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A Vida nos Recifes

Os recifes de coral são formados pelo acúmulo de esqueletos calcários de corais e certas algas. Com o tempo e em condições favoráveis, um recife de coral pode transforma-se numa ilha ou, pelo menos, um atol. Coleção de José Palma

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Os recifes de coral são formados pelo acúmulo de esqueletoscalciírios de corais e de certasalgas. Com o
tempo.em condiçõesfavoráveis.um recifede coralpodetransfornar-senumailha ou.pelo menos,num atol.
Os recifes são ecossistemas
com grande produtiüdade e grande biodiversidadeque. em muitos casos.
suportamimportantespescariase turismo. A própria rocha é tambémutilizada em construção,principalmente
em recifesquejá formam parteda terra firme.
Estima-se que os recifes de coral cubram cerca de 284 300 km2, com a região do Indo-Pacífico (Mar
Vermelho,OceanoÍndico,sudeste
asiáticoe OceanoPacífico)contribuindo
com gl.9% do total,e os recifes
do OceanoAtlântico e Mar do Caribe contribuindo com apenas7,6Yodo toÍal.
Os recifessãorestritosou ausentes
na costaoestedasAméricas,assimcomo na costaoesteda Africa. lsso
ocorreprincipalmente devido ao fenómenoda ressurgênciae dasfortes correntesde águasfrias que reduzem
a temperatura da âgua nessasáreas. Também são escassosna costa sul Asiática do Paquistão ate aa
Bangladesh,bem como ao longo da costanordesteda América do Sul, por causado grandeaporte de água
doceprovenientedosrios Amazonas,Indo e Ganges.
1- Biologiadorecife
2 - Foïmações
derecifesdecoral
3 - Distribuição
mundialderecifes
4 - Ecologia
ebiodiversidade
5 - Ameaças
aosrecifes
6 - Desenvolvimento
deterrenos
epoluição
7 - Comérciodepeixesderecifesvivos
8 - Descoramento
decorais
9 - Destruiçãomundialdecorais
10- Protecção
erestauração
derecifes
I I - Areasprotegidas
pelamarinha
Colecçãode JoséAlberto Rodrigues Palma
I - Biologià do recife
1.1- Biologia do recife
Os blocos construídosnos recifes de corais são os "esqueletos"de várias geraçõesde algas,corais e outros
organismosconstrutorasde recifes,quesãocompostospor carbonatode cálcio.
Um recife de coral cresce,estabelecendouma estrutura esqueléticaencaixandocada novo polipo. Ondas.
peixes de pastejo (como peixe-papagaio), ouriços do mar,.espoqjas e outras forças e organismos quelr4ql os
esqueletos de corais em fragmentos que assentam em espaços na estrutura do recife. Muitos outros
organismosquevivem ttu .o*troidade dõ recife contribuempÍua o esqueletode carbnato de ciálciodo recife
do mesmo modo. Algas coralinas são também os principais contribuintes para a estrutura,pelo menos nas
partesdo recife submetidasàsmaioresforçasdasondas(como o recife frenteao oceanoaberto).
Sérienova da PapuaNova Guiné de 1997com váriasespéciesde corais
ü**ç:* {K*elïnE}
lst*nds
I
',*.mffi,&t
ffik trffi
&*"#&*fu@'
r- fu&*ffi 2"F
FDC com sériee carimbo de l'dia dasIlhas Cocos(Keeling) de 2006
2 - Formaçõesde recifesde coral
Os recifesde coral podemter viírias formas: .
Recife atol - uma forma mais ou menos circular ou contínua de um recife barreira rodeando uma lagoa, sem
umailha central.
üi; f.""ja - ,""if" que é ligado directamenteà terra ou fronteiras com um intervalo raso num canal ou
lagoa
Recife barreira - recife separadode um continenteou ilha por uma terraprofi.rndanumalagoa
"Recife remendó" - um recife isolado,muitas vezescircular, geralmentedentrode úa lúu ou baía.
Recife fita - um recife longo, estreitoe pouco sinuoso,geralmenteassociadoa um atol o.t úgoa.
Recifc an€sa- recifesisolados,aproximando-sede qm tipo de atol, massemuma lagoa.
