Seminário de Fisiologia Vegetal - Catingueira

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Um trabalho realizado exclusivamente para apresentar uma planta bem característica do sertão nordestino. Este irá mostrar a fisionomia e morfologia dessa planta que é somente encontrada no Nordeste brasileiro.

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Seminário de Fisiologia Vegetal - Catingueira

  1. 1. Nome científico: Caesalpinia pyramidalis Tui. Família: Leguminosae caesalpinoideae (leguminosas) Nomes vernaculares: catingueira, catinga-deporco. Na Bahia, também é conhecida como pau-de-rato.
  2. 2. Catingueira, é uma das principais espécies nativas da caatinga, é encontrada quase que na totalidade do território nordestino, é resistente a seca e apresenta grande potencial econômico.
  3. 3. A catingueira possui ampla utilização na medicina, sua atividade biológica e antimicrobiana é reconhecida nos meios científicos. As folhas, flores e casca são usadas no tratamento de infecções, diarréias, disenterias, febre, doenças estomacais e como diurético
  4. 4. É uma das espécies de mais ampla distribuição na caatinga, vegetando tanto nas várzeas úmidas como no Seridó semiárido. Restringe sua transpiração tanto no período de fim de chuva como no fim de seca. Suas gemas brotam as primeiras manifestações de umidade, indicando a proximidade do período chuvoso. Árvore com 4 a 8m, podendo chegar até 10m de altura e diâmetro de até 50 cm quando vegeta nas várzeas úmidas.
  5. 5. Apresenta casca viva de espessura delgada, cinza-claro, internamente bege-claro, a casca morta de tronco idoso possui espessura menor que 2 mm rígida.
  6. 6. Suas folhas são bipinadas, bijugadas, com 5 a 11 folíolos, alternos, obtusos, oblongos, coriáceos, com pelos escuros, estrelados. O pecíolo e a base das pinas tem púlvinos.
  7. 7. Flores amarelas, dispostas em racemos, pedicelos de 10 a 15 mm, com pelos estrelados, escuros. Cálice amarelo, leve pilosidade acastanhada. Pétalas amarelas, apresentando pontos.
  8. 8. Oblongo elítico, castanho claro, com 8 a 11x 2 a 2,5 cm. Sua dispersão é por síndrome balística, com deiscência violentas que lançam a distancia as sementes achatadas, ovaladas, lustrosas, de cor castanho-claro.
  9. 9. Alburno branco-amarelado e cerne castanhoescuro, com riscos esbranquiçados. É usada para estacas, moirões e varas. É considerada boa forrageira, as folhas jovens são procuradas pelo gado. As folhas, flores e cascas são usadas no tratamento das infecções catarrais, nas diarréias e disenterias.

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