Conectando Mundos
A TRUTA MOCHAOlá amigos e amigas, comoestão?O meu nome é Zaida Sivestre.Sou uma medusa e venho do sulda Andaluzia, Espanha...
A TRUTA MOCHAConta a lenda que existia uma Lagoa Verde, ondehabitava uma truta chamada Mocha que viajou até aoimenso mar j...
Lagrimita   FocinhobravoMocha        Aiquemedo
A TRUTA MOCHALagrimita tinha tendência para estar sepre triste e as suassobrancelhas ficavam com a forma de /.. cada vez q...
A família de Mocha tinha sido muito feliz naquele pedaço de rio ondehaviam passado uma alegre infância até que, infelizmen...
Pela manhã, Lagrimita, Focinhobravo, Aiquemedo e Mocha já tinhampenteado as suas sobrancelhas e estavam preparados para sa...
A tartaruga Platera esperava-os junto à Pedra Grande, enquantopreparava as suas potentes patas para levá-los ao Oceano. As...
De repente, aquele sítio transformou-se num ponto distante e umpouco depois desapareceu detrás dos canaviais que separavam...
- Sim - disse o papá- São pescadores furtivos que estão a pescar no rio.- Mas como é possível? Não têm esse direito! – dis...
- Mamã, papá… Tenho uma ideia!- disse Mocha.- Diz filha! - exclamou o papá Truchez- A minha ideia é a seguinte: a Platera ...
- Ummm…- exclamou a Mamã Truchez- Não é má ideia!- Sim- disse Aiquemedo- mas, e se fizermos algum barulho e nosdescobrem, ...
- Boa ideia, Lagrimita, passaremos diante dos pescadores por baixo dacarapaça da Platera e sem fazer barulho. – Disse o pa...
-Olha uma tartaruga- disse um dos pescadores.- Onde?- Ali, não vês? Ali a flutuar no meio do rio...- Ah sim... eu gosto de...
Ao chegarem ao oceano esperava-os um enorme cartaz!
Uma grande barreira de corais impedia-os de nadar e quaseinstantaneamente apareceram uns camarões vermelhos chamadosGambas...
Depois de responder a todas as perguntas, conseguiram ultrapassara barreira de corais em cima do lombo de Platera e observ...
Platera parou e disse:- Esta é a vossa nova casa.Vão viver aqui!
- Aqui? – perguntou Focinhobravo – mas isto é tão diferente, eu não quero viverneste sítio!- Calma filho, daqui a pouco te...
Para Mocha, o Oceano era o lugar perfeito para viver. Depressa se adaptou aonovo lugar. Ali poderia encontrar tudo o que u...
O prato favorito de Mocha era a couve-flor. Sim, sim, a couve-flor. Sonhavacom ela e adorava o cheiro que emanava ao ser c...
- Ups – disse Mocha – eles queriam dizer o óptimo cheiro da couve-flor...- Não, filha. Eles querem mesmo dizer o mau cheir...
O papá Truchez contou que, no Oceano, os seus habitantes tinham costumesdiferentes e que as suas comidas também eram difer...
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Uma tarde, Dom Polvo, o chefe do parque de atracções“Estrela do mar”, ofereceu ao papá Truchez um pequenotrabalho no parqu...
Essa noite foi maravilhosa para os Truchez. Cantaram cançõestradicionais do rio e Mocha lembrou-se do Nostalginho.Quem pas...
Quando o sol já rompia por entre as densas águas do Oceano, o papá Truchezsaia de casa todo aperaltado para ir para o novo...
-Tu, ficas aqui.- Tu, vais para trás dele.- Tú, ficas neste grupo.O papá Truchez esperou pela sua vez e colocou-se na fila...
Estão loucos, para as rochas????- Sim – disse uma medusa - é preciso apanhar algas frescaspara fazer as máquinas funcionar...
- Eu também! Por isso mesmo, se queres que Dom Polvo te dêaquas para sustentá-la, já sabes o que é preciso fazer. É ele qu...
A Truta Mocha
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A Truta Mocha

  1. 1. Conectando Mundos
  2. 2. A TRUTA MOCHAOlá amigos e amigas, comoestão?O meu nome é Zaida Sivestre.Sou uma medusa e venho do sulda Andaluzia, Espanha.Hoje quero contar-vos a históriados Truchez,uma família de trutas de rio queteve avalentia de viajar até ao mar àprocura de uma vida melhor.Estou encantada por poderconhecer-vos e esperopoder passar um bom bocadocom todos vocês.
