Arvores do RS: Henrique

5.029 visualizações

Publicada em

Atividade do aluno Henrique.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.029
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
283
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
16
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Arvores do RS: Henrique

  1. 1. ÁRVORES DO RS <ul><li>Nome: Henrique 4B </li></ul><ul><li>Professora: Adriana </li></ul>
  2. 2. Açoita-Cavalo (Luehea divaricata) <ul><li>Açoita cavalo </li></ul><ul><li>NOME POPULAR: Açoita cavalo </li></ul><ul><li>Nome Científico:   Luehea divaricata  Mart </li></ul><ul><li>Detalhes:  Família Malvaceae Origem: Nativa. Características gerais: Árvore de grande porte de 15 - 25 m de altura, nativa, com freqüência em formações arbóreas, na submata dos pinhais, matas de galerias e capoeiras.  Apresenta folhas simples, onde a face superior possui uma cor verde escuro brilhante e a inferior esbranquiçada, com três nervuras muito típicas. A folhagem pelas suas características confere um valor ornamental.  A floração inicia por volta da segunda quinzena de novembro, mas ocorre com maior intensidade no final de dezembro e até a primeira quinzena de fevereiro. As pétalas das flores são dobradas, conforme vai envelhecendo passam de cor violeta para creme, do interior para a extremidade e apresentando pouca expressividade. O fruto é uma cápsula possuindo muitas sementes que não ultrapassam a 1,5 cm de comprimento e apresentam uma pequena assa. A copa é densa proporcionando uma excelente sombra, porém, perde suas folhas por completo, nos meses de agosto e setembro. </li></ul>
  3. 3. AÇUCARÁ <ul><li>Açucará </li></ul><ul><li>Nome popular : Açucara </li></ul><ul><li>Nome cientifico : Gleditschia amorphoides </li></ul><ul><li>Sinonímea : coronda, faveiro </li></ul><ul><li>Origem :  sul do Brasil Família :  Leguminosae-Caesalpinoideae Altura :  até 20metros Finalidade :  madeira utilizada em carpintaria e detalhes de acabamento interno de obras civis, e para lenha e carvão. Seus frutos, que fornecem goma assemelhada à garrofina, resultam em delícias quando nas mãos de doceiras experientes. Chama atenção, quando jovem, pelos espinhos que se localizam no seu tronco. </li></ul>
  4. 4. Alecrim <ul><li>Nome popular: Alecrim </li></ul><ul><li>Nome cientifico : Rosmarinus officinalis </li></ul><ul><li>O  alecrim  ( Rosmarinus officinalis ) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo ocorrendo dos 0 a 1500 m de altitude, preferencialmente em solos de origem calcária. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como  rosmarinus , que em latim significa  orvalho do mar . </li></ul><ul><li>Como qualquer outro nome vernáculo, o nome  alecrim  é por vezes usado para referir outras espécies, nomeadamente o rosmaninho, que possui exactamente o étimo  rosmarinus .[1] No entanto estas espécies de plantas, alecrim e rosmaninho, pertencem a dois géneros distintos, Rosmarinus  e  Lavandula , respectivamente, e as suas morfologias denotam diferenças entre as duas espécies, em particular, a forma, coloração e inserção da flor. </li></ul>
  5. 5. ARAUCÁRIA <ul><li>As  araucárias  são árvores  coníferas  do  gênero   Araucaria  na família  Araucariaceae . Existem 19espécies no gênero, com distribuições altamente separadas na Nova Caledônia (onde treze espécies são  endêmicas ),  Ilha Norfolk ,  sudeste  da  Austrália ,  Nova Guiné ,  Argentina ,  Chile , e sul e parte do sudeste do  Brasil . </li></ul>
  6. 6. ERVA-MATE <ul><li>A erva-mate ( Ilex paraguariensis ) é uma árvore da família das aquifoliáceas , originário da região subtropical da América do Sul , presente no sul do Brasil ,e centro oeste do pais ( Mato Grosso do Sul ), norte da Argentina , Paraguai e Uruguai . Os indígenas das nações Guarani e Quíchua tinham o hábito de beber infusões com suas folhas . Hoje em dia este hábito continua popular nestas regiões, consumido como chá quente ou gelado (muito popular na região sudeste do Brasil), ou como chimarrão no sul do Brasil , principalmente nos estados do Rio Grande do Sul , Santa Catarina e Paraná , no Uruguai , no sul da Bolivia e na Argentina . É também consumido como tereré , em alguns estados brasileiros como o Mato Grosso do Sul , Paraná , Santa Catarina, além do Paraguai , país