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LBJ LIÇÃO 6 - VIVENDO COM AMOR E HONESTIDADE

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Subsídios elaborados pelo pastor Natalino das Neves
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Publicada em: Educação
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LBJ LIÇÃO 6 - VIVENDO COM AMOR E HONESTIDADE

  1. 1. TEXTO DO DIA "Quanto, porém, ao amor fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros." (1 TS 4.9)
  2. 2. SÍNTESE Não existe adoração num coração dominado pelo ódio, muito menos espiritualidade sadia numa vida envolvida com desonestidade.
  3. 3. 1 Tessalonicenses 4.9-12 9 Quanto, porém, ao amor fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros; 10 Porque também já assim o fazeis para com todos os irmãos que estão por toda a Macedônia. Exortamos-vos, porém, a que ainda nisto continueis a progredir cada vez mais, 11 e procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo- lo temos mandado; 12 para que andeis honestamente para com os que estão de fora e não necessiteis de coisa alguma.
  4. 4. • Nunca foi tão urgente a presença de uma comunidade de pessoas que espelhe o caráter de Cristo como nos dias atuais. • Nacionalmente vivemos em tempos de muita violência. • No campo sócio-político, nunca a corrupção esteve em tamanha evidência com sucessivos escândalos. • Em Tessalônica não era muito diferente, por isso Paulo orienta amorosamente aquela comunidade. INTRODUÇÃO
  5. 5. I- QUANTO AO AMOR FRATERNAL
  6. 6. • Paulo elogia a postura amorosa dos membros da igreja em Tessalônica (1 Ts 4.9). • Amar não é algo que aprendemos por meio de métodos humanos, cursos ou livros. • É impossível amar a Deus e odiar qualquer pessoa que seja(1 Jo 4.20). • Quem usufrui do amor do Pai, podemos transmiti- lo a todos os que precisam (Lc 6.27-36). • É com o SENHOR que aprendemos a amar (Jo 15.12-17).. AP – Você já aprendeu amar? 1. É o Senhor quem nos ensina a amar
  7. 7. • O “amor” que não consegue ser expandido, compartilhado, transmitido a outros, não é amor. • Esse sentimento é narcisismo, o "amor a si mesmo“, um sentimento destrutivo (2 Tm 3.2; 1 Co 12.25-27). • A vivência do amor é contagiante. Exemplos: a Samaritana (Jo 4.28-30), Levi (Lc 5.27-32) e Paulo (At 9.19-31). • Essa vivência inspiradora de amor que a igreja precisa para influenciar a sociedade (Tt 3.3-5). AP – A sua prática de amor tem contagiado o meio em que você está inserido(a)? 2. O poder de expansão do amor
  8. 8. • A medida do amor nunca deve ser para menos, sempre para mais. • O amor é uma dívida impagável que não temos apenas para com Deus, mas também com o próximo (Rm 13.8). • Exemplo da parábola do credor incompassivo (Mt 18.23-35). • Amar o próximo de forma progressiva é uma evidência do amor ao próprio Deus (1 Jo 2.9-11). AP – A medida de seu amor tem aumentado ou diminuído? 3. O amor: uma medida que sempre deve aumentar
  9. 9. PONTO IMPORTANTE Amar é uma atitude que deve transcender o indivíduo e impulsioná-lo para um relacionamento de comunhão com o Pai e com o outro.
  10. 10. II- VIVENDO POR FÉ, TRABALHANDO COM HONRA
  11. 11. • Vivemos em uma sociedade do consumismo e imediatista. • O padrão de vida desejado pela maioria é o das celebridades. • Paulo exorta os cristãos a viverem uma vida simples, desapegada e "quieta" (1 Ts 4.11). • Focar no essencial e não se deixar levar pela onda do consumismo. • O padrão do cristão deve ser diferente do “mundo” (Fp 2.15), um viver em Cristo (Rm 14.8). AP – Qual tem sido o seu estilo de vida? 1. Um estilo de vida modesto
  12. 12. • O ofício humano como uma atividade honrosa e necessária àquele que trabalha na obra de Deus (2 Co 12.13-18; 2 Ts 3.8-12). • Trabalhar não deve ser um peso para ninguém. • A responsabilidade faz parte da essência do ser humano (Gn 1.26; Pv 13.4; 21.25). • O ministro não pode explorar financeiramente a fé alheia (At 20.29,30; 1 Tm 6.10). • Paulo precisou de apoio financeiro no seu ministério, mas isso foi a exceção, nunca a regra. AP – Qual o valor que você dá no trabalho digno? 2. Trabalhar nunca deve ser um fardo
  13. 13. • A chamada ministerial e o desenvolvimento profissional não são opostos. • Os novos obreiros dever ser capacitados para o ministério, mas também na formação secular. • Tudo o que há em nossa vida, analisado em conjunto, deve ser para a glória de Deus. • Enquanto você não consegue discernir seu ministério, continue estudando e trabalhando. • Não há problemas em ser bivocacionado (ministério e trabalho secular). O importante é estar na vontade de Deus. AP – Você tem dúvidas quanto á sua vocação ministerial e a vocação profissional? 3. O jovem, a vocação e a profissão
  14. 14. III- SOBRE O CRISTÃO E SEUS NEGÓCIOS
  15. 15. • O cuidado de Paulo para com os irmãos em Tessalônica o leva a exortá-los a terem uma vida honesta entre os que ainda não professavam a fé (1 Ts 4.12). • O comportamento religioso exemplar dentro da igreja deve ser coerente com o relacionamento na sociedade. • O cristão salvo não é desonesto. Ele deve ser honesto em todas as formas de relacionamentos. AP – Você tem uma vida honesta? 1. Honestidade como referencial de testemunho