  3. 3. A TRUTA MOCHAConta a lenda que existia uma Lagoa Verde, ondehabitava uma truta chamada Mocha que viajou até aoimenso mar juntamente com a sua família.Ninguém sabe exatamente como tudo aconteceu, masdizem que o que motivou a valente truta foi ver que a suafamília passava por grandes dificuldades. No sítio ondehabitavam havia muita falta de água.A mão do homem tinha poluído toda aquela zona e ascondições do rio eram cada vez mais difíceis de suportar.A mamã de Mocha tinha muita pena em abandonar oconforto do rio onde sempre haviam vivido mas um diaconvenceu o papá Truchez a procurar um lugar melhoronde pudessem viver e cuidar dos seus 4 filhos e filhas.
  4. 4. Lagrimita FocinhobravoMocha Aiquemedo
  5. 5. A TRUTA MOCHALagrimita tinha tendência para estar sepre triste e as suassobrancelhas ficavam com a forma de /.. cada vez quealgo a perturbava. Focinhobravo tinha uma personalidade muito forte e encontrava sempre motivos para as suas sobrancelhas ficarem com a forma de . /. Aiquemedo assustava-se com tanta facilidade que ao ouvir qualquer ruído saía a correr escondia-se no primeiro buraco que encontrava. As suas sobrancelhas tinham a forma de (..) Mocha :) era a alegria em pessoa. Adorava rir até lhe doer a barriga e até o voo de uma pequena mosca o fazia soltar umas boas gargalhadas.
  6. 6. A família de Mocha tinha sido muito feliz naquele pedaço de rio ondehaviam passado uma alegre infância até que, infelizmente, chegaram asdificuldades. Os salmões já tinham falado muitas vezes do distanteOceano. Era um lugar onde havia comida para todos e onde poderiamencontrar uma oportunidade para viver melhor.Os pais de Mocha pensaram em viajar para ali. Falaram durante dias enoites. Pensaram, abraçaram-se…Mocha olhava para a família e não percebia porque razões estavam tãotristes por terem de viajar até ao Oceano. Ela sonhava em conheceraquele lugar e sorria ao imaginar que ia conhecer novos amigos e amigas,novos lugares e novas músicas…Uma noite, os seus pais, com ar muito pesaroso e comunicaram aos filhosa sua decisão: iriam iniciar a viagem até ao Oceano e isso também osafetava a eles.
  7. 7. Pela manhã, Lagrimita, Focinhobravo, Aiquemedo e Mocha já tinhampenteado as suas sobrancelhas e estavam preparados para sair.Diante da sua casa, os Truchez despediram-se de todos os seusfamiliares e amigos do rio, prometendo que muito brevemente iriam enviarboas notícias.Mocha despediu-se do seu melhor amigo Nostalginho, com o qual tinhapassado tantas tardes a admirar o pôr-do-sol na Lagoa Verde.- Vou ter tantas saudades tuas, Mocha.- Eu também, Nostalginho, mas tenho a certeza de que em breve irásvisitar-nos ao Oceano e vamos brincar com as pedrinhas. Vais ver!
  8. 8. A tartaruga Platera esperava-os junto à Pedra Grande, enquantopreparava as suas potentes patas para levá-los ao Oceano. As rãscoaxavam e nadavam nas margens do rio, enquanto centenas depeixinhos brilhavam à sua volta ao receber os primeiros raios de sol.Os Truchez alinharam-se, uma a um, na carapaça da Platera e muitolentamente afastaram-se daquele pedaço de rio onde sempre tinhamvivido.Mocha observava a paisagem com um sorriso nos lábios. Olhava osseus amigos e amigas que estavam na margem do rio, contemplavaos nenúfares flutuantes, as plantas que enfeitavam aquele lugar esentia-se feliz por ter vivido ali mas, por outro lado, agradava-lhe aideia de viver no Oceano e poder conhecer outros lugares.
  9. 9. De repente, aquele sítio transformou-se num ponto distante e umpouco depois desapareceu detrás dos canaviais que separavam aregião das águas frias. A família nunca tinha ido além dos canaviais,pelo que, para Mocha, a viagem já estava a ser uma verdadeiraaventura. De súbito, uma pedra caiu estrondosamente na água,mesmo à frente da cara de Platera.-Ploooooof!Todos se entreolharam admirados.- O que se passa? - Perguntou Aiquemedo.- Não tenho a certeza –disse a mamã Truchez- … Mas acho quedevem ser os caranguejos do rio a avisarem que se aproxima algumperigo.- Ai que medo!- exclamou, abraçando-se à mamã.
  10. 10. - Sim - disse o papá- São pescadores furtivos que estão a pescar no rio.- Mas como é possível? Não têm esse direito! – disse Focinhobravo.- E temos mesmo de passar por ali?- perguntou baixinho a Lagrimita.- Sim filha, não há outro remédio, temos de passar ali – disse a mamã Truchez.Mocha observava aqueles homens que pescavam com enormes canas e fiostransparentes. Sentia um pouco de medo, um pouco de raiva e um pouco de pena,mas estava contente porque tinha tido uma grande ideia para salvá-los daqueledesastre…
  11. 11. - Mamã, papá… Tenho uma ideia!- disse Mocha.- Diz filha! - exclamou o papá Truchez- A minha ideia é a seguinte: a Platera poderia levar-nos até à margem dorio onde estão os pescadores, para muito perto do local onde estão apescar e passar mesmo à frente dos seus pés, sem fazer qualquer ruído.Eles acham que os peixes, como nós, estão no meio do rio e nunca irãoimaginar que estamos mesmo à sua frente.
