SlideShare uma empresa Scribd logo

Apresentação13

Proteção e Combate a Incêndio

1 de 55
Baixar para ler offline
PROTEÇÃO E COMBATE A
INCÊNDIOS
Influência histórica
O fogo tem fascinado a humanidade durante milhares de anos. Ao seu
redor, e graças ao seu calor. Tem vivido centenas de gerações. Foi a maior
conquista do homem pré-histórico. A partir desta conquista o homem
aprendeu a utilizar a força do fogo em seu proveito, extraindo a energia dos
materiais da natureza ou moldando a natureza em seu benefício.
Entre muitos fatores, o fogo foi um dos maiores responsáveis pelo grau de
desenvolvimento que a humanidade atingiu, apesar de que , durante muitos
períodos da história, foi utilizado como força destrutiva para a produção de
armas.
Definições e Conceitos
Bens de patrimônio: Conjunto dos recursos operacionais, abrangendo o
capital, reservas, lucros, maquinários instalações e edificações.
Emergência: Termo que indica uma condição em que há necessidade de
intervenção imediata para atender vítima: é aqui e agora, “já”. Pode também
descrever um desvio do planejado ou projetado, ou uma mudança súbita no
curso de eventos que coloca em perigo ou afeta adversamente as pessoas,
propriedades ou o meio ambiente.
Socorrista: Pessoa profissionalmente habilitada a prestar socorros ou
atendimento em casos de acidentes ou de mal súbito.
Definições e Conceitos
Tempo de resposta: O tempo entre a chamada de emergência e a chegada
dos recursos adequados ao local da ocorrência, sejam de combate a
incêndio ou de operações especiais de resgate.
Vítima: É a pessoa que sofre os resultados infelizes dos próprios atos, dos
de outrem ou do acaso. Pessoa ferida ou assassinada, ou que morre por
trauma, mal súbito, epidemia, catástrofe, guerra...
Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo
como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido
a combustão de materiais diversos.
DINÂMICA DO FOGO
Para compreender a dinâmica do fogo será necessário, em primeiro lugar,
entender quais as condições básicas que devem estar presentes para que o
fogo possa ocorrer, ou seja, para que ocorra a combustão.
A combustão (ou oxidação rápida) pode ocorrer de duas formas básicas:
lenta (ou incompleta) e rápida (ou completa). O exemplo mais comum de
combustão lenta é a churrasqueira: a queima do carvão produz pouca chama
ou chama invisível, ou fumaça. Combustão rápida (contínua) produz uma
chama visível e uma quantidade variável de fumaça.

Recomendados

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Prevenção e combate a incêndio.pptx
Prevenção e combate a incêndio.pptxPrevenção e combate a incêndio.pptx
Prevenção e combate a incêndio.pptxLeo Monteiro
 
Treinamento de Combate Incêndio com Extintores
Treinamento de Combate Incêndio com ExtintoresTreinamento de Combate Incêndio com Extintores
Treinamento de Combate Incêndio com ExtintoresIZAIAS DE SOUZA AGUIAR
 
Quimica fogo
Quimica fogoQuimica fogo
Quimica fogoPelo Siro
 
Aula fornos (nr 14)
Aula fornos (nr 14)Aula fornos (nr 14)
Aula fornos (nr 14)taniatalles2
 
Treinamento de Brigada de Emergência 2011
Treinamento de Brigada de Emergência 2011Treinamento de Brigada de Emergência 2011
Treinamento de Brigada de Emergência 2011Sergio Silva
 
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod ii
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod iiNR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod ii
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod iiQualify Capacitação
 
Scie geral
Scie geralScie geral
Scie geralAJ_HUGO
 
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.pptRafael Parish
 
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787Alfredo Brito
 
NR 33 espaço confinado.pptx
NR 33 espaço confinado.pptxNR 33 espaço confinado.pptx
NR 33 espaço confinado.pptxIsaiasSantos85
 
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23marcusNOGUEIRA
 
Combate e Prevenção a Sinistros
Combate e Prevenção a SinistrosCombate e Prevenção a Sinistros
Combate e Prevenção a SinistrosRapha_Carvalho
 
