Estudo Sobre Atos

559 visualizações

Publicada em

Estudo sobre livro de Atos dos Apostolos

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
559
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Estudo Sobre Atos

  1. 1. INSTITUTO DE PESQUISA CASA DO OLEIRO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ATOS DOS APÓSTOLOS LUCIANO CAMPOS Fevereiro2014
  2. 2. APRESENTAÇÃO A ideia deste trabalho e mostrar um pouco do que se pode ser extraído do livro de Atos dos Apóstolos, por ser um Livro de infinito entendimento, pois o Espírito Santo nos conduz por caminhos inimagináveis se tratando da palavra de Deus. O Livro de Atos trata-se do cumprimento da promessa do Livro de Joel "E nos últimos dias acontecerá, diz DEUS, que do meu ESPÍRITO derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos" (At 2.17). (JOEL 2.28). Podemos assim dizer que além de um operar sobrenatural do Espírito Santo o Livro trata do surgimento da Igreja do corpo de Cristo, daquilo que o Espírito Santo faz e pode fazer na vida de homens que se deixaram ser usado por Deus. O Livro de Atos dos Apóstolos mostra um relacionamento maravilhoso entre o Espírito Santo e os Apóstolos totalmente guiados por Ele. Anunciam um propagar do Evangelho, mostra os Apóstolos anunciando a SALVAÇÃO através de Cristo Jesus, vemos a palavra chegar até aos gentios através do Apóstolo Paulo. Atos dos Apóstolos podemos assim dizer e o melhor manual sobre missão, sobre amar ao próximo sobre anunciar o Evangelho sobre o operar sobrenatural do ESPIRITO SANTO DE DEUS.
  3. 3. Índice I. ......................................................... - Propósito do Livro II. ................................................ - O quê se sabe sobre o Autor III. .............................................................. - O dia de Pentecoste IV. .............................................- A conversão de Saulo de Tarso V. ........................................................ O Surgimento da Igreja
  4. 4. Propósito do Livro A varias linhas de raciocínio que podemos utilizar para colocar um propósito na escrita deste maravilhoso livro. Entretanto vamos explanar algumas mais conhecidas : Lembrando que o verdadeiro propósito da palavra de Deus e levar o homem ao arrependimento para que haja Salvação através de Cristo Jesus. Propósito Evangelístico: O autor queria informar como tinha se propagado o Evangelho naquele novo momento que se vivia após a crucificação de Cristo Jesus, afirmando ainda mais que Jesus era o Cristo e que a Salvação só poderia ser alcançada por meio Dele. Podemos ver o derramar do Espírito Santo no dia de Pentecoste, os discípulos reunidos unanimes em oração e o derramar do Espírito Santo como uma confirmação que Cristo havia chegado ao Céu. O autor mostra o chegar do evangelho aos gentios afim de confirma aquilo que Jesus disse : ( Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra )..........................................(Atos 1.8) Ou seja não somente agora o povo Judeu mas também os gentios poderiam experimentar da Graça, do amor incondicional que recebemos de Deus. Vemos o evangelho ser propagado de todas as formas, vários tipos de situações enfrentadas pelos Apóstolos o qual não se calaram mas pregaram o evangelho genuíno o qual receberam direto da parte de Cristo Jesus dando assim o surgimento da Igreja.
