Teorias da Comunicação DigitalPós Graduação em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais                                 ...
Aula 02Redes Sociotécnicas
Mapeamento de bits Espaço-informação              Douglas Engelbart A criação das primeiras      Irá desenvolver, em 196...
Douglas EngelbartFoi influenciado pela leitura de um artigo de 1945…
As We May Think   Vannevar Bush, 1945
As we may think Ensaio escrito por Bush em 1945, que descrevia um  processador teórico, chamado Memex. O Memex permitiri...
Memex                                Consiste de uma                                 escrivaninha, e embora              ...
Engelbart Influenciado por esse artigo, Engelbart fará grandes  contribuições para a área da tecnologia da informação e d...
Engelbart O mouse, criado por Engelbart faz um mapeamento de  bits na tela e, conforme o deslocamento espacial de um  dis...
E o que é uma interface?
Interface                                 Ela atua como uma espécie                                  de tradutor, mediand...
Interface   Os seres humanos pensamatravés de palavras, conceitos, imagens, sons e associações.O computador pensa – se pen...
InterfacePara que a revolução digital aconteça, épreciso que o computador se apresenteao usuário numa linguagem que este s...
As metáforas As interfaces serão constituídas a partir de metáforas  visuais já existentes na vida cotidiana. Uma das mai...
Janelas Pesquisadores da Xerox  Parc vão desenvolver           Até que um dos  experimentos com o mouse        pesquisad...
Janelas Embora Engelbart e seus parceiros de trabalho tivessem  introduzido a janela, a partição que tinham em mente  dem...
Janelas A solução de Kay para isso foi conceber a tela como uma  escrivaninha. Era a metáfora original do desktop. Como  ...
Janelas Nesse período, as metáforas eram bem menos visuais,  em função da tecnologia disponível. No entanto, essa  propos...
O hipertexto Uma das razões para o  sucesso da web.                                 No entanto, o hipertexto O hipertex...
O hiperlink Promoveu transformações no nível da linguagem. É a primeira  nova forma significante de pontuação a emergir e...
Link, segundo a linguísticaAlgo que desempenha um papel conjuncional, ligando ideiasdíspares em prosa.
Hiperlink: A origem                                 O autor afirmava que um                                  dos problema...
Hiperlink O Memex surge como uma solução para isso. A ideia de  navegação e, por consequência, de hiperlinks já está  imp...
Hipertexto                               No entanto, nesse formato, A informação hipertextual                           ...
Hiperlinks É curioso pensar que o artigo de Bush traz tantas  previsões interessantes acerca do computador e das  tecnolo...
HipertextoO advogado de patentes tem à sua disposição milhares depatentes concedidas com trilhas conhecidas para cadaponto...
Trilha x Hiperlink Embora assemelhem-se           Conforme as trilhas fossem  bastante à experiência          construída...
Hiperlinks x Trilhas Steven Johnson (1996)  critica os desenvolvedores  web ao alegar que um              No entanto, em...
Quão interativo é ohipertexto?Alex Primo
Interatividade?O que isso quer dizer?
Interatividade Bidirecionalidade, respostarápida do sistema, largura debanda, feedback, inteligência   artificial, entre o...
A chegada do computador... Pensou-se que seria mais fácil                                     Porém, o que se observa é ...
Interatividade ≠ Interaçãosocial ≠ Bidirecionalidade
BidirecionalidadeÉ somente o fluxo de mensagens em mão      dupla.
Participar x apontar-clicar:                                   ...mesmo que todas as reações Quanto mais clicável um    ...
Interação é      diálogo A interação deve ser tratada  como diálogo, uma prática  real de conversação, onde   cada rodada ...
A questão dialógica nosmeios de comunicaçãoSegundo Thompson (1998)
Característic Interação face a          Interação mediada          Interação quase-as interativas face                    ...
A questão dialógica... O autor sugere que as novas  tecnologias de comunicação  permitem um grau de  receptividade maior.
Homem e MáquinaNão se pode pensar em interação entre ohomem e a máquina, pois a máquina nãodialoga com o homem.
Conversacionality Interação onde o usuário e  o computador estão em         A interatividade seria uma  diálogo permanen...