3 selosnovosda PolinésiaFrancesade 1981,1992e 1982com os Atóis de Maupiti, Mataiva e Tupai
POLYN€SI€
FRANçAIs€
LESILES
DE POLYNESIE
FRANÇAISE
ATOLLde TUpAr
PREMIERJOUR D,EMISSION
ó"*
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Ltsltts
DT
POTYNTSJT
FRANÇAISË
t2 }cT 82
Qprrr!,
FDC daPolinésiaFrancesacom o Atol de Tupai e carimbo de l'dia
CTLYNESTEFryNCAISE
136 F BÕRÂ-BoRA
3 selosnovosdaPolinésiaFrancesa
de 1981,1992
e 2003com o Atol deBora Bora
2.1-Formações* -:r^-' .,'a,l
- lvÍalásiacom g7g ilhas tem aÌgumasdassuaságuasno ''Triângulo de coral'' (5.7 milhõesde quilómetros
quadrados
partilhadospor seispaíses- Fúi;;;, úalásia. Indonéiia-Timor-Leste.PapuaNova Guinée Ilhas
Salomão- quecontémcercade 30 por centodosrecifesdetodo o muntloe maisde 3.000espécies
marinhas'
númeroque inclui pelo menos500 especies
de coraisconstrutores
de recifes).Mais de 85% dos recifesdo
Triângulo de Coral. na Asia- está directamenteameaçadopela acção do Homem' nomeadamente
pela
p,--,luição.
pescaem excesso
e pelodesenvolvimento
costeiro'
Serienora de2015da,{alásia
comquauoilhasdeorigemcoraiina
-.,: Ll : LÌiLl:'
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A Vida nos Recifes

  • 1. Os recifes de coral são formados pelo acúmulo de esqueletoscalciírios de corais e de certasalgas. Com o tempo.em condiçõesfavoráveis.um recifede coralpodetransfornar-senumailha ou.pelo menos,num atol. Os recifes são ecossistemas com grande produtiüdade e grande biodiversidadeque. em muitos casos. suportamimportantespescariase turismo. A própria rocha é tambémutilizada em construção,principalmente em recifesquejá formam parteda terra firme. Estima-se que os recifes de coral cubram cerca de 284 300 km2, com a região do Indo-Pacífico (Mar Vermelho,OceanoÍndico,sudeste asiáticoe OceanoPacífico)contribuindo com gl.9% do total,e os recifes do OceanoAtlântico e Mar do Caribe contribuindo com apenas7,6Yodo toÍal. Os recifessãorestritosou ausentes na costaoestedasAméricas,assimcomo na costaoesteda Africa. lsso ocorreprincipalmente devido ao fenómenoda ressurgênciae dasfortes correntesde águasfrias que reduzem a temperatura da âgua nessasáreas. Também são escassosna costa sul Asiática do Paquistão ate aa Bangladesh,bem como ao longo da costanordesteda América do Sul, por causado grandeaporte de água doceprovenientedosrios Amazonas,Indo e Ganges. 1- Biologiadorecife 2 - Foïmações derecifesdecoral 3 - Distribuição mundialderecifes 4 - Ecologia ebiodiversidade 5 - Ameaças aosrecifes 6 - Desenvolvimento deterrenos epoluição 7 - Comérciodepeixesderecifesvivos 8 - Descoramento decorais 9 - Destruiçãomundialdecorais 10- Protecção erestauração derecifes I I - Areasprotegidas pelamarinha Colecçãode JoséAlberto Rodrigues Palma
  • 2. I - Biologià do recife
  • 3. 1.1- Biologia do recife Os blocos construídosnos recifes de corais são os "esqueletos"de várias geraçõesde algas,corais e outros organismosconstrutorasde recifes,quesãocompostospor carbonatode cálcio. Um recife de coral cresce,estabelecendouma estrutura esqueléticaencaixandocada novo polipo. Ondas. peixes de pastejo (como peixe-papagaio), ouriços do mar,.espoqjas e outras forças e organismos quelr4ql os esqueletos de corais em fragmentos que assentam em espaços na estrutura do recife. Muitos outros organismosquevivem ttu .o*troidade dõ recife contribuempÍua o esqueletode carbnato de ciálciodo recife do mesmo modo. Algas coralinas são também os principais contribuintes para a estrutura,pelo menos nas partesdo recife submetidasàsmaioresforçasdasondas(como o recife frenteao oceanoaberto). Sérienova da PapuaNova Guiné de 1997com váriasespéciesde corais ü**ç:* {K*elïnE} lst*nds I ',*.mffi,&t ffik trffi &*"#&*fu@' r- fu&*ffi 2"F FDC com sériee carimbo de l'dia dasIlhas Cocos(Keeling) de 2006
