Apostila2003 (1)

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Apostila2003 (1)

  1. 1. UDESC PLANALTO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA MOVELEIRA LABORATÓRIO DE BOTÂNICAAPOSTILA DE AULAS PRÁTICAS ANATOMIA VEGETAL Prof. ARLINDO COSTA SÃO BENTO DO SUL 2006
  2. 2. 2 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Caros alunos Aqui estão algumas sugestões para que vocês possam ter um melhoraproveitamento do curso prático de Anatomia Vegetal• Leia cuidadosamente os procedimentos antes de iniciar as atividades práticas.• Estude a teoria e observe bem as figuras nas aulas teóricas antes de ter as aulas práticas. Se possível, sempre tenha um livro com figuras dos assuntos a serem estudados.• Anotar todos os detalhes pertinentes á atividade prática, desde a explicação do professor até as observações peculiares de cada corte.• Esclarecer com o professor todos os pontos duvidosos.• Utilize o material necessário, evitando desperdícios e danos.• Deixar a bancada do laboratório perfeitamente limpa.• Deixar os microscópios limpos, cobertos, desligados.• Devolver o material didático a seu devido lugar.• Colocar lâminas e lamínulas sujas em local apropriado — Elas deverão estar limpas para serem utilizadas nas próximas aulas.• Deixar todos os vidros com reagentes e corantes devidamente tampados• Participe ativamente de todas os procedimentos práticos, para que ao final, você adquira habilidade prática em anatomia vegetal. www.profarlindo.bio.br
  3. 3. 3 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________ 1-INTRODUÇÃO AO ESTUDO PRÁTICO DE ANATOMIA VEGETAL O estudo interno das estruturas dos vegetais é feito observando-se os cortesfinos de tecido vegetal em microscópio óptico. Portanto, lembre-se que são necessárioscuidados redobrados com este equipamento para sua conservação. Quanto ao material vegetal, normalmente utiliza-se o material vegetal coletado afresco, com a possibilidade de utilização de material herborizado após sua hidratação.Para a conservação do material vegetal são utilizadas soluções fixadoras, quepromovem a morte das células e sua preservação estrutural em estado próximo domaterial fresco. As principais substâncias fixadoras são formol, o álcool, iodo, bicromatode potássio e os ácidos: acético, pícrico crômico e ósmico. A escolha do uso desoluções depende dos objetivos do trabalho a ser realizado. Atenção para evitar ocontato das soluções fixadoras com a pele, pois a maioria das substâncias citadas étóxica. Para que a luz possa atravessar o tecido a ser estudado, os cortes feitos devemser suficientemente finos e transparentes. Utiliza-se regularmente o micrótomo paraobtenção de cortes finos, mas para realização dos cortes neste equipamento, o materialvegetal deve estar devidamente desidratado e incluído em um suporte (mais comum:parafina). Podemos também realizar cortes à mão livre, com auxilio de uma lâmina debarbear e um suporte (isopor, pecíolo de embaúba, medula do caule de sabugueiro). Ocorte deve ser imediatamente transferido para um recipiente contendo água destilada.Os cortes realizados devem ser mais finos o possível, possibilitando a observação dasestruturas vegetais.Tipos de corte Para visualizarmos as estruturas anatômicas, devermos fazer e manipular oscortes com cuidado, observando sempre o plano de corte pode ser:a. Transversal: Perpendicular ao maior eixo do órgão.b. Longitudinal: Paralelo ao maior eixo do órgão. Quando o órgão cilíndrico, o corte longitudinal pode ser tangencial, tangente ao raio cilindro, ou radial, passando pelo diâmetro ou raio. www.profarlindo.bio.br
  4. 4. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 4______________________________________________________________________________c. Paradérmico: Paralelo à superfície do órgão. Utilizado principalmente em estudos dos tecidos de revestimento. Longitudinal Longitudinal radial tangencial TransversalFigura 1. Planos de corte em órgão cilíndrico.Durabilidade dos cortes Quanto à duração os cortes podem ser provisórios, ou permanentes. Nosprovisórios, o liquido de inclusão utilizado é a água, glicerina ou corante. Nasmontagens permanentes utiliza-se o Bálsamo do Canadá ou resinas sintéticas. Emnossas aulas utilizaremos lâminas com cortes provisórios confeccionados pelos alunosdurante o período da aula prática, portanto os procedimentos descritos são osadequados à obtenção desse tipo de material.Clareamento dos cortes A célula vegetal contém inúmeras substâncias que possuem cor, dentre elas ospigmentos. Para facilitar a observação das estruturas, vários métodos de coloração www.profarlindo.bio.br