Intecionalidade...Não se pode atribuir intencionalidade a objetos que não ademonstram...
Intencionalidade                                fenômeno que seres humanos                                e determinados o...
IntencionalidadeIntencionalidade como-se:não implicam na presença denenhum fenômeno mental. Areação é automática e previsí...
Interatividade Se baseia na natureza da resposta e como uma variável  processual.
Interação Varia qualitativamente de acordo com a relação mantida  entre os envolvidos, variando progressivamente da inter...
De receptor a usuário... O conceito “usuário” foi  herdado dessa visão tecnicista                                   O usu...
O sujeito no ciberespaço É preciso enxergar o sujeito no ciberespaço além  de um mero visitante. O sujeito tem um papel ...
Edward Tufte (Yale) Existem apenas duas indústrias  que denominam seu público  como usuários: a que vende  tecnologia e a...
Marcos Silva O usuário é, portanto, um experimentador com imenso  leque de possibilidades. Na perspectiva da “criação  in...
O problema de “usuário”:
UsuárioO termo refere-se àutilização de umpacoteacabado, pré-determinado pelaempresa produtorado software.
Alex Primo O autor propõe a adoção desse  termo, que emana a ideia de                                   Interagente, poi...
Tipos de hipertexto
A estrutura não linear do Como fica a autoria de algo   hipertexto suscita discussões  no ciberespaço?               sobr...
Landow (1997)Multissequencialidade: As sequênciasainda estão lá. Elas encontram-se, noentanto, multiplicadas.
Hipertexto potencial
Hipertexto potencial Os caminhos e movimentos  possíveis estão pré-definidos e                                     Era a...
Hipertexto colaborativo
Hipertexto colaborativo É um tipo de hipertexto  com as possibilidades de  edição limitadas por                          ...
Hipertexto colaborativo A colaboração se volta mais para a organização e  gerenciamento de informações do que propriament...
Hipertexto Cooperativo
Hipertexto Cooperativo                                 Piaget (1973) Terceiro nível de interação  hipertextual, que tamb...
Cooperativo e Colaborativo Esses dois formatos se confundem o tempo todo na rede, pois  um hipertexto cooperativo pode se...
Web 2.0
Web 2.0                        Trocadilho com o indicador                         de versão de softwares, foi Segunda ge...
Web 2.0 Caracteriza-se por  potencializar as formas de    Amplia os espaços de  publicação, compartilhame      interação...
Web 2.0                         Potencializa processos de                         trabalho coletivo, de troca             ...
Web 2.0                   Trabalhar a web como                   plataforma. Viabilizar funções                   online q...
Web 2.0                                Além do aperfeiçoamento da                                “usabilidade”, surgem nos...
Web 2.0                                Quanto mais sujeitos usarem Arquitetura da participação   um serviço, melhor ele i...
Web 2.0                     A ênfase sai do modelo Integração de                     transmissionista (da emissão)  funci...
Web 2.0                     Blogs com sistemas de                     comentários, sistemas de Integração de      assinat...
A rede ganha importânciaOs blogs ilustramperfeitamente a web 2.0, poissão capazes de aglomerar ossujeitos em torno de grup...
O Blog na web 2.0                                No entanto, foi apropriado                                 socialmente c...
O que faz um blog ser um blog? Pots ordenados         Blogroll (lista de blogs  cronologicamente        favoritos – Blog...
Web 2.0      Modelo Push                 Modelo PullPull: O conteúdo é puxado   Push: O conteúdo épela audiência          ...
Web 2.0                       A Web 2.0 desenvolve uma Modelo push / Pull   forma híbrida desses dois                    ...
Web 2.0                       O surgimento de serviços de                       registros online de favoritos             ...
Web 2.0                Neologismo criado por                Thomas Vander Wall a partir                dos termos folk + t...
FolksonomiaExemplo: Flickr. A partir das tagsregistradas para as fotos, outrosinternautas podem encontrar essasimagens a p...
Web 2.0 A escrita coletiva e o processo de tagging demonstram  que a abertura para o trabalho colaborativo oferece  uma d...
Web 2.0 A credibilidade e relevância dos materiais publicados é  reconhecida a partir da constante dinâmica de  construçã...