  • 4. 2 - Formaçõesde recifesde coral Os recifesde coral podemter viírias formas: . Recife atol - uma forma mais ou menos circular ou contínua de um recife barreira rodeando uma lagoa, sem umailha central. üi; f.""ja - ,""if" que é ligado directamenteà terra ou fronteiras com um intervalo raso num canal ou lagoa Recife barreira - recife separadode um continenteou ilha por uma terraprofi.rndanumalagoa "Recife remendó" - um recife isolado,muitas vezescircular, geralmentedentrode úa lúu ou baía. Recife fita - um recife longo, estreitoe pouco sinuoso,geralmenteassociadoa um atol o.t úgoa. Recifc an€sa- recifesisolados,aproximando-sede qm tipo de atol, massemuma lagoa. 3 selosnovosda PolinésiaFrancesade 1981,1992e 1982com os Atóis de Maupiti, Mataiva e Tupai POLYN€SI€ FRANçAIs€ LESILES DE POLYNESIE FRANÇAISE ATOLLde TUpAr PREMIERJOUR D,EMISSION ó"* ì q' Ltsltts DT POTYNTSJT FRANÇAISË t2 }cT 82 Qprrr!, FDC daPolinésiaFrancesacom o Atol de Tupai e carimbo de l'dia CTLYNESTEFryNCAISE 136 F BÕRÂ-BoRA 3 selosnovosdaPolinésiaFrancesa de 1981,1992 e 2003com o Atol deBora Bora
  • 5. 2.1-Formações* -:r^-' .,'a,l - lvÍalásiacom g7g ilhas tem aÌgumasdassuaságuasno ''Triângulo de coral'' (5.7 milhõesde quilómetros quadrados partilhadospor seispaíses- Fúi;;;, úalásia. Indonéiia-Timor-Leste.PapuaNova Guinée Ilhas Salomão- quecontémcercade 30 por centodosrecifesdetodo o muntloe maisde 3.000espécies marinhas' númeroque inclui pelo menos500 especies de coraisconstrutores de recifes).Mais de 85% dos recifesdo Triângulo de Coral. na Asia- está directamenteameaçadopela acção do Homem' nomeadamente pela p,--,luição. pescaem excesso e pelodesenvolvimento costeiro' Serienora de2015da,{alásia comquauoilhasdeorigemcoraiina -.,: Ll : LÌiLl:' iì r Í i-1 i i,.i {ìii R **tt J ov- *t lr.-+o Ê.oÁ,yt*+ (Vte'lra',>i,-,t, Lì,O.>olrt ' . l" . J ' C),",+te.* MSanve_ ç<+ . N*c. l>S no fôo 8tou- t3? Ot hto i l/ov+1,, O*1 ?ql* 84Xs03gMY ilr Itil illllllllll Ill llll Illllll lll lli Illl W È.!.ÃWli;.rY - : # Enreloperegistadoda MalásiaparaPorfugalcom a sériedasilhasdecoral
  • 7. - l,|stnDulçao munoral oe reciles O Mar Vermelho é famosopela exuberânciada suavida submarin4 sejamasinúmerasvariedadesde peixes Sérienova de20ll da Jordâniacom coraisdo Mar Vermelho novodp2004 lrão çomespeeies Mar VenuelhoePenínsulaAráhíea
  • 9. 3.3- Distribuiçãomundial derecifes Sérienovade 1983de SantaLúcia com alguma fauna marinha do recife ca.ribeúo Bloco novode 2013dasilhasS.Vicentee Grenadinas com váriasespécies do recifedecoraisdo Caribe
  • 10. tentarnsobreviverà interfèrênciado homerl na lìatuleza.que I'e ples 3.-Í- Distribuicãomundiaìde recifes Conhecido pelasbelezas naturaì-.. t Caribe. atiir r:,ilnares oeÌirrisÌ,ls :ìiÌaapa's 31,;'1asa r iagemde sc'rnho de muitas pessoas *oitrou núrneros nadaagraciáreis entielaÇàrì a suabìrdìrersiilade. Segundo relatórìo divulgado pelaIUCN,a cobeftura clecoralriro qtreerade maiscie50'r,enr Ì9-rJ.caiupara8co.Os coraiseristenlhá aproximadamente 250 milhõesde anos.Já resistil'cnr a rários abalo:,attrh,entais. .r-rrÌriì lÌ'ìilreniotos e actiridades lulcânicas. Actttalmente, B ãÈ ffi g ....'"-l?,Ë.iìi:'J: 4!,',rtr Èat!r:,:tr ..t''5 " Bellae BanierReafReserìreSystem novo l00l do Brasìle posta -pago oa It1â