  5. 5. Propósito Político: Com toda a perseguição sofrida por Jesus, podemos dizer que uma das ideias do autor era mostrar que o Cristianismo não deveria ser perseguido pelo Império Romano. Naquela época o povo de Israel vivia sobre comando do Império Romano, o qual tinha conquistado vários territórios, e usava de toda a sua força para manter tudo dentro do seu controle, havia um patriotismo enorme além de todo o estato de ser um cidadão Romano, havia um grande medo de que se levantasse uma revolução, que o povo se rebelasse contra o Império Romano. Alguns estudos mostra que uma das formas de coibir o povo de se manifestar suas insatisfações era que ao menor foco de rebelião já ameaçavam Açoitar o povo, era uma das palavras mais temidas pelo povo, pelo o estado deplorável em que ficava a vitima de açoite, era algo temido pois os Romanos se gabavam por serem os melhores na arte de punir. O autor queria mostrar que o Cristianismo não deveria ser visto como um movimento revolucionário mas sim como algo que estava acima de atos políticos e que se tratava do Reino de Deus, o próprio povo Judeu da época que não creram que Jesus era o Cristo apoiavam a perseguição de Roma ao Cristianismo. Esperava-se que através dos relatos de Atos o movimento Cristão fosse protegido e não perseguido. Alguns estudiosos diz que a ideia central do livro de Atos era ser usado como forma de defesa no julgamento do Apóstolo Paulo. Precisamos entender que o próprio povo Judeu da época ficou contra o movimento do Cristianismo acreditando que tudo aquilo que os Apóstolos pregavam era heresia. Como as ceitas dos Saduceus e Fariseus era protegida pelo império Romano por jurar lealdade a Roma , estes viam como um afronto os discípulos de Jesus pregar que Jesus era o Cristo, que Jesus havia ressuscitado, então eles mesmos apoiavam para que Roma impedisse que o povo pregasse Cristo Jesus.
  6. 6. Autor Não há duvidas entre os estudiosos da Bíblia entre a autoria do livro de Atos dos Apóstolos, esta autoria e atribuída a Lucas o Médico, podemos assim dizer que ele e uma extensão ou uma continuação do Evangelho de Lucas. Não se sabe muito sobre a vida de Lucas. Sabemos apenas que ele era gentio, Médico e falava fluentemente o grego pelas suas escritas podemos ver que era de refinada educação, por isto consegue fazer um estudo sistemático dos fatos acontecidos relacionados a Jesus . Alguns dizem que Lucas foi contratado pelo Império Romano para fazer relatos a respeito da vida de Jesus e de todo o acontecido escrevendo assim o Livro de Lucas. Convertendo ao Cristianismo e sendo cheio do Espírito Santo, foi conduzido a escrever o segundo Livro, o de Atos dos Apóstolos. Sabemos que Lucas abandonou as funções medicas se unindo ao Apóstolo Paulo, como médico e amigo inseparável dedicando totalmente a viajar com o Apóstolo Paulo em suas viajes missionárias. Lucas sofreu o Martírio, tendo sido enforcado em uma oliveira na Grécia. Como podemos ver Lucas abriu mão de tudo aquilo que um dia ele tinha conquistado com o seu diploma de Médico. O que mais me chama atenção e o poder transformador do Evangelho, como a palavra de Deus e capaz de transformar vidas, Lucas o médico amado como e citado por Paulo, acabou sendo martirizado por amor a palavra de Deus. Como tem faltado homens como Lucas, que amam a Palavra de Deus, que estão dispostos a se entregar totalmente sem nada em troca, alguns dizem que Deus já não opera milagres como antigamente, que aqueles milagres e sinais eram somente para aquela época, mais eu creio meu irmão que hoje tem faltado homens como Lucas para que o Espírito Santo de Deus possa usar para operar tantos milagres.
  7. 7. O dia de Pentecoste E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas,conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer? E outros, zombando, diziam: Estão cheios de vinho. (Atos 2:1-13) Muitos tem grande dificuldade de entender o que era ou o que foi o dia de Pentecoste, qual o valor que isto tinha para o povo Judeu e como realmente aconteceu .No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex 23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas pelo cristianismo, porém, a terceira não se vê falar tanto atulamente. No Antigo Testamento, a liturgia mais desenvolvida dessa festa encontra-se em Lv 23.15-21. Porém, Dt 16.9-15 mostra uma outra liturgia que reflete um diferente período e, consequentemente, um novo ambiente de celebração. Este estudo tomará como base essas duas liturgias.
  8. 8. Do nome Pentecostes não é o nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo Testamento (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes: 1. Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse segundo nome. Provavelmente, hag haqasir Festa da Colheita é o nome original (Ex 23.16). 2. Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10). 3. Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente. 4. Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego assumiu o controle do mundo, em 331 anos antes de Jesus, é provável que o nome Pentecostes ganhou popularidade a partir desse período.