Web 2.0 No entanto, ao mesmo tempo que a abertura para o  trabalho coletivo pode motivar a intervenção de  múltiplas voze...
Web 2.0 Como prevenir e evitar que os participantes se afastem  em virtude de conflitos excessivos, de ataques  insistent...
Web 2.0                    A arquitetura da participação                    dos serviços online deve Gestão coletiva   of...
Web 2.0 A arquitetura da participação pode impor certos  condicionamentos à coletividade. Sistemas de produção  abertos a...
Web 2.0                 Para combater isso, os                 próprios sistemas atribuem                 status de modera...
E a web 3.0?
Web 3.0?                               No entanto, muitos autores A web 2.0 não foi marcada     tentam criar um novo  po...
A wikipédia diz...O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelojornalista John Markoff, num artigo do New York Time...
A wikipédia diz...A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dezanos, a terceira geração da Internet. (...) A Web 3...
Exercício A partir das três categorias de hipertexto apresentadas por  PRIMO (2007), selecione três sites e enquadre-os e...
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Teorias da Comunicação Digital - Aula 02
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Teorias da Comunicação Digital - Aula 02

646 visualizações

Publicada em

Material da aula 02 do curso de Pós-Graduação em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais. Disciplina: Teorias da Comunicação Digital.

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Teorias da Comunicação Digital - Aula 02

  1. 1. Teorias da Comunicação DigitalPós Graduação em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais 2012 Pablo Moreno Fernandes Viana
  2. 2. Aula 02Redes Sociotécnicas
  3. 3. Mapeamento de bits Espaço-informação Douglas Engelbart A criação das primeiras  Irá desenvolver, em 1968 o interfaces transformou as primeiro experimento que relações dos sujeitos com relacionará esses dois as tecnologias. elementos.
  4. 4. Douglas EngelbartFoi influenciado pela leitura de um artigo de 1945…
  5. 5. As We May Think Vannevar Bush, 1945
  6. 6. As we may think Ensaio escrito por Bush em 1945, que descrevia um processador teórico, chamado Memex. O Memex permitiria ao seu usuário abrir caminho por grandes coleções de dados.
  7. 7. Memex  Consiste de uma escrivaninha, e embora possa ser presumivelmente operado à distância, é sobretudo o móvel em que A metáfora que descrevia o o usuário trabalha. Em Memex era a de uma lancha cima há telas translúcidas veloz, que seria uma inclinadas, em que o mistura de uma máquina de material pode ser microfilmagem e projetado para fácil computador. leitura. Há um teclado, e conjunto de botões e alavancas. Sob os demais aspectos, parece-se uma escrivaninha comum.
  8. 8. Engelbart Influenciado por esse artigo, Engelbart fará grandes contribuições para a área da tecnologia da informação e da comunicação. Uma delas é o mouse, ferramenta capaz de extender o corpo humano para dentro da tela, através das interfaces gráficas.
  9. 9. Engelbart O mouse, criado por Engelbart faz um mapeamento de bits na tela e, conforme o deslocamento espacial de um dispositivo sobre uma superfície, novas informações são transmitidas, de acordo com o mapeamento da tela.
  10. 10. E o que é uma interface?
  11. 11. Interface  Ela atua como uma espécie de tradutor, mediando entre as duas partes, tornando uma sensível para a outra. Softwares que dão forma à interação entre o sujeito e o computador.  A interface governa uma relação semântica, caracterizada por significado e expressão, não por força física.
  12. 12. Interface Os seres humanos pensamatravés de palavras, conceitos, imagens, sons e associações.O computador pensa – se pensar é a palavra correta no caso –através de minúsculos pulsos de eletricidade, que representam um estado “ligado” ou “desligado”, um 0 ou um 1.
  13. 13. InterfacePara que a revolução digital aconteça, épreciso que o computador se apresenteao usuário numa linguagem que este sejacapaz de compreender.
  14. 14. As metáforas As interfaces serão constituídas a partir de metáforas visuais já existentes na vida cotidiana. Uma das mais importantes será a das janelas, também criada por Engelbart. As janelas vão trazer aos computadores a noção de espacialidade.