  • 11. 3.5-Distribuição mundiel derecifes A GrandeBarreira decoral australiana éumaiT"* faixadecoraiscomposta por cercade2900 recifes' 600 ilhascontinentãi;e 300 aróisde coral,situada.rro. * p*iÀ ao lotfrl" aã austrata e papua-Nova Guiné,quèpossúiz.z[|quilómetros decomprimento, ** rirú variandode 30 kn a74a km' A grande barreirade corarpodeserüsta do *puço e Ëa maior estrufilra-domundofeita unicamente por organismos i vlvos. Sérienovade2010O*Wutti* eFutuna(coletividadedeultramardaFrança)no pacífico
  • 12. 3.6 - Distribuição mundial de recifes Ilhas Salomãoe Samoasãoarquipélagosno Pacífico rodeadosde recifesde coraise atóisisolados. Bloconovode2001dasIlhasSalomão Bloco e sérienovosde 1993de Samoa
  • 13. 3.7: Distribuição mundial de recifes O parque nacional de TubbatahanasFilipinas, parte do Triângulo de Coral, por causados métodos utilizados pelos pescadores(desde pesca com recurso a dinamite, à utilização de cianeto para obrigar os peixes a abandónaremos seusesconderijosnos corais; ficando estescompletamentedesorientados),os resultados foram absolutamente devastadoresnaquela que é considerada uma das areas que apresentam maior biodiversidadedo Planeta.Em 2001, Angeüque Songco,depoisde ver a destruiçãoque seestavaa propagar, Candidatsu-se a um cargona direcçãodó parquede Tubbatah4 uma iíreaprotegidadesde1988.Desdéentão, tem dedicado o seu tanpo a proteger o recife de coral. Os seusesforços foram recompensados:enquanto os corais de todo o mundo se encontram rmeaçados, os do parque Natural do Recife dì Coral de Tubbatúa peÍmanecem surpreendentementeimaculados. Bloco novo de 1997 dasFilipinas comemorandoo Ano Internacionaldos Recifes FDC da Austrália com carimbo de l'dia (2110412005) com alzumaslesmas-do-mar
  • 14. 4 - Eeologia e biodiversidade os recifes de coral suportam uma extraordinária biodiversidade, embora localizados em águas tropicais pobres em nutrientar.-o pio".rro de reciclagem de nutrientes entre corais, zooxantelas (organismos unicelularesfotossintéticos)e outrosort*ir*o*ão recife, garante,quemenosnutrientessãonecessarios para ïJ:ffi;:Ë#ffiém fomecem nitratos solúveis paÍaosrecifesdecoraisno processo defixaçãode nitrogénio. os coraisúsorvem nutrientes,incluindo nitrogénio inorgânico e fósforo, diÍectanientea partir da águ4 e alimentam-sedo zooplânctonque'sao absorvidos.p"tor pólipos com o movimento da água'Assim, a pïodutividade primária num recife de coral é muito elevada. Bloco novo da Malásia de 2013com vários tipos de corais Bloco novo de França deZ}]2com váriasespéciesquevivem entreos corars
  • 15. 4.1 - Ecologia e biodiversidade Os recifes de coral são o lar de uma variedade$e peixes tropicais, tais como os coloridos peixe-papagaio, oeixe-anioe peixe-borboleta.Mais de 4000 espéciesãepeixeshabitam os corais. õs recifËssaàtambém a casade uma grandevariedadede outros organismos,incluindo esponjas,crustáceos a;d.,i11;; -;*ã;; td** " carurrõlejos), moluscos (incluindo -cefalópod9s), equinodermos (incluindo àiti.i*r à" ú*, oúçoí do mÍu e pepinôs do mar), tartarugas marinhas e cobras 99 Tu. Além dos seres humanos,os mamíferóssaor*or rútè recifesde córais,com a visita ocasionalde golfiúos. Sérieusàdada Ilha de Natal (Austrália) de 20M com peixes tropicais Sérienova da Malásia de 2012com vários habitantesdosrecifes Bloco novó AaUalásia de 1997com Tartarugacomemorandoo anodo Recife