de origem. </li></ul><ul><li>Pode atingir 12 metros de altura, tem caule cinza, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado. As folhas da erva-mate são aproveitadas na culinária. </li></ul><ul><li>A palavra mate deriva do quíchua matty que designa a Cuia ou seja, o recipiente onde o chá era bebido ou sorvido por uma bomba. O hábito ainda hoje é muito popular em todo o sul da América do Sul, e no Brasil a bebida é chamada de Chimarrão . </li></ul><ul><li>As plantas nativas só se reproduziam por meio de pássaros da região que ingeriam o pequeno fruto e defecavam sua semente já escarificada. A plântula é muito sensível ao sol tanto que, mesmo no plantio moderno a técnica exige sombreamento até que a planta atinja alguma maturidade. </li></ul><ul><li>Atualmente existem viveiros que produzem mudas de variedades selecionadas, cujo plantio é feito com técnicas especiais em grandes hortos. Para facilitar a colheita anual dos ramos, a árvore é severamente podada para manter-se a não mais de 3,00 metros de altura. Dessa forma evita-se plantas altas que dificultam a colheita das folhas jovens, consideradas nobres na infusão do chá mate. </li></ul><ul><li>Outra prática bastante popular no planalto curitibano, habitat original da erva-mate, é conciliar o plantio da Araucária com o do mate. Técnicas como essa são comuns para um controle ambiental mais rígido, e para evitar o desgaste do solo. </li></ul><ul><li>Existe a errônea afirmação de que a erva-mate possui um efeito negativo no desempenho sexual masculino, todavia a Ilex paraguariensis possui um forte poder afrodisíaco, sendo este também ingerido contra a infertilidade e a impotência </li></ul>
  7. 7. IPE ROXO <ul><li>Árvore de porte médio, o ipê-roxo no período do outono, se enche de flores, para se reproduzir. </li></ul><ul><li>É o primeiro dos ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. </li></ul><ul><li>Tem vários nomes populares como Ipê-roxo-da-mata, Ipê-una ou Pau D'arco, entre outros. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia heptaphylla , sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. </li></ul><ul><li>São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido. </li></ul><ul><li>Outros nomes vulgares: caboré, guaraíba, ipê (RJ,SC), ipê-de-flor-roxa, ipê-piranga, ipê-preto (RJ,RS), ipê-rosa (MG), ipê-roxo-anão (SP), ipê-uva, pau-d’arco (BA), pau-d’arco-rosa (BA), pau-d’arco-roxo (BA,MG) peúva (MS) e piúva (MS,MT). Na Argentina , lapacho e no Paraguai , lapacho negro.a maioria das espécies são encontradas no sudoeste paraense, na área do municipio Altamirense, e na maior floresta de ipês do Brasil, a floresta do MACAPICHI. </li></ul><ul><li>[ editar ] Características gerais </li></ul><ul><li>Madeira muito pesada, impermeável, resistente ao ataque de organismos xilófagos e muito dura ao corte, cerne pardo acastanhado ou pardo-alva-claro, geralmente uniforme, às vezes com reflexos esverdeados, textura fina a média, uniforme, grã direita ou revessa, superfície pouco lustrosa e medianamente lisa ao tato; cheiro e gosto imperceptíveis. Sua madeira apresenta grande durabilidade, sendo muito utilizada na construção civil. </li></ul><ul><li>É uma espécie largamente empregada no paisagismo em geral, pela beleza de suas inflorescências arroxeadas que surgem nos meses de julho a setembro. É uma espécie ameaçada de extinção devido à intensa procura por sua casca, que é considerada pela medicina popular como anticancerígena, anti-reumática e antianêmica. Há varios tipos de ipê, que podem ser diferenciados pela folhas </li></ul>
  8. 8. IPE AMARELO <ul><li>O pau-d'arco-amarelo ( Tabebuia serratifolia ) é uma árvore brasileira nativa do RS </li></ul>
  9. 9. XAXIM <ul><li>Xaxim ( Dicksonia sellowiana ) é o feto arborescente, da família das dicksoniáceas , nativo da Mata Atlântica e América Central (especialmente dos estados de Minas Gerais , Rio de Janeiro , São Paulo , Paraná e Rio Grande do Sul ). Possui cáudice ereto, cilíndrico, e frondes bipenadas de até 2 metros. Devido à extração desenfreada do cáudice para uso no cultivo de outras plantas, a espécie está ameaçada de extinção e sua extração está proibida em todo o Brasil . Também é conhecido pelos nomes de samambaiaçu e samambaiaçu-imperial . O xaxim é uma planta do grupo das pteridófitas assim como avencas, cavalinhas e a samambaia. </li></ul>
