuga e ambientes contíguos (R) CE-24:301.06 – Proteção contra incêndio de estruturas de aço (R) CE-24:401-01 – Terminologia de segurança contra incêndio (R) CE-24:401-02 – Simbologia de segurança contra incêndio (R) (A) em atividade (NI) não instalada (R) em recesso
  146. 146. Subcomitê de Proteção contra incêndio em edifícios e instalações com riscos especiais CE-24:301.01 – Proteção contra incêndio em instalações aeroportuárias (R) CE-24:301.03 – Proteção contra incêndio em hospitais (NI) CE-24:301.05 – Proteção contra incêndio em depósitos (NI) CE-24:301.07 – Proteção contra incêndio em instalações de processamento de dados (NI) CE-24:301.08 – Proteção contra incêndio da indústria química (R) CE-24:301.09 – Proteção e combate a incêndio na armazenagem e operação de combustíveis líquidos em base de distribuição de postos de serviço (R) CE-24:301.13 – Proteção contra incêndio em Túneis (A) CE-24:301.14 - Salas-cofre, Cofre, Armários e Recipientes de Proteção Contra Incêndio (A) (A) em atividade (NI) não instalada (R) em recesso
  147. 147. Subcomitê de segurança contra incêndio em áreas florestais Subcomitê de Proteção Ativa contra Incêndio CE-24:202.01 – Centrais de controle (NI) CE-24:202.02 – Detectores (NI) CE-24.202.03 – Sistemas de detecção e alarme de incêndio (A) CE-24.301.02 – Torres de resfriamento de água (NI) CE-24:301.04 – Proteção contra incêndio em instalações de geração e transmissão de energia elétrica (A) CE-24:301.12 – Líquido Gerador de Espuma (LGE) p/Extinção de Incêndio (A) CE-24:302.01 – Agentes extintores (NI) CE-24:302.02 – Proteção contra incêndio por chuveiros automáticos (A) CE-24:302.03 – Extintores de Incêndio (A) CE-24:302.04 – Hidrantes, mangotinhos e acessórios (A) CE-24:302.05 – Mangueiras de combate a incêndio e acessórios (A) CE-24:302.06 – Sistemas fixos de combate (R) (A) em atividade (NI) não instalada (R) em recesso
  148. 148. Subcomitê de Emergência de Incêndios CE-24.201.02 – Fogos de artifícios e estampidos (R) CE-24:203.01 – Ação humana (NI) CE-24:203.02 – Brigada de incêndio (A) CE-24:203.03 – Aparelhos para serviços de bombeiros (R) CE-24:203.04 – Controle estatístico das atividades de bombeiros (R) CE-24:302.07 – Viaturas de combate a incêndio e acessórios (A) (A) em atividade (NI) não instalada (R) em recesso
  149. 149. Projetos de Normas em elaboração
  150. 150. Texto base PN 24:201.03-001 – Determinação do índice de segurança a incêndio das edificações – Procedimento PN 24:202.03-002 - Detectores automáticos de temperatura para proteção contra incêndio - Especificação PN 24:204.01-001 - Blocos autônomos para iluminação de emergência PN 24:204.03-002 - Controle de fumaça em edificações PN 24:301.12-001 - Líquido gerador de espuma - Requisitos e métodos de ensaios PN 24:301.13-001 - Proteção contra incêndio em túneis PN 24:302.03-004 - Extintores de incêndio portáteis - 2º projeto de norma PN 24:302.03-005 - Extintores de incêndio sobre rodas - 2º projeto de norma PN 24:302.04-002 - Inspeção, manutenção e teste de sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio PN 24:302.06-001 - Sistemas fixos de combate a incêndios por agentes gasosos PN 24:302.07-003 - Veículo de combate a incêndio florestal
  151. 151. Normas em revisão
  152. 152. Normas em revisão NBR 9441:98 - Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio NBR 10897:90 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático NBR 11742 e NBR 13768:97 – Porta corta-fogo para saída de emergência – Especificação NBR 12693:93 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio NBR 12779:04 – Mangueiras de incêndio – Inspeção, manutenção e cuidados NBR 12962:94 e NBR 13485:97 - Extintores de incêndio – Inspeção, manutenção, recarga e ensaio hidrostático NBR 13714:04 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio 2º Projeto de revisão NBR 14608:00 – Bombeiro profissional civil
  153. 153. Normas em Consulta Nacional
  154. 154. Consulta Nacional NBR 14276:06 - Brigada de incêndio – Requisitos (prazo limite: 27/07/06)
  155. 155. Programação de Projetos de Normas