  • 16. 4.2' Ecologia e biodiversidade ,Um certo número de invertebrados, colectivamente denorninados criptofauna" habitaqr o substrato pedra ucoral;cadairm furando a superficiedo calcfuio ou vivendo em pré-existentesvácuose fendas.Essesanimais '4uè fidaÈdontro da rochaincluem esponjas,moluicôs bivalves, Sérieusadade2006dasllhas Cocos(Keeling)Austrália Bloconovode2012daPolinésia Francesa comnudibrânquios, moluscos gasfiópodes marinhos aque' pertencem tambem aslesmas-do-mar. A variedade éenorme echega aatingir3000espécies diferentes
  • 17. 4.3 - Ecologra e biodiversidade A vida nos recifes não é so composta pelo mundo sub-aquático. Só na Grande Barreira de Coral aüstraliana --rJ;ãiilrpã"ià. deaves lincruinioú especies deavesmarinhas e 32espécies deavçs derochas). As í1hasdaGrandenarreiratambémsuportam2.195esptíciesdeplantasconhecidas sérienovade2000dasilhascocos(Keeling)comavesderecife il*nmniKm*ling] is!*n*il {#ffiffi.&n- fl,trffiffi,ffiffi FDC dasilhasCocos(Keeling)com carimbode I "dia l3/0612006,também com avesde recife
  • 18. 4.4- Ecologiae biodiversidade 95 ""lG-ã;úí" ;Ë ;;" ,61ngs çiloutnaps gp ec.cssipierpas cornpiexos quo "lt{crtrn milharcs defo.masdetid€ dif€Í€ntÊs. Assimcomoâsflorestâs ropicãiô U"fogi"";i*t" rinl, itmfrgaOtãs*omions t&"lq "eoJt*is aogapoçaiae t".pgralug e,altameltê vulneúveis-a acti'1iladêsìumanas que blocodosUSA de20CI3 retratnumroaifedecoralp€rtqdq umterritório dosEstados tr-Jnidos no OceaÍìo FacíÍïgqgq PACIF'IC CORAL RETT SIXTH IN A SERÍES !.t, '
  • 19. 5 - Ameaçasaosrecifes Bloco novo de 20fi daPolinésiaFrancesacom vários tipos de corais
  • 20. 6 - Desenvolvimentode terrenos e poluição do de terraspode ameaçara sobrevivênciados recifesde coral. Nos últimos 20 anos,asflorestasde mangais,que absorvémgrandesquantidadesde nutrientese de sedimentosdas enxurradas provocada pela agricultur4 construção de estradas,edificios, portos e canais. estão a ser destruídas.As águasricas em nutrientes,corn a diminuição dasflorestas;fazem prosp€rarnaszonasçosteiras as algas e fitoplânctons, em sufocantes montantes conhecidos como proliferação de algas. Corais são assembleiasbiológicas adaptadasàs águascom baixo teor de nutrientes, e a adição de nutrientes favorece espéciesque perturbam o equilíbrio das comunidadesdo recife. Tanto a perda de zonashúmidas quanto a proliferação das algas são eventosconsideradosfactores importantesque afectam a qualidade da água nos iecifes. Baixa quuiidud" da água também foi apontada como uma das causasda dispersão de doenças infecciosas entre os ,corais. O carvão, um poluente industrial comum, também tem mostrado a sua interferênciano desenvolvimentode pólipos de corais. Uma larga area do Golfo do México é hipóxica (baixa concentração de oxigénio) durante o ano, matando incontavãisseresda vida marinhae ameaçando o sistemade recifesde corais. SelonovodeWalliseFutuna(territóriofrancês noPacífico)de1996commangais Bloco novo dasNaçõesUnidas de 2003 com vegetaçãono rio "Little Scarcies"na SerraLeo4 qlle como os mangaisabsorvemos nutrientesfavorecendoa vida marítima local.
