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Chamadas de Projetos de P&D Estratégicos: Nº 001/2008:  Modelo de Otimização do Despacho Hidrotérmico Nº 002/2008:  Metodo...
Chamadas de Projetos de P&D Estratégicos: Nº 008/2008:  Metodologia para Estabelecimento de Estrutura Tarifária para o Ser...
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Novas funcionalidades Novos “Produtos”  Redes Inteligentes <ul><li>Novos Produtos: </li></ul><ul><ul><li>Energia elétrica ...
Exemplos ambiciosos de Temas para Investimentos em P&D: FA – Fontes alternativas de geração de energia elétrica Lixo e esg...
Exemplos ambiciosos de Temas para Investimentos em P&D: PL – Planejamento de sistemas de energia elétrica Recepção da gera...
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  1. 1. Programa de P&D regulado pela ANEEL Visão das instituições de Pesquisa Sidnei Martini Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais
  2. 2. Conhecimento x Aplicação Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997
  3. 3. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Conhecimento x Aplicação Common
  4. 4. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Estímulo à Pesquisa Básica Common FNDCT
  5. 5. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Estímulo à Pesquisa Aplicada Common P&D PEE
  6. 6. Fonte de recursos para pesquisa As empresas concessionárias, permissionárias ou autorizadas de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Setor de Energia Elétrica. Lei 12.212/2010 - Porcentual mínimo sobre a ROL para P&D (alterou incisos I e III do art. 1º da 9.991/2000) Segmento Vigência: 21/01/2010 a 31/12/2015 A partir de 1º/01/2016 P&D PEE FNDCT MME P&D PEE FNDCT MME D 0,20 0,50 0,20 0,10 0,30 0,25 0,30 0,15 G 0,40   0,40 0,20 0,40   0,40 0,20 T 0,40   0,40 0,20 0,40   0,40 0,20 http://www.aneel.gov.br/area.cfm?id_area=75
  7. 7. Direcionamento de recursos http://www.aneel.gov.br/area.cfm?id_area=75 Aplicada Básica Planejamento Lei 12.212/2010 - Porcentual mínimo sobre a ROL para P&D (alterou incisos I e III do art. 1º da 9.991/2000) Segmento Vigência: 21/01/2010 a 31/12/2015 A partir de 1º/01/2016 P&D PEE FNDCT MME P&D PEE FNDCT MME D 0,20 0,50 0,20 0,10 0,30 0,25 0,30 0,15 G 0,40   0,40 0,20 0,40   0,40 0,20 T 0,40   0,40 0,20 0,40   0,40 0,20 Bohr Edson Com
  8. 8. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 A oportunidade estratégica ??? Common
  9. 9. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 O caso das telecomunicações Laser Fibras ópticas Geo-referenciamento Desejos sociais Ligações pré-pagas Tarifas variáveis Mobilidade de filiação Velocidades e bandas Voz e dados ERBs – Estações Rádio Base Aparelhos celulares multifuncionais Common
  10. 10. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Caminhos para a estratégia Common
  11. 11. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Estímulo a um caminho direto Common ???
  12. 12. Pasteur’s Quadrant: Basic Science and Technological Innovation Donald E. Strokes, Brookings Institution Press, 1997 Uma visão estratégica Laser Fibras ópticas Geo-referenciamento Bancos de dados Comput. Distribuída Novas formas de geração Novas funcionalidades elétricas Novos “Produtos” Redes Inteligentes Geração Transmissão Distribuição de Energia Elétrica Common
  13. 13. Chamadas de Projetos de P&D Estratégicos: Nº 001/2008: Modelo de Otimização do Despacho Hidrotérmico Nº 002/2008: Metodologia de Elaboração da Função de Custo do Déficit Nº 003/2008: Metodologia para Alocação dos Custos do Sistema de Transmissão Nº 004/2008: Ensaio de Transmissão de Energia em Linha de Pouco Mais de Meio Comprimento de Onda Nº 005/2008: Alternativas Não-Convencionais para Transmissão de Energia Elétrica em Longas Distâncias Nº 006/2008: Aplicações de Novas Tecnologias em Sistemas de Transmissão Nº 007/2008: Metodologia para Determinação de Estratégia Ótima de Contratação do MUST Ações estratégicas tomadas
  14. 14. Chamadas de Projetos de P&D Estratégicos: Nº 008/2008: Metodologia para Estabelecimento de Estrutura Tarifária para o Serviço de Distribuição de Energia Elétrica Nº 009/2008: Monitoramento das Emissões de Gases de Efeito Estufa em Reservatórios de Usinas Hidrelétricas Nº 010/2008: Efeitos de Mudanças Climáticas no Regime Hidrológico de Bacias Hidrográficas e na Energia Assegurada de Aproveitamentos Hidrelétricos Nº 011/2010: Programa Brasileiro de Rede Elétrica Inteligente Nº 012/2010: Arranjos Técnicos e Comerciais para um Mercado Sul-americano de Energia Elétrica Nº 013/2010: Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira” Ações estratégicas tomadas