  10. 10. CANELA <ul><li>A caneleira ( Cinnamomum zeylanicum , sinônimo C. verum ) é uma pequena árvore com aproximadamente 10–15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae . É nativa do Sri Lanka , no sul da Ásia . As folhas possuem um formato oval-longo com 7–18 cm de comprimento. As flores , que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. A fruta , arroxeada, com aproximadamente 1 centímetro, produz uma única semente . </li></ul><ul><li>A canela é a especiaria obtida da parte interna da casca do tronco. É muito utilizada na culinária como condimento e aromatizante e na preparação de certos tipos de chocolate e licores . Na medicina , empregada como os óleos destilados, é conhecida por 'curar' resfriados. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamaldeído </li></ul>
  11. 11. FIGUEIRA <ul><li>As figueiras são plantas, geralmente árvores, do gênero Ficus , família Moraceae . Também são conhecidas como ficus , gameleira (ou gomeleira ) e caxinguba , palavra de origem tupi-guarani [1] . Há cerca de 755 espécies de figueiras no mundo [2] , especialmente em regiões de clima tropical e subtropical e onde haja presença de água. O gênero Ficus é um dos maiores do Reino Vegetal . </li></ul><ul><li>As figueiras podem crescer de forma enérgica e por isso não é indicado que se cultivem figueiras de grande porte perto de casas, pois o crescimento de suas raízes têm a capacidade de deformar as paredes das residências. </li></ul><ul><li>Por fornecerem alimentos a aves, símios, morcegos e outros animais dispersores de sementes, têm importância na preservação das vegetações nativas tropicais e subtropicais. Os figos caídos no solo e na água servem também de alimentos a vários outros animais, incluindo peixes e insetos. </li></ul>
  12. 12. JABUTICABA <ul><li>A jabuticaba , jaboticaba ou jabuticabeira é uma árvore frutífera brasileira da família das mirtáceas , nativa da Mata Atlântica . Com a recente mudança na nomenclatura botânica, há divergências sobre a classificação da espécie: Myrciaria cauliflora (Mart.) O. Berg. 1854 [1] ou Plinia trunciflora (O. Berg) Kausel 1956 [2] . Segundo Lorenzi et al. [3] , a segunda seria outra espécie, a jabuticaba-café . </li></ul><ul><li>Descrita inicialmente em 1828 a partir de material cultivado, sua origem é desconhecida. </li></ul><ul><li>Outros nomes populares: fruita, jabuticabeira-preta, jabuticabeira-rajada, jabuticabeira-rósea, jabuticabeira-vermelho-branca, jabuticaba-paulista, jabuticaba-ponhema, jabuticaba-açu. </li></ul><ul><li>Outras espécies de jabuticaba: Myrciaria jaboticaba (Vell.) Berg, conhecida como jabuticaba-sabará e encontrada com mais frequência no estado de Minas Gerais , no Brasil </li></ul>
  13. 13. PITANGA <ul><li>A pitanga é o fruto da pitangueira, ou Eugenia uniflora L., dicotiledônea da família Myrtaceae . Tem a forma de drupa globosa e carnosa, com as cores vermelha (a mais comum), amarela ou preta [1] . Na mesma árvore, o fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor vermelho intenso de acordo com o grau de maturação. </li></ul><ul><li>Existe outra espécie, homônima a Eugenia uniflora O. Berg, descrita em 1857, e renomeada Eugenia lineatifolia (O. Berg) Mattos em 1993 [2] . </li></ul><ul><li>Este fruto não é produzido comercialmente pois, quando maduro, fica muito tenro e danifica-se facilmente com o transporte. Apesar disto, é apreciado no Brasil pois é muito saboroso, além de ser rico em cálcio [1] . </li></ul>
  14. 14. PAINEIRA <ul><li>Há várias espécies conhecidas como paineira no Brasil , quase todas pertencendo ao gênero Ceiba (antes, Chorisia [1] ) da família Bombacaceae . </li></ul><ul><li>De todas, a mais conhecida é a paineira da espécie Ceiba speciosa (St.-Hill.) Ravenna, nativa das florestas brasileiras e da Bolívia , inicialmente descrita como Chorisia speciosa por Auguste de Saint Hilaire , em 1828. [2] </li></ul><ul><li>Outros nomes vulgares: sumaúma , barriguda , paina-de-seda , paineira-branca , paineira-rosa , árvore-de-paina , árvore-de-lã , paineira-fêmea . </li></ul>
  15. 15. PATA DE VACA <ul><li>A pata-de-vaca ( Bauhinia forticata ), é uma árvore brasileira nativa da Mata Atlântica e de outros biomas . </li></ul>