  • 21. 7 * Comércio de peixes de recifes vivos Devido ao aumentoda procurade peixesde recifes na América do Norte e Europa,o uso de cianetona pesca aumentouno Indo-Pacífico.85% dos peixesde aquáriodo mundo sãocapturados nestaregião,e quasetodos eles sãocapturadoscom cianeto.O cianeto é usadopara atordoaros peixes.E prejudicial para os órgãosde peixes,e há uma taxa de mortalidadede 90Yodos peixes capturadoscorn cianeto.O cianetotambém é muito destrutivo para os recifes de corais em tomo dos ecossistemas,uma vez que mata corais e oúros invertebrados do recife. il;ãJ; ""i*rirãaor da pescacom cianetoé a pobreza dentrodascomunidadesde pesca.Em paísescomo asFilipinas onde o cianetoé regularmenteutilizado paraa capturade peixesvivos de aquário,a percentagem da populaçãoabaixoda linha de pobrezaé de 40oÁ. AOUARIUM DU MUSEE AOUARIUM DU MUSEE MONACO a 6 aouARruM ou rurusee {$ oCEANOGRAPHTOUE 4&) AOUARIUM DU MUSEE Sérienova do Mónaco de 1985com o Aqutáriodo Museu Oceanogtáfico Bloco novo daNova Caledóniade 2002com o Aquário deNouméa
  • 22. 7.1- Comércio de peixesde recifes,vivos A pescacom dinamiteé um outro métodoextremamente destrutivoqueospescadores utilizam na colheitade peixes pequenos. O procedimento da pesca com dinamite começã com uma garrafa que está cheia de explosivosconstituídospor nitrato de potássio.Quandoa dinamite sai da garcafa, a explosãofaz vrrtaondade choque subaqtulticacausandoum rompimento na bexiga dos peixes, fazendo-osflutuarem. Uma segunda explosão é frequentemente usada para matar qualquer predador maior que foi atraído pelos peixes menores quemorreramcom a primeiraexplosão.Estemétodode pescanão sómatapeixespequenos, mastambémtira a vida de mútos animaisde recife que não sãocomestíveisou não sãoprocurados peloshumanos,como os coraisem si. As areasque costumavamestarcheiasde coraisparecemagoradesertosde areia,nenhum sinal de coralou qualqueroutroanimalde recifequeos habitavam. REPUBLIQUE TOGOLAISE 75OF POSTES REPUBLIQUE TOGOLAISE ["; / ç.../:/*u ot'uti.n d"uS' !r9f,8re REPUBLIQUE TOGOLAISE Bloco novo de 20ll daRepúblicado Togo sobrea vulnerabilidadedos coraisno ecossistema Sérienovade 1981de Inglaterrasobrepesca
  • 23. 8 - Descoramentode corais Durante 1998 e 2004, o fenómeno meteorológico El Niflo, que aumenta a temperatura na superfïcie do mar bem acima do normá, fez muitos corais tropicais serem deicoradoi ou mortos. AlguTas reeupèraçõê9têm sido assinaladosem vários locais remotos, mas o aquecimento global pode desfaeer algumas destas recuperaçõesRo futuro. Toxinas nos tecidos sãoproduzidas quando a temperatura da água sobe, causandoo docoral. United Nations 36c Nqtions U*es5:o9O Sérienova dç 1989dasNaçõesUnidas com Írsdiversasmudançasclimatéricasno Japão,no Pacífico norte,no estreitode Kattegat(Dinamarca/Suécia), na Europa,na costaestedosEstadosUnidos e nosAlpes wmüÉEoRotmtaHotDM re rc ru -Ïrrï,.:'.,:*""'fffi Nations Unies lT"lO *m- tUniteO tlatigns 25c Bloco novo de 2010 da PapuaNova Guiné com o atol de Carteret