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018Claudio Cesar Pontes ن
 
Insalubridade e Periculosidade
Insalubridade e Periculosidade Insalubridade e Periculosidade
Insalubridade e Periculosidade Anderson Stoll
 

Mais procurados (20)

Prevenção e combate a incêndio.pptx
Prevenção e combate a incêndio.pptxPrevenção e combate a incêndio.pptx
Prevenção e combate a incêndio.pptx
 
Treinamento de Combate Incêndio com Extintores
Treinamento de Combate Incêndio com ExtintoresTreinamento de Combate Incêndio com Extintores
Treinamento de Combate Incêndio com Extintores
 
Quimica fogo
Quimica fogoQuimica fogo
Quimica fogo
 
Aula fornos (nr 14)
Aula fornos (nr 14)Aula fornos (nr 14)
Aula fornos (nr 14)
 
Treinamento de Brigada de Emergência 2011
Treinamento de Brigada de Emergência 2011Treinamento de Brigada de Emergência 2011
Treinamento de Brigada de Emergência 2011
 
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod ii
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod iiNR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod ii
NR 20 TODOS INTERMEDIARIO 2. nr 20 intermediario 16 h - mod ii
 
Scie geral
Scie geralScie geral
Scie geral
 
Aula de incêndio
Aula de incêndio Aula de incêndio
Aula de incêndio
 
Nr 23
Nr 23Nr 23
Nr 23
 
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt
386895700-Treinamento-de-Combate-a-Incendio.ppt
 
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787
Trabalho em Espaços Confinados Portaria 3.214/78 - NR-33 / NBR 14.787
 
Princípios do FOGO
Princípios do FOGOPrincípios do FOGO
Princípios do FOGO
 
Nr 23
Nr 23Nr 23
Nr 23
 
NR 33 espaço confinado.pptx
NR 33 espaço confinado.pptxNR 33 espaço confinado.pptx
NR 33 espaço confinado.pptx
 
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23
Prevenção e Combate a Incêndio - Norma Regulamentadora nº 23
 
Combate e Prevenção a Sinistros
Combate e Prevenção a SinistrosCombate e Prevenção a Sinistros
Combate e Prevenção a Sinistros
 
05 aulas espaço confinado
05 aulas espaço confinado05 aulas espaço confinado
05 aulas espaço confinado
 
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018
Brigada de Emergência (Oficial CLC) 2017/2018
 
Aula nr23
Aula nr23Aula nr23
Aula nr23
 
Insalubridade e Periculosidade
Insalubridade e Periculosidade Insalubridade e Periculosidade
Insalubridade e Periculosidade
 

Destaque

Destaque (20)

презентация перешикувань
презентация перешикуваньпрезентация перешикувань
презентация перешикувань
 
Hughes video
Hughes videoHughes video
Hughes video
 
VOLANTE DESCUENTOS PREDIAL 2014
VOLANTE DESCUENTOS PREDIAL 2014VOLANTE DESCUENTOS PREDIAL 2014
VOLANTE DESCUENTOS PREDIAL 2014
 
Vygotsky slides
Vygotsky slidesVygotsky slides
Vygotsky slides
 
2014 1
2014 12014 1
2014 1
 
Диаграмма частоты
Диаграмма частотыДиаграмма частоты
Диаграмма частоты
 
Ip(isostatic press)
Ip(isostatic press)Ip(isostatic press)
Ip(isostatic press)
 
Slideshare
SlideshareSlideshare
Slideshare
 
M5c mareas
M5c  mareasM5c  mareas
M5c mareas
 
Presentació consurs bloc
Presentació consurs blocPresentació consurs bloc
Presentació consurs bloc
 
Key onet 53
Key onet 53Key onet 53
Key onet 53
 
Apresentacao belcorp resumida
Apresentacao belcorp   resumidaApresentacao belcorp   resumida
Apresentacao belcorp resumida
 
newpowerpoint2014
newpowerpoint2014newpowerpoint2014
newpowerpoint2014
 
Kenneth's Haiku
Kenneth's HaikuKenneth's Haiku
Kenneth's Haiku
 
324 hghghghghghghgh
324 hghghghghghghgh324 hghghghghghghgh
324 hghghghghghghgh
 
Directores de practica
Directores de practicaDirectores de practica
Directores de practica
 
Rolas en El Mañanero.
Rolas en El Mañanero.Rolas en El Mañanero.
Rolas en El Mañanero.
 