  12. 12. - Ummm…- exclamou a Mamã Truchez- Não é má ideia!- Sim- disse Aiquemedo- mas, e se fizermos algum barulho e nosdescobrem, o que acontecerá? Estaríamos tão perto que poderiam caçar-nos facilmente com uma rede daquelas que servem para tirar-nos da água.Tenho tanto medo.- Vá lá, Aiquemedo! É preciso ser valente nesta vida – disse MochaEntão Lagrimita disse: - e se nos escondermos por baixo da carapaça daPlatera e formos para a margem oposta? Eles não caçam as tartarugas,apenas os peixes e eles nunca vão imaginar que estamos escondidos porbaixo da sua carapaça.Os pais falaram durante uns minutos. Tinham de decidir o que fazer paranão pôr as suas vidas em perigo.
  13. 13. - Boa ideia, Lagrimita, passaremos diante dos pescadores por baixo dacarapaça da Platera e sem fazer barulho. – Disse o papá Truchez – Émuito arriscado, mas acho que vai funcionar.A família Truchez e a Platera nadavam os sete no mais absolutosilêncio. Iriam passar muito perto do perigo e qualquer ruído suspeitodespertaria a curiosidade dos pescadores e poderiam ser descobertos.Platera cantarolava uma antiga melodia para mostrar a mais absolutatranquilidade.
  14. 14. -Olha uma tartaruga- disse um dos pescadores.- Onde?- Ali, não vês? Ali a flutuar no meio do rio...- Ah sim... eu gosto de tartarugas e tu?- Tenho um amigo que faz pulseiras utilizando o material das carapaças.- Escuta, se quiseres podemos capturá-la...- Está bem!Os dois apressaram-se a ir buscar os utensílios de captura. Ao ouvir osplanos dos pescadores, Platera nadou, nadou, nadou tão depressa queparecia uma tartaruga expresso. Nesse dia a tartaruga Platera conseguiubater um recorde mundial ao chegar tão depressa à zona pantanosa ondese encontrava a Grande Barreira de Corais.-Bravo Platera! És a melhor!
  15. 15. Ao chegarem ao oceano esperava-os um enorme cartaz!
  16. 16. Uma grande barreira de corais impedia-os de nadar e quaseinstantaneamente apareceram uns camarões vermelhos chamadosGambas Polícias que lhes perguntaram o que vinham fazer ao Oceano,onde iam ficar hospedados, quem iam visitar, de onde vinham, quantasmoedas “aquas” tinham (as “aquas” são as moedas do Oceano e têm aforma de uma bola transparente, parecem cristais).
  17. 17. Depois de responder a todas as perguntas, conseguiram ultrapassara barreira de corais em cima do lombo de Platera e observavamdeslumbrados o grande e bonito Oceano.Mocha não queria acreditar que estava ali. Observava as lagostas, ospolvos, os mexilhões - todos negros e abraçados às rochas. Queamorosos! – pensava ela… Tudo parecia maravilhoso… A vida no riojá parecia tão distante…
  18. 18. Platera parou e disse:- Esta é a vossa nova casa.Vão viver aqui!
  19. 19. - Aqui? – perguntou Focinhobravo – mas isto é tão diferente, eu não quero viverneste sítio!- Calma filho, daqui a pouco tempo vais sentir-te bem neste lugar. Só temos dedecorá-lo a nosso gosto e sentir-te-ás em casa. – disse a mamãTruchez, abraçando-o.- Sim, mas isto é tão grande, tenho medo de me perder – disse Aiquemedo.- Não te preocupes - disse o papá Truchez- vamos colocar umas campainhasem volta da casa para não te perderes.- Tenho tantas saudades do nosso rio e dos nossos amigos – disse a Lagrimita.- Filha, vais ver que muito rapidamente vais arranjar novos amigos e amigas.- Siiiiiiiiiim!- exclamou Mocha. - Eu quero conhecer novos peixinhos.Mamã, papá, vamos passear, por favor…
  20. 20. Para Mocha, o Oceano era o lugar perfeito para viver. Depressa se adaptou aonovo lugar. Ali poderia encontrar tudo o que uma truta do rio poderia sonhar.Na Blue Ocean Avenue havia milhares de pequenas lojas onde Mocha podiapassar horas e horas a observar as montras. Às vezes, ao fim da tarde, osTruchez saiam para passear num parque ali perto, onde os cavalos marinhosse ofereciam para levar a passear os mais pequeninos em troca de algumasaquas. Quando os raios de sol já não iluminavam o fundo do Oceano, a famíliavoltava para casa. Chegava a hora do jantar. Toda a vizinhança preparava osseus cozinhados e saiam odores esquisitos de todas as casas.
  21. 21. O prato favorito de Mocha era a couve-flor. Sim, sim, a couve-flor. Sonhavacom ela e adorava o cheiro que emanava ao ser cozinhada. A mamã e o papáTruchez também gostavam de preparar este prato, só para verem a cara desatisfação com que ficavam Lagrimita, Focinhobravo, Aiquemedo e Mocha aodestapar a panela.Certa tarde, ao chegarem a casa, viram um cartaz que dizia:
  22. 22. - Ups – disse Mocha – eles queriam dizer o óptimo cheiro da couve-flor...- Não, filha. Eles querem mesmo dizer o mau cheiro. Eles não gostamdo que nós comemos porque dizem que cheira mal, dizem isso porquenão conhecem.- Ah! E por que razão não conhecem? – perguntou Aiquemedo.- Porque aqui não é costume comê-la.- Pois não sabem o que perdem! – exclamou Focinhobravo.
  23. 23. O papá Truchez contou que, no Oceano, os seus habitantes tinham costumesdiferentes e que as suas comidas também eram diferentes, tanto no aspecto,nas cores, nos sabores, como na maneira de cozinhá-las.- Claro – disse Mocha – O melhor será dar-lhes a provar. Tenho a certeza deque vão adorar!Entretanto, Focinhobravo estava muito aborrecido só de pensar que no Oceanonão se podia comer couve-flor e disse, todo rezingão:- Concordo com Mocha, proponho fazermos um delicioso cozinhado de couve-flor para levar para a reunião de vizinhos e vizinhas. Assim, todos vão prová-la etenho a certeza de que vão gostar muito.A mamã Truchez tinha dúvidas. Não queria arranjar problemas com avizinhança e achava que o melhor era não cozinhar mais aquele prato, para nãoarranjar conflitos na comunidade.- Não, meus filhos, acho que o melhor é esquecermos a nossa esquisita couve-flor e tudo ficará em paz.- Mas mamããããã - disse Mocha- nós gostamos tanto de couve-flor!- Sim filha, mas...
  24. 24. Conectando Mundos
  25. 25. Uma tarde, Dom Polvo, o chefe do parque de atracções“Estrela do mar”, ofereceu ao papá Truchez um pequenotrabalho no parque.- Que bom- disse ele – Eu e a minha família acabámos dechegar ao Oceano, não imagina o quanto preciso destetrabalho. Muito obrigado, Dom Polvo.O Papá Truchez voltou para casa muito contente eexplicou à família que tinha conseguido um emprego, umsinal de que as coisas começavam a correr bem.
  26. 26. Essa noite foi maravilhosa para os Truchez. Cantaram cançõestradicionais do rio e Mocha lembrou-se do Nostalginho.Quem passava ao lado da casa dos Truchez escutava altas gargalhadase aplausos.
  27. 27. Quando o sol já rompia por entre as densas águas do Oceano, o papá Truchezsaia de casa todo aperaltado para ir para o novo trabalho.O primeiro dia, seja lá do que for, é sempre muito especial, pelo que o papáTruchez até se lembrou de pôr umas gotas do seu perfume favorito “Água deOuriço”. Sentia-se tão bonito como quando era jovem.Quando chegou ao parque, Dom Polvo organizava os seus trabalhadores empequenos grupos, com a ajuda dos seus enormes braços…
  28. 28. -Tu, ficas aqui.- Tu, vais para trás dele.- Tú, ficas neste grupo.O papá Truchez esperou pela sua vez e colocou-se na filaindicada por Dom Polvo.- E nós, vamos para onde? –perguntou o Papá Truchez a umasardinha que estava à sua frente.-Vamos para as rochas – disse ela.
  29. 29. Estão loucos, para as rochas????- Sim – disse uma medusa - é preciso apanhar algas frescaspara fazer as máquinas funcionar.- Mas, mas, mas... se vamos para lá podemos ser apanhadospelas redes dos pescadores e eu tenho uma família parasustentar.
  30. 30. - Eu também! Por isso mesmo, se queres que Dom Polvo te dêaquas para sustentá-la, já sabes o que é preciso fazer. É ele quemanda aqui. – disse o companheiro, fazendo sinal com a cabeçapara irem.O papá Truchez tinha medo, sentia raiva e um certo sentimentode tristeza ao encontrar-se numa situação tão difícil. Dom Polvonão lhe tinha dito que se tratava de um trabalho tão perigoso enão sabia o que fazer.

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