  16. 16. MARICÁ <ul><li>Maricá ( Mimosa bimucronata - De candolle ) O. Kuntze da família das Leguminosas (Leguminosae, Mimosoideae), é uma árvore comum onde o solo é úmido e brejoso. Com altura entre 6m e 10m. Encontrada no Brasil , em vários estados, por exemplo, no Rio Grande do Sul . </li></ul>
  17. 17. MURTA <ul><li>Murta ( Myrtus L. ) é um género botânico que compreende uma ou duas espécies de plantas com flor, da família das Myrtaceae , nativo do sudoeste da Europa e do Norte de África . </li></ul><ul><li>São plantas arbustivas ou arborescentes , com muitos ramos, de folha persistente, que podem crescer até 5 m de altura. As suas folhas, coriáceas e verde-escuras, medem 3 a 5 cm de comprimento e cerca de 1,5 cm de largura, com um cheiro geralmente considerado agradável quando esmagadas devido ao seu óleo essencial disposto por diversas pontuações ao longo do limbo. As folhas são inteiras, ovado-lanceoladas, agudas, em filotaxia oposta-cruzada ou decussada (o par de folhas superior encontra-se em situação cruzada com o inferior, e cada par encontra-se disposto ao mesmo nível, pecíolo contra pecíolo). As flores , geralmente brancas (podem ter também uma coloração rosada), têm cinco pétalas e um número elevado de estames. O fruto é uma pseudobaga carnuda, elipsóide , azul-escura ou negra, contendo várias sementes . A polinização é feita por insectos e a dispersão das sementes é efectuada por pássaros que se alimentam das bagas. </li></ul><ul><li>O seu habitat preferencial é xerofílico (seco) e em solos sem calcário . </li></ul><ul><li>A murta-comum , também designada como mirta , mirto , murta-cheirosa , murta-cultivada , murta-das-noivas , murta-do-jardim , murta-verdadeira , murteira , murtinheira , murtinheiro , murtinho , murtinhos e murto , está vastamente distribuída pela região mediterrânica, sendo muito cultivada por todo o mundo. Nos Açores é ainda designada como murtão . A subespécie Myrtus communis tarentina , Lineu , é designada como murta-dos-jardins ou murta-das-folhas-pequenas , sendo apreciada pela sua copa arredondada, folhagem densa e flores aromáticas. Outra espécie, conhecida como murta do Sara ( Myrtus nivellei ), tem a sua área de distribuição restrita às montanhas de Tassili n'Ajjer , na Argélia meridional, e nos Montes Tibesti no Chade , onde ocorre em pequenas áreas de bosques vestigiais, perto do centro do Deserto do Sara e é considerada uma espécie em perigo de extinção . Contudo, alguns botânicos não a consideram suficientemente distinta da Myrtus communis para constituir uma espécie à parte. </li></ul>
  18. 18. PAU FERRO <ul><li>Caesalpinia leiostachya (Benth.) Ducke ( Caesalpinioideae ), vulgarmente denominada pau ferro , de basiônimo Caesalpinia ferrea var. leiostachya (Benth. 1870). [1] é uma árvore de grande porte com origem no Brasil , nativa da Mata Atlântica na encosta pluvial do Atlântico. Diz-se que seu nome provém das faíscas e do ruído metálico produzidos por machados quando se atrevem a cortá-las. A madeira madeira de lei do pau ferro é muito dura, provavelmente a mais densa e pesada das Américas; alguns chamam-na de &quot; ébano &quot; brasileiro; esta densidade altíssima faz com que a espécie, especialmente em parques, seja constantemente atingida por raios. </li></ul>
  19. 19. PAU SABÃO <ul><li>Sapindus saponaria L. [1] , também conhecida pelos nomes populares de árvore-do-sabão , fruta-de-sabão , ibaró , jequiri , jequiriti , jequitiguaçu , pau-de-sabão , pau-sabão , sabão-de-macaco , sabão-de-mico , sabão-de-soldado , sabãozinho , saboeiro , saboneteira , saboneteiro , salta-martim e saponária é uma planta da família das Sapindaceae , nativa das regiões tropicais da América . Tem folhas penadas e flores brancas dispostas em panículas. Os seus frutos têm sementes pretas e esféricas. Chega a atingir 8 m de comprimento </li></ul>
  20. 20. ESPINHEIRA SANTA <ul><li>A espinheira-santa ( Maytenus ilicifolia ) é uma planta da família Celastraceae . Em jardins externos alcança o porte de árvore , com até três metros de altura. Em vasos grandes, em varandas , atinge até um metro. </li></ul><ul><li>Popularmente conhecida como espinheira-santa, espinheira-divina, maiteno, salvavidas, sombra-de-touro, erva-cancerosa, congorça, cancerosa, cancorosa, espinho-de-deus, e congorça . [1] </li></ul>

×