  156. 156. Texto base PN 24:201.01-002 - Vedação corta-fogo para Shaft – Requisitos e Métodos de ensaio PN 24:203.02-005 - Resgatista profissional rodoviário PN 23:203.03-001 - Capacete de proteção para combate a incêndio estrutural PN 24:204.03-002 - Controle de fumaça em edificações PN 24:301.14-002 - Classificação e métodos de ensaio de cofres e armários de proteção contra incêndio de portadores de dados PN 24:302.05-004 - Mangueira de incêndio semi-rígida – Requisitos e métodos de ensaio
  157. 157. Novas Comissões de Estudos
  158. 158. Novas Comissões de Estudos aprovadas para instalação CE 24:201.04 Comissão de Estudo de Corta-Chamas, válvulas de alívio de pressão e/ou vácuo e válvulas fire-safe CE 24:301.10 Comissão de Estudo de Reação ao fogo dos materiais CE 24:301.11 Comissão de Estudo de Produtos de isolação térmica contra a ação do incêndio (atualizado em 05/2006)
  159. 159. 66 Normas Brasileiras
  160. 160. NBR 5667-1:06 - Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil - Parte 1 - Hidrantes de Coluna NBR 5667-2:06 - Hidrantes urbanos de incêndio de ferro dúctil - Parte 2 – Hidrantes subterrâneos NBR 5667-3:06 - Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil - Parte 3 - Hidrantes de Coluna com obturação própria NBR 6125:92 - Chuveiro automático para extinção de incêndio NBR 6135:92 - Chuveiro automático para extinção de incêndio NBR 6479:92 - Portas e vedadores - Determinação da resistência ao fogo NBR 8222:05 - Execução de sistemas de prevenção contra explosão de incêndio, por impedimento de sobrepressões decorrentes de arcos elétricos internos em transformadores e reatores de potência NBR 8660:84 - Revestimento ao piso - Determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica NBR 8674:05 - Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com água nebulizada para transformadores e reatores de potência NBR 9441:98 - Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio NBR 9442:86 - Materiais de construção - Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante NBR 9443:02 - Extintor de incêndio classe A - Ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444:02 - Extintor de incêndio classe B - Ensaio de fogo em líquido inflamável NBR 9654:97 - Indicador de pressão para extintores de incêndio NBR 9695:03 - Pó para extinção de incêndio
  161. 161. NBR 10636:89 - Paredes divisórias sem função estrutural - Determinação da resistência ao fogo NBR 10720:89 - Prevenção e proteção contra incêndio em instalações aeroportuárias NBR 10721:04 - Extintores de incêndio com carga de pó NBR 10897:90 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático NBR 10898:99 - Sistema de iluminação de emergência NBR 11711:03 - Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais NBR 11715:03 - Extintores de incêndio com carga d’água NBR 11716:04 - Extintores de incêndio com carga de dióxido de carbono (gás carbônico) NBR 11742:03 - Porta corta-fogo para saída de emergência NBR 11751:03 - Extintores de incêndio com carga para espuma mecânica NBR 11762:01 - Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenado NBR 11785:97 - Barras antipânico - Requisitos NBR 11830:95 - Líquido gerador de espuma de película aquosa (AFFF) a 6% para uso aeronáutico NBR 11836:92 - Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio NBR 11861:98 - Mangueira de incêndio - Requisitos e métodos de ensaio NBR 12232:05 - Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2 ) em transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante NBR 12252:92 - Tática de salvamento e combate a incêndios em aeroportos NBR 12285:92 - Proteção contra incêndio em depósitos de combustíveis de aviação NBR 12615:92 - Sistema de combate a incêndio por espuma NBR 12693:93 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio NBR 12779:04 - Mangueiras de incêndio - Inspeção, manutenção e cuidados