  9. 9. Da cerimônia Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia: 1. a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11); 2. a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17); 3. o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21); 4. As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12). A troca do nome da festa Originalmente, a festa recebeu o nome "Festa da Colheita", porque se tratava de uma cerimônia que girava em torno de uma sega de grãos, após o período de formação e maturação. O nome "Festa das Semanas" também faz sentido, porque ele diz respeito às sete semanas de duração da festa quando se processava a colheita de trigo e cevada. Como parte da forte influência exercida pela cultura grega sobre os judeus, a partir do século IV, antes de Cristo, o nome "pentecostes" - cujo significado é "cinqüenta dias depois" - foi usado para substituir o nome da
  10. 10. Festa das Colheitas ou Festa das Semanas. O livro Atos dos Apóstolos usa o nome Pentecostes (At 2.1). Da natureza e do local da festa Originalmente, a festa das Colheitas era agrícola. Era uma reunião de agricultores que se prolongava por sete semanas. O longo tempo de duração da festa e o nome "colheita" sugerem que os agricultores reuniam- se, originalmente, para uma sega em mutirão. Como na época dessa celebração (maio/junho) não há chuva, em Israel, os celebrantes, que moravam longe do local da colheita, se abrigavam em tendas. Contudo, o livro de Deuteronômio apresenta duas novidades à festa: a memória da libertação do Egito e a recomendação de estudar os estatutos (a Torá) durante as sete semanas de festa. Além disso, ele fornece uma outra informação: o nome da festa para o livro de Deuteronômio é Semanas e o local é o templo de Jerusalém (16.9-12). A centralização das festas foi parte da política reformista do reinado de Josias (640-609 a.C.). Como podemos ver a festa de Pentecoste era considerada um ‘Santa Convocação’, significa que todo homem Israelita deveria comparecer perante o santuário, por isto havia no dia de Pentecoste tantas pessoas na cidade de Jerusalém, todos aqueles que observavam a lei ou seja a Tora vinha de suas terras, de outras cidade para adorar ao Senhor em Jerusalém, e para trazerem as suas ofertas conforme a lei. Na cultura Judaica todo Judeu deveria pelo menos uma vez ao ano vir ao templo em Jerusalém para pagamento do ‘shekel’ o imposto do templo pagado anualmente, estima-se que pelo menos cem mil pessoas costumavam ir para Jerusalém no período das grandes festas. Naquele dia, diz a palavra que os discípulos estava reunidos conforme o Senhor tinha ordenado, então foram todos cheios do Espírito Santo, este dia ficou marcado pois se comemorava o dia da festa de Pentecoste ou Festa da Colheita. Podemos assim dizer que o Senhor colheu em Pentecoste os primórdios da Igreja ou seja os discípulos que estavam ali reunidos. O dia de Pentecoste ficou marcado porque naquele dia muitos escutaram a pregação de Pedro falando de Jesus com eloquência , e muitos se converteram porque ficaram pasmado em ver o poder de Deus opera na vida daqueles simples pescadores. De ouvir a mensagem em seus idiomas de origem. Isto representava o fim da lei, agora o Espírito não dividas as
  11. 11. línguas como em Babel mas de forma contraria ele juntava o povo para que todos pudessem ouvir a cerca de JESUS CRISTO. A conversão de Saulo de Tarso O capítulo nove narra a conversão de Saulo. Pouco se sabe sobre ele, no intervalo do seu nascimento até o seu aparecimento em Jerusalém. Embora fosse da tribo de Benjamim, era um zeloso membro da seita dos fariseus. Era cidadão Romano por ter nascido na cidade grega de Tarso, na Ásia Menor, pertencente na época ao império Romano. Ele teria sido levado para Jerusalém ainda criança, onde foi educado aos pés de Gamaliel. A