Test
TestTest
Test
 
Selfintro4
Selfintro4Selfintro4
Selfintro4
 
Rosario kopecek medina sud
Rosario kopecek medina sudRosario kopecek medina sud
Rosario kopecek medina sud
 

Semelhante a Apresentação13

11 proteção e combate a incêndio 05102005
11 proteção e combate a incêndio 0510200511 proteção e combate a incêndio 05102005
11 proteção e combate a incêndio 05102005Shirlene Maciel Rafino
 
8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndiosjmaciel_hmcg
 
Prevenção de Perdas e Danos
Prevenção de Perdas e Danos Prevenção de Perdas e Danos
Prevenção de Perdas e Danos Anderson Stoll
 
Aula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfAula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfontimiza
 
8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndiosRosione Rodrigues
 
manualcombateincendio.pdf
manualcombateincendio.pdfmanualcombateincendio.pdf
manualcombateincendio.pdfJanainaGomes68
 
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptx
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptxNR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptx
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptxWesleySousaSilva3
 
Brigada Contra Incendio.PPT
Brigada Contra Incendio.PPTBrigada Contra Incendio.PPT
Brigada Contra Incendio.PPTAdelmaSiles
 
Manual do participante 2014
Manual do participante 2014Manual do participante 2014
Manual do participante 2014Gliceu Grossi
 
Combate a Incêndios 01.ppt
Combate a Incêndios 01.pptCombate a Incêndios 01.ppt
Combate a Incêndios 01.pptssuser11eb651
 
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c seg
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c segProteção contra incêndio modulo ii 1 c seg
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c segMarcio Andre
 
Proteção e combate a incêndio
Proteção e combate a incêndioProteção e combate a incêndio
Proteção e combate a incêndioArias Garcia
 
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptxPRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptxWilsonGustavo2
 

Semelhante a Apresentação13 (20)

11 proteção e combate a incêndio 05102005
11 proteção e combate a incêndio 0510200511 proteção e combate a incêndio 05102005
11 proteção e combate a incêndio 05102005
 
MODULO IX (1. NR-10 BÁSICO - 40H)
MODULO IX (1. NR-10 BÁSICO - 40H) MODULO IX (1. NR-10 BÁSICO - 40H)
MODULO IX (1. NR-10 BÁSICO - 40H)
 
8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios
 
Prevenção de Perdas e Danos
Prevenção de Perdas e Danos Prevenção de Perdas e Danos
Prevenção de Perdas e Danos
 
Aula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfAula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdf
 
8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios8 manual de proteção e combate a incêndios
8 manual de proteção e combate a incêndios
 
manualcombateincendio.pdf
manualcombateincendio.pdfmanualcombateincendio.pdf
manualcombateincendio.pdf
 
Aula unidade 3
Aula   unidade 3Aula   unidade 3
Aula unidade 3
 
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptx
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptxNR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptx
NR23+-+Treinamento+de+Brigada+de+Emergencia+-+2023 (1).pptx
 
Apostila incendio
Apostila incendioApostila incendio
Apostila incendio
 
Prevenção e combate a incêdios 01
Prevenção e combate a incêdios 01Prevenção e combate a incêdios 01
Prevenção e combate a incêdios 01
 
Brigada Contra Incendio.PPT
Brigada Contra Incendio.PPTBrigada Contra Incendio.PPT
Brigada Contra Incendio.PPT
 
Manual do participante 2014
Manual do participante 2014Manual do participante 2014
Manual do participante 2014
 
Combate a Incêndios 01.ppt
Combate a Incêndios 01.pptCombate a Incêndios 01.ppt
Combate a Incêndios 01.ppt
 
Incêndios
IncêndiosIncêndios
Incêndios
 
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c seg
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c segProteção contra incêndio modulo ii 1 c seg
Proteção contra incêndio modulo ii 1 c seg
 
Proteção e combate a incêndio
Proteção e combate a incêndioProteção e combate a incêndio
Proteção e combate a incêndio
 