  5. 5. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 5______________________________________________________________________________podem ser empregados, entretanto para que sejam eficientes, é necessário que ostecidos estejam livres de outras cores. O clareamento dos cortes é feio utilizando solução de hipoclorito de sódiocomercial ou cloral hidratado. O transporte dos cortes para a solução de hipocloritodeve ser feito com o auxílio de estilete e não com pincel, para não danificar suascerdas. Transferir os cortes em seguida para outro recipiente com água destilada eenxaguar abundantemente. Com o objetivo de corrigir o pH para que não hajainterferência na eficácia do corante, passar os cortes em solução de ácido acéticodiluído, enxaguando em água em seguida.Coloração dos cortes O uso de corantes é necessário para evidenciar as estruturas celulares,resultando em maior facilidade para observação. Alguns reagentes são empregadospara a definição do tipo de substância encontrada em alguns tipos de células. O corante que será mais utilizado em nossas aulas é o safrablau. Trata-se deuma solução composta por dois tipos de corantes: o azul de astra, que cora paredescelulósicas em azul, e a safranina, que cora paredes lignificadas, suberificadas ecutinizadas em vermelho. Devido à disponibilidade escassa de recursos para as aulas,utilizaremos um substituto do azul de astra, o azul de alcião.Roteiro para preparo das lâminas 1. Coloque os cortes em vidro de relógio contendo a solução de hipoclorito de sódio até perderem completamente sua coloração; 2. Enxágüe os cortes em água durante 1 minuto e repita este procedimento 2 vezes, trocando a água de enxágüe; 3. Transfira os cortes para um vidro de relógio contendo ácido acético diluído; 4. Enxágüe novamente durante 1 minuto; 5. Transfira os corte para um vidro de relógio contendo algumas gotas de safrablau durante 20-30 segundos; 6. Enxágüe abundantemente em água; 7. Transfira os cortes com o pincel para uma lâmina contendo uma gota de glicerina ou água; 8. Cubra com lamínula, evitando a formação de bolhas. www.profarlindo.bio.br
  6. 6. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 6______________________________________________________________________________Desenhos As práticas de Anatomia Vegetal são realizadas mediante a observação devárias estruturas vegetais em diversos grupos, portanto é necessária a documentaçãodas observações através da confecção de desenhos. Os esquemas feitos durante aaula refletem se o aluno compreendeu a organização das estruturas de maneiraconsistente. Os desenhos devem ser simples e levar em consideração a forma do objeto e asproporções dos componentes dos cortes. Outro aspecto importante é a inclusão delegendas, para que se possa reconhecer as estruturas desenhadas.Dois tipos de desenho podem ser empregados nas aulas práticas: a. Desenho detalhado: Tem o objetivo de representar a estrutura da maneira mais próxima ao material observado. Deve ser incluído o maior número possível de detalhes. b. Desenho esquemático: Fornece uma idéia global de forma simplificada do material em estudo. Leva em consideração a forma e a proporção dos diferentes componentes. Para este tipo de desenho, emprega- se usualmente a convenção de Metcalfe & Chalk para a representação de tecidos da seguinte maneira: Parênquima Colênquima Esclerênquima Felema ou súber Xilema Floema Epiderme www.profarlindo.bio.br
  7. 7. O curso será ministrado com introdução gradual da observação de estruturas eda confecção de cortes, com o objetivo que o aluno desenvolva gradualmentehabilidade na técnica de preparo de lâminas e observação de tecidos vegetais. Sempre anote qual material vegetal e o tipo de corte que estão sendoobservados. Anote outras informações que forem importantes no estudo que estiversendo realizado. Os nomes científicos devem ser anotados de acordo com o CódigoInternacional de Nomenclatura Botânica.II- Roteiros1- Cortes à mão livreObjetivo: Treinamento na obtenção de cortes à mão livre, preparações histológicas eesquematização das estruturas observadas no microscópio.Material: Folha e pecíolo de diferentes espécies vegetais.Procedimento:I. Faça cortes transversais, longitudinais e paradérmicos, utilizando o suporte, de acordo com o esquema fornecido anteriormente.Questões:1. Quantos tipos de célula você é capaz de distinguir nesta folha?2. Qual o melhor aumento para observar: a. a estrutura interna geral do pecíolo? b. Detalhes dos diferentes tipos de células?3. Observe os diferentes tipos de células. Em que podemos nos basear para diferenciá-los?4. Faça os esquemas segundo as orientações fornecidas previamente.