  15. 15. Janelas Pesquisadores da Xerox Parc vão desenvolver  Até que um dos experimentos com o mouse pesquisadores da e as janelas de Engelbart. Xerox, Alan Uma das limitações da Kay, revolucionará a janela estava no pouco percepção acerca das espaço disponível nas telas janelas. dos computadores.
  16. 16. Janelas Embora Engelbart e seus parceiros de trabalho tivessem introduzido a janela, a partição que tinham em mente demarcava sua própria porção do monitor. Não só era difícil conservar a janela com que se estava trabalhando, como as janelas acabavam competindo pelo território extremamente limitado da tela.
  17. 17. Janelas A solução de Kay para isso foi conceber a tela como uma escrivaninha. Era a metáfora original do desktop. Como se estivéssemos trabalhando com papeis de verdade, aquele com que estaríamos lidando num momento dado ficava em cima da pilha.
  18. 18. Janelas Nesse período, as metáforas eram bem menos visuais, em função da tecnologia disponível. No entanto, essa proposta dotou a tela de profundidade.
  19. 19. O hipertexto Uma das razões para o sucesso da web.  No entanto, o hipertexto O hipertexto é a base da foi negligenciado durante informação na rede e é o muito tempo em que a diferencia dos demais detrimento a outros meios de comunicação. recursos multimídia. Vínculos de associação espalhados pela infosfera.
  20. 20. O hiperlink Promoveu transformações no nível da linguagem. É a primeira nova forma significante de pontuação a emergir em séculos. Ele sugere uma nova maneira de escrever e narrar.
  21. 21. Link, segundo a linguísticaAlgo que desempenha um papel conjuncional, ligando ideiasdíspares em prosa.
  22. 22. Hiperlink: A origem  O autor afirmava que um dos problemas do mundo pós-guerra era que as A origem do hiperlink ferramentas de produção remonta ao já citado artigo do conhecimento haviam de Vannevar Bush. avançado mais depressa do que as de processamento de conhecimento.
  23. 23. Hiperlink O Memex surge como uma solução para isso. A ideia de navegação e, por consequência, de hiperlinks já está implícita. No entanto, no caso do memex, os “elos de conexão” foram pensados como trilhas, que seriam um meio de organizar informação que não segue os ditames estritos, inflexíveis do sistema decimal ou de outras convenções hierárquicas.
  24. 24. Hipertexto  No entanto, nesse formato, A informação hipertextual o caminho já estava pré- já estava presente nas determinado pelas enciclopédias. informações catalogadas.
  25. 25. Hiperlinks É curioso pensar que o artigo de Bush traz tantas previsões interessantes acerca do computador e das tecnologias. Mas ao mesmo tempo, o artigo vê a ferramenta potencial como algo que irá contribuir somente para o universo corporativo e não imagina as transformações que seu projeto utópico poderia trazer à sociabilidade e ao universo do entretenimento.
  26. 26. HipertextoO advogado de patentes tem à sua disposição milhares depatentes concedidas com trilhas conhecidas para cadaponto do interesse de seu cliente. O médico, confuso comas reações de seu paciente, encontra a trilha estabelecidano estado de um caso similar anterior, e percorrerapidamente registros de casos análogos com referênciaslaterais aos clássicos de anatomia e histologiapertinentes. O químico, às voltas com a síntese de umcomposto orgânico, tem toda a literatura química diantede si, em seu laboratório, com trilhas que acompanham asanalogias dos compostos, e trilhas laterais para ocomportamento físico e químico destes.
  27. 27. Trilha x Hiperlink Embora assemelhem-se  Conforme as trilhas fossem bastante à experiência construídas no Memex seu contemporânea de conteúdo perduraria. Na navegação na web, o rede, o percurso individual Memex ainda representa do sujeito depende dos algo que a tecnologia atual conteúdos disponíveis e é não permite. reconstruído por cada sujeito.
  28. 28. Hiperlinks x Trilhas Steven Johnson (1996) critica os desenvolvedores web ao alegar que um  No entanto, em 1996 ainda cientista de meia-idade, do não havia links exército, escrevendo 30 patrocinados, omnibox... anos antes do surgimento essas tecnologias se do computador foi capaz de aproximam mais das trilhas compreender melhor a do Memex? interatividade do que todos os titãs do vale do silício...