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptxPRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx
PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx
 
Teoria do fogo
Teoria do fogoTeoria do fogo
Teoria do fogo
 
Proteção combate incendio
Proteção combate incendioProteção combate incendio
Proteção combate incendio
 

Mais de Fernandoprotec (20)

Apresentação14
Apresentação14Apresentação14
Apresentação14
 
Apresentação12
Apresentação12Apresentação12
Apresentação12
 
Apresentação11
Apresentação11Apresentação11
Apresentação11
 
Apresentação10
Apresentação10Apresentação10
Apresentação10
 
Apresentação9
Apresentação9Apresentação9
Apresentação9
 
Apresentação8
Apresentação8Apresentação8
Apresentação8
 
Apresentação7
Apresentação7Apresentação7
Apresentação7
 
Apresentação6
Apresentação6Apresentação6
Apresentação6
 
Apresentação5
Apresentação5Apresentação5
Apresentação5
 
Apresentação4
Apresentação4Apresentação4
Apresentação4
 
Apresentação3
Apresentação3Apresentação3
Apresentação3
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Apresentação2
Apresentação2Apresentação2
Apresentação2
 
Apresentação3
Apresentação3Apresentação3
Apresentação3
 
Apresentação4
Apresentação4Apresentação4
Apresentação4
 
Apresentação5
Apresentação5Apresentação5
Apresentação5
 
Apresentação6
Apresentação6Apresentação6
Apresentação6
 
Apresentação7
Apresentação7Apresentação7
Apresentação7
 

Último

Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...azulassessoriaacadem3
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdfCludiaFrancklim
 
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...Prime Assessoria
 
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptxAndreia Silva
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...azulassessoriaacadem3
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...apoioacademicoead
 
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...apoioacademicoead
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...excellenceeducaciona
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...Prime Assessoria
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Mary Alvarenga
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...excellenceeducaciona
 
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...apoioacademicoead
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...azulassessoriaacadem3
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...azulassessoriaacadem3
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...azulassessoriaacadem3
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da MulherMary Alvarenga
 

Último (20)

Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
 
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...
a) Tendo como base as competências de um conselho de saúde, a afirmação "... ...
 
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
 
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...
A) COMENTE sobre a situação de saúde apresentado no Brasil atualmente e EXPLI...
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
Namorar não és ser don .
Namorar não és ser don                  .Namorar não és ser don                  .
Namorar não és ser don .
 
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...
A) Comportamento treino-instrução. B) Comportamento de apoio social. C) Compo...
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher
 