  8. 8. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 20068______________________________________________________________________________2- Substâncias ergásticasEtapa A - AmidoMaterial vegetal: Tubérculo de Solanum tuberosum L.Procedimento: I. Faça cortes finos dos tubérculos;II. Adicione uma gota de lugol e cubra com lamínula.III. Observe ao microscópio e desenhe. Material: Aumento:Etapa B - Oxalato de cálcioMaterial vegetal: Folhas de Nerium oleander e de Diefembachia sp.Procedimento: I. Faça cortes transversais nos diferentes materiais fornecidos.II. Coloque os cortes em uma gota de água em diferentes lâminas e cubra com lamínula. www.profarlindo.bio.br
  9. 9. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 9 ______________________________________________________________________________III. Observe ao microscópio, identifique e desenhe as diferentes substâncias ergásticas. Material: Material: Aumento: Aumento:Etapa C - Carbonato de cálcioMaterial vegetal: Folhas de Ficus retusa.Procedimento: I. Fazer cortes transversais finos das folhas; II. Coloque em uma lâmina com uma gota de água e cubra com lamínula; III. Observe ao microscópio o conteúdo das células periféricas mais volumosas que as demais, esquematize; IV. Observando ao microscópio, retire a água com auxílio de papel de filtro e pingue uma gota de ácido clorídrico junto a uma das bordas da lamínula, de maneira que o ácido entre em contato com o corte. Material: Aumento:Questões: www.profarlindo.bio.br
  10. 10. 10 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________1. O que aconteceu quando o ácido entrou em contato com o corte?3 - MeristemasEtapa A – Meristemas apicaisMaterial:• Lâminas permanentes de ápice caulinar de Plecthranthus barbatus e de raiz de aguapé.Procedimento: I. Observe ao microscópio a lâmina de raiz de aguapé; II. Identifique a coifa e o meristema apical da raiz; III. Localize os meristemas primários: Protoderme, procâmbio e meristema fundamental. Esquematize. IV. Observe ao microscópio a lâmina de ápice de P. barbatus; V. Observe o meristema apical dos caule, os meristemas primários e os primórdios foliares. Esquematize. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  11. 11. 11 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________ Material: Aumento:Questões:1. Caracterize as células da coifa e da região meristemática com relação à forma das células, relação núcleo citoplasma, ocorrência de divisão celular.2. Quais os tecidos originados pela protoderme, procâmbio e meristema fundamental?3. Qual a função da coifa?4. Compare o ápice caulinar e o radicular. Cite as diferenças básicas quanto à posição do meristema e a produção de estruturas.Etapa B – Meristemas lateraisMaterial vegetal: Caule primário e secundário de P. barbatus.Procedimento: I. Faça cortes transversais finos da região próxima ao ápice e de uma região mais basal; II. Execute o procedimento para descoloração e coloração com safrablau; III. Prepare a lâmina e cubra com lamínula; IV. Observe ao microscópio, identifique os meristemas laterais e desenhe. www.profarlindo.bio.br
  12. 12. 12 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Estrutura primária Estrutura secundáriaAumento: Aumento:Questões: 1. Diferencie os meristemas apicais dos laterais. 2. O que acontecerá com a organização dos tecidos vasculares primários em decorrência da atividade dos meristemas laterais? 3. A partir de suas observações sobre o crescimento deste órgão, esquematize um estágio mais avançado do crescimento secundário.4- Epiderme e suas formaçõesEtapa A – TricomasMaterial vegetal: órgãos tricomatosos. Sugestões: folhas de Tillandsia sp (barba develho), caule de P. barbatus, folha de Melastomataceae.Procedimento: I. Faça cortes transversais finos e raspe a epiderme dos materiais fornecidos; II. Execute o procedimento de descoloração e coloração dos cortes; III. Prepare o material em lâmina, cubra com lamínula, observe e desenhe. www.profarlindo.bio.br