  162. 162. NBR 12962:98 - Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio NBR 12992:93 - Extintor de incêndio classe C - Ensaio de condutividade elétrica NBR 13231:05 - Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração, transmissão e distribuição NBR 13434-1:04 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 1: Princípios de projeto NBR 13434-2:04 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 2: Símbolos e suas formas dimensões e cores NBR 13434-3:05 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 3: requisitos e métodos de ensaio NBR 13436:95 - Líquido gerador de espuma de película aquosa (AFFF) a 3% para uso aeronáutico NBR 13485:99 - Manutenção de terceiro nível (vistoria) em extintores de incêndio NBR 13714:00 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio NBR 13768:97 - Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – Requisitos NBR 13792:97 - Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas de armazenamento em geral NBR 13848:97 - Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio NBR 13859:97 - Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição NBR 13860:97 - Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio NBR 14023:97 - Registro de atividades de bombeiros NBR 14096:98 - Viaturas de combate a incêndio NBR 14100:98 - Proteção contra incêndio - Símbolos gráficos para projeto NBR 14276:99 - Programa de brigada de incêndio NBR 14277:05 - Instalações e Equipamentos para treinamento de combate a incêndio -
  163. 163. NBR 14323:99 - Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio NBR 14349:99 - União para mangueira de incêndio - Requisitos e métodos de ensaio NBR 14432:01 - Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações NBR 14561:00 - Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate NBR 14608:00 - Bombeiro profissional civil NBR 14870:02 - Esguichos de jato regulável para combate a incêndio NBR 14880:02 - Saídas de emergência em edifícios - Escadas de segurança - Controle de fumaça por pressurização NBR 14925:03 - Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações NBR 15219:05 – Plano de emergência contra incêndio – Requisitos NBR 15247:05 - Unidades de armazenagem segura - Salas-cofre e cofres para hardware - Classificação e métodos de ensaio de resistência ao fogo NBR 15281:05 - Porta corta-fogo para entrada de unidades autônomas e de compartimentos específicos de edificações (atualizada em 10/2007)
  164. 164. Decreto Estadual 44746/2008
  165. 165. Decreto CBMMG...
  166. 166. Medidas de Proteção
  167. 167. Medidas de Proteção
  168. 168. Classificação de Riscos
  169. 169. Classificação de Riscos
  170. 170. Classificação de Riscos – Tab 7/8...
  171. 171. Procure ter sempre a mão o telefone do Corpo de Bombeiros: Em caso de socorro, o solicitante deverá fornecer os seguintes dados: - TIPO DE EVENTO (Incêndio, resgate, queda); - ENDEREÇO DO EVENTO, COM REFERÊNCIAS; - TELEFONE DE CONFIRMAÇÃO.  19 3 COMO PREVENIR E PROCEDER EM CASOS DE INCÊNDIO E DE SOCORROS DE URGÊNCIA
  172. 172. Introdução – Definição de Explosão • Definição  Enfoque no ruído  Enfoque no desprendimento de energia química  Definição com enfoque no ruído  Deflagração acompanhada de grande ruído devido `a onda de pressão.  origem da onda de pressão é de importância secundária (desprendimento de energia resultante de fenômeno físico ou mecânico).  Definição com enfoque na energia química  Processo químico exotérmico que, quando ocorrendo a volume constante, resulta numa elevação rápida e significativa da pressão.  Ênfase na própria liberação da energia química. Neste curso a definição de explosão abordará as duas alternativas, focalizando algumas vezes na causa outras no efeito, a depender do contexto!
  173. 173. Explosões: classificações • Classificações:  Detonação  Deflagração  Detonação  velocidade da interface de combustão (fronteira da chama) é maior que a velocidade do som.  Deflagração  velocidade da interface de combustão é menor que a velocidade do som. Detonações são mais destrutivas!
  174. 174. Explosões: tipos Tipo de explosão Si Ge Ie Fraca <0,2 <0,5 <0,1 Moderada 0,2 - 1,0 0,5 - 1,0 0,1 - 1,0 Forte 1,0 - 5,0 1,0 - 2,0 1,0 - 10 Muito forte >5,0 >2,0 >10 Fonte: Fire Protection Handbook • Tipos: Si: Sensibilidade de Ignição Ge: Gravidade de explosão Ie: Índice de explosividade Vide tabela em anexo no material entregue
  175. 175. Fontes de Ignição: Exemplos Moinho Faísca de Fricção 2.8% Soldagem 17.2% Falhas Elétricas 4% Trabalho com Metais 4% Fogo além de Soldagem 4% Outros 3.6% Frição por Choque 3.2% Calor Contato 2.8%
  176. 176. Conclusões • Discussão …..

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