  • 24. 9 - Destruiçãomundial de corais Os recifes de coral do sudesteda Ásia estãoem risco por práticasde pescaperigosas(como pescacom cianeto ou dinamite), pesca predatória, sedimentação, poluição e descoramento. Uma variedade de actividades,incluindo a educaçã?,u l.g,rlp:ntação e o estabelecimento 1" ::":t^Tarinhas protegidasestão em cursoparaproregerestesrecifes.A Indonésia,por exemplo,tem cercade 33-000kms quadrado.s de recifes de corais.Os rnurerãa Indonésiasãolar de um terço do total de coraisdo mundo e de um quartodasespécies de peixesde recifesdo mundo. Os corais da Indonésiaestãolocalizadosno,coraçãodo Triângulo de Corais e tem sido vítima de pescadestrutiva,turismo desreguladoe descoramentodevido a mudançasclimáticas. Os dados de 4T4 estaç^ões de monitoramento de recifes na Indonésia em 2003 revelaÍam que apenas6% dos corais da Indonésiaestãoem excelentecondição, enquanto24Voestãoem bom estado,e aproximadamente 70Yoestãaem má condição.Estima-sea perdade 90oÁdos coraisa nível global nospróximos 30 anos. Bloco novo de 2007 dallha de Maiote (departamentoultramarino francês)no Índico *l Les.halutìers defond sont une mena(e 3000F poú le fragile écosystène corailien des grondsíonds mains. REPUBLIQUE TOGOLAISE Bloco novo de 2011 daRep.doTogo sobrea ameaça dapescade arrastono ecossistema coralino
  • 25. 10- Protecçãoe restauraçãode recifes Habitantesda ilha Ahus, província de Manus, Papua-NovaGuiné, têm um histórico de geraçõesde pratica de pescaem seisiíreasda sualagoa de recife. Enquantoa pescacom linha é permitida, pescacom rede e lanças sãolimitadas, a tradiçõesculturais.O resultadoé quetanto a biomassaquantoos peixesindividualmente, são significativamente maiores nestasáreasdo que em áreasem que a pescaé completamentesem limites. E estimado que aproximadamente 60Yo dos iecifes do mundo estãô em risco pot ca,rsa de actividades destrutivasrelacionadascom humanos.A ameaçada saúdedos recifes é particularmenteforte no sudesteda Ásia- ondecercade 80% dosrecifesestãoconsiderados em extinção. PAPUA Ntrff GUINBA /s4p"r-s. Son.sD ': k*.', S' FIRST DAYCOVER i FDC da PapuaNova Guinécom carimbode 1'dia (15/04/1987)com o peixe-das-anémonas. maisconhecido por peixe palhaço(existem30 especies) FIRST DAY COTER l'tiss P..i]. /,'i'--insonr L2 l-.,t-t.Ll,qden .-1t, C.Àjjj"i',,ìil{'i.if:S: . ?n6Z. FDC circuladoda PapuaNovaGuinécom carimbode l"dia{28108/1968)com sériede conchas de recifes
  • 26. 11 - Áreas protegidaspela Marinha Um método de administração de recifes costeiros que está a tomar-se cada vez mais proemilente é a implementaçãodas Áreas Protegidaspeia Marinha. As APMs foram introduzidas no sudesteda Asia e em qualqueroutro lugar do mundo que tenta promover pescaresponsávele protecçãode habitat. Assim como a designaçãode parques nacionais e areasprotegidas, extracçõespotencialmentedanosassão proibidas. Os objectivos das APMs são tanto social quanto biológico, incluindo a restauraçãode recifes de coral, manutençãoestática,aumentare protegera biodiversidadee beneficioseconómicos. Acabamosestacolecçãocom doisblocosnovosda PapuaNova-Guinéde 2011e Maldivasde 2015 com duas Organizações, de entremuitas,a SCRFA e a WWT, paraa protecçãoe conservaçãoda nat;teza.