  13. 13. 13 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________ Material: Aumento:Questões:1. Caracterize as células epidérmicas.2. Quais as diferenças anatômicas e funcionais que existem entre tricomas tectores e secretores?3. Caracterize os tipos de tricomas tectores encontrados quanto à forma e a número de células.Etapa B - Estômatos.Material vegetal: Folhas de diferentes espécies (sugestões: uma espécie de Poaceaegoiabeira, Coffea arabica, fortuna e cravínea).Procedimento: www.profarlindo.bio.br
  14. 14. 14 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________ I. Faça cortes paradérmicos das faces adaxial e abaxial das espécies selecionadas; II. Execute o procedimento de descoloração e coloração; III. Observe ao microscópio, identifique os tipos de estômatos e esquematize.Material:Aumento:Questões:1. Indique, para as diferentes espécies, em qual das faces foram encontrados os estômatos.5 - ParênquimaMaterial vegetal: Folhas de Kalanchoe, ou outra espécie suculenta, caule de P.barbatus, folhas ou caules de uma espécie aquática, tubérculo de Solanum tuberosus.Procedimento: www.profarlindo.bio.br
  15. 15. 15 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________ I. Faça cortes transversais finos dos tecidos a serem analisados; II. Execute o procedimento de descoloração e de coloração; III. Prepare os cortes sobre lâmina com água. Cubra com lamínula e observe; IV. Além dos cortes transversais, faça cortes longitudinais radiais finos dos caules. Monte em lâmina com água e cubra com lamínula; V. Observe as células de parênquima, a parede celular, os espaços intercelulares e o conteúdo celular; VI. Esquematize. Material: Aumento:Questões:1. Compare os diferentes tipos de parênquima observados.2. Qual é o tipo de parênquima que predomina nas folhas?3. Caracterize o parênquima quanto à sua localização nos cortes.4. Descreva a parede celular das células parenquimáticas. www.profarlindo.bio.br
  16. 16. 16 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________6 - ColênquimaMaterial vegetal: Pecíolos de Datura suaueolens (trombeteira), Ricinus communis L. (mamona) e Sambucus australis Cham et Schelechtendal (sabugueiro).Procedimento: I. Faça cortes transversais finos dos três tipos de tecidos fornecidos; II. Descobrir os tecidos e corar com safrablau; III. Prepare os cortes em lâmina com água e cubra com lamínula; IV. Observe ao microscópio, esquematize e identifique os tipos colênquima encontrados. Material: Aumento: Material: Aumento: Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  17. 17. 17 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Questões:1. Qual o critério utilizado para a classificação do colênquima?2. Qual a localização do tecido nos cortes observados?3. Caracterize o espessamento da parede celular nos tipos de colênquima encontrados.4. Compare uma célula parenquimática com uma colenquimática com relação à formada célula e composição da parede celular.7 - EsclerênquimaMaterial vegetal: Fruto de Pyrus malus, semente de Phaseolus vulgaris, caule de P. barbatus em desenvolvimento secundário, folha de Nymphaea sp.* A coloração será feita com floroglucina acidificada (reagente específico para lignina)Procedimento I. Raspe a polpa do fruto de Pyrus malus e coloque sobre uma lâmina; II. Faça cortes transversais da semente de leguminosa, procurando abranger a casca da semente e coloque sobre uma lâmina; III. Faça cortes transversais e longitudinais do caule e coloque sobre uma lâmina; IV. Faça cortes transversais da folha de Nymphaea e coloque sobre uma lâmina; V. Em todos os cortes pingue uma gota de ácido clorídrico (Sol A) e outra de floroglucina (Sol. B). Aguarde 1-2 minutos; VI. Cubra com lamínula e observe ao microscópio; VII. Esquematize os diferentes tipos de células esclerenquimáticas. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  18. 18. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 18______________________________________________________________________________Material:Aumento:Questões:1. Quais foram os tipos de células esclerenquimáticas observadas?2. Caracterize a parede celular das células esclerenquimáticas.3. Qual a localização das células esclerenquimáticas encontradas?4. Diferencie as células colenquimáticas das células esclerenquimáticas.8 - XilemaMaterial vegetal:Macerado do caule de Pinus sp e de Impatiens sp.; caule de Impatiens; Lâmina semipermanente de Cupressus sp. www.profarlindo.bio.br