primeira menção feita sobre Saulo foi por ocasião da morte de Estevão. O martírio deste parece ter influenciado aquele perseguidor da Igreja. A sua conversão é uma das mais emocionantes da História. Pelo que podemos entender Paulo desde criança tinha sido criado para ser um sucessor vamos assim dizer de Gamaliel, por seu empenho em guardar a Lei, o que nos habilita a afirmar este tipo de informação e que após a morte de Estevão, Paulo pede cartas ao sumo sacerdote para que pudesse prender ou seja Paulo possuía algum tipo de autoridade mediante o sinédrio que o permitia fazer isto, ou Paulo já tinha sido comissionado para executar prisões daqueles que ele encontra-se pelo caminho. Vemos então Saulo quando aproximava-se de Damasco cercou então um resplendor de Luz, a ideia de Lucas e nos mostrar que e algo sobrenatural, que tal resplendor era maior que excedia a luz do sol. Quando em toda Bíblia vemos falar de Luz associa-se a revelação de Deus, ou seja a luz representava a Gloria de Deus revelada agora a Saulo, aquilo que Estevão tinha mencionado agora se revela a Saulo. Agora Saulo então teria que se acertar com Deus aquele a quem Saulo acreditava ser uma farsa lhe pergunta: “ Saulo , Saulo porque tu me persegues”, nos diz a Bíblia que Saulo perde a visão com tal feche de Luz. Acredito que o fato de Saulo perder a visão após o encontro com Jesus e o simbolismo de que tudo que ele achava enxergar, que tudo que ele achava ser correto, já não mais seria o mesmo. E assim que acontece quando aceitamos a Jesus como nosso Senhor, todos os nossos conceitos anteriormente cai por terra, não que éramos pessoas totalmente erradas, mas agora com Cristo tudo e visto de um ângulo diferente e isto faz com
  12. 12. que os nossos pensamentos mudem, ou mais profundo ainda que os nossos olhos que um dia estavam fechados para as coisas Espirituais se abram e assim possamos contemplar a Gloria de Deus. Paulo então e conduzido a Damasco na casa da rua Direita onde nos diz a bíblia que ele fica por ali três dias sem comer nem beber, Isto pode ser um sinal de sua profunda inquietação pois agora ele começa a entender que tudo aquilo que ele passou tempos achando ser correto era errado, que o ponto de vista no qual ele fariseu conhecedor da lei a contemplava de modo errado, e ainda que aquele Nazareno era o CRISTO, isto devia ser um choque para Saulo então acredito que ele se conduia no seu íntimo, que sua mente começara a juntar todas aquelas informações juntando com todos os acontecimentos. Saulo então encontra-se com Ananias um servo do Senhor, onde impôs as mãos sobre Saulo, anunciando que tinha sido enviado da parte de JESUS, a fim de que tornes a ver e sejas cheio do ESPÍRITO SANTO. Esta e a narração da conversão de Paulo, quantos hoje não estão tendo a mesma experiência ou vamos assim dizer a oportunidade de servir a Deus e estão rejeitando, podemos dizer que Paulo não desperdiçou a sua oportunidade podemos dizer que poucos ouve que abraçaram o seu chamado de tal forma. Por um lado vemos um grande movimento crescendo e a grande preocupação e que tipo de Evangelho tem sido pregado, como tem sido a formação desta nova Geração. Muitos podem pensar que o chamado de Paulo foi diferente do dele, mas a pergunta correta e: COMO VOCÊ RECEBEU O SEU CHAMADO? Muitos tem jogado fora uma grande oportunidade de ser usados nas mãos de DEUS. Hoje em dia tudo tem si tornado muito simples rápido e imediato, não mais encontramos pessoas dispostas a pagar o preço pelo evangelho. Paulo sabia de tudo o que ele enfrentaria pela frente quando começasse a PREGA JESUS como CRISTO, e isto como vemos, não importou, como ele mesmo diz: “Considerou tudo perda para que o único ganho seja CRISTO JESUS”. Quando ouvires a voz de Deus não endureçais os vossos corações.
  13. 13. O Surgimento da Igreja

×