Apresentação13

  • 1. PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
  • 2. Influência histórica O fogo tem fascinado a humanidade durante milhares de anos. Ao seu redor, e graças ao seu calor. Tem vivido centenas de gerações. Foi a maior conquista do homem pré-histórico. A partir desta conquista o homem aprendeu a utilizar a força do fogo em seu proveito, extraindo a energia dos materiais da natureza ou moldando a natureza em seu benefício. Entre muitos fatores, o fogo foi um dos maiores responsáveis pelo grau de desenvolvimento que a humanidade atingiu, apesar de que , durante muitos períodos da história, foi utilizado como força destrutiva para a produção de armas.
  • 3. Definições e Conceitos Bens de patrimônio: Conjunto dos recursos operacionais, abrangendo o capital, reservas, lucros, maquinários instalações e edificações. Emergência: Termo que indica uma condição em que há necessidade de intervenção imediata para atender vítima: é aqui e agora, “já”. Pode também descrever um desvio do planejado ou projetado, ou uma mudança súbita no curso de eventos que coloca em perigo ou afeta adversamente as pessoas, propriedades ou o meio ambiente. Socorrista: Pessoa profissionalmente habilitada a prestar socorros ou atendimento em casos de acidentes ou de mal súbito.
  • 4. Definições e Conceitos Tempo de resposta: O tempo entre a chamada de emergência e a chegada dos recursos adequados ao local da ocorrência, sejam de combate a incêndio ou de operações especiais de resgate. Vítima: É a pessoa que sofre os resultados infelizes dos próprios atos, dos de outrem ou do acaso. Pessoa ferida ou assassinada, ou que morre por trauma, mal súbito, epidemia, catástrofe, guerra...
  • 5. Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido a combustão de materiais diversos.
  • 6. DINÂMICA DO FOGO Para compreender a dinâmica do fogo será necessário, em primeiro lugar, entender quais as condições básicas que devem estar presentes para que o fogo possa ocorrer, ou seja, para que ocorra a combustão. A combustão (ou oxidação rápida) pode ocorrer de duas formas básicas: lenta (ou incompleta) e rápida (ou completa). O exemplo mais comum de combustão lenta é a churrasqueira: a queima do carvão produz pouca chama ou chama invisível, ou fumaça. Combustão rápida (contínua) produz uma chama visível e uma quantidade variável de fumaça.
  • 7. Então, para que o fogo possa ocorrer, serão necessários quatro componentes básicos: Quando esses quatro componentes essenciais se unem então teremos a condição de combustão que se define como tetraedro do fogo.  Combustível  Comburente (oxigênio)  Calor  Reação em cadeia
  • 8. FAIXA DE COMBUSTÃO - OXIGÊNIO
  • 9. É todo material que queima. São sólidos, líquidos e gasosos, sendo que os sólidos e os líquidos se transformam primeiramente em gás pelo calor e depois inflamam. Sólidos Madeira, papel, tecido, algodão, etc.
  • 10. Líquidos Voláteis – São os que desprendem gases inflamáveis à temperatura ambiente. Ex.:álcool, éter, benzina, etc. Não Voláteis – São os que desprendem gases inflamáveis à temperaturas maiores do que a do ambiente. Ex.: óleo, graxa, etc.
  • 11. O combustível gasoso pode ser o mais perigoso, uma vez que já se encontra no estado natural propício para ignição. Além disso, os gases se movem com mais liberdade com as correntes de ar, tornando muito mais difícil o controle e o confinamento. Exemplo de combustíveis gasoso: Butano, propano, etano, etc. Gasosos
  • 12. O AR 21% 78% 1% OXIGENIO NITROGENIO OUTROS GASES É o elemento ativador do fogo, que se combina com os vapores inflamáveis dos combustíveis, dando vida às chamas e possibilitando a expansão do fogo. Compõe o ar atmosférico na porcentagem de 21%, sendo que o mínimo exigível para sustentar a combustão é de 16%.
  • 13. É uma forma de energia. É o elemento que dá início ao fogo, é ele que faz o fogo se propagar. Pode ser uma faísca, uma chama ou até um super aquecimento em máquinas e aparelhos energizados.
  • 14. Os combustíveis, após iniciarem a combustão, geram mais calor. Esse calor provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis, desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia, que, em resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação.
  • 15. O fogo pode se propagar  Pelo contato da chama em outros combustíveis;  Através do deslocamento de partículas incandescentes;  Pela ação do calor. O calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do atrito dos corpos. Ele se propaga por três processos de transmissão:
  • 16. É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material, de molécula a molécula ou de corpo a corpo.
  • 17. É quando o calor se transmite através de uma massa de ar aquecida, que se desloca do local em chamas, levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão, originando outro foco de fogo.
