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2 as enfermidades eclesiasticas

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2 as enfermidades eclesiasticas

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2 as enfermidades eclesiasticas

  1. 1. Crescimento de Igreja
  2. 2. AS ENFERMIDADES ECLESIÁSTICAS
  3. 3. AS ENFERMIDADES ECLESIÁSTICAS  Koinonites  As igrejas somente se preocupam com os membros batizados da igreja, visam somente a qualidade.  Ociosites  Os membros são os chamados "papas sermões", somente consumidores e não produzem nada em benefício da obra de Deus. Deixam ao pastor e seus oficiais a obra de salvar almas
  4. 4. AS ENFERMIDADES ECLESIÁSTICAS  Tradicionalite  Interrompem as mudanças necessárias para o crescimento. A inflexibilidade para mudar é uma razão pela qual muitas igrejas não crescem.  Juntites  Grau exagerado de tempo dedicado às juntas e comissões prejudicando o cumprimento da missão.
  5. 5. AS ENFERMIDADES ECLESIÁSTICAS  Acefalia Pastoral  Mudança freqüente de pastores. Estes só batizam e não tomam contato profundo com as congregações.  Desnutrição  O povo não está sendo bem alimentado, e decide se alimentar em outra igreja.
  6. 6. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Em poucas palavras, é o nome que se tem dado a um movimento evangélico que surgiu no campo missionário da Índia, como resultado de uma preocupação pelo escasso desenvolvimento de algumas congregações estabelecidas com tanto esforço e sacrifício.  O gestor e pai deste movimento denominado “Crescimento de Igrejas” é o Dr. Donald McGavran, atual Decano Emérito da School of World Mission da Fuller Theological Seminary em Pasadena, Califórnia.
  7. 7. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Como Surgiu a Preocupação pelo Crescimento?  Depois de terminar seus estudos teológicos nos Estados Unidos ,no ano de 1923, Donald Anderson McGavran foi ordenado ao ministério na igreja Discípulos de Cristo e nesse mesmo ano regressou à Índia, país onde havia nascido de pais missionários.  Nos primeiros anos, o Dr. McGavran notou que algumas empresas missionárias na Índia estavam em um ritmo de crescimento rápido, porém outras dificilmente progrediam ou simplesmente ficavam em estado de estancamento.
  8. 8. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Seu encontro com J. Waskom Pickett, outro missionário da Índia, que tinha inquietudes similares, foi frutífero. Em 1936, publicaram um trabalho de investigação titulado Christian Missions in Mid-India, relacionado com a conversão de grandes massas humanas ao cristianismo.  Em 1955, McGavran publicou outro livro intitulado Bridges of God (Pontes de Deus) enfocando o mesmo assunto de conversões em massa, porém através da história cristã, começando dos dias apostólicos até o presente século.  Os pontos de vista apresentados foram motivo de diálogo e seminários nos campos missionários e acadêmicos.
  9. 9. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Seus estudos abrangeram as igrejas do México, Filipinas, Congo, Jamaica e Porto Rico. Ademais, estabeleceu o Instituto de Crescimento da Igreja em Oregón (1960), que mais tarde se incorporou ao Fuller Theologycal Seminary ,em Pasadena, Califórnia ,como a School of World Mission.  No desenvolvimento deste novo pensamento teológico, McGavran relacionou-se com outros investigadores tais como Alan R. Tippett, autor de “Iglecrescimento Y la Palabra de Dios”, C. Peter Wagner, autor de Sua Igreja Pode Crescer, Ralph Winter, Win C. Arn e outros especialistas.
  10. 10. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Razões para a falta de Crescimento  Não há crescimento quando a igreja está encravada em uma área onde não há receptividade por parte da comunidade e de fato, é produzido um estancamento ao trabalho em um lugar de escasso rendimento ou onde existe resistência à pregação do Evangelho.  Uma igreja não cresce quando, por temor a problemas posteriores a conversão e à criação de novas igrejas se estabelecem normas muito altas e se batizam poucos.
  11. 11. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Uma igreja não cresce quando não se interessa em verificar os resultados de seu trabalho missionário, nem o desenvolvimento alcançado em um determinado momento de sua existência.  Uma igreja não cresce quando está atada a um método de trabalho improdutivo ou de rendimento pobre. Poderia suceder o caso de haver sido necessário um determinado momento, mas inoperante no presente.  Uma igreja não cresce quando o pastor ou os dirigentes não aprendem com os erros do passado alguma lição útil para o futuro, nem tampouco uma opinião especificada pelo escasso crescimento que se comprova.
  12. 12. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Como Crescem as Igrejas  Biológico  Como resultado do batismo dos filhos dos crentes. Ainda que nem todos os filhos seguem as pisadas dos pais, é um fato que uma boa parte responde bem se os pais têm sido responsáveis quanto lhes comunicar a fé cristã. Este tipo de crescimento denomina-se biológico.  Transferência  quando reúne a crentes dispersos como resultado do constante movimento das massas, especialmente das zonas rurais para os centros urbanos.
  13. 13. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  O fruto das conversões  Trata-se de pessoas que não militavam em nenhuma igreja, porém ao entrarem em contato com o evangelho, aceitam o convite de Deus, e confessando seus pecados, unem-se à igreja por meio do batismo. Indubitavelmente, esta forma de crescimento por conversão é a melhor porquanto contribui diretamente para o aumento da população que assiste aos cultos da igreja.
  14. 14. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Esta classificação nos permite avaliar como o crescimento pelo batismo dos filhos dos crentes e pela conversão dos novos é o mais importante, porque se trata de pessoas que antes não faziam parte da congregação, porém como resposta ao evangelho se converteram para aumentar o número dos crentes. Também isto nos faz pensar quão importante é contar na igreja com grupos familiares completos. Os pais devem ganhar a seus filhos, e se somente o pai ou a mãe ou talvez os filhos aceitam a fé, é dever da igreja completar a evangelização do círculo familiar. Quando se converte uma família inteira, todos os seus membros apoiam-se uns nos outros .
  15. 15. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Categorização do Crescimento - Ralph Winter  E-0 – O aumento pelas pessoas evangelizadas dentre os que assistem na igreja ao haver experimentado uma conversão genuína.  E-1 – refere-se às conversões como resultado do trabalho do evangelismo pessoal entre os familiares e vizinhos pertencentes ao mesmo grupo social dos que se integram a igreja.  E-2 – A igreja trabalha para estabelecer uma nova congregação em outro lugar ou ambiente, dento do mesmo grupo social.  E-3 – A evangelização que a igreja realiza em um ambiente cultural deferente do qual pertence e em outro continente.
  16. 16. QUE ENTENDEMOS POR “CRESCIMENTO DE IGREJA”?  Categorização do Crescimento - Ralph Winter  E-0 – O aumento pelas pessoas evangelizadas dentre os que assistem na igreja ao haver experimentado uma conversão genuína.  E-1 – refere-se às conversões como resultado do trabalho do evangelismo pessoal entre os familiares e vizinhos pertencentes ao mesmo grupo social dos que se integram a igreja.  E-2 – A igreja trabalha para estabelecer uma nova congregação em outro lugar ou ambiente, dento do mesmo grupo social.  E-3 – A evangelização que a igreja realiza em um ambiente cultural deferente do qual pertence e em outro continente.

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