Estágio ii ulisses

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Estágio ii ulisses

  1. 1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA – DCET CAMPUS II – ALAGOINHAS – BA SUPERVISÃO: CLÁUDIA REGINA ESTAGIÁRIO: ULISSES S. DE BRITO REGENTE: LISIANA PALMEIRA Alagoinhas - Ba
  2. 2. Como tratei os conteúdos? <ul><li>Foi utilizado recursos didáticos diferentes </li></ul><ul><li>Tais escolhas foi devido a um conjunto de fatores </li></ul>
  3. 3. Estagiário ↔ Professor Regente ↔ Alunos ↔ Estagiário <ul><li>Minha interação com a professora regente, Lisiana Palmeira e com os alunos aconteceu de forma gradual e progressiva. </li></ul>
  4. 4. Em sala ou atendimento individual, o que me fez refletir o componente Estágio? <ul><li>Iniciei a construção de minha identidade profissional docente? </li></ul>
  5. 5. Hoje posso afirmar ou negar que desejo para mim esta profissão?
  6. 6. CONHECIMENTO COGNITIVO Tenho observado, em vista da minha experiência nesse sentido, que dar espaço ao conhecimento que o aluno já traz para a sala de aula, permite que ele se sinta capaz de construir um conhecimento novo e, portanto, se sinta como um ser interativo, com possibilidades de intervir no ambiente da aula e consequentemente, em outros ambientes sociais (cf. MOREIRA, 1991).
  7. 7. CATEGORIAS DOS ALUNOS <ul><li>Para YOUNG, por exemplo, as categorias com as quais diferenciamos os alunos “espertos” dos “tolos”, o “fraco” do “forte”, o “disciplinado” do “indisciplinado” são todas construções sociais do senso comum originadas na natureza das relações de poder existentes nas instituições sociais que reinam na instituição escolar em muitas salas de aula. </li></ul>
  8. 8. DIÁLOGO – CONFLITO - DESOBEDIÊNCIA <ul><li>No movimento da história, a sala de aula caminhou de espaço considerado como local onde deve reinar a ordem e a disciplina dos alunos pela obediência ao professor, como na chamada Pedagogia Tradicional, passando por local confuso e amorfo, como em algumas leituras das Pedagogias Não Diretivas, a local do diálogo e dos conflitos e até da desobediência como advoga GADOTTI (1978), entendida, esta última, no sentido de podermos formar cidadãos capazes de assumir a sua autonomia, participando assim na construção de uma sociedade mais justa. </li></ul>
  9. 9. REFERÊNCIAS <ul><li>CEAP – Revista de Educação nº 10 </li></ul><ul><li>Mestra em Educação,Professora assistente Faculdade de Educação-UFBA. </li></ul>
  10. 10. OBRIGADO!

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