  • 18. Sol É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço, sem utilizar qualquer meio material.
  • 19. PONTO DE FULGOR É a temperatura (uma para cada combustível), na qual um combustível desprende vapores suficientes para serem inflamados por uma fonte externa de calor, mas não em quantidade suficiente para manter a combustão. É a temperatura do combustível acima da qual ele desprende gases e vapores em quantidade suficiente para serem inflamados por uma fonte extrema de calor, e continuarem queimando, mesmo quando retirada esta fonte de calor.
  • 20. Principais pontos e temperaturas de alguns combustíveis ou inflamáveis Combustíveis Inflamáveis Ponto de Fulgor Temperatura de Ignição Álcool etílico Gasolina Querosene Parafina 12,6°C -42,0°C 38,0°C a 73,5°C 199,0°C 371,0°C 257,0°C 254,0°C 245,0°C TEMPERATURA DE IGNIÇÃO É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independente de qualquer fonte de calor.
  • 21. PROCEDIMENTOS EM CASO DE INCÊNDIO Para combater de imediato o fogo o que devemos fazer?  Transmita o alarme de incêndio;  Desligar a energia elétrica;  Acionar os bombeiros;  Saber avaliar o incêndio.
  • 22. FONTES MAIS COMUNS CAUSADORAS DE INCÊNDIO Química Eletricidade Acidente
  • 23. D - ELEMENTOS PIROFÓRICOS COMO MAGNÉSIO Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis. Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção rápida e segura. A - MADEIRA, PAPEL E ALGODÃO B - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS C - EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS
  • 24. Classe A  Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos;  Queimam em superfície e profundidade;  Após a queima deixam resíduos, brasas e cinzas;  Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de resfriamento, e as vezes por abafamento através de jato pulverizado.
  • 25. Classe B  Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis;  Queimam em superfície;  Após a queima, não deixam resíduos;  Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 26. Classe C  É a classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados;  A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de eletricidade, nunca com extintores de água ou espuma;  O primeiro passo num incêndio de classe C, é desligar o quadro de força e checar a energia zero, pois assim ele se tornará um incêndio de classe A ou B. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 27. Classe D  Caracteriza-se por fogo em metais pirofóricos (alumínio, antimônio, magnésio, etc);  São difíceis de serem apagados;  Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento;  Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção do fogo. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 28. Classe K  Classificação do fogo em óleo e gordura em cozinhas;  Os agentes extintores da classe K controlam rapidamente o fogo, formando uma camada protetora na superfície em chamas; Possuem efeito de resfriamento CLASSES DE INCÊNDIO
  • 29. Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta retirar um desses elementos. Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por resfriamento.
  • 30. Os métodos de extinção do incêndio visam eliminar um ou mais componentes do triângulo ou tetraedro do fogo. Na ausência de qualquer um desses três componentes, o fogo se extinguirá. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO
  • 31. Separando o combustível dos demais componentes do fogo, isolando-o, como na abertura de uma trilha na mata, por exemplo, o fogo não passa, impedindo que se forme o triângulo ou tetraedro. ISOLAMENTO
  • 32. combustível EXTINÇÃO POR RETIRADA DO MATERIAL ( ISOLAMENTO) Esse método consiste em duas técnicas:  Retirada do material que está queimando;  Retirada do material que está próximo ao fogo.
  • 33. ABAFAMENTO Quando abafamos o fogo, impedimos que o oxigênio participe da reação.
  • 34. combustível Extinção por retirada do comburente (Abafamento) Este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio com o combustível.
  • 35. RESFRIAMENTO Este método consiste em jogarmos água no local em chamas provocando seu resfriamento e consequentemente eliminando o componente “calor” do triângulo ou tetraedro do fogo.
  • 36. combustível Extinção por retirada do calor (Resfriamento). Este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor, até que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague.
  • 37. Extinção Química Ocorre quando interrompemos a reação em cadeia. Este método consiste no seguinte: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que, ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável. Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não-inflamável.
