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LBJ LIÇÃO 5 - VIVENDO UMA VIDA SANTA

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Subsídios elaborados pelo pastor Natalino das Neves
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Publicada em: Educação
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LBJ LIÇÃO 5 - VIVENDO UMA VIDA SANTA

  1. 1. TEXTO DO DIA "Portanto, quem despreza isto não despreza ao homem, mas, sim, a Deus, que nos deu também o seu Espírito Santo." (1 Ts 4.8)
  2. 2. SÍNTESE Deus nos convoca para uma compreensão de santidade que transcende os cerimoniais religiosos e os rituais de purificação humanos.
  3. 3. 1 Tessalonicenses 4.1-4 1 Finalmente, irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, assim como recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assim andai, para que continueis a progredir cada vez mais; 2 porque vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus. 3 Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, 4 que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra.
  4. 4. • A partir do capítulo 4, Paulo passa a fazer alguns esclarecimentos a respeito de assuntos pontuais. • O apóstolo parece responder algumas dúvidas teológicas e questões práticas que Timóteo destacou em seu relatório de retorno a Paulo. • A palavra de Paulo é de exortação à santidade, em especial, às questões sexuais. INTRODUÇÃO
  5. 5. I- A VIDA SANTA QUE AGRADA A DEUS
  6. 6. • Paulo orienta aos tessalonicenses permanecer no mesmo conjunto de princípios fundamentais que receberam no início de sua fé. • O cuidado que se deve ter com “outros evangelhos” ou formas de condutas inovadoras. • Não necessitamos de complementos ou novas revelações (Gl 1.6-9). • O Evangelho é simples e descomplicado. AP – Você tem permanecido nos mesmos princípios do inicio de sua fé? 1. Um modelo que é transmitido e compartilhado
  7. 7. • A vida cristã é composta de projetos e metas pessoais, mas agradar a Deus em tudo quanto fizermos deve ser prioridade. • Ter uma vida santa é viver segundo o propósito do Senhor (2 Tm 1.9). • A manifestação do Reino de Deus em nós é produtora de vida, libertação e alegria (Sl 16.8- 11), apesar dos desafios e lutas (Rm 8.35-39). • Viver é um privilégio, mas viver em Cristo é a experiência mais sublime do ser humano. AP – O seu modo de vida e conduta agrada a Deus? 2. Vivendo para agradar a Deus
  8. 8. • A medida de nossa alegria é a fartura (Sl 16.11), a porção do perdão que nos atinge é transbordante (Lc 6.38), o amor que nos salva é incomensurável (Jo 3.16). • Vida cristã/santa viver em Cristo e viver no pecado (Rm 6.1,2; 11-15). • A experiência de fé = abundante graça (Rm 5.20). • Vida abundante graça vida marcada por ódios, mágoas e ressentimentos. AP – Você vive na abundância da graça ou uma vida de ódio, mágoas e ressentimentos? 3. Vida transbordante, vida em santidade
  9. 9. II- O IMPERATIVO DA PUREZA SEXUAL
  10. 10. • Não foi para uma vida de pecados que fomos vocacionados por Deus (1 Jo 3.8,9). • Quem busca a santidade é capaz reconhecer a glória de Deus e perceber a vontade de Deus (Sl 19.1; 2 Co 3.18; Rm 12.1-2) • O cristão deve viver de forma que todos quantos olharem para ele lembre-se do lema: "SANTIDADE AO SENHOR!" (Êx 39.30).. AP – Você tem priorizado fazer a vontade de Deus ou a desejos egoístas? 1. A santificação como vontade de Deus
  11. 11. • Em 1 Ts 4.3-5 há uma explícita e contundente exortação quanto a pureza sexual. • O contexto é da santidade na sexualidade como uma área importante a ser observada pelo cristão. • O relacionamento sexual e abençoado por Deus, no entanto existem algumas regras que o cristão, casado ou solteiro, deve observar • Paulo apresenta o corpo como templo e morada do Espírito Santo, que não deve ser profanado (1 Co 3.16; 1 Co 6.15-19; Hb 13.4). AP – Qual o nível de sua pureza sexual? 2. Santificação que se exige de solteiros e casados
  12. 12. • A espiritualidade está relacionada com o padrão moral e comportamental. • Existem pessoas que priorizam rituais como jejum e oração, em detrimento de uma vida moral e ética. • Essa é a orientação de Paulo àquela jovem comunidade (1 Ts 4.5). Aqueles que estão cegos em seus delitos e pecados possuem uma maneira distorcida de encarar aspectos essenciais da vida, como a sexualidade, por exemplo, que não condizem com nossa maneira de compreender a realidade. Fomos vocacionados à salvação para, através de nosso testemunho, anunciarmos os valores de um Reino superior, de cima, do céu (Mt 5.13-16; Jo 3.31). AP – XX? 3. Vivendo num nível diferente de espiritualidade