  15. 15. Novas funcionalidades Novos “Produtos” Redes Inteligentes <ul><li>Novas funcionalidades: </li></ul><ul><ul><li>Medição virtual </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso comercial de reativos </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes domésticas de Corrente Contínua </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes coletoras de geração distribuída </li></ul></ul><ul><ul><li>Energia Elétrica fora das redes: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Frenagens geradoras </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Energia auto gerada - (veículos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Energia auto gerada - (residências) </li></ul></ul></ul>Estímulos estratégicos ambiciosos
  16. 16. Novas funcionalidades Novos “Produtos” Redes Inteligentes <ul><li>Novos Produtos: </li></ul><ul><ul><li>Energia elétrica variável e interrompível </li></ul></ul><ul><ul><li>Energia elétrica sob demanda </li></ul></ul><ul><ul><li>Energia elétrica noturna </li></ul></ul><ul><ul><li>Energia elétrica ininterrompível </li></ul></ul><ul><ul><li>Baterias de alto desempenho </li></ul></ul><ul><ul><li>Carregadores sem fio </li></ul></ul><ul><li>Redes Inteligentes: </li></ul><ul><ul><li>Ilhas autônomas de energia elétrica </li></ul></ul><ul><ul><li>Consumo de endereço variável </li></ul></ul>Estímulos estratégicos ambiciosos
  17. 17. Exemplos ambiciosos de Temas para Investimentos em P&D: FA – Fontes alternativas de geração de energia elétrica Lixo e esgoto GT – Geração termelétrica Aproveitamento elétrico do calor de motores GB – Gestão de bacias e reservatórios Usinas hidrelétricas reversíveis MA – Meio ambiente Aproveitamento das radiações perdidas SE - Segurança Barreiras de campo eletromagnético EE – Eficiência energética Iluminação inteligente Estímulos estratégicos ambiciosos
  18. 18. Exemplos ambiciosos de Temas para Investimentos em P&D: PL – Planejamento de sistemas de energia elétrica Recepção da geração distribuída OP – Operação de sistemas de energia elétrica Operação adaptativa SC – Supervisão, controle e proteção de sistemas de energia elétrica Sistemas neurais de proteção QC – Qualidade e confiabilidade dos serviços de energia elétrica Acumulação distribuída de energia elétrica MF – Medição, faturamento e combate a perdas comerciais Medição virtual OU – Outro Simplificação do modelo setorial de energia elétrica Estímulos estratégicos ambiciosos
  19. 19. Uma visão das instituições de pesquisa <ul><li>É estratégico intensificar os temas de pesquisa no Quadrante de Pasteur (as equipes deverão conter pessoas de ciências básicas também) </li></ul><ul><li>Os temas estratégicos devem ser mais ambiciosos e desafiadores (esses temas devem ser alinhados com a política nacional) </li></ul><ul><li>A pesquisa dispersa disputa espaço com outras prioridades do pesquisador (as avaliações CAPES desestimulam a dedicação focada nas pesquisas) </li></ul><ul><li>Parte das atividades de P&D devem ser desenvolvidas em pós-doutorados (esforços concentrados em locais adequados e em tempo integral) </li></ul><ul><li>Há necessidade de capacitação específica para gestão de pesquisas (toda pesquisa deve ser gerenciada e para isso é preciso capacitação) </li></ul><ul><li>Deve haver visibilidade dos resultados da Pesquisa e Desenvolvimento (os resultados obtidos devem ir além de publicações e protótipos) </li></ul>
  20. 20. <ul><li> SIDNEI MARTINI </li></ul><ul><li>( José Sidnei Colombo Martini ) </li></ul><ul><li>Engenheiro Eletricista. </li></ul><ul><li>Formado em 1970 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, onde completou seu Mestrado, Doutorado e Livre-Docência. </li></ul><ul><li>Professor Titular e Chefe do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. sidnei.martini@usp.br </li></ul><ul><li> Agosto de 2011 </li></ul>Universidade de São Paulo Escola Politécnica Obrigado pela atenção

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