  • 38. Destinam-se ao combate imediato e rápido de pequenos focos de incêndios, não devendo ser considerados como substitutos aos sistemas de extinção mais complexos, mas sim como equipamentos adicionais. Recomendações:  Instalar o extintor em local visível e sinalizado;  O extintor não deverá ser instalado em escadas, portas e rotas de fuga;  Os locais onde estão instalados os extintores, não devem ser obstruídos;  O extintor deverá ser instalado na parede ou colocado em suportes de piso;  O lacre não poderá estar rompido.
  • 39. *Pressurizado Água Pressurizada  É o agente extintor indicado para incêndios de classe A;  Age por resfriamento e/ou abafamento;  Podem ser aplicado na forma de jato compacto, chuveiro e neblina. Para os dois primeiros casos, a ação é por resfriamento. Na forma de neblina, sua ação é de resfriamento e abafamento.  Tem grande poder de infiltração;  Ataca o fogo dirigindo o jato para sua base.
  • 40. ATENÇÃO!  Nunca use água em fogo das classes C e D.  Nunca use jato direto na classe B.
  • 41. Gás Carbônico Também chamado de (CO2)  É o agente extintor indicado para incêndios de classe B e C;  Forma de gelo seco que queima;  Age por abafamento e por resfriamento, em ação secundária;  É um gás sem cheiro, sem cor e não conduz eletricidade;  É asfixiante e por isso deve-se evitar e seu uso em ambientes pequenos. AGENTES EXTINTORES *Pressurizado
  • 42. Pó Químico  Há várias composições de pós que, quando aplicadas sobre o fogo, extinguem-no, principalmente por quebra da reação em cadeia.  É o agente extintor indicado para combater incêndios da classe B;  Age por abafamento, podendo ser também utilizados nas classes A e C, podendo nesta última danificar o equipamento.  Não se utiliza na base do fogo, usar formando nuvem por cima das chamas. AGENTES EXTINTORES *Pressurizado
  • 43. Espuma  É um agente extintor indicado para incêndios das classe A e B.  Age por abafamento e secundariamente por resfriamento.  Por ter água na sua composição, não se pode utilizá-lo em incêndio de classe C, pois conduz corrente elétrica. AGENTES EXTINTORES
  • 44. Compostos Halogenados  Compostos químicos formados por um destes quatro elementos halogenados: bromo, cloro, flúor e iodo.  Provocam a quebra da reação em cadeia, mas também agem por abafamento.  Não danificam equipamentos eletrônicos sensíveis.  Atualmente, para proteger a camada de ozônio, os compostos halogenados mais utilizados são os chamados HCFCs. AGENTES EXTINTORES
  • 45. Classe K Classificação do fogo em óleo e gordura em cozinhas. Os agentes extintores da classe K controlam rapidamente o fogo, formando uma camada protetora na superfície em chamas. Possuem efeito de resfriamento por vapor d'água e de inertização resultante da formação do vapor. Extinguem o fogo interrompendo a reação química de combustão através de seu composto acetato de potássio. AGENTES EXTINTORES
  • 46. Agentes extintores portáteis. De fácil manuseio, geralmente possuem capacidade de carga até 12 Kg ou 10 litros de agente extintor. Indicados para combater princípios de incêndio, estão disponíveis com os diversos agentes extintores. AGENTES EXTINTORES
  • 47. Com capacidade para até 150 litros, estes equipamentos são maiores e por isso montados sobre as rodas. Normalmente são pesados para transportar e utilizam mangueira longa para descarga do agente extintor. AGENTES EXTINTORES
  • 48. LAMMPADA L – LACRE A – ALÇA M – MANGOTE M – MANÔMETRO P – PINO A – ASPECTO D – DEFORMIDADES A – AUTORIZAÇÕES
  • 49. Selo Novo Selo de Manutenção
  • 50. INSTALAÇÃO DOS EXTINTORES:  Locais de fácil acesso;  Bem sinalizados;  Desobstruídos.
  • 51. O Corpo de Bombeiro aplica poucas exigências às pequenas edificações. Dentre elas, obriga a presença de extintores de incêndio com a finalidade de conter os incêndios em seu início. Para que isso possa ocorrer, eles necessitam:  Estar com sua carga de agente extintor e pressurização em ordem;  Estar bem instalados e bem distribuídos;  Ser adequados ao risco cujo incêndio pretende conter e,  Ser, obviamente, operados adequadamente quando o incêndio se iniciar. EXTINTORES
  • 52. Os extintores de incêndio, em seu rótulo, possuem indicação sobre as classes de incêndio para as quais são adequados. Exemplo de rótulo de extintor adequado às classes de incêndio “B” e “C”. Em alguns casos o rótulo informa também as classes de incêndio para as quais o extintor não se presta, conforme exemplo abaixo: EXTINTORES
  • 53. Hidrantes Sprinklers Trata-se de certas substâncias químicas sólidas, líquidas ou gasosas que são utilizadas na extinção de um incêndio, dispostas conjuntos hidráulicos (hidrantes e dispositivos especiais (sprinklers e sistemas fixos de CO2). SISTEMAS DE EXTINÇÃO MAIS COMPLEXOS
  • 54. QUADRO RESUMO DE EXTINTORES
  • 55. TELEFONE DO CORPO DE BOMBEIROS NO BRASIL: 193

Notas do Editor

  1. INCLUIR : HISTÓRICO DO FOGO.