  13. 13. III- SANTIFICAÇÃO EM TODA MANEIRA DE VIVER
  14. 14. • Devemos ser santos e honestos também em nossos negócios (1 Ts 4.6). • A cultura da corrupção não pode fazer parte da igreja (Ml 3.18). • O lucro alferido deve ser justo (Pv 11.1; Mq 2.2). • Ser integral = não pode ter um padrão de santidade na igreja e outro na vida em sociedade. • A igreja foi chamada para ser diferente e influenciadora (1 Co 8.9; Tg 2.17). AP – Você tem sido honesto em seus negócios? 1. Negócios honestos
  15. 15. • Não existe santidade na vida de quem promove violência, injustiça e discórdia (Pv 6.16-19). • Deus nos chamou para relacionamentos mutuamente edificantes, não devemos ser fardos para ninguém. • Como anuncia Paulo, o Senhor é vingador do injustiçado (Lv 25.17; 1 Ts 4.6; Is 61.8; Hb 10.30). • Neste momento de fragilizações das principais instituições sociais, a igreja deve fazer a diferença. AP – Como estão os seus relacionamentos? 2. Relacionamentos sadios
  16. 16. • O poder santificador do Espírito nos torna progressivamente mais santos (1 Co 6.11). • Somos convocados por Deus para uma experiência de santificação instantânea e constante (Jo 17.19). • O relacionamento sem amor e respeito é tratado como uma afronta ao próprio Senhor (1 Ts 4.8). • Deste modo, viver no Espírito é uma experiência de comunhão verdadeira com o Criador (vertical) e com as demais pessoas (horizontal) AP – Você tem vivido no Espírito? 3. Santificação como experiência de viver no Espírito
  17. 17. Hoje aprendemos que: 1. Não existe santidade quando há isolamento, ódio e negação do outro. 2. Paulo exorta para que haja uma santidade no relacionamentos sexual. 3. No entanto, não desconsidera as demais áreas da vida do cristão, que não pode ter uma vida dupla, dentro e fora da igreja. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  18. 18. REFERÊNCIAS ARRINGTON, French L; ARRINGTON e STRONSTAD, Roger (Ed). Comentário Bíblico Pentecostal. 4ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. BRASIL, Thiago. A Igreja do Arrebatamento: o padrão dos tessanolicenses para estes últimos dias. Rio de Janeiro: CPAD, 2018. Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. LIÇÕES BÍBLICAS DE JOVENS. A Igreja do Arrebatamento: o padrão dos tessanolicenses para estes últimos dias. 2 TRI 2018. Rio de Janeiro: CPAD, 2018. RENOVATO, Elinaldo de Lima. 1 e 2 Tessalonicenses. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
  19. 19. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Facebook: natalino das neves e natalino das neves II Contatos: natalino6612@gmail.com (41) 98409 8094 (TIM/WhatsApp)
  20. 20. "A santificação começa na conversão, quando uma pessoa se arrepende e volta para Deus, passando a ser um 'santo' (que significa, literalmente, 'uma pessoa separada ou consagrada'). Esse, porém, é apenas o começo de um processo contínuo e progressivo. Não leva muito tempo entrar num trem, mas leva tempo até chegar ao destino. A pessoa se torna santa por um ato de fé em Cristo Jesus, que nos atribui esse título, mas ser santo em cada aspecto da vida leva tempo. O trem não chega ao seu destino num pulo único, e nem nós nos tornamos santos desenvolvidos de um dia para outro. Precisamos crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. Do ponto de vista prático, a santificação é o processo mediante o qual os separados se tornam santos na prática, os que estão sob a graça de Cristo se tornam graciosos, e os cristãos se tornam semelhantes a Cristo. A santificação é a cristianização dos cristãos. [...] A santidade prática exige crescer espiritualmente; pessoas santas são 'perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal' (Hb 5.14). Criancinhas espirituais, como criancinhas físicas, estão dispostas a engolir tudo que acham! (Ef 4.14)" (PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Semeando as Doutrinas Cristãs. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. pp. 184,194). SUBSÍDIOS

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