  19. 19. 19 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Procedimento: I. Faça cortes transversais e longitudinais do caule; II. Execute o procedimento de descoloração e coloração com safrablau; III. Prepare o corte em lâmina e cubra com lamínula; IV. Observe as células do xilema e esquematize. V. Observe as lâminas do material macerado e compare as células dos elementos de condução. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  20. 20. 20 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Questões:1. Quais foram os componentes do xilema observados?2. Quais foram os padrões de espessamento da parede celular encontrados nas diferentes lâminas?3. Compare o xilema das gimnospermas com o de Impatiens.8- FloemaMaterial vegetal: Caule de Sechium sp ou de Curcubita pepo, caule de Panicum maximum.Procedimento: I. Faça cortes transversais e longitudinais dos caules; II. Core os cortes com safrablau após procedimento de descoloração; III. Prepare os cortes em lâminas com água, cubra com lamínula e observe; IV. Identifique os elementos do floema e esquematize. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  21. 21. 21 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Questões:1. Diferencie o xilema e o floema, anatomicamente.2. Quais as disposições dos elementos do floema em relação aos elementos do xilema nas lâminas observadas?9 - RaízesMaterial vegetal: Lâminas semipermanentes de Phaseolus vulgaris e de raiz de Orquídea.Procedimento: I. Observe ao microscópio as lâminas permanentes; II. Identifique os tecidos que ocorrem nos dois tipos de raízes; III. Esquematize. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  22. 22. 22 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________Questões:Caracterize as raízes observadas.Quais as diferenças entre a epiderme das duas espécies?Diferencie as raízes de mono e dicotiledôneas9 - CauleMaterial vegetal: Caule de Panicum maximum e de DicotiledôneaProcedimento: I. Faça cortes transversais do matéria fornecido; II. Execute a descoloração e coloração dos cortes; III. Prepare os cortes na lâmina e cubra com lamínula; IV. Observe os cortes ao microscópio, identifique os tecidos e esquematize. Material: Aumento:Questão:1. Diferencie os caules de monocotiledônea e dicotiledônea em estrutura primária. www.profarlindo.bio.br
  23. 23. 23 Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006______________________________________________________________________________10- FolhasMaterial vegetal: Lâmina foliar e pecíolo de Tibouchina sp, lâmina de Eucalyptus s Lâmina foliar de Panicum maximum.Procedimento:I. Observe as lâminas permanentes ao microscópio esquematize compare.II. Faça cortes transversais do peciolo e das lâminas das espécies citada monte em lâminas com água, cubra com lamínula e observe.III. Observe a disposição dos tecidos, dos feixes vasculares e das estruturas presentes nos cortes.IV. Esquematize. Material: Aumento: www.profarlindo.bio.br
  24. 24. Roteiro de aulas práticas – Prof Arlindo Costa – UDESC - 2006 24______________________________________________________________________________Questões:1. Descreva o mesofilo das espécies observadas.2. Diferencie as folhas de monocotiledôneas das folhas de dicotiledôneas.3. Qual tecidos de sustentação ocorre na nervura central?4. Em quais espécies ocorre anatomia foliar “Kranz”? www.profarlindo.bio.br

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