  29. 29. Quão interativo é ohipertexto?Alex Primo
  30. 30. Interatividade?O que isso quer dizer?
  31. 31. Interatividade Bidirecionalidade, respostarápida do sistema, largura debanda, feedback, inteligência artificial, entre outros.
  32. 32. A chegada do computador... Pensou-se que seria mais fácil  Porém, o que se observa é que ampliar o papel do ouvinte a interação para além de escutar, dando a é, atualmente, reduzida a ele a oportunidade de falar, de meros aspectos tecnológicos, o não ficar isolado, e sim, que menospreza a relacionado. complexidade do processo de interação mediada.
  33. 33. Interatividade ≠ Interaçãosocial ≠ Bidirecionalidade
  34. 34. BidirecionalidadeÉ somente o fluxo de mensagens em mão dupla.
  35. 35. Participar x apontar-clicar:  ...mesmo que todas as reações Quanto mais clicável um dos links e botões estejam site for, mais interativo ele determinadas na será considerado... programação/previsão.
  36. 36. Interação é diálogo A interação deve ser tratada como diálogo, uma prática real de conversação, onde cada rodada modifica os interlocutores, seus comportamentos, suasmensagens e a própria relação entre eles.
  37. 37. A questão dialógica nosmeios de comunicaçãoSegundo Thompson (1998)
  38. 38. Característic Interação face a Interação mediada Interação quase-as interativas face mediadaEspaço-tempo Contexto de co- Separação dos Separação dos presença; sistema contextos; contextos; referencial espaço- disponibilidade disponibilidade temporal comum estendida no tempo e estendida no tempo e no espaço no espaçoPossibilidade Multiplicidade de Limitação das Limitação dasde deixas deixas simbólicas possibilidades de deixas possibilidades de deixassimbólicas simbólicas simbólicasOrientação da Orientada para outros Orientada para outros Orientada para umatividade específicos específicos número indefinido de receptores potenciaisDialógica / Dialógica Dialógica MonológicaMonológica
  39. 39. A questão dialógica... O autor sugere que as novas tecnologias de comunicação permitem um grau de receptividade maior.
  40. 40. Homem e MáquinaNão se pode pensar em interação entre ohomem e a máquina, pois a máquina nãodialoga com o homem.
  41. 41. Conversacionality Interação onde o usuário e o computador estão em  A interatividade seria uma diálogo permanente, onde espécie de conversação entre a uma ação corresponde o homem e a máquina através um leque de possibilidades das interfaces. de respostas.
  42. 42. Intecionalidade...Não se pode atribuir intencionalidade a objetos que não ademonstram...
  43. 43. Intencionalidade fenômeno que seres humanos e determinados outros Intencionalidade intrínseca animais têm como parte de sua natureza biológica.
  44. 44. IntencionalidadeIntencionalidade como-se:não implicam na presença denenhum fenômeno mental. Areação é automática e previsível.
  45. 45. Interatividade Se baseia na natureza da resposta e como uma variável processual.
  46. 46. Interação Varia qualitativamente de acordo com a relação mantida entre os envolvidos, variando progressivamente da interação mais reativa (programada e determinística) à de maior envolvimento e reciprocidade (interação mútua).
  47. 47. De receptor a usuário... O conceito “usuário” foi herdado dessa visão tecnicista O usuário faz uso daquilo que já que prioriza a interação está pronto e lhe é oferecido homem-máquina em para manipulação. detrimento do diálogo homem- homem.
  48. 48. O sujeito no ciberespaço É preciso enxergar o sujeito no ciberespaço além de um mero visitante. O sujeito tem um papel fundamental na construção dos conteúdos na rede.
  49. 49. Edward Tufte (Yale) Existem apenas duas indústrias que denominam seu público como usuários: a que vende tecnologia e a que vende drogas!
  50. 50. Marcos Silva O usuário é, portanto, um experimentador com imenso leque de possibilidades. Na perspectiva da “criação interativa”, ele pode agir sobre a imagem, sobre o processamento do programa, em tempo real (quase simultaneamente) e mudar parâmetros, dados e instruções.