  16. 16. • 1 Ts 4.12 termina com uma advertência a respeito da necessidade de viver do próprio trabalho. • O cristão nunca deve manipular e explorar a fé alheia. • No Brasil, com seus enormes abismos sociais, políticas para efetivação de direitos básicos são necessárias. • As pessoas veem em algumas instituições, como a igreja, uma forma de refúgio. Não podemos decepcionar essas pessoas. AP – Você vive de seu próprio trabalho? Jovem, você que mora com seus pais, ajuda nas despesas? 2. Colaboradores e não parasitas sociais
  17. 17. • A sociedade brasileira passa por uma profunda crise, com sintomas do pecado estrutural. • Um grande número de jovens entre 18 e 25 anos que nem trabalham, nem estudam. • É nessa ambiência conturbada que o jovem cristão deve lançar suas ansiedades sobre o Senhor (1 Pe 5.7). • O jovem cristão deve fazer o seu melhor, nunca acomodar, especialmente em situações adversas. AP – Jovem, como você tem enfrentado a crise atual? Tem ido à luta ou se acomodado? 3. O jovem cristão e a geração "nem-nem"
  18. 18. Hoje aprendemos que: 1. Nossa vocação é para uma vida piedosa, fundamentada em amor e buscando os ideais de justiça e paz. 2. O cristão deve buscar uma vida modesta, com trabalho honrado e dar atenção tanto para a vocação eclesiástica como secular e profissional. 3. O cristão deve ser honesto em todas as suas relações e nunca tirar proveito do próximo, mas ser exemplo de honestidade e caráter ilibado. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  19. 19. REFERÊNCIAS ARRINGTON, French L; ARRINGTON e STRONSTAD, Roger (Ed). Comentário Bíblico Pentecostal. 4ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. BRASIL, Thiago. A Igreja do Arrebatamento: o padrão dos tessanolicenses para estes últimos dias. Rio de Janeiro: CPAD, 2018. Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. LIÇÕES BÍBLICAS DE JOVENS. A Igreja do Arrebatamento: o padrão dos tessanolicenses para estes últimos dias. 2 TRI 2018. Rio de Janeiro: CPAD, 2018. RENOVATO, Elinaldo de Lima. 1 e 2 Tessalonicenses. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
  20. 20. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Facebook: natalino das neves e natalino das neves II Contatos: natalino6612@gmail.com (41) 98409 8094 (TIM/WhatsApp)
  21. 21. "(1 Ts 4.9). Paulo agora faz a mudança dos discursos específicos nos quais considerou a pureza sexual, para a chamada geral ao exercício e ao crescimento no 'amor [ou caridade] fraternal'. [...] O ponto principal da mensagem do apóstolo, é que a comunidade cristã deve ser caracterizada pela lealdade e pelo profundo cuidado que imita o nível do comprometimento de Deus para com eles (Jo 13.34,35). A extensão da discórdia ou da divisão que existiu na igreja em Tessalônica não foi em grande escala. Alguns, mais provavelmente uma pequena minoria, estavam ameaçando a harmonia por serem preguiçosos (1 Ts 4.11,12; 5.14; 2 Ts 3.10) e intrometidos (2 Tm 3.11). Porém, a igreja como um todo foi caracterizada pelo amor. Paulo conhece a dinâmica dos relacionamentos, e sabe que a menos que se prestasse uma cuidadosa atenção à harmonia, a igreja estaria a um passo de um conflito generalizado. Coerentemente, incentiva os santos a se dedicarem intensamente à instrução em que foram encaminhados, na qual estavam bastante adiantados. Paulo diz não haver necessidade de escrever aos tessalonicenses sobre a importância do amor fraterno e está confiante de que pode manter a discussão em um nível mínimo" (ARRINGTON, F.L. e STRONSTAD, Roger (Ed). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp. 1390,1391). SUBSÍDIOS
  22. 22. "O conteúdo da ética cristã está na vontade de Deus, que deve ser feita com amor, ou seja, 'a fé que opera por caridade [ou amor]' (Gl 5.6). Todo o comportamento de Cristo estava centrado em seu objetivo de servir e de dar sua vida como um resgate (Mt 20.28). Este era seu padrão para os seus seguidores (20.25-27). Paulo o aceitou. Também o fizeram os cristãos tessalonicenses. Eles tinham visto em Paulo o exemplo ('selo') de Cristo que lhes deu significado e entendimento. Eles tomaram esse exemplo para suas próprias vidas, incluindo a aflição (thlipsis, 'pressão, tribulação'). Nesse contexto da ética cristã, em meio ao sofrimento, imitando a vida de Jesus e a conduta de Paulo, aqueles crentes coletivamente e espontaneamente compartilharam um testemunho dinamicamente significativo de Cristo pela Macedônia e pela Acaia. O exemplo cristão, encontrado primeiramente em Jesus e em Paulo resulta no tipo de conduta fiel que efetivamente dá testemunho por meio do corpo combinado da igreja em qualquer outra área, fortalece o testemunho dos cristãos e possibilita que o comportamento dos obreiros (pastores e outros) inspire o rebanho a segui-los. O testemunho cristão bem-sucedido está centrado no exemplo" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. pp. 729, 730). SUBSÍDIOS

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