PAUTA:
Dinâmica: Troca de um segredo
Reflexão: Pedagogia da autonomia
Ações que foram realizadas no 1º semestre
Rendimento...
"A vida é feita de oportunidades, as
crianças e adolescentes são a
representação da vida em seu pleno
esplendor. O educado...
DINÂMICA DE GRUPO:
Troca de um segredo
PEDAGOGIA DA
AUTONOMIA
PAULO FREIRE
Ensinar não se esgota no
“tratamento” do objeto ou do
conteúdo... mas se alonga à
produção das condições em que
aprender c...
... faz parte de sua tarefa docente não apenas
ensinar os conteúdos, mas também ensinar a pensar
certo.
É pensando
criticamente a prática
de hoje ou de ontem
que se pode melhorar
a próxima prática.
Uma das tarefas mais importantes
da prática educativo-crítica é
propiciar as condições em que os
educandos, em suas relaçõ...
Às vezes, mal se imagina
o que pode passar a
representar na vida do
aluno um simples gesto
do professor. O que pode
um ges...
Como professor crítico, sou um “aventureiro” responsável, predisposto à
mudança, à aceitação do diferente.
Sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do
inacabamento, sei que posso ir além dele.
O ideal é que, na experiência educativa, educandos, educadoras e educadores,
juntos, “convivam” de tal maneira com esse co...
O professor que se exime
do cumprimento de seu
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Replanejamento – 2014

  1. 1. PAUTA: Dinâmica: Troca de um segredo Reflexão: Pedagogia da autonomia Ações que foram realizadas no 1º semestre Rendimento do 1º Semestre e Resultados do EJA Questionamentos para reflexão Metas e ações para o segundo Semestre
  2. 2. "A vida é feita de oportunidades, as crianças e adolescentes são a representação da vida em seu pleno esplendor. O educador quando assume o papel de mentor se transforma no caminho que conduzirá seus alunos a um futuro de possibilidades e realizações." (Luis Alves)
  3. 3. DINÂMICA DE GRUPO: Troca de um segredo
  4. 4. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA PAULO FREIRE
  5. 5. Ensinar não se esgota no “tratamento” do objeto ou do conteúdo... mas se alonga à produção das condições em que aprender criticamente é possível. E essas condições implicam ou exigem a presença de educadores e de educandos criadores, instigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e persistentes.
  6. 6. ... faz parte de sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos, mas também ensinar a pensar certo.
  7. 7. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática.
  8. 8. Uma das tarefas mais importantes da prática educativo-crítica é propiciar as condições em que os educandos, em suas relações uns com os outros e todos com o professor ou a professora, ensaiam a experiência profunda de assumir-se. Assumir-se como ser social e histórico como ser pensante, comunicante, transformador, criador, realizador de sonhos, capaz de ter raiva porque capaz de amar.
  9. 9. Às vezes, mal se imagina o que pode passar a representar na vida do aluno um simples gesto do professor. O que pode um gesto aparentemente insignificante valer como força formadora ou como contribuição ao educando por si mesmo.
  10. 10. Como professor crítico, sou um “aventureiro” responsável, predisposto à mudança, à aceitação do diferente.
  11. 11. Sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir além dele.
  12. 12. O ideal é que, na experiência educativa, educandos, educadoras e educadores, juntos, “convivam” de tal maneira com esse como com outros saberes que eles vão virando sabedoria.
  13. 13. O professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, de estar respeitosamente presente à experiência formadora do educando, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência.

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