  51. 51. O problema de “usuário”:
  52. 52. UsuárioO termo refere-se àutilização de umpacoteacabado, pré-determinado pelaempresa produtorado software.
  53. 53. Alex Primo O autor propõe a adoção desse termo, que emana a ideia de  Interagente, pois, é aquele interação, ou seja ação (ou que age com o outro. relação) que acontece entre os participantes.
  54. 54. Tipos de hipertexto
  55. 55. A estrutura não linear do Como fica a autoria de algo hipertexto suscita discussões no ciberespaço? sobre a autoria do texto no ciberespaço.
  56. 56. Landow (1997)Multissequencialidade: As sequênciasainda estão lá. Elas encontram-se, noentanto, multiplicadas.
  57. 57. Hipertexto potencial
  58. 58. Hipertexto potencial Os caminhos e movimentos possíveis estão pré-definidos e  Era a forma mais não se abre espaço para o tradicional de hipertexto interagente visitante incluir seus próprios textos e no início da internet. imagens.
  59. 59. Hipertexto colaborativo
  60. 60. Hipertexto colaborativo É um tipo de hipertexto com as possibilidades de edição limitadas por  Não é um tipo de produção padrões pré- exclusiva do ciberespaço. determinados, sem discussões durante o processo criativo.
  61. 61. Hipertexto colaborativo A colaboração se volta mais para a organização e gerenciamento de informações do que propriamente a construção conjunta de algo.
  62. 62. Hipertexto Cooperativo
  63. 63. Hipertexto Cooperativo  Piaget (1973) Terceiro nível de interação hipertextual, que também oferece possibilidades de criação coletiva, mas Cooperar envolve “operações através de uma discussão efetuadas em comum ou em contínua, o produto é correspondência recíproca”. modificado enquanto é O eu é substituído pelo nós e desenvolvido. as ações e operações se tornam interações.
  64. 64. Cooperativo e Colaborativo Esses dois formatos se confundem o tempo todo na rede, pois um hipertexto cooperativo pode ser transformado através do volume de acessos de um conteúdo, por exemplo. Ao mesmo tempo, um hipertexto puramente potencial pode ser transformado de maneira colaborativa, também.
  65. 65. Web 2.0
  66. 66. Web 2.0  Trocadilho com o indicador de versão de softwares, foi Segunda geração de popularizado pela O’Reilly serviços online. Media e pela MediaLive International em 2004.
  67. 67. Web 2.0 Caracteriza-se por potencializar as formas de  Amplia os espaços de publicação, compartilhame interação entre os nto e organização de participantes do processo. informações.
  68. 68. Web 2.0 Potencializa processos de trabalho coletivo, de troca afetiva, de produção e Repercussões sociais circulação de informações, construção social de conhecimento, apoiada pela informática.
  69. 69. Web 2.0 Trabalhar a web como plataforma. Viabilizar funções online que antes só poderiam Princípio-base ser conduzidas por programas instalados em um computador.
  70. 70. Web 2.0 Além do aperfeiçoamento da “usabilidade”, surgem nos Arquitetura da participação sistemas recursos de interconexão e compartilhamento.
  71. 71. Web 2.0 Quanto mais sujeitos usarem Arquitetura da participação um serviço, melhor ele irá se tornar.
  72. 72. Web 2.0 A ênfase sai do modelo Integração de transmissionista (da emissão) funcionalidades: e passa para a participação.
  73. 73. Web 2.0 Blogs com sistemas de comentários, sistemas de Integração de assinatura, Flickr, funcionalidades: enciclópedias e jornais online, webjornalismo participativo.
  74. 74. A rede ganha importânciaOs blogs ilustramperfeitamente a web 2.0, poissão capazes de aglomerar ossujeitos em torno de grupos Blogosfera, Blogrollde interesse, através domodelo de conexão de micro-redes.
  75. 75. O Blog na web 2.0  No entanto, foi apropriado socialmente como diário pessoal... O blog surge como um weblog, uma ferramenta que permitiria o registro sobre informações de sites  E posteriormente como da rede. ferramenta de comunicação organizacional.
  76. 76. O que faz um blog ser um blog? Pots ordenados  Blogroll (lista de blogs cronologicamente favoritos – Blogosfera) Permalink (endereço  Comentários (com ou sem permanente para moderação) postagens)
  77. 77. Web 2.0 Modelo Push Modelo PullPull: O conteúdo é puxado Push: O conteúdo épela audiência empurrado até a audiência.
  78. 78. Web 2.0 A Web 2.0 desenvolve uma Modelo push / Pull forma híbrida desses dois modelos.
  79. 79. Web 2.0 O surgimento de serviços de registros online de favoritos para a organização, como o Social Bookmarking del.icio.us ou o Technorati permitem a associação de tags a referências e materiais: Metadados.
  80. 80. Web 2.0 Neologismo criado por Thomas Vander Wall a partir dos termos folk + taxonomia. Folksonomia Classificação social de “baixo para cima”.
  81. 81. FolksonomiaExemplo: Flickr. A partir das tagsregistradas para as fotos, outrosinternautas podem encontrar essasimagens a partir de buscas específicas.
  82. 82. Web 2.0 A escrita coletiva e o processo de tagging demonstram que a abertura para o trabalho colaborativo oferece uma dinâmica alternativa ao modelo de produção, indexação e controle por equipes de autoridades.
  83. 83. Web 2.0 A credibilidade e relevância dos materiais publicados é reconhecida a partir da constante dinâmica de construção e atualização coletiva.
  84. 84. Web 2.0 No entanto, ao mesmo tempo que a abertura para o trabalho coletivo pode motivar a intervenção de múltiplas vozes, vandalismos, confusões e erros de informação ou de uso das ferramentas ganham também espaço.
  85. 85. Web 2.0 Como prevenir e evitar que os participantes se afastem em virtude de conflitos excessivos, de ataques insistentes de vândalos, spammers ou de pessoas apenas interessadas em testar os limites do trabalho voluntário?
  86. 86. Web 2.0 A arquitetura da participação dos serviços online deve Gestão coletiva oferecer também recursos para a gestão coletiva do trabalho comum.
  87. 87. Web 2.0 A arquitetura da participação pode impor certos condicionamentos à coletividade. Sistemas de produção abertos atraem os colaboradores, mas também os aproveitadores e vândalos.
  88. 88. Web 2.0 Para combater isso, os próprios sistemas atribuem status de moderador ou Coletividade administrador a qualquer participante com um histórico de colaborações regulares.
  89. 89. E a web 3.0?
  90. 90. Web 3.0?  No entanto, muitos autores A web 2.0 não foi marcada tentam criar um novo por uma ruptura de uma marco para transformações primeira fase com a na rede. Mas, de segunda. Foi um processo fato, observa-se que a rede natural. é caracterizada pela web 2.0
  91. 91. A wikipédia diz...O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelojornalista John Markoff, num artigo do New York Times elogo incorporado e rejeitado com igual ardor pelacomunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera.Nos diários virtuais de especialistas detratores, a críticamais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que atentativa de incutir nos internautas um termo de fácilassimilação para definir algo que ainda nem existe.Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.
  92. 92. A wikipédia diz...A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dezanos, a terceira geração da Internet. (...) A Web 3.0pretende ser a organização e o uso de maneira maisinteligente de todo o conhecimento já disponível naInternet.Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites emenos no usuário. Pesquisa-se a convergência de váriastecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmotempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acessomóvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todosutilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo amaturidade ao mesmo tempo.
  93. 93. Exercício A partir das três categorias de hipertexto apresentadas por PRIMO (2007), selecione três sites e enquadre-os em cada uma das categorias, respectivamente. No caso do hipertexto colaborativo/cooperativo, analise, também, se é feito algum controle contra vândalos ou aproveitadores. Escolha um blog e analise os seguintes aspectos: 1. Se é pessoal ou profissional 2. Se é individual ou coletivo 3. Qual é o blogroll 4. Se permite comentários 5. Se o número de participantes cresceu em relação à sua origem (comentários e compartilhamentos) 6. Se o estilo de escrita